plano de carreira
Manobra?
Aprovado em 2013, o plano de carreira dos funcionários públicos da Prefeitura de Maringá não vigora tanto assim, diz leitor.
É que em alguns casos promoções estariam sendo indeferidas pela administração, sob justificativa oficial de que cursos frequentados foram realizados fora da área de atuação. Na real, porém, seria uma forma de deixar mais uma responsabilidade para o prefeito eleito.
PCCR: assembleia hoje à noite

Hoje às 18h, no Auditório Dona Guilhermina, o Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá realiza assembleia com os servidores para análise da proposta de revisão do Plano de Carreira, Cargos e Remuneração enviada pela administração municipal. Uma comissão formada por representantes da prefeitura e do sindicato se reuniu desde maio para chegar a uma proposta preliminar, que foi apresentada aos servidores na última assembleia realizada no último dia 4. Se aprovado, o texto segue para o Legislativo e será votado pelos vereadores. O sindicato espera hoje participação massiva dos servidores, que na última assembleia lotaram a Câmara e nas visitas realizadas pela diretoria às bases demonstraram que estão mobilizados. A última revisão foi realizada há 15 anos, o que, segundo o Sismmar, afetou diretamente os trabalhadores que estão amargando perdas salariais significativas.
Pupin, o “preferido” dos servidores
Esta semana conversei com o servidor municipal, da carreira administrativa (carreira é modo dizer, já que não existe um plano), e perguntei o que pensa do fato da administração não ter enviado o PCCS para a Câmara votar. Imaginem a resposta. Perguntei se achava que com Pupin pefeito seria diferente e ele respondeu que não acredita, ficará do mesmo jeito, completou.
Depois do seu curto discurso de ontem, dizendo, em outras palavras, que estava ali perdendo tempo (já perdi dois compromissos), não tenho dúvidas que Pupin é o “preferido” dos servidores municipais. Preferido para não ser eleito.
Akino Maringá, colaborador
Placar
Na próxima segunda-feira completar-se-ão 500 dias que o prefeito de Maringá – dizem que a cidade tem dois, um viajando e o outro fazendo campanha – disse que ia enviar o Plano de Carreira para a câmara municipal e não o fez. Conseguirá o feito de ser passado pela trimestralidade, que vinha empurrando com a barriga.
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