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Política

Sete ministros delatados pela Odebrecht

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No site O Antagonista, uma notícia que nos remete à lista encontrada em março com um diretor de construtora:

“A expectativa é de que a delação da Odebrecht implique ao menos sete ministros de Michel Temer”, diz o Estadão.
E mais: “Sabe-se que o próprio presidente será citado nas delações de Marcelo Odebrecht e de mais dois executivos da empreiteira, por doações eleitorais negociadas diretamente por ele”.

Política

Odebrecht, Gleisi, Oliveiros

oliveiros marques

Fernando Migliaccio, que chefiava o departamento especializado em pagamento de propinas da Odebrecht, cita em sua delação premiada a senadora Gleisi Hoffmann (PT). Ele disse que repassou dinheiro ao marqueteiro Oliveiros Domingos Marques Neto (foto), dono da Sotaque Brasil e da Loducca.
Oliveiros foi o marqueteiro das duas campanhas a prefeito do atual deputado federal Enio Verri (PT) em Maringá.Continue lendo ›

Política

Uma lista os une

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Ex-prefeito de Campinas, Pedro Serafim Júnior (foto) está deixando o PDT em direção ao PP. Afinidade ideológica? Não exatamente. Serafim será indicado pelo ministro Ricardo Barros (PP) para uma vaga de diretor na Anvisa, informa Lauro Jardim.
“Serafim também é personagem da já célebre lista da Odebrecht, encontrada em março na casa de Benedicto Junior, ex-presidente da empreiteira. Nela, consta que R$ 300 mil foram dados a ele”.Continue lendo ›

Brasil

Temer nomeia “representante” de empreiteiras na Ebserh

Do site O Antagonista, tratando de assunto que este modesto blog abordou ontem:

Michel Temer nomeou como diretor da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), ligada ao Ministério da Educação, Jaime Gregório dos Santos Filho, que representou empreiteiras envolvidas na Lava Jato em licitações – inclusive na obra do corredor do BRT que liga o centro da cidade a Deodoro.Continue lendo ›

Brasil

Nomeação

Nomeia

O presidente interino Michel Temer nomeou hoje Jaime Gregório dos Santos Filho para dirigir a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, ligada ao Ministério da Educação. Sob sua responsabilidade estarão todos os hospitais universitários federais do país.
Uma busca pela internet mostra que ele foi da Sabesp e representou a Construtora Odebrecht em licitações no Rio de Janeiro.

Política

Publicitário admite caixa dois na campanha de Glesi

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O sócio de um publicitário que fez a campanha de Gleisi Hoffmann em 2014 admitiu ao Ministério Público Federal que sua agência recebeu R$ 5 milhões por meio do departamento de Operações Estruturadas da Odebrecht, o tal setor destinado a pagamentos de propinas para políticos. A informação é de Guilherme Amado no blog de Lauro Jardim, no site do jornal O Globo.
Quem coordenou a marquetagem da campanha de Gleisi em 2014 foi Oliveiros Marques – o mesmo publicitário das campanhas de Gustavo Fruet (PDT) em 2012 em Curitiba e de Enio Verri (ilustração) à Prefeitura de Maringá.Continue lendo ›

Brasil

Odebrecht

De Elio Gaspari, hoje na Folha de S. Paulo:

Um curioso que ouviu conversas dentro da Odebrecht garante que a estratégia da empresa está sendo discutida por cerca de 50 advogados. Nessa conta entram profissionais da corporação e representantes de diretores e ex-diretores.
À primeira vista o fenômeno tem explicação, mas os doutores deveriam se perguntar o que acontece com um paciente que tem 50 médicos. Tancredo Neves teve uns 20 e deu no que deu.

Geral

Lava Jato denuncia casal João Santana e Mônica Moura

A força-tarefa do Ministério Público Federal em Curitiba apresentou à Justiça duas denúncias referentes às 23ª e 26ª fases da operação Lava Jato nesta quinta-feira, 28 de abril.
Uma delas refere-se à utilização da Sete Brasil como empresa intermediadora da contratação de estaleiros com a Petrobras e a outra aponta o funcionamento do Setor de Operações Estruturadas na empreiteira Odebrecht para pagamento de propina. Em comum elas têm três pessoas ligadas ao núcleo político identificado durante as investigações: o marqueteiro João Santana e sua esposa, Mônica Moura, e o ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT), João Vaccari.Continue lendo ›

Gossip

Culpa da Lava Jato

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Nos bastidores da política maringaense circula que o prefeito sumidão Carlos Roberto Pupin (PP) estaria muito brabo com o capo Ricardo Barros (PP).
Motivo: os R$ 100 mil que constam da megalista da Odebrecht como ‘contabilizados’ para Barros em quatro anotações (três em planilhas e uma feita à mão) no ano de 2012, quando Pupin foi o candidato do grupo.Continue lendo ›

Política

Poupando o parceiro

O nome do deputado federal Ricardo Barros (PP) tem sido poupado de blogs ligados ao Partido dos Trabalhadores quando se fala na megalista de políticos que receberam dinheiro da Odebrecht.
Preferem destacar Beto Richa, Ratinho Junior e Maurício Fruet.

