Evento adiado
A realização do encontro com o ex-senador Osmar Dias, presidente estadual do PDT, em Sarandi, que aconteceria nesta noite, foi adiada para o próximo dia 18. Na mesma cerimônia ocorreria a filiação do delegado José Aparecido Jacovós.
A realização do encontro com o ex-senador Osmar Dias, presidente estadual do PDT, em Sarandi, que aconteceria nesta noite, foi adiada para o próximo dia 18. Na mesma cerimônia ocorreria a filiação do delegado José Aparecido Jacovós.
Para ajudar a convencer o ex-senador Osmar Dias a entregar o PDT de Leonel Brizola a Ricardo Barros (PP), pedetistas tiraram do baú um argumento que já se viu em outras campanhas eleitorais e nunca se concretizou. A proposta é oferecer a vice do candidato oficial do grupo que está há mais de dez anos no poder em Maringá para a irmã de Osmar, Terezinha Dias Pittarelli.
Como aparentemente Osmar Dias foi seduzido, quem deve se preocupar agora é o PMDB, que tinha garantido a vice para Claudio Ferdinandi, sempre tão solícito para com a família.
O ex-senador Osmar Dias participará na próxima sexta-feira de mais um encontro do PDT. Desta vez, espera-se, sem chuva e com mais gente prestigiando. Será em Sarandi, onde está concentrada a coordenação regional do partido.
Aliás, oportuno lembrar, em agosto passado o blog Sede de Justiça, de Sarandi, publicou que Cido Polícia sairia do Pros e disputaria com Elton Toy – ex-secretário, que também deixou sua pasta depois de uma investigação do Gaeco – a vaga de candidato a prefeito justamente pelo PDT, partido de Osmar Dias.

Antes de ir ao encontro regional do PDT, realizado na câmara, na sexta-feira, o ex-senador Osmar Dias, presidente regional do partido, recebeu alguns pedetistas no hotel. Entre eles o vereador Da Silva, que não quer saber de assinar a CPI do Lixo. Em 2001 Osmar e o irmão Alvaro Dias deixaram o PSDB justamente pelo contrário, porque não quiseram retirar a assinatura para a criação da CPI da Corrupção.
Todos sabem que o prefeito de Sarandi, Carlos Alberto de Paula (PDT), é muito próximo do deputado Ricardo Barros. Foi graças a De Paula que Maria Victória conseguiu ser deputada, nos últimos dias da campanha eleitoral do ano passado. De Paula estaria fazendo o jogo de Barros para não deixar o PDT lançar candidatura própria em 2016. Resta saber de Osmar Dias, que chegou ao local acompanhado de Ulisses Maia, vai deixar que isso aconteça.
Deve ser coincidência, mas Geraldo Irineu, assessor da Prefeitura de Sarandi, que fez o cerimonial do encontro do PDT em Maringá, em nenhum momento citou a presença do ex-presidente da Câmara de Maringá no evento.
Quem esperava uma definição em relação ao PDT maringaense ontem, no encontro regional organizado pelo prefeito de Sarandi, Carlos Alberto de Paula, frustrou-se. O ex-senador Osmar Dias fez um discurso que lembrou os velhos tempos, criticou o PMDB por ser um aliado interessado em cargos (o que lembra uma parcela do PDT em Maringá), mas não acenou para nenhum lado – no caso, o de Ricardo Barros, que o traiu politicamente assim como Carlos Roberto Roberto Pupin, ou o de Ulisses Maia, vereador mais votado da cidade, que ainda não assinou a ficha de filiação.
Como observou alguém da plateia, o discurso de Osmar não combinada com as pessoas que o cercavam, ontem.
Aproveitando o encontro regional do PDT, hoje à noite na câmara municipal, José Fuji vai defender seu nome como pré-candidato a prefeito de Maringá. Já há algum tempo ele vem comentando a respeito de sua intenção.
A propósito, com a expectativa de que não haja veto da presidente Dilma à minirreforma, com a redução para seis meses do prazo de filiação, o partido promete novos filiados também para os próximos meses.
