PMDB

Política

PMDB de Apucarana vai de Joba e Canziani

Joba
O PMDB de Apucarana, liderado pelo ex-prefeito Valter Pegorer, decidiu na última quarta-feira não lançar candidaturas próprias para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal. Durante reunião com as presenças da vereadora Telma Reis e do ex-prefeito João Carlos de Oliveira, o partido anunciou que irá apoiar as candidaturas de João Batista Beltrame, o Joba (foto), para estadual, e a reeleição do deputado federal Alex Canziani (PTB). Ex-vereador maringaense pelo PMDB (2001-2004), Joba é presidente do PV de Maringá e ex-secretário de Meio Ambiente de Apucarana.

Política

Requião denuncia compra de votos

O governador Beto Richa (PSDB) está nomeando delegados do PMDB em cargos comissionados, denuncia o senador Roberto Requião (PMDB), que, se conseguir viabilizar a candidatura própria no partido, terá grandes chances de voltar ao Palácio Iguaçu. De acordo com o que o blog publicou no final de maio, tem voto da convenção valendo R$ 20 mil.

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Requião: querem comprar a convenção para vender o Paraná

Via Twitter, o senador Roberto Requião toca em assunto abordado ontem no blog: “Querem comprar a convenção para vender o Paraná. Denuncie, entre em contato conosco. PMDB sempre”. De acordo com o buchincho, votos de convencionais contra a candidatura própria do partido estariam custando R$ 20 mil. Amanhã às 10h o pré-candidato ao governo do estado estará no Golden Ingá para mais um encontro com peemedebistas locais (aqui).

Gossip

Voto contra Requião valeria R$ 20 mil

Um ex-peemedebista maringaense, hoje prócer de um partido nanico do condomínio partidário de Ricardo Barros, lamentava ontem nos corredores do paço municipal não pertencer ao partido na condição de convencional nestas horas que antecedem a realização de uma convenção (dia 20 de junho) que decidirá ser o PMDB terá ou não o senador Roberto Requião como candidato ao governo do estado – e com grandes chances de eleição, se isso acontecer. É que, de acordo com o assessor da administração Pupin/Barros, cada voto de convencional estaria valendo R$ 20 mil. O dinheiro, neste caso, seria para o delegado não votar na candidatura própria.

Política

Tentando uma composição

O PMDB Jovem de Maringá teve reunião, na semana passada, com enviado do senador Roberto Requião. A reunião foi no Cesumar. Foi passado que há chances de chapa pura, com Requião candidato, Sergio Souza (suplente da senadora Gleisi Hoffmann) na vice e Orlando Pessuti disputando o Senado. Durante a conversa o dono da cidade foi chamado de “”Coronel” Barros e o eterno presidente municipal de “Crispim das placas”. No dia seguinte, em Curitiba, o deputado estadual Caíto Quintana foi indicado pela bancada para a vice de Beto Richa (PSDB).

Política

Temer vem ao Paraná na próxima quinta-feira

O vice-presidente da República Michel Temer, presidente de honra do PMDB nacional, estará em Curitiba, na próxima quinta-feira para receber uma homenagem de políticos e militantes em encontro do partido do Paraná. A homenagem a Temer, seguida de almoço, está sendo organizada por Rodrigo Rocha Loures, único paranaense da executiva nacional do partido, que até o fim de março respondeu pela Chefia de Relações Institucionais da Vice-Presidência da República. O encontro em Curitiba precede duas convenções do partido, que vão decidir os rumos do PMDB nas próximas eleições. A convenção nacional, marcada para 10 de junho, deverá apoiar a repetição da chapa Dilma-Temer; a estadual, no dia 20, vai definir se o PMDB lançará candidatura própria ao governo do Paraná ou optará por uma coligação em chapa liderada por outro partido. Temer já sinalizou que a direção nacional deseja que o PMDB lance candidato ao governo no Paraná; deputados estaduais querem apoiar Beto Richa (PSDB). A posição é defendida também por Rocha Loures.

