Café, Mulheres e Política

Ong Maria do Ingá realiza o XVIII Café, Mulheres e Política com o tema as mulheres e o meio ambiente, com a professora Patrícia Lessa
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Ong Maria do Ingá realiza o XVIII Café, Mulheres e Política com o tema as mulheres e o meio ambiente, com a professora Patrícia Lessa
Continue lendo ›Da assessoria do prefeito Ulisses Maia, a propósito da cobrança de ex-candidatas a vereadora sobre a composição por gênero de sua administração:
Continue lendo ›Integrantes do movimento Mais Mulheres no Poder não se contentam em ter indicado, com o voto de apenas 33 pessoas, a pepista Terezinha Beraldo para o cargo de secretária municipal – o que é visto como estratégia para constranger o prefeito, já que ela lhe fazia ácida oposição.
Continue lendo ›Quatro anos atrás o deputado federal Ricardo Barros (PP), então ministro da Saúde, fazia o maringaense passar vergonha com mais uma das muitas declarações infelizes que fez. no governo Michel Temer.
Continue lendo ›O Brasil tem 147.918.483 eleitores aptos a votar nas eleições 2020. O censo divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral aponta que as mulheres representam 52,49% do total de eleitores, somando 77.649.569. Os homens somam 70.228.457 eleitores, sendo 47,48% do total.
Continue lendo ›O time de mulheres do chamado novo MDB preparando-se para a campanha eleitoral deste ano em Maringá.
Continue lendo ›A quinta live promovida pelo Movimento Mais Mulheres No Poder em Maringá debaterá amanhã, 28, o tema “Mulheres na Política e Políticas para Mulheres”. A conversa será entre Majô Capdeboscq, Terezinha Pereira e Isadora Vier e poderá ser acompanhada aqui.
Continue lendo ›O oitavo boletim epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde confirma: os casos de novo coronavírus entre mulheres estão aumentando em Maringá
Continue lendo ›O Paraná gerou 21.302 novos empregos para mulheres em 2019, números que representam um aumento de 38,33% em relação ao mesmo período de 2018.
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Pesquisa realizada pela Paraná Pesquisa, para a Associação Brasileira das Empresas de Engenharia de Trânsito, mostra que mulheres apresentam maior percepção quanto aos benefícios proporcionados pelos equipamentos de controle eletrônico de velocidade e também acreditam mais que eles ajudam a melhorar o trânsito (46,7%, contra 41% dos homens que fizeram a mesma afirmativa).
Aplicada nos meses de junho e julho de 2019, em sete capitais e no Distrito Federal, a pesquisa englobou 3.227 motoristas e o mesmo número de pedestres, de ambos os sexos, com mais de 18 anos, que responderam questões relacionadas ao trânsito. Além de demonstrar a aprovação de 75,9% dos participantes para o uso de controladores eletrônicos de velocidade, o resultado também ressalta que o público feminino percebe os benefícios dos radares mais do que os homens, principalmente em três aspectos: elas acham que o número de radares deve aumentar (36% das entrevistadas), acreditam que os aparelhos devem permanecer ligados 24 horas por dia (68,5%) e consideram que os controladores multam na medida necessária (42,3%), enquanto os homens tendem a achar que os aparelhos multam mais que o necessário (48,3% dos entrevistados).
Em todas as cidades pesquisadas (Belo Horizonte, Curitiba, Distrito Federal, Florianópolis, Fortaleza, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo) as mulheres aprovam mais os controladores de trânsito do que os homens.
Mulheres e pedestres aprovam mais o controle de velocidade

83,9% das mulheres entrevistadas, entre pedestres e condutoras, aprovam o uso de radares para controle da velocidade, diante de 74,3% do público masculino. Separando as respostas entre motoristas e pedestres, independente de gênero, também foi observada uma diferença na percepção quanto à melhoria do trânsito após a instalação de equipamentos eletrônicos de velocidade. 49% dos pedestres afirmam que melhorou, e a porcentagem diminui entre o público de condutores para 43,8%, constatando que os pedestres se sentem mais seguros com a instalação dos equipamentos nas vias públicas (afirmação de 57% dos pedestres entrevistados).
Segundo a Organização Mundial de Saúde, mais da metade de todas as mortes no trânsito ocorre entre os usuários mais vulneráveis das vias: pedestres, ciclistas e motociclistas. No Brasil, pedestres são envolvidos em 30% dos acidentes de trânsito. Os números apresentados pela Abeetrans reforçam a realidade de insegurança desse público e o quanto preservá-los é urgente.
Porém, apesar da desaprovação dos radares pelo público masculino ser de 22,6% do total de entrevistados, os homens são as maiores vítimas do trânsito. Dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), mostram que em 82% dos casos, as vítimas fatais são do sexo masculino. Luiz Gustavo Campos, diretor e especialista em trânsito da Perkons – uma das empresas associadas à Abeetrans -, diz que a melhor compreensão das mulheres em relação aos radares pode ser atribuída ao maior respeito às leis e à prudência com que elas se comportam no trânsito. “Como o comportamento dos usuários das vias é um importante aspecto do trânsito, podemos deduzir por meio da pesquisa que as mulheres são mais conscientes sobre comportamentos seguros e conseguem ver com mais facilidade os benefícios da fiscalização do trânsito, cujo objetivo é resguardar a segurança coletiva”, comenta. (Lide)
( Fotos: Agência Pará/Marcos Santos/USP Imagens )
O vereador Mário Verri (foto), que é presidente do Diretório local do PT, disse que o partido terá um ótimo quadro de mulheres determinadas, politizadas e com boas bases disputando cargos na Câmara Municipal de Maringá.
Continue lendo ›Em seu perfil no Facebook, a professora Ana Lúcia Rodrigues reproduziu foto postada no blog, mostrando a equipe do governador Carlos Massa Ratinho Junior.Continue lendo ›
A imprensa nacional destacou o retorno da arbitragem feminina à elite do futebol brasileiro, com a goioerense Edina Alves, 39, que ontem apitou CSA 1×0 Goiás, no Estádio Rei Pelé, em Maceió (AL).Continue lendo ›