O PDT realiza hoje a partir das 19h30, na Câmara de Maringá, um encontro regional para receber novos filiados e começar a debater a eleição municipal de 2016. O ex-senador Osmar Dias, responsável pelo setor de Agronegócios do Banco do Brasil, estará presente.
Será a oportunidade para se saber definitivamente de que lado está o PDT maringaense, que estaria prestes a ser mais um partido no condomínio de Ricardo Barros (PP), que nas eleições de 2010 trocou Osmar Dias por Beto Richa (PSDB). Até mesmo Carlos Roberto Pupin, que era fiel escudeiro do senador, rompeu com ele. Sem contar que parte do partido, por influência de Barros, apoiou Beto Richa em 2014.

O encontro regional do PDT, com a presença do ex-senador Osmar Dias, presidente estadual do partido, será na próxima sexta-feira, às 19h30, na Câmara de Maringá. O evento marca o retorno de Osmar à militância na política maringaense, embora tenha transferido seu título de eleitor para Curitiba já há alguns anos, depois de ser traído por dois pepistas.
O vereador Luizinho Gari vai acabar dando a volta por cima no PDT. Apesar de sua intensa rejeição, ele pode emplacar seu candidato a prefeito em 2016. Depois de recusar alguns dos 515 cargos comissionados bancados pelo IPTU do maringaense e até uma secretaria, a maioria da direção pedetista aceitaria de bom grado apoiar o candidato de Ricardo Barros (PP), considerado um dos autores das maiores perfídias contra o presidente estadual do partido, o ex-senador Osmar Dias (o outro está no Executivo). Em 2012 o PDT apoiou Enio Verri, do PT.
A turma pró-Barros/CC quer anunciar o apoio já no próximo dia 25, durante o encontro regional. O consentimento de Osmar Dias arrepi
Um dos motivos que levaram ao convite do PDT para que Luizinho Gari se retire do partido, decidido ontem à noite, foi o fato de que as últimas atitudes do vereador estavam atrapalhando o crescimento do partido. Com o anúncio de que ele não disputará a reeleição pela sigla, a expectativa é de que o PDT recupere o tempo partido e receba novas filiações. Da reunião de ontem participou o colega de bancada de Gari, o soldado Da Silva, cuja atuação no Legislativo também tem recebido críticas de eleitores.
O presidente estadual do partido, o ex-senador Osmar Dias, estará em Maringá no próximo final de semana, participando de encontro regional.

O vereador Luizinho Gari (PDT) caminha célere para se tornar um Luiz do Postinho, um Seu Rose da política maringaense. Nesta noite, a executiva do PDT de Maringá decidiu liberar o vereador, deixando-o para livre para deixar o partido, pois não compactua de suas recentes declarações. No popular, pedirá que ele saia. Com uma trajetória gelatinosa desde que assumiu o cargo no ano passado, Gari entrou numa bananosa pra valer depois de empenhar a palavra (e a assinatura) para a CPI do Lixo, mas pipocou; chegou a apresentar um projeto para reduzir o subsídio do vereador, o que só poderia ser feito pela Comissão de Finanças e Orçamento. Neste final de semana o PDT deve divulgar uma nota a respeito da decisão.
O prefeito de Sarandi, Carlos Alberto de Paula, coordenador regional do PDT, anuncia que no próximo dia 25 o Partido Democrático Trabalhista promoverá em Maringá um encontro reunindo filiados de toda a região. Estarão presentes o ex-senador Osmar Dias, diretor do Banco do Brasil, presidente estadual, e o deputado estadual Marcio Pauliki, de Ponta Grossa.
A ideia é anunciar novos filiados durante o encontro. De Paula tem feito convites a colegas prefeitos da região, como Fábio Vilhena (PT), de Atalaia. A reunião servirá ainda para confirmar alguns nomes como pré-candidatos a prefeitos na micro-região de Maringá.
O presidente municipal do PHS, Vagner Mussio, negou veementemente que os vereadores Luizinho Gari e Da Silva (PDT) se filiarão ao partido, como a postagem abaixo registra. Fechou até uma aposta com o blog. Segundo ele, o PHS não filiará ninguém com mandato para compor a chapa para a disputa de 2016.
A notícia também foi dada como improcedente pelo vice-presidente do PDT, Hugo Barris. Os vereadores ainda não se manifestaram a respeito.