Política

Torcendo pra virar pizza

campo fertil

O juiz Sérgio Moro decidiu hoje enviar ao Supremo Tribunal Federal os autos das operações Acarajé e Dona Xepa, sobre as quais havia declarado sigilo após o surgimento da lista da Odebrecht com relação de pagamentos a mais de 200 políticos.
Nela aparece o maringaense Ricardo Barros, tesoureiro-geral do PP e vice-líder da presidente Dilma, que vai torcer para tudo acabar como sua citação na Operação Campo Fértil, em 2006. No caso da Campo Fértil, até hoje a Justiça Federal não denunciou o parlamentar, que não foi molestado sequer pela Justiça Eleitoral por caixa dois de campanha.Continue lendo ›

Política

Óbito

Da coluna Painel, da Folha de S. Paulo:

Contra o feiticeiro – Famosa por ter entregado codinomes de deputados, senadores e ministros, a lista da Odebrecht ganhou, ela também, apelidos no Congresso. Vem sendo chamada de “atestado de óbito” do sistema político.

Geral

Esquema de propina da Odebrecht funcionava desde governo Sarney, diz UOL

De Pedro Lopes, no UOL:

A 26ª fase da operação Lava Jato expôs, nesta terça-feira, a existência de um “departamento de propina” na empreiteira Odebrecht, que teria sido utilizado para movimentar altas somas de dinheiro em pagamentos ilícitos para agentes públicos e políticos principalmente em 2014.
O esquema, no entanto, pode ser muito mais antigo. Documentos mostram que, durante o mandato presidencial de José Sarney (1985-1990), procedimentos bem semelhantes aos apontados pelos investigadores da Lava Jato envolviam 516 agentes públicos, empresários, empresas, instituições e políticos. Entre eles, há ex-ministros, senadores, deputados, governadores, integrantes de partidos como PSDB, PMDB e PFL (atual DEM).Continue lendo ›

Política

Lista: políticos podem ter recebido mais do que o declarado

De Laryssa Borges e João Pedroso de Campos, na Veja:

As planilhas apreendidas nas buscas e apreensões na casa do diretor-presidente da Odebrecht Benedicto Barbosa Silva Júnior, o BJ, trazem os nomes de mais de 200 parlamentares de 24 partidos e escancara a capilaridade das empresas de Marcelo Odebrecht como financiadora de campanhas de detentores de cargo eletivo.
Além de registros contábeis de doações eleitorais legítimas, as tabelas retratam repasses duvidosos, classificados como “bônus”. Continue lendo ›

Política

Barros diz estar ‘verificando’ suposta doação da Odebrecht

O deputado federal Ricardo Barros (na foto com Paulo Roberto Costa, delator da Lava Jato, então diretor da Petrobras), vice-líder da presidente Dilma Rousseff, cujo nome aparece três vezes na superplanilha encontrada na casa do presidente da Odebrecht Infraestrutura, disse ontem que está “verificando” se a suposta doação de R$ 100 mil para a campanha do atual prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP).

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Geral

MPF nega acordo com Odebrecht

O Ministério Público Federal informou há pouco, a propósito da nota emitida ontem pelo Grupo Odebrecht, que não existe sequer negociação iniciada sobre acordos de colaboração com executivos ou leniência com o aquela construtora.
“A simples manifestação dessa vontade pela imprensa, seja por indivíduos, seja por qualquer grupo empresarial investigado, não possui qualquer consequência jurídica, motivo pelo qual as investigações e atos processuais continuarão em andamento”, continua.Continue lendo ›

Blog

Qual a motivação?

O que levaria a Odebrecht Infraestrutura a destinar dinheiro para uma campanha municipal em Maringá, onde ela não possui obras?
Por que os recursos repassados para a campanha do hoje prefeito Carlos Roberto Pupin (PP), em tese entregues ao deputado federal Ricardo Barros (PP) segundo as planilhas e anotação apreendidas com o presidente da empresa. Qual o interesse? O que, afinal, estaria por trás?, questiona leitor.