Entidades do setor rural de Maringá – Sociedade Rural, Sindicato Rural e cooperativas – homenagearam ontem as mulheres em evento comemorativo na SRM.Continue lendo ›

Duas mulheres encabeçam as chapas que disputarão a gestão do Hospital Universitário Regional Said Ferreira, de Maringá. A homologação foi feita pelo presidente da comissão eleitoral, Paulo Roberto Donadio, e a campanha passa a ser permitida.Continue lendo ›

A manifestação de mulheres contra Jair Bolsonaro, candidato a presidente pelo PSL, está reunindo milhares de pessoas na região central de Maringá. Continue lendo ›

A governadora Cida Borghetti reúne-se nesta tarde num conhecido espaço de eventos, em Maringá, para um lanche com cerca de 500 mulheres.Continue lendo ›
Com uma participação cada vez mais expressiva no comando de propriedades rurais, ou à frente de empresas e entidades do agronegócio, as mulheres têm procurado se unir e aumentar o protagonismo feminino dentro do segmento. Continue lendo ›

Aproximadamente 350 mulheres participaram hoje à tarde do encontro comemorativo ao Dia Internacional da Mulher. O evento, que aconteceu no parque de exposições, contou com palestra, apresentação artística e um coquetel.Continue lendo ›
A homenagem ao Dia Internacional da Mulher, na sessão de hoje da Câmara de Maringá, foi incompleta, observa o fotógrafo e artista plástico Tabajara Marques. Continue lendo ›
Do mais recente Cheng-Pong:
O monge gafanhoto pergunta ao grande mestre Shao-Lin-Guada:
– Mestre, em que se comparam as mulheres?
E o mestre:Continue lendo ›
A vaia estreptosa ao ministro da Saúde, Ricardo Barros, na última sexta-feira, em Brasília (DF), “foi uma manifestação bastante forte e significativa”. na avaliação da médica Ana Costa, ouvida por Conceição Mendes, no site Viomundo. Foi na abertura da 2ª Conferência Nacional de Saúde das Mulheres e deve entrar para o Guinness como a mais longa vaia feita a um político brasileiro. Postadas de costas, a maioria das 1.800 delegadas de todo o Brasil exigiu que Ricardo Barros saísse da mesa e vaiou-o durante os 10 minutos.Continue lendo ›
Mais do que nunca, como diria o apresentador de televisão, casas noturnas de Maringá estão fazendo leilão de mulheres – ou bingo, sorteio, que seja. Nos aplicativos de mensagens, para atrair o público masculino cada vez mais os promotores têm apelado para a prática. Continue lendo ›
Leitores enviam dois exemplos de festa candente em Maringá, que circulam por grupos de WhatsApp.Continue lendo ›
Por Zery Monteiro:
Se eu nascesse homem e não fosse homossexual, eu certamente iria querer me relacionar com um homem. Minha certeza disso é porque desde criança eu ouviria: “Tá chorando qui nem minininha!”, “Larga de sê fraco, parece mulherzinha!”, “Fala grosso rapá, fala qui nem home!”, “Se apanhá na escola, vai apanhá quando chegá im casa!”, “Para de rebolar desse jeito, tá dançando que nem uma vadia!”, “Olha lá aquela gostosa!”, “Mulhé é boa só pra fazê sacanagem!”.
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Acontece nesta manhã a Pedalada pelo fim da violência contra as mulheres, em Maringá. A concentração foi na praça da Catedral. É a primeira vez que o evento acontece em Maringá, reunindo ONG e entidades sindicais que possuem atuação na área de direitos da mulher.
Em vídeo, o ex-prefeito e ímprobo Silvio Barros II (PP) disse que todo o homem público deveria respeitar as mulheres.
Seu irmão mais novo, Ricardo Barros (PP), ofendeu todas elas em 11 de agosto passado, ao dizer que os homens trabalham mais que as mulheres.
Por Tania Tait:
A cada eleição, são realizadas propagandas para estimular as candidaturas de mulheres bem como a eleição de mulheres. No entanto, essas iniciativas não tem se reproduzido na prática e as mulheres estão longe de compor sua representatividade pois para uma população de mais de 52%, somos menos de 10 % de mulheres eleitas.
As estatísticas apresentadas no site do TRE-PR para as eleições municipais 2016, indicam que 68% são candidatos homens e 32%, mulheres, sendo 80% declarados brancos. Carece de análise mais profunda, mas primariamente pode ser percebido que os partidos, em sua maioria, apenas cumprem a cota para as eleições.Continue lendo ›