Política

Caíto aceita ser vice de Beto Richa

De Ivan Santos, no Bem Paraná, concluindo o que o blog anunciou há 41 dias:
Caíto QuintanaO deputado estadual Caíto Quintana (PMDB) aceitou a indicação de candidato a vice na chapa de reeleição do governador Beto Richa (PSDB) para as eleições deste ano. A decisão pode definir o resultado da convenção do PMDB, marcada para o próximo dia 20, enterrando de vez a tese de lançamento de um candidato próprio do partido ao governo do Estado – cuja indicação é disputada pelo senador Roberto Requião e pelo ex-governador Orlando Pessuti. Integrante da chamada “ala histórica” do PMDB paranaense, Quintana é um dos parlamentares mais influentes do partido no Estado, e até então, era tido como um dos defensores da candidatura própria. “É muito complicado, mas está encaminhado. Se indicarem o meu nome, se isso ocorrer, vamos em frente”, afirmou ele. Leia mais.

Política

Rocha Loures declara apoio a Requião

O ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures, único paranaense membro da executiva nacional do PMDB, declarou hoje, durante encontro do partido em Pitanga, apoio à candidatura de Roberto Requião ao governo do Paraná. “Acredito que o Requião é o melhor nome para unir o partido e evitar uma associação oportunista que descredenciaria o PMDB”, afirmou. Na semana passada, Rocha Loures levou um recado do presidente nacional do partido, Michel Temer, aos dois postulantes do PMDB ao governo, Requião e Orlando Pessuti, convidando a ambos para uma conversa de conciliação em Brasília. O objetivo era garantir a união do partido, a candidatura própria ao governo e a formação de uma chapa forte para as eleições de outubro. Pessuti declinou publicamente do convite. “O 15 é forte no Paraná e nosso objetivo é manter essa força e atender o desejo dos eleitores e da base do partido em todo o Estado, que acredita e quer a volta de Requião”, disse, em Pitanga. A convenção do PMDB paranaense, que vai definir se o partido irá ou não disputar o governo e definir o nome para esta candidatura, caso seja aprovada pela maioria, está marcada para 20 de junho.

Política

Rocha Loures diz que Temer quer PMDB unido no Paraná

O presidente do PMDB nacional, Michel Temer, vai reunir, em Brasília, o ex-governador Orlando Pessuti e o senador Roberto Requião. O encontro deverá acontecer nos próximos dias. “O presidente Temer tem acompanhado o movimento no Estado e quer aproximar os pré-candidatos para unir o partido e reforçar a tese da candidatura própria ao governo”, informa o único representante da executiva nacional no Estado, Rodrigo Rocha Loures. Encarregado por Temer de levar o convite, Rocha Loures afirma que a vontade da direção nacional é que todos que são a favor da candidatura própria, como é o caso do Requião e do Pessuti, se unam em uma chapa única. A convenção do PMDB paranaense está marcada para o dia 20 de junho.
Na semana passada, Rocha Loures levou a mensagem da executiva nacional ao ex-governador Orlando Pessuti e amanhã estará com o senador Roberto Requião em uma reunião do PMDB em Cianorte. “Estou falando com todas as alas do partido. O objetivo é chegar a um consenso e eliminar a opção de aliança na eleição majoritária no Estado”, diz.

Verdelírio

Confiante

O senador Roberto Requião disse que vai continuar percorrendo municípios paranaenses, se reunindo com peemedebistas de verdade, e anunciando seu desejo em disputar o Governo do Paraná. Ele está confiante de que seu nome será homologado candidato na convenção de 14 de junho.Continue lendo ›

Política

Entusiasmo de uns, constrangimento de outros

Requião em Maringá
O PMDB Jovem de Maringá até que está firme na campanha “Volta, Requião”, que, se acontecesse, seria a grande jogada da campanha eleitoral deste ano. Chegaram até a lançar candidatos a vice de Requião, justamente os únicos dois que, na última passagem do senador por Maringá, mostraram-se pouco interessados em candidatura própria do partido. Veja na foto de Tabajara Marques:  Claudio Ferdinandi e Umberto Crispim (este, constrangido ao extremo) nem ergueram as mãos na hora do “viva” a Requião.
PS – Falando em campanha, leitor sugere a “Volta pra roça, Pupin!”.

