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Pepino é do PP

De Claudio Humberto:
O PMDB divulgou nota lembrando ontem que o ex-líder do partido José Borba – em julgamento no STF por envolvimento no mensalão – não faz parte da sigla desde outubro de 2007, quando se filiou ao PR.
PS – Ele foi levado, na verdade, para o PP por Ricardo Barros, que era seu vizinho de prédio.

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Acordo é acordo

Independentemente da possibilidade da troca da chapa majoritária da coligação “A mudança continua”, alguns peemedebistas maringaenses querem ver respeitado o acordo firmado quando da aquisição da sigla pelo condomínio partidário. O acordo inclui, em caso de vitória do candidato dos Barros, a destinação de duas secretarias municipais, a de Meio Ambiente para Umberto Crispim e a dos Transportes para Miguel Grillo.

Eleições 2012

PSDB quer a cabeça da chapa

Em função do imbroglio Pupin/Ferdinandi, com a possibilidade real de ambos ficarem impedidos de continuar na disputa, tucanos e pemedebistas se movimentam nos bastidores para ocupar espaço.
Em se confirmando a decisão da justiça sobre a dupla de candidatos, o PSDB exigiria ser cabeça de chapa, posição também reivindicada pelo PMDB. Neste caso, os tucanos teriam total apoio do governador Beto Richa.

Akino

Ferdinandi pode ser o candidato

Entre as impugnações de Pupin e seu vice Claudio Ferdinandi, o do segundo tem maiores possibilidades de reversão do TSE. Não será nenhuma novidade se o PMDB pleitear que, em caso de impugnação de Pupin, Ferdinandi seja o candidato, afinal seria uma substituição automática, se a vacância ocorresse após a eleição. Neste caso caberia ao PP apresentar o substituto do vice, que poderia ser Rocha Loures. A mim não surpreenderia se Ricardo Barros concordasse. As razões? Veja em outro post.
Akino Maringá, colaborador

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Apoios divididos

Para manter a fama de partido partido, o PMDB de Maringá está mais do que dividido nesta campanha – mais uma onde comparece como coadjuvante numa chapa majoritária. Uma parte do PMDB está com a coligação “A mudança continua” (Carlos Roberto Pupin), onde empresta o vice, com registro de candidatura sub judice; outra, como faz o ex-vice-governador Pessuti (que não vota aqui), está com a coligação “Maringá de toda a nossa gente” (Enio Verri); e o único deputado federal do partido, Odílio Balbinotti, está apoiando a coligação “Mobilização é a solução” (Dr. Batista).

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A grande chance do PMDB

Os estrategistas do PMDB raciocinam de forma diferente de seus coligados do PP. Eles consideram que o fato de o vice Claudio Ferdinandi ter o registro indeferido por 4 a 3, há grandes chances de reversão no TSE, diferentemente de Pupin, cujo indeferimento foi por unanimidade. Como Ricardo Barros trabalha para esticar ao máximo o imbroglio na esfera judicial, lá na frente, em caso de vitória e da confirmação da impugnação do candidato a prefeito, quem assumiria o cargo seria o vice, Ferdinandi, do PMDB. Ou seja, neste caso o trio Umberto Crispim, João Alves Correa e Miguel Grillo teria a grande chance de suas vidas de comandar os destinos de Maringá, como o próprio Ricardo Barros faz há oito anos.

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PMDB, uma ameaça

Tenho a impressão que o PMDB de Crispim, John, Grillo e cia sonha mais alto do que com o cargo de vice-prefeito. No fundo sabem que Pupin, se eleito, terá muitos problemas e que não será surpresa que tenha o mandato cassado por malfeitos articulados pelo chefão, mas que acabaram marcados por suas digitais. Cassado o prefeito, assumiria o vice, de preferência alguém sem a experiência de Cláudio Ferdinando, para ser manipulado pelo grupo, que na prática assumiria o comando, tirando fora até o então chefe, às essas alturas ferido pela degola de Pupin, ficaria fora de combate.
Corremos o risco de nos livrarmos dos Barros e cairmos nas mãos de outro grupo tão articulado quanto. Imaginem a gana que estarão John e Crispim, por exemplo, para se vingar do povo maringaense, pelo que ‘sofreram’ dos últimos tempos. Continue lendo ›

Eleições 2012

Aquecimento para assumir a vice

O médico Durval Francisco dos Santos Filho, que foi usado lançado candidato a prefeito pelo PMDB e tinha dinheiro investido no partido, antes de a sigla ser adquirida pelo condomínio Barros, já foi contatado para ficar de prontidão. Duas fontes do PMDB local garantiram que seus olhos brilharam com a possibilidade de vir a substituir o professor Claudio Ferdinandi, que teve o registro indeferido pela Justiça Eleitoral. Durval, ex-presidente da Unimed e Empresário do Ano em 2007, deve aguardar o resultado do recurso feita pela coligação, mas já entrou em aquecimento para assumir como vice de Carlos Roberto Pupin (PP).
Nisso tudo, porém, há uma condicionante: se também a candidatura de Pupin for impugnada (ele estaria disputando o terceiro mandato, o que é proibido pela legislação), seu substituto seria o também médico Marco Antonio Rocha Loures, presidente do PP local, e neste caso dois médicos numa mesma chapa majoritária é algo que não se cogita.