Conhecido empresário local, de tradicional família maringaense, as vezes resolve fazer um programa diferente e se “isola” em companhia de belas jovens em casas especializadas ou em alguma chácara. Sua última “isolada” foi em uma chácara em Paiçandu, e acabou levando a pior. Foi vítima de assalto, com os ladrões amarrando o empresário e a “namorada”, e levando o dinheiro do empresário e aparelhos de eletrodomésticos, inclusive o aparelho de televisão.Continue lendo ›
Começou a temporada de caça às mulheres na Prefeitura de Maringá. Quer dizer, caça às mulheres que ocupam cargos comissionados (daqueles 515 que Silvio Barros II e Pupin criaram logo após a eleição de 2012, contrariando a legislação). É que a lei determina uma cota para candidatas mulheres, coisa que é respeitada apenas no papel.
Nesta época do ano o comando político do grupo manda chamar as CCs femininas e dar a ordem: preparem a documentação para a candidatura a vereadora. Como as paredes têm ouvidos, hoje uma CC convocada a dar sua contribuição para a permanência do grupo no poder disse em alto e bom som que não poderia recusar, pois não quer perder o carguinho, “mas na hora da candidatura eu dou um balão”.
O vereador Luizinho Gari (PDT) – que virou piada entre seus colegas de Legislativo, depois que apresentou projeto para reduzir o subsídio dos vereadores, o que só pode ser feito via CFO – definitivamente não anda bem com as mulheres. Além de Taty Cabeleireira e Rose da Coleta, que desfalcarão sua próxima campanha eleitoral, Regina Mazaraki, zeladora do Legislativo, alertou sobre a patacoada via Facebook, o que o deixou muito irritado, como se vê acima.
A Câmara dos Deputados rejeitou ontem, por falta de votos, emenda apresentada pela bancada feminina à reforma política que garantia um percentual de vagas no Legislativo para as mulheres. Foram apenas 293 votos a favor do texto, mas o mínimo necessário era de 308. Houve 101 votos contrários e 53 abstenções.
Dos deputados por Maringá, Luiz Nishimori (PR) e Enio Verri (PT) votaram favoravelmente à proposta, enquanto Edmar Arruda (PSC) e Ricardo Barros (PP) não votaram.Continue lendo ›
De Tania Tait:
Histórica e estatisticamente, as mulheres eleitas aos cargos políticos, em sua maioria, são oriundas de famílias de políticos e herdam os votos de pais, maridos, irmãos etc. Recentemente, algumas poucas mulheres, originárias de movimentos sociais, têm sido eleitas.
Nas eleições de 2012, segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) foram eleitas 657 prefeitas (11,84% do total) e 7.630 vereadoras, que representam apenas 13,32% dos eleitos. Nas eleições de 2010, quando a presidente Dilma Roussef se tornou a primeira mulher a assumir a Presidência do Brasil, apenas duas governadoras foram eleitas, entre os 26 estados brasileiros.
A pouca presença da mulher na política foi, inclusive, ressaltada no relatório de Desenvolvimento Humano de 2014 das Nações Unidas, no qual o Brasil ocupa 85º lugar no item Desigualdade de Gênero, dentre 149 países analisados. Ou seja, apesar de sermos 52% de eleitoras e termos a Presidenta da República, nosso país ainda é marcado por grandes desigualdades e discriminação contra as mulheres.Continue lendo ›
Aciontece hoje Terceiro Encontro Regional de Mulheres Rurais, que vai reunir 350 participantes de todo o noroeste do Paraná. O evento, que integra a programação da Expoingá, vai começar às 7h30, no Restaurante Central do Parque Internacional De Exposições. O tema será “Sozinha, não vou a lugar algum”. Depois de serem recepcionadas com um café da manhã, as participantes vão assistir a uma apresentação teatral, com os artistas da Lázaro Câmara Produções Artísticas, de Londrina. O tema será “Juntos, Unidos e Fortes: Por que não?”. Em seguida, haverá uma palestra com o engenheiro agrônomo do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural, Emater, Sidnei Aparecido Baroni. Ele vai falar sobre “Rede de Negócios: Uma Alternativa para a Agricultura Familiar”.Continue lendo ›