Geral

Nome do deputado maringaense é citado três vezes

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Além da anotação feita à mão, com data de setembro de 2012, o nome do deputado federal Ricardo Barros (PP) aparece outras duas vezes em planilhas apreendidas na casa do presidente da Odebrecht Infraestrutura.
O valor nas três anotações é o mesmo, “R$ 100,00”; nas planilhas não há data da liberação do dinheiro. O local também é o mesmo: Maringá ou MAR.Continue lendo ›

Geral

Lava Jato: Ricardo Barros aparece na lista da Odebrecht

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O deputado federal Ricardo Barros, tesoureiro-geral do PP, vice-líder da presidente Dilma Rousseff e marido da vice-governadora de Beto Richa (PSDB), Cida Borghetti (PP), aparece na relação de cerca de 200 nomes de políticos brasileiros que receberam repasses da Odebrecht.
Seu nome aparece no item 70 dos documentos apreendidos na casa de Benedicto Barbosa Silva Júnior, presidente da Odebrecht Infraestrutura, conhecido como BJ, na fase Acarajé da Operação Lava Jato.Continue lendo ›

Geral

PF acha planilha de pagamentos da Odebrecht para políticos

A Polícia Federal encontrou em uma ação de busca da Operação Lava Jato planilhas de pagamentos da Odebrecht para cerca de 200 políticos de 18 partidos. Os repasses foram feitos nas campanhas municipais de 2012 e para a eleição de 2014. A informação é de Bela Megale e Felipe Bâchtold, na Folha On Line.
Os documentos foram apreendidos nas buscas realizadas em um endereço do executivo da empreiteira Benedicto Barbosa Júnior, o BJ, durante a 23ª fase da Lava Jato, em fevereiro, que tinha como alvo principal o marqueteiro João Santana.Continue lendo ›

Política

Empresa de marqueteiro de Enio Verri na lista da Odebrecht

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No violento esquema derrubado hoje pela Lava Jato – a existência de um Departamento de Pagamento de Propina dentro da Odebrecht – aparece a Sotaque Brasil, agência de propaganda que recebeu dois pagamentos de R$ 500 mil da empreiteira.
A agência pertence a Oliveiros Domingos Marques Neto, que foi marqueteiro das duas últimas campanhas a prefeito de Maringá do deputado federal Enio Verri, presidente do PT do Paraná.Continue lendo ›

Geral

Operação aprofunda investigação sobre o pagamento de propina estruturado pelo grupo Odebrecht

Estão sendo cumpridos hoje, na nova etapa da Lava Jato, mandados de prisão, de busca e apreensão e de condução coercitiva para aprofundar a investigação de possíveis crimes de organização criminosa, corrupção e lavagem de ativos oriundos de desvios da Petrobras, cometidos por empresários, profissionais e lavadores de dinheiro ligados ao Grupo Odebrecht.
De acordo com a Polícia Federal, em decorrência das buscas e apreensões e de outras diligências realizadas após a deflagração da 23ª fase da Operação Lava Jato, colheram-se indícios de que foi instalado dentro da estrutura do Grupo Odebrecht um setor profissionalmente organizado que era utilizado para pagamentos que incluíam vantagens indevidas a servidores públicos em razão de contratos firmados pela Odebrecht, chamado “setor de operações estruturadas”. Continue lendo ›

Geral

Lava Jato: proposta ação de improbidade contra a Odebrecht

O Ministério Público Federal em Curitiba ajuizou ontem ação de improbidade administrativa em face dos ex-empregados da Petrobras Renato de Souza Duque, Pedro Barusco, Paulo Roberto Costa (na foto com o tesoureiro-geral do PP, maringaense Ricardo Barros) e Celso Araripe D’Oliveira, das empresas Odebrecht S.A. e Construtora Norberto Odebrecht, bem como dos executivos Marcelo Bahia Odebrecht, Marcio Faria da Silva, Rogério Araújo, Cesar Rocha e Paulo Sérgio Boghossian.
Esta é a sexta ação de improbidade administrativa no âmbito da Lava Jato.

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Blog

Um prazo para a duplicação

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O início da duplicação da PR-323 entre Maringá e Francisco Alves, com direito a pedágio, está atrasado há quase dois anos. O consórcio que venceu a PPP é encabeçado pela Odebrecht, atualmente enrolada com a Lava Jato, e, por isso, impedida de contratar qualquer empréstimo.
Alguns trechos já deveriam estar funcionando, inclusive com a cobrança de pedágio.Continue lendo ›