Política

O rumor das ruas

Nunca o cenário eleitoral paranaense foi tão favorável a uma candidatura a governador como a do senador Roberto Requião (PMDB). Imaginem ele num debate com Gleisi Hoffmann (PT) e Beto Richa (PSDB), ambos de configuração ideológica gelatinosa? Acredite: essa conversa é o que se ouve nas calçadas, vem das ruas.

Política

Para pacificar o PMDB

De Esmael Morais:
“Em política até vaca voa”. Esta é uma máxima que o deputado estadual Waldyr Pugliesi sempre gosta de repetir. Tem razão decano, ex-presidente do PMDB do Paraná. “Bombeiros” trabalham nos bastidores uma fórmula para pacificar o PMDB. A ideia consistiria na formação da chapa majoritária liderada pelo senador Roberto Requião disputando o Palácio Iguaçu; o ex-senador Sérgio Souza na vice; e o ex-governador Orlando Pessuti concorreria “avulso” ao Senado. Pessutão não seria obrigado a subir no palanque do desafeto Requião. Pela fórmula apresentada pelos alquimistas do PMDB, ele ficaria livre para “pular a cerca” em direção à senadora Gleisi Hoffmann (PT). Na Assembleia Legislativa, a bancada peemedebista “relaxou e gozou” acerca da candidatura própria ao governo do estado. Nenhum dos 13 parlamentares agora faz defesa veemente da coligação com o governador Beto Richa (PSDB), o que confirma com antecedência a “profecia” do deputado Anibelli Neto, o Anibelinho: “em junho a bancada cospe o bagaço”.

Política

A piada do dia

Logo
Ao discursar hoje no encontro do PMDB, que o senador Roberto Requião tem realizado em vários pontos do estado, para tentar emplacar a candidatura própria do partido, que tem seis candidatos a vice de Beto Richa (PSDB), o presidente do PMDB de Maringá, Umberto Crispim, disse para espanto dos presentes que política não se faz com toma-lá-dá-cá. O PMDB de Maringá, só pra lembrar, passou a integrar o condomínio Barros em troca de duas secretarias municipais e possui dois cargos comissionados na Sanepar do governo tucano em troca… do quê mesmo?

Política

Sem Requião, Beto leva, diz o senador

Ao falar no encontro regional do PMDB, realizado nesta manhã em Maringá, o senador Roberto Requião foi claro ao colocar seu nome na disputa pelo Palácio Iguaçu: “Se eu não disputar, o menino bonitinho ganha. Se eu disputar, ganho no primeiro turno”. Irônico como governador tucano – falou inclusive de sua predileção por motocicletas velozes -, Requião viu o vice-prefeito de Maringá, Claudio Ferdinandi, ser lançado para sua vice. Os nomes defendidos pela direção do PMDB eram, até então, os da deputada federal Cida Borghetti (Pros) e do ex-prefeito ímprobo Silvio Barros II (PHS). O presidente estadual do PHS, Valter Viana, secretário da administração do PP em Maringá, e que responde a processo por improbidade, chegou a fazer parte da mesa principal. O ex-vereador João Alves Correa, que não disputou a reeleição por causa de uma condenação por improbidade, foi o mestre de cerimônias.