O Partido Verde divulgou hoje nota manifestando contrariedade à recusa dos vereadores Luizinho Gari e Da Silva, do PDT, em assinar a proposta de criação da CPI do Lixo da Câmara de Maringá. “Na qualidade de partido integrante da coligação que elegeu os dois vereadores, o PV Maringá lamenta que Luizinho Gari e Da Silva neguem-se a colaborar com o esforço de outros membros da Câmara para apurar os motivos dos graves problemas da coleta de lixo na cidade”, diz a nota.
O PV Maringá também lamentou que os vereadores tenham retirado apoio à instituição da CPI após terem se declarado publicamente favoráveis a ela em convenção do PDT, da qual membros do PV estiveram presentes, continua. Continue lendo ›
Eis acima a ata da convenção do diretório municipal do PDT, realizada sábado passado em Maringá. Nela, o item sobre a CPI do Lixo, citando que o vereador Luis Steinle de Araújo, o Luizinho Gari, fez uso da palavra e justificou que não havia assinado o requerimento de criação da CPI porque “o pedido foi encaminhado de última hora”, mas “comprometendo-se a assinar imediatamente, e, após vários debates e sugestões, foi deliberado e aprovado pela assembleia a orientação para que os vereadores procedessem a imediata assinatura do pedido da CPI do Lixo”. A bancada do PDT na Câmara de Maringá tem, além de Luizinho Gari, o soldado Da Silva.
Os vereadores Luizinho Gari e Da Silva, entre a orientação do PDT e as benesses acenadas pelo grupo de Ricardo Barros (PP), devem ficar com a segunda hipótese. A quinta assinatura no requerimento da CPI do Lixo deixará o PDT maringaense numa situação difícil. É que Gari, depois de afirmar que iria votar, recuou e deve propor a realização de uma consulta popular para saber se deve assinar – como se o mandato já não fosse uma delegação de seus eleitores.
A proposta mais parece uma estratégia para adiar a investigação sobre o que de fato acontece na questão do lixo na cidade. Adiando, ele e Da Silva aguardarão a janela partidária. Se o partido não antecipar o cumprimento do acordo e o apoio à CPI, corre o risco de perder os dois vereadores. Só para lembrar, o PDT, que chegou a ter quatro vereadores na 10ª legislatura e três na 11ª, elegeu seu último vereador em 2000 (Dr. Manoel Sobrinho).
Apoiar a CPI do Lixo foi uma decisão do PDT tomada no último sábado, durante a convenção municipal que elegeu a nova executiva. Ou seja, além da de Luizinho Gari o requerimento pedindo a CPI deverá ter a de Da Silva.
O vereador Luizinho Gari (PDT) anunciou no último sábado, durante a realização da convenção municipal do PDT, que iria assinar o requerimento pedindo a instalação da CPI do Lixo de Maringá. Ele foi eleito representando os servidores municipais, que irão perder com a privatização pretendida há anos por Ricardo Barros (PP). A administração também não cumpriu determinação judicial e vive um processo de sucateamento do sistema de coleta, para forçar a privatização, que viria através de PPP, coisa de 35 anos de contrato e valor superior a R$ 1 bilhão.
Hoje pela manhã Gari ficou de aparecer na Câmara de Maringá para assinar a CPI; com sua assinatura, a quinta, a CPI deverá ser instalada ainda esta semana. Marcou para as 8h, com a presença de uma emissora de televisão para registrar. Até agora ele não apareceu. Nos comentários, já teve gente que duvidou que ele vá cumprir a palavra dada em público e que não assinará o requerimento, recebendo benefícios em troca. O negócio é aguardar.
O presidente do diretório municipal do PDT, Everaldo Belo Moreno, emitiu nota convidando todos os filiados, simpatizantes e imprensa para a convenção, que será realizada amanhã, das 8h às 12h, no plenário da Câmara de Maringá. A nova comissão executiva, conselho fiscal e comissão de ética serão eleitas amanhã.
Deverá haver composição e Cesar Augusto França pode ser escolhido o novo presidente.
Hoje vai ter churrasco para definir a chapa do novo diretório municipal do PDT, que será eleita no próximo sábado. Há no ar um cheiro de que pode até acontecer bate-chapa.
