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Área que não é do horto foi incluída no plano de manejo

É possível que a audiência pública do Horto Florestal de Maringá, realizada na semana passada, acabe na justiça. A empresa  de Curitiba contratada pela administração municipal para fazer o plano de manejo incluiu no CMNP, trabalho, como se fosse da uma área que há anos não pertence à Companhia Melhoramentos Norte do Paraná. Desde a década de 90, 2,2 alqueires paulistas que muita gente pensa pertencer ao horto é de propriedade do atual secretário de Habitação de Maringá, Sergio Bertoni. A área corresponde a uma boa parte do que se encontra além da ponte (sentido oeste).

Maringá

O plano de manejo e a “relação incestuosa”


Em julho do ano passado a administração Barros/Pupin assinou contrato com a Igplan Inteligência Geográfica Ltda., de Curitiba, para a elaboração do Plano de Manejo do Horto Florestal de Maringá, assim como definir programas de conservação e recuperação ambiental. No final de janeiro último, já na gestão Pupin/Barros, o contrato recebeu o primeiro aditivo, com prorrogação dos prazos de vigência. Como se vê acima, a empresa é representada por Francisco Lothar Paulo Lange Jr., que em 2008, segundo reportagem do Jornal do Estado mantinha “relação incestuosa” com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente, então comandada pelo ex-maringaense Rasca Rodrigues (PV), hoje deputado estadual. Ao mesmo tempo em que tinha a Sema entre seus clientes, ele ocupava cargo de confiança naquela secretaria, o que contraria o Estatuto do Servidor Público do Paraná.