papel

Maringá

Trimestralidade no papel

Hoje às 15h30, na sala de reuniões do Gabinete, no Paço Municipal, acontece reunião entre a Prefeitura de Maringá e o Sismmar para finalizar a proposta de pagamento da trimestralidade aos servidores. A proposta do município, de pagar o valor em 7 anos, totalizando R$ 70 milhões, foi aceita pelos servidores durante assembleia da categoria realizada no sábado. Servidores aguardavam solução para o pagamento da trimestralidade havia 26 anos.

Geral

Licitação cancelada

“Licitação prevê R$ 8,1 mi em papel toalha e higiênico”, diz a manchete da página 3 do Metro Maringá desta quarta-feira.
A licitação foi cancelada há 12 dias, de acordo com edital de notificação assinado no início do mês pela gerente de Licitações, Nadir de Lima.Continue lendo ›

Bronca

Faltou papel

Nesta tarde, na 13 Ciretran, quase armou-se uma confusão. Um grupo de pessoas não conseguiu seu intento, que era pagar a segunda via de boletos.
Motivo: a alegação é de que não havia papel para as duas impressas da circunscrição. Como o papel vem de Curitiba, e ninguém quis botar a mão no bolso, sobrou para quem precisava fazer o pagamento…

Geral

Uma economia de 51 mil folhas

Na Unimed Maringá, os avanços do Projeto Ambiente de Gestão Integrada Unimed, que tem entre os objetivos verticalizar os sistemas e automatizar os processos, estão gerando impactos positivos no meio ambiente. Somente em julho a cooperativa de Maringá conseguiu reduzir 51 mil impressões em papel.
Para se ter ideia, para produzir 20 resmas de papel no formato A4 (cada resma é formada por 500 folhas) é necessária uma árvore. As 51 mil folhas a menos, que equivalem a 102 resmas, significam poupar cinco árvores. Continue lendo ›

Akino

O que espero do vereador

Confesso que pouco assisto aos programas eleitorais dos vereadores. É chato, pouco tempo, não conseguem dar informações úteis de como pretendem atuar, caso eleitos. Mas uma coisa chama a atenção, em fiscalizar, que é uma das principais funções dos edis, ninguém fala. Gostaria de ouvir, como promessa de campanha, que o meu candidato garantisse atuação como um verdadeiro fiscal da correta aplicação do dinheiro pública, ainda que o prefeito fosse do seu partido ou coligação. Que não abriria mão de uma atuação independente, doa a quem doer. Que não se recusaria a assinar pedidos de CPIs para investigar suspeitas de irregularidades. Enfim, que ele não tivesse ‘cauda amarrada’, com o chefe do Executivo, para encobrir mal feitos deste ou de membros da sua equipe de ‘guverno’, como diria o vereador líder do prefeito atual, que é, na minha visão, o pior exemplo de vereador independente. No dia em que se comemora a independência, nada melhor do que refletirmos sobre se realmente somos independentes. Há vereadores, profissionais da política que são totalmente dependentes dos favores do Executivo, por isso se vendem, se omitem.
PS: Vereador não pode ter parentes no secretariado, a quem deve fiscalizar.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Agora, sem papel

O Tribunal de Contas do Estado do Paraná está alertando os gestores de órgãos estaduais e municipais que, a partir de hoje as prestações de contas anuais deverão ser transmitidas ao TCE exclusivamente por meio eletrônico (internet). Além de maior agilidade no julgamento, o procedimento traz benefícios econômicos aos jurisdicionados.
Pena que o órgão demorou para acabar com o papel. Nesta condição seria impossível repetir-se o que aconteceu com o ex-secretário de Fazenda de Maringá, Luiz Antonio Paolicchi, que apesar de ter desviado alguns milhões logo que foi alçado ao cargo, pelo então prefeito Ricardo Barros, em substituição a Airton Furlaneto, não foi punido porque as provas foram incineradas.