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Em Maringá, muro esconde conjunto habitacional e torna visível a segregação

Maringá também seu muro da vergonha, que busca esconder o Conjunto Santa Felicidade, que há alguns anos o ex-prefeito Silvio Barros II (PP) tornou notícia nacional ao utilizar milhões de reais via PAC do Ministério das Cidades para desfavelizar algo que não era favela.
O vereador Ulisses Maia, neste vídeo, reagiu ao muro que a administração Pupin/Barros construiu: é segregação.

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Atraso básico

A Prefeitura de Maringá entregou hoje as últimas 40 unidades habitacionais do PAC – Santa Felicidade no Conjunto Pioneiro Honorato Vecchi. Para manter a tradição de Cidade dos Aditivos, a obra foi entregue com um ano de atraso em relação ao que estabelecia o contrato original com a empreiteira responsável.

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Primeiro o dinheiro, depois o problema

Tudo indica que não há projeto nenhum de revitalização da avenida Brasil, apenas o cumprimento sem embasamento técnico à determinação de Ricardo Barros de colocar o fluxo de carros em direção a um empreendimento imobiliário, do qual é sócio, na região do antigo Aeroporto Gastão Vidigal. O tal “traçado a caneta” lembra uma outra aventura que tem RB por trás: os milhões do Ministério das Cidades para desfavelizar o que não era favela. Repete-se a tática: havia um dinheiro disponível para favela e era preciso arranjar uma favela, coisa que Maringá não tinha. Arranjou-se, montou-se às pressas um processo fraudulento (com o uso de fotos que não eram do Conjunto Santa Felicidade), prevaleceu a vontade do dono da cidade, garantiram-se os milhões de reais do PAC Santa Felicidade. À época, inclusive no papel, com apoio da Acim e da OAB, entre outras entidades. Hoje a Acim sente na pele.

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Fraude no PAC: autos vêm para Justiça Federal de Maringá

Enquanto o grupo Barros comemora mais uns milhões federais para obras pelo PAC 2, o desembargador federal Álvaro Eduardo Junqueira, do Tribunal Regional Federal, despacha para Maringá o inquérito policial nº 0035964-56.2010.404.0000/PR que indiciou o ex-prefeito Silvio Barros II por conta do PAC Santa Felicidade. A decisão foi publicada hoje. A Polícia Federal realizou as investigações para apurar a responsabilidade do ex-prefeito (de quem o atual, Pupin, foi vice durante oito anos) e de outros integrantes da Prefeitura de Maringá por emprego de fraude para obtenção de verba do Programa de Aceleração do Crescimento do governo federal, induzindo em erro o Ministério das Cidades sobre a existência de favela no bairro Santa Felicidade, que configuram, em tese, crimes de responsabilidade do prefeito (desviar, ou aplicar indevidamente, rendas ou verbas públicas e empregar subvenções, auxílios, empréstimos ou recursos de qualquer natureza, em desacordo com os planos ou programas a que se destinam). Continue lendo ›