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PMDB continuaria indicando o vice

Se a coligação de Carlos Roberto Pupin (PP) não conseguir reverter a decisão de hoje da Justiça Eleitoral, e tiver realmente que substituir o vice Claudio Ferdinandi, o nome deverá sair do PMDB. Somente se o partid0 abrir mão é que um nome de outro filiado de qualquer um dos doze partidos que formam a aliança será indicado. O PMDB, último partido a ser adquirido pelo condomínio de Ricardo Barros, não pretende abrir mão de indicar o vice. Entre os nomes disponíveis estão o do presidente, Umberto Crispim de Araújo, que nunca escondeu sua vontade de ocupar a vaga, inclusive quando namorava com o PT de Enio Verri. Outros nomes cogitados, fora do PMDB, são Adorno Reis (PP) e Paulo Mantovani (PTB).
De qualquer forma, o desgaste provocado pelo impedimento da candidatura de Ferdinandi é fava contada. Aliás, para quem se pergunta o que levou o PMDB a mantê-lo candidato apesar de seu nome constar da lista dos contas sujas do TCE, a resposta alcança duas pontas: numa, o fato de o partido, apesar de ter milhares de filiados, ser nanico em termos de nomes considerados à altura de ocupar candidatura de tal envergadura; noutra, a crença de todos em Ricardo Barros, que garantiu a todos da coligação que Ferdinandi não seria impugnado na Justiça Eleitoral.

Eleições 2012

Justiça nega registro a vice em Santa Fé

A juíza Kelly Sponholz, do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, indeferiu o registro da candidatura do empresário Antonio Guerra da Costa, o Toninho Guerra (PMDB), a vice-prefeito de Ademir Licce (PMDB), atual vice-prefeito e candidato a prefeito, em Santa Fé, pela coligação “Futuro melhor para todos”, que reúne ainda PP, PDT, PT, PR e PSDC. A coligação “Santa Fé, mais respeito trabalho e amor” – que tem Edson Palota (PSDB) como candidato a prefeito -, ofereceu impugnação ao registro da candidatura do vice-prefeito, alegando que ele foi condenado a cassação do mandato, por abuso do poder econômico, cuja decisão transitou em julgado em 2007, o que o enquadra na Lei da Ficha Limpa. Citando as disposições do artigo 1º inciso j, alínea “l”, a juíza entendeu que “resta claro e indubitável” que a Lei da Ficha Limpa aplica-se ao caso, pois está dentro do prazo de 8 anos de inelegibilidade.

Eleições 2012

O Sivamar em saia justa


O prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin (PP) deixou o Sivamar em situação constrangedora. Em julho, o sindicato fez o sorteio da ordem para ouvir os cinco principais candidatos a prefeito entre 7 de agosto e 25 de setembro. O primeiro a ser ouvido seria Pupin, ontem, mas como seus apoiadores do PMDB recentemente adquirido só conseguiram marcar uma audiência com o presidente nacional do partido, em Brasília, para aquele dia, ele preferiu ir para a capital federal. A viagem teve o propósito de pedir ao PMDB que impedisse a presidente Dilma Rousseff de participar da campanha do petista Enio Verri. Além de Valdir Raupp, Pupin fez outra visita de cunho político-eleitoral: tirou foto com o presidente nacional do PP, Francisco Dorneles, junto com seu vice, Claudio Ferdinandi, e a deputada Cida Borghetti.
Agora, o blog soube que a assessoria do candidato do PP está sendo mobilizada para fazer o Sivamar alterar a agenda definida em 9 de julho e abrir um dia para Pupin. Ao fazer isso, o Sivamar estará contrariando suas próprias regras e demonstrando privilégio de tratamento a um candidato – e logo agora, que o sindicato é presidido por Rubens Abrão, que integrou a administração municipal no governo do PT.