Política

PMDB de Maringá quer que vice de Requião seja da família Barros

requiãoO PMDB de Maringá, adquirido pelo condomínio partidário de Ricardo Barros, também entrou no leilão pré-eleitoral – e há quem está disposto a dar trela à turma. O ex-deputado Antonio Anibelli veio à cidade hoje para dizer que o senador Roberto Requião (PMDB) aceita a deputada federal Cida Borghetti (Pros) ou até o ímprobo Silvio Barros II (PHS) como seu vice, se, claro, o PMDB não for com Beto Richa. A proposta de lançar um dos Barros na vice de Requião vem sendo defendida pelos peemedebistas acomodados nos cargos comissionados do governo Pupin. Para se ter uma ideia de quanto o PMDB local está no colo da família, embora tenha Odílio Balbinotti o partido já decidiu há meses que vai apoiar a candidatura de Ricardo Barros, do PP, para deputado federal – desde que nenhum CC seja demitido da administração. O mesmo Ricardo, por sinal, que Requião chamava de “Gato Barros”. Não é preciso dizer, mas a conversa com Anibelli deu-se numa churrascaria – porque se tem uma coisa que peemedebista maringaense gosta é de mesa farta.

Política

Seis peemedebistas querem vice de Richa

Beto Richa (PSDB) vai fazer de tudo para impedir que o PMDB tenha candidatura própria ao governo. Na busca por inviabilizar a candidatura do senador Roberto Requião, Richa não abre mão de seu vice ser do PMDB. Hoje, existiriam seis nomes de peemedebistas disputando a vaga de vice – entre eles, vejam só, até o deputado estadual licenciado Claudio Romanelli. Pelo desespero para permanecer no Palácio Iguaçu, Beto – cujo governo foi chamada de “merda” no Twitter de Requião, ontem – seria capaz de aceitar seu atual secretário do Trabalho, Emprego e Economia Solidária na vice.

Memória

Arquivo político

Foto antiga
Reunidos na antiga Câmara de Maringá: Philemon de Assis Vieira, Edi Froeming, Carmino Donato Junior (que postou a foto), João Batista Sanches, José Richa, Alvaro Dias, Antonio Facci, Hélio Duque e Renato Bernardi. Na plateia, batendo palmas, Horácio Raccanello.

Blog

Sem nomes, PMDB de Maringá vai de PP

rb4O PMDB de Maringá, também conhecido como PMDB dos CCs,  quem diria, vai apoiar um ex-adversário figadal para deputado federal: uma peixada, no final de semana, selou a união entre os outrora inimigos políticos Ricardo Barros (foto) e Umberto Crispim. O presidente do partido, adquirido pelo condomínio Barros no pleito passado, vai ignorar a existência do deputado federal Odílio Balbinotti e irá de mala e cuia com Ricardo Barros, que já foi chamado de tudo quanto é nome pelos ex-saidistas. Mas não é só uma opção baseada em cargos comissionados – o cabide mantido pela administração fantoche possui vários peemedebistas; pesa a absoluta falta de nomes no partido, que, pela primeira vez em sua história, não conseguiu eleger um vereador em 2012 e não possui pré-candidato para 2014, tendo que importar, baseado presumivelmente em razões nada republicanas, um pré-candidato do PP com antecedentes políticos tão reprováveis. Continue lendo ›

Política

Ex-aliados de Said garantem oxigênio a RB

O grupo político de Ricardo Barros (PP) sobrevive hoje, em Maringá, também graças a uma boa parcela de ex-discípulos do ex-prefeito Said Ferreira, que durante muito tempo, principalmente quando estava no PMDB, foi considerado seu principal adversário político. A começar por Umberto Crispim, Miguel Grillo e Alberto Abraão Vagner da Rocha, no Executivo fantoche, até ex-peemedebistas como Mário Hossokawa (que foi secretário e vice de Said), Divanir Braz Palma (ex-secretário, hoje no PSD), Hércules Ananias de Souza e Carlos Eduardo Saboia, que chegou a ser deputado dobrando com Said, sem contar outros da chamada arraia miúda do mundo de cargos comissionados. Gente que chamava o capo de “Janelinha”, por ter escapado pela janela ao final de seu mandato de prefeito, entre outros nomes não publicáveis.
A propósito de Saboia, que tem uma ex-assessora trabalhando como diretora de posto de saúde, leitor lembra o caso da carta do médico do Cisamusep que contava que o ex-vereador facilitava atendimentos.

