Maringaenses na convenção do PP

A convenção nacional do PP, em Brasília, reúne boa parte dos pepistas maringaenses que estão no governo estadual.Continue lendo ›

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Carlos Fadigas, ex-presidente da Braskem, também depôs nesta quarta-feira a Sergio Moro, em Curitiba.Continue lendo ›
De Leandro Mazzini, na coluna Esplanada:
Cerca de 70 deputados têm perdido o sono nos últimos dias após a confirmação de que o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), detalhou todos os repasses de campanhas a colegas em sua delação premiada. O metódico peemedebista citou nominalmente parlamentares que o ajudaram a aprovar projetos – em especial Medidas Provisórias – de interesses de empresários em troca de benesses. O conteúdo explosivo também tem tirado o sono do atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
A força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal em Curitiba ajuizou, no último dia 22, ação de civil pública com pedido de responsabilização por atos de improbidade administrativa em face do Partido Progressista, dos ex-deputados federais Pedro Corrêa (PP-PE), Pedro Henry (PP-MT), João Pizzolatti (PP-SC) e Mário Negromonte (PP-BA), e dos deputados federais Nelson Meurer (PP-PR), Mário Negromonte Júnior (PP-BA), Arthur Lira (PP-AL), Otávio Germano (PP-RS), Luiz Fernando Faria (PP-MG) e Roberto Britto (PP-BA), além de João Genu, ex-assessor parlamentar do falecido deputado federal José Janene.
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Vendo a tentativa de vincular o PT a Ulisses, numa maquiavélica manobra do grupo da campanha de Silvio Barros, certamente contando com a ignorância do eleitor maringaense e a inegável rejeição da legenda, lembrei desta postagem.
Nela, os fatos provam que o PP lidera o ranking de corrupção na Petrobras: PP – Partido Progressista – tem 30 nomes entre deputados, senadores e ministros que só podem ser processados no STF. Já o PMDB, vem em segundo lugar com 24 nomes. O PT, tão massacrado pela opinião pública, ficou em último lugar, com apenas, digamos, 12 nomes.Continue lendo ›
Vendo o noticiário de ontem, sobre uma operação da Polícia Federal para investigar acusação de que dois ex-ministros do Partido Progressista, Mário Negromonte e Márcio Fortes, teriam recebido propinas quando à frente do Ministério das Cidades, lembramos do caso da ‘desfavelização’ do Santa Felicidade, em 2007 que foi notícia até na Folha de S. Paulo.
Na época houve suspeita de fraude no projeto que era destinado a acabar com favelas, o ministro era Márcio Fortes.Continue lendo ›
Silvio Barros II, ímprobo, fez como a cunhada, a vice-governadora Cida Borghetti, que chegou a presidir o Pros no Paraná.
Ambos deram uma voltinha por outros partidos, mas retornaram ao ninho antigo, o glorioso PP do chefe Ricardo Barros, de Paulo Maluf e da Lava Jato.
Declino do seu convite para, como integrante do clube da melhor idade, filiar-me ao PP. Assistindo a um comercial, fiquei impressionado com a desenvoltura com que chama as pessoas de mais de 60 anos, que carinhosamente diz que é a melhor idade, para juntar-se aos Barros e filiarem-se ao seu partido político. Continue lendo ›
De Leandro Mazzini:
Mesmo com metade da bancada na Câmara alvo de inquérito no STF por causa do esquema do Petrolão, o Partido Progressista não desistiu de cargos no Governo e apresentou a conta ao chefe da secretaria de Governo, Ricardo Berzoini. O PP não quer ministério das Cidades mais, mas espera ter suas demandas atendidas em cargos federais nos Estados dos parlamentares. Líder do agora novo blocão de deputados, que somam 80 nomes também do PSC, PHS e PTB, a turma espera uma resposta nesta semana. Foi o prazo que Berzoini pediu para arrumar a Casa.

Candidatos a deputado federal pelo PP do Paraná receberam fortes doações da JBS (Friboi) para começar a campanha. O deputado Dilceu João Sperafico recebeu R$ 300 mil, repassados pelo diretório nacional, obtidos junto ao frigorífico. O presidente estadual, deputado Nelson Meurer, foi presenteado com R$ 100 mil (aliás, foi quem mais recebeu no total, pois contabilizou ainda outros R$ 500 mil, que vieram da CR Almeida, Telemont e do próprio diretório nacional). O londrinense Marcelo Belinati, que pode surpreender como o mais votado, recebeu R$ 200 mil da Telemont Engenharia de Telecomunicações; e o maringaense Ricardo Barros recebeu R$ 100 mil, repassados pelo nacional, onde é tesoureiro geral, originalmente doados também pela Friboi.

Os Barros em Maringá estão inventando um novo termo na política, percebeu um leitor. “O PP na verdade são os Políticos de Programa! Me desculpo com os homens e mulheres que se obrigam a vender o corpo para sobreviver, por essa comparação, pois eles só vendem o que lhes são de direito, e são mais dignos que essa corja de politiqueiros!”, escreveu.
Acontece nesta quinta-feira, no Senado Federal, a convenção nacional do PP. O evento está marcado para começar às 10h, no Auditório Petrônio Portela. Na ocasião, será eleita a nova executiva do partido, que deverá ter, novamente, a presença do maringaense Ricardo Barros, atual vice-presidente nacional, em outro cargo (possivelmente, de tesoureiro). O prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) poderá arranjar compromisso em Brasília para justificar sua presença na convenção.

O programa político do Partido Progressista, levado ao ar em cadeia nacional de rádio e televisão há pouco, apresentou pelo menos dois “furos”, que, imagina-se, não foram intencionais. Num, o deputado federal Rubens Bueno, do PPS, aparece como sendo Nelson Meurer, representante do oeste paranaense no PP (aqui, a foto original de Bueno, publicada no blog da Joice). Noutro, e o mais dolorido, o áudio do programa informa que o PP elegeu Pupin prefeito de Maringá, mas a imagem levada ao ar é do ex-prefeito Silvio Barros II. A maré do prefeito que pode perder o cargo com o julgamento do TSE, nos últimos dias, realmente não está nada boa…