Eleições 2012

Outro compromisso mais importante

O Sindicato do Comércio Varejista de Maringá (Sivamar) deu início hoje a um ciclo de encontros com candidatos a prefeito. Carlos Roberto Pupin (PP) era para ser o primeir. Era. O cano magoou a turma que eperava ouví-lo. Mas, como no caso das reivindicações do funcionalismo público, ele tinha compromisso mais importante: foi para Brasília, acompanhado por alguns fichas sujas, pedir ao PMDB que não deixe a presidente Dilma Rousseff pedur votos para Enio Verri, em Maringá.

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Venda, entrega e manutenção

A cúpula do PMDB maringaense encarregou-se de uma missão nesta semana. Dois de seus integrantes seguiram para Brasília para tentar convencer o vice-presidente da República, Michel Temer, a se intrometer na campanha eleitoral de Maringá. Foram pedir que ele intercedesse junto à presidente Dilma Rousseff que não se manifestasse em favor do candidato a prefeito pelo PT, o deputado estadual Enio Verri. Não se sabe se a missão teve êxito.

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Candidatos peemedebistas

Nereu Vidal Cézar, ex-presidente da Câmara de Maringá, e Mário Hossokawa, o atual presidente, tiveram uma conversa esta semana. Ambos são candidatos a vereador pelo PMDB. Nereu, que ficou fora do ar na segunda-feira, retomou a campanha animado, com direito a jingle produzido pela Mac Áudio.

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Inauguração de comitê

O PMDB de Maringá inaugura amanhã às 19h30, na avenida Pedro Taques, Jardim Alvorada, seu comitê de campanha. Além dos fratelli e do candidato Pupin, aguarda-se a presença do pessoal da propaganda. Com isso, pelo menos durante a campanha, o PMDB deixa a sede temporária da avenida Prudente de Morais.

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De vilão a herói

O presidente do PMDB maringaense, Umberto Crispim, hoje um dos mais entusiasmados peões da organização partidária liderada por Ricardo Barros, tem um coração de ouro. Ao elevar o (ainda) capo à condição de herói, em seu discurso para levantar o moral da tropa, apagou de seu perfil as agressões sofridas pelo hoje superior hierárquico político. Há alguns anos, quando o PMDB tinha na defesa dos preceitos democráticos sua grande virtude, Crispim foi vítima de grampo telefônico ilegal, perpretado a mando de Ricardo Barros. Além dele, foram grampeados os telefones do promotor Cruz, do deputado federal Odílio Balbinotti, do então chefe de gabinete Reginaldo Dias e deste modesto blogueiro, então no jornal Hoje. Quis o destino que o ex-prefeito fosse notícia nacional justamente falando ao fio do telefone.

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Para o que der e vier

Convenhamos, o PMDB de Maringá escolheu uma péssima hora para se vender aliar à organização (partidária) dos Barros. Mas, amigo é amigo, e fdp é fdp, e por isso, enquanto houver CC para sugar, o pessoal irá à luta pelo capo di tutti capi.

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Um pequeno engano

Candidato do PP, o prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin ainda não se acostumou à companheirada que o condomínio partidário dos fratelli adquiriu recentemente, o outrora combativo PMDB maringaense. Tanto que, numa recente reunião com peemedebistas, alguns deles ocupando cargos comissionados em sua administração, referiu-se à Socorro Lima, presidente do PMDB Mulher, acreditando que ela era esposa do vereador Mário Hossokawa, presidente do Legislativo. O constrangimento foi rápido, mas existiu.

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Nana neném


Enquanto a presidente do Sismmar, Iraídes Baptistoni, discorria sobre as reivindicações do funcionalismo público municipal, o candidato a vice-prefeito Claudio Ferdinandi (PMDB) “pescava” da galeria. Por algumas vezes, chegou a dar uma rápida cochilada, atraindo olhares de outras pessoas que acompanhavam a cerimônia, ontem à noite na Câmara de Maringá. O cansaço apareceu depois de um período de descanso em Orlando, Flórida (EUA).

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Comitê no Alvorada

Apesar da incerteza na proporcional – mesmo com a coligação com o PSL e o PSD, dificilmente o PMDB deverá eleger um vereador nas próximas eleições -, o PMDB maringaense terá um comitê, montado estrategicamente na avenida Pedro Taques para divulgar a candidatura de Carlos Roberto Pupin (PP). Os custos do comitê serão bancados pelo presidente honorário do partido e chefe da organização, Ricardo Barros.

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Quem te viu, quem te vê…

O presidente do PMDB de Maringá, recentemente adquirido pelo condomínio de Ricardo Barros, sintetizou há pouco o que aconteceu. Segundo Umberto Crispim, não se pode viver do passado e o culpado é o deputado estadual Enio Verri, dio PT, com quem sem partido namorava cerca de um ano atrás.