Política

Assim como Requião, Pessuti quer candidatura própria

O ex-governador Orlando Pessuti distribuiu nota à imprensa anunciando sua disposição de concorrer ao Palácio Iguaçu. Secretário-geral do PMDB, ele afirmou que discutiu a questão com doze dos 13 deputados estaduais que compõem a bancada na Assembleia Legislativa do Paraná. De acordo com Esmael Morais, na prática, a tese da candidatura própria “une” Pessuti ao senador Roberto Requião que também pleiteia no PMDB a vaga para concorrer com o governador Beto Richa (PSDB).Continue lendo ›

Verdelírio

Apavorada

A direção nacional do PMDB está apavorada. Os dirigentes acreditam que com a criação dos novos partidos políticos, o PMDB poderá perder até o final da semana quase uma dezena de deputados, o que representaria perder uma grana alta do Fundo Partidário.Continue lendo ›

Política

Sem nomes para a disputa

De um ex-vereador maringaense: “O PMDB não elegerá mais ninguém, nenhum vereador, enquanto a direção do partido não mudar em Maringá”. Referia-se à saída do principal nome do partido na cidade, Mário Hossokawa, o mais votado nas últimas eleições, com 3.804 votos, que apesar disso não se elegeu. O PMDB, na semana passada, registrou a volta de Williamn Charles Francisco de Oliveira, que era tido como desertor do grupo por ser um dos primeiros a se aliar aos Barros. Agora que o partido foi adquirido integralmente pelo condomínio, ele decidiu deixar o PR, onde fez, em 2012, 1.952 votos. O certo é que o partido não tem nomes para a disputa do ano que vem, quando deve completar 28 anos sem eleger um deputado estadual pela terceira maior cidade do estado.

Política

Anemia política atinge PMDB maringaense

O PMDB maringaense realiza um encontro hoje, com a presença do presidente estadual, deputado Osmar Serraglio. A direção do partido divulgou que seriam feitas novas filiações (ao que parece, de gente viva, se bem que quem é vivo foge do PMDB), mas não adiantou nenhum nome conhecido. O partido, como se sabe, há 27 anos não consegue eleger um deputado estadual por Maringá e pela primeira vez na história não fez o suficiente sequer para eleger um vereador. Agora, terá dificuldades para encontrar nomes para disputar a Assembleia Legislativa.
Quem está se filiando o blog ainda desconhece, mas sabe quem está saindo do PMDB.

Política

Mário Hossokawa deixa o partido

mario hossokawa
O PMDB maringaense perdeu o filiado mais votado das eleições passadas: o chefe de Gabinete da atual administração, Mário Hossokawa, pediu para sair depois de militar a maior parte de sua vida política na sigla. Nas eleições de 2012 Hossokawa fez 3.804 votos, tornando-se o quarto candidato mais votado do pleito. Apesar da montanha de votos, ficou de fora; o partido, mirrado eleitoralmente, não alcançou o número mínimo de votos para fazer um vereador. Se qualquer um dos que se atritaram com a direção da sigla – Ideval de Oliveira, William Gentil ou João Machado – não tivesse saído do PMDB, Mário seria vereador, isso depois de ser vice-prefeito, secretário e destacado presidente do Legislativo.
Mário Hossokawa tem convite de pelo menos três partidos, mas não deverá decidir agora.

Blog

Obituário partidário

Deste jeito é fácil fazer política partidária: leitor descobriu que, além de Luiz Antonio Paolicchi, ex-secretário de Fazenda, falecido há quase dois anos, no PMDB de Umberto Crispim, com seus mais de 7,6 mil associados, também consta como filiado o saudoso advogado Moisés Zanardi. Na relação disponível na Justiça Eleitoral, ele seria filiado desde 11 de junho de 1985. Moisés, que advogou para Paolicchi, faleceu em 10 de julho de 2012.