Passeio público

Foto feita ontem à noite e enviada por leitor. “Para sair do estacionamento a pessoa precisa manobrar porque o folgado aí estacionou em cima da calçada e ainda pegou metade da guia rebaixada!”, reclama.

Foto feita ontem à noite e enviada por leitor. “Para sair do estacionamento a pessoa precisa manobrar porque o folgado aí estacionou em cima da calçada e ainda pegou metade da guia rebaixada!”, reclama.

Na rua Néo Martins, região central de Maringá.

Leitor envia foto de calçada na avenida Herval, esquina com XV de Novembro, em plena área central de Maringá. “Uma vergonha”, resume.

Leitor reclama da situação da ‘calçada’ na rua Arlindo Planas, na Zona 6, em Maringá, próximo à mata do Bortoloto, ao lado do fim do túnel ferroviário. Do outro lado a situação é de puro mato.
Na rua Umuarama, próximo à esquina com a avenida Gastão Vidigal, na Zona 8, as calçadas estão ocupadas por uma máquina retroescavadeira, de um lado, e por madeira (pallets inclusive), de outro.

A propósito da postagem da segunda-feira, leitor observa que a Prefeitura de Maringá providenciou a roçada. Agora, é preciso saber de quem são os terrenos, ou, no mínimo, a razão de não existir calçamento por ali, acrescentou.
Nas ruas Estácio de Sá, Zona 2 (acima), e São Jorge, no Jardim Novo Horizonte (abaixo), guaritas ocupam o passeio público, contrariando a legislação, há anos. Continue lendo ›

Leitor envia a foto da situação da calçada defronte o Colégio Estadual Basílio Itiberê, em Maringá, com a impressão de que o governo do estado e a prefeitura municipal esqueceram o local. “O estado [esqueceu] da manutenção e a prefeitura, de notificar”, comentou.

Na rua Néo Alves Martins, próximo à avenida Cidade de Leiria, em Maringá, o passeio público viu-se livre de uma banca de jornais e revistas. A banca, fechada há tempos, foi retirada recentemente da calçada.

Na esquina das ruas Neo Martins com Basílio Sautchuck, a poucas quadras da Prefeitura de Maringá, uma irregularidade tipificada na legislação municipal: a obra de ampliaçãoContinue lendo ›

Duas situações comuns em Maringá, e contra as quais os leitores pedem providências. Acima, na avenida Prudente de Morais, próximo à Duque de Caxias, uma revenda de carros usam o passeio público para colocar os veículos.Continue lendo ›

Canteiro central de avenida em Maringá virou bagunça mesmo.
Na sexta-feira à noite, no canteiro central da avenida Petrônio Portela, o mau exemplo de algumas pessoas que juntaram o lixo para queimar em via pública, contrariando a legislação e colocando o trânsito em risco.Continue lendo ›

De Lauro Barbosa:
Triste flagrante em uma das cidades mais encantadoras do país: raízes de árvore e tubulação à mostra. Isso em pleno centro, coração da cidade, Praça Raposo Tavares.

Fiéis frequentadores da Paróquia São Bonifácio, no Conjunto Cidade Alta, que vão a pé para igreja correm risco ao terem que andar pelo meio da rua pois não há calçada à margem da rua Dalva de Oliveira. Continue lendo ›

Leitor reclama do relaxo e da falta de respeito com o pedestre no terreno que pertence ao ministro da Saúde, Ricardo Barros, à vice-governadora do Paraná, Cida Borghetti, e à deputada estadual Maria Victória Borghetti Barros (todos do glorioso PP).
O passeio público, que tem boa parte sem calçada, está tomado pelo mato.Continue lendo ›

Na avenida Pioneiro Antonio Franco de Morais, próximo à avenida Alexandre Rasgulaeff, zona norte de Maringá, o passeio público construído próximo ao fundo de vale está tomado pelo mato e pelo lixo e os transeuntes continuam tendo que passar pelo asfalto.
Leitor sugere que se chame William Gentil, administrador de Iguatemi, que, pré-candidato a vereador, usa o equipamento público para cortar grama na calçada.

Leitora comemora o que parece ser a retirada daquelas estruturas colocadas para receber flores na época do Natal do canteiro central da avenida Brasil.
Além da questão estética (“nem cidade do interior do interior tem coragem de colocar essa cafonice na rua”), há a da mobilidade: quanto mais objetos em área pública, mais difícil a acessibilidade. “Tomara que retirem todos”, complet.

Fotos enviadas pela arquiteta Cláudia Nepomuceno mostram a situação dos fundos de vale de Maringá. A primeira foto é da rua Rio São Francisco, 1.285, onde fica a Associação dos Aposentados e Pensionistas de Maringá, onde a calçada foi interrompida. Os pedestres precisam se aventurar à beira do leito carroçável.Continue lendo ›
Rua Azaleias, no Conjunto Borba Gato, em Maringá: segundo o vídeo postado por Gilmar Ferreira, se o mato crescer mais um pouco vai precisar de autorização do Ibama para desmatar.
A Câmara de Maringá divulgará e premiará os vencedores do concurso fotográfico “As árvores do passeio público de Maringá” no próximo dia 15, durante a sessão ordinária, que começará às 16 horas. Os autores dos três melhores trabalhos receberão certificado de colocação e os demais receberão o certificado de participação. Na mesma data, será aberta a exposição com todas as fotografias concorrentes no hall térreo da Câmara.
O Banco do Brasil abriu espaço, em sua agência da avenida Mandacaru, para que a Chanson, concessionária Peugeot em Maringá, expusesse um modelo 308, com a devida entrega de panfleto sobre o veículo e condições de venda. O problema é que o BB abriu espaço público, como se vê nas fotos; o carro ocupa parcialmente a calçada, dificultando a vida dos transeuntes. Há cerca de um ano, a Zacarias Veículos, do mesmo grupo da Chanson, usou a calçada da agência do BB de Mandaguaçu para vender seu peixe.