Intérprete de Libras traduz
parto para pais surdos
A equipe do Complexo do Hospital do Trabalhador se tornou um exemplo de inclusão. Continue lendo ›
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A história de Anna Laura e João Rafael, de Colorado, foi contada no último sábado na segunda edição do Paraná TV. O caso não é comum: a mãe estava grávida de trigêmeos, a bolsa rompeu, um faleceu mas os outros foram mantidos no útero por mais dez semanas. Uma cesárea aos 7 meses, seguida de cuidados especiais, manteve a vida dos dois, que receberam alta da Santa Casa de Misericórdia de Maringá. Assista a reportagem de Juliane Guzzoni aqui.
Em decisão publicada hoje, a 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná manteve a improcedência de ação de reparação de danos ajuizada por uma mulher contra a Universidade Estadual de Maringá e um médico do Hospital Universitário Regional de Maringá. Em dezembro de 1999, através de parto normal, ela deu à luz a um menino, que faleceu 15 dias depois, e alegava que foi a imperícia da equipe médica, que usou fórceps, teria provocado os ferimentos que culminaram na morte da criança. A mãe exigia indenização e pagamento de pensão. O TJ-PR manteve a decisão da 4ª Vara Cível, que considerou que o laudo pericial foi conclusivo ao determinar que o procedimento foi o adequado.