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Partido de Richa não emplaca nem vice

A ameaça do PSDB deixar a coligação que apoia a candidatura oficial da administração dos fratelli era só para inglês ver. O presidente municipal, Wilson da Silva Matos, passou a tarde no escritório da deputadada Cida Borghetti (PP), cujo marido coordenou a aliança com as siglas do condomínio. Barros, quando sobra tempo, é secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa. Ele determinou ao presidente do PP local, Marco Antonio Rocha Loures, que telefonasse para toda a imprensa comunicando que o professor Cláudio Ferdinandi será o vice de Pupin. A notícia foi dada às 16h14 por este blog.
O partido do governador em Maringá ficou literalmente na mão: há pouquíssimos candidatos a vereador, que devem se coligar proporcionalmente com o PP, e mostrou sua inconsistência ao não conseguir emplacar sequer o vice da candidatura que, de acordo com a última pesquisa registrada no TSE, ocupa a quarta colocação na preferência do eleitor.

Eleições 2012

Estadual do PMDB aceita vice do PP

O professor Cláudio Ferdinandi (PMDB) deverá mesmo ser o vice de Carlos Roberto Pupin (PP), apesar de não ser o nome predileto da direção da campanha. Há pouco o blog soube que a executiva estadual do PMDB avalizou a negociação que o presidente municipal do partido em Maringá, Umberto Crispim, fez com o condomínio partidário do capo Ricardo Barros. A executiva estadual chegou a ameaçar dissolução caso sua resolução (candidatura própria ou aliança com o PT) não fosse cumprida, mas recuou bonito. O PMDB deverá ter três secretarias e vários cargos comissionados, no caso de vitória do candidato do PP. O nome de Ferdinandi consta da lista de gestores que tiveram as contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Paraná.
O PSDB, que também queria a vice e ameaçou sair da coligação caso isso não acontecesse, vai se reunir em alguns minutos para decidir o que fazer. Tudo indica que o partido do governador vai permanecer na aliança, mesmo não tendo candidato a vice e raríssimo a vereador.

Eleições 2012

Pacote para segurar o PMDB

Para ficar com o PMDB, o PP de Ricardo Barros estaria disposto a se comprometer com várias secretarias para peemedebistas maringaenses. Entre as especulações, além da manutenção da Secretaria de Meio Ambiente, hoje com Miguel Grillo, outros dois cargos de primeiro escalão seriam dados ao partido (especula-se que um deles seria a chefia de Gabinete, que ficaria com o vereador João Alves, que não pode disputar a reeleição).

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PMDB estabelece prazo para ir com PP

O PMDB paranaense está disposto a entregar a sigla local ao condomínio Barros, nem que para isso tenha que não ler o que escreveu (uma resolução assinada pelo persidente Waldyr Pugliesi condicionava: ou candidatura própria ou apoio ao PT). Basta ao capo Ricardo Barros (PP) aumentar sua oferta. O prazo expira-se no final da tarde de hoje. O PMDB quer a vice e mais alguma coisa. Se não for atendida nas aspirações, o partido será solto na correnteza, mantendo apenas a coligação na proporcional – junto com PSL e PSD, que dificilmente conseguirá eleger um vereador. Se optar pelo PMDB, Barros terá que abrir mão do PSDB, que não desfruta hoje, dentro do condomínio partidário, de nenhum prestígio – e voto.

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A posição do PMDB, por escrito

Acima, o ofício enviado pelo PMDB paranaense ao PMDB maringaense, lembrando que o partido deveria seguir a resolução: candidatura própria ou coligação com o PT. Resta saber se o que está escrito será respeitado pela executiva estadual, que define nesta noite se cai de vez no colo do PP local.

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Quem o capo irá descartar?

O capo Ricardo Barros (PP) esteve hoje à tarde na sede do PMDB estadual, em Curitiba, para tentar fechar a aliança com o partido em Maringá, recentemente adquiridopelo seu condomínio  junto ao presidente Umberto Crispim. Oficialmente, ofereceu a aliança na majoritária e na proporcional para tentar eleger o presidente do Legislativo, Mário Hossokawa. A estadual pediu mais. Achou pouco e recusou a proposta, dando a Barros prazo até a noite de hoje para uma oferta melhor – ou seja, uma que contemple a vice do PP.
Como o PSDB de Valdir Rossoni formalizou que só vai com Pupin se tiver a vice, caberá ao ex-prefeito escolher com quem ficará: os antigos companheiros tucanos ou os recém-adquiridos peemedebistas (“Comprei e paguei caro”, teria dito durante uma reunião). Ontem à noite, numa reunião com representantes dos partidos que integram seu grupo, a opção da maioria foi por descartar o PSDB e ter o professor Cláudio Ferdinandi, do PMDB, na vice; Ferdinandi está na lista de contas sujas do TCE.