Os vereadores Luizinho Gari e Da Silva e pelo menos outros três membros do atual diretório não querem a candidatura própria ao Executivo e, por isso, não aceitam o nome de Ulisses Maia como pré-candidato, para alegria de Ricardo Barros, chefe da turma.

O pedetista José Fuji tenta convencer a cúpula do partido que em Maringá o nome a ser apoiado para a prefeitura em 2016 é o do petista Humberto Henrique, que considera o melhor vereador de todos os tempos. Ele destaca que HH tem conhecimento de causa, firmeza, cara e coragem “de promover as tão sonhadas mudanças”.
Caso não consiga convencer Osmar Dias e as lideranças do PDT, Fuji adianta que vai colocar seu nome para apreciação da convenção municipal e disputar a indicação para prefeito. “E prometo que as mudanças acontecerão!”, acrescentou.
O presidente do PDT de Maringá, José Carlos Endlich, considerou que o assunto coligação PDT-PV, nas eleições de 2012, “é matéria vencida” diante da recente decisão, monocrática, do ministro João Otávio de Noronha, do TSE, que pode levar Luizinho Gari e Da Silva a assumirem cadeiras no Legislativo local. “Outras questões de características internas do Partido Verde local, de administração partidária, está a cargo da justiça comum. Deverão ser resolvidas pela justiça comum. Na verdade aquele processo da justiça comum já havia perdido o objeto, visto que o prazo do suposto diretório já havia expirado quando ocorreu a decisão”, considera. Para ele, as questões de ordem interna sendo discutidas pelo Partido Verde, de quem administrará o partido em Maringá futuramente, não podem prejudicar o PDT que fez coligação com o PV. Continue lendo ›

Inserções do PDT estão ocupando espaço nas emissoras de rádio e televisão, colocando em evidência principalmente Márcio Paulik, de Ponta Grossa, o que remete a uma indagação: o PDT ainda existe em Maringá? A atual executiva provisória foi nomeada há um ano mas raramente se houve falar de alguma mobilização, encontro ou reunião. Na executiva estadual o único representante de Maringá é o ex-senador Osmar Dias, que só vota aqui, mais nada. A municipal, presidida por José Carlos Endlich, tem dez membros, além de um quase-vereador, Luizinho Gari.
O PDT do Paraná disse que para apoiar e formar a aliança em favor da senadora Gleisi Hoffmann, que irá disputar o Governo do Estado, o partido exige a vaga para disputar o Senado. Jorge Bernardi e Léo de Almeida Neves são os principais nomes do PDT para a disputa.Continue lendo ›
Agradecendo as referências elogiosas e os votos de boas festas e feliz 2014, do meu amigo, Fuji, recebo o pedido para opinar sobre o caso PV. Confesso que estou por fora do assunto. Não me inteirei devidamente, mas estranho que o caso não tenha tido o desfecho tão rápido. Talvez a pessoa mais indicada para opinar seja o dr. Milton Ravagnani, que se mostrou um especialista em direito eleitoral dos mais gabaritados, no caso Pupin. Acho que o caso de tem semelhanças com o da Portuguesa e do Fluminense. Luizinho Gari seria a Portuguesa, mas, se fosse o Corinthians, certamente não perderia os pontos. Fosse um dr. Saboia, dr. Heine, ou outro do time de Ricardo Barros que estivesse no lugar do Luizinho, já teria assumido. Pena que Enio Verri não teve a mesma garra do Mariucci, em querer o cargo. Bom para Adilson, que não tem nada com isso, e vai pegando carona. Da Silva espera pacientemente. Tenhamos fé, em 2014 teremos novos contornos e provavelmente a situação será contornada.
Vou me aprofundar no assunto. Verificar o que está pegando, mas adianto que se fosse um dos interessados diretos iria ao CNJ.
Akino Maringá, colaborador
Comentários nos meios políticos de Curitiba, e mesmo algumas notas em veículos de comunicação, dão contas de que Osmar Dias, do PDT de Maringá, estaria perdendo o comando do partido para o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, e um grupo evangélico. Osmar é o presidente estadual do partido.Continue lendo ›