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Futuro do PMDB de Maringá em discussão

O destino do PMDB de Maringá será definido nesta manhã em Curitiba. A executiva estadual vai tratar da aquisição do partido pelo condomínio do capo Ricardo Barros e a negativa do presidente Umberto Crispim, que conseguiu a nomeação de fichas sujas na administração tampão de Carlos Roberto Pupin (PP), em seguir as diretrizes partidárias.
Ontem à noite, Barros prometeu aos seus comandados – inclusive Crispim, que participou da reunião do condomínio – que estará presente à reunião do PMDB para impedir a saída do partido de sua coligação. Dizem que o senador Roberto Requião também passará por lá.

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Vice do PP será mesmo do PSDB

A coligação que lançou Carlos Roberto Pupin (PP) a prefeito de Maringá só trabalha com o vice-prefeito sendo do PSDB. Se tivesse um Procon específico, o PP reclamaria, alegando que o PMDB comprado veio com defeito. É que o diretório do PMDB deve sofrer dissolução ainda esta semana; seu destino, para onde irão seus minutos de televisão, é o próximo capítulo da história.
No PSDB, a calma está se assentando, restando apenas escolher um nome. Os homens foram descartados e hoje as chances são de Akemi Nishimori, mulher do deputado Luiz Nishimori, e de Solange, secretária de Wilson de Matos, presidente do PSDB. O deputado estadual Evandro Junior teria fechado apoio a Akemi.

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Um sério risco

A entrada do PSD na coligação proporcional que tem PMDB e PSL deveria ter animado mais os peemdebistas Mário Hossokawa e Nereu Vidal Cézar. É que há possibilidade de o PSD, apesar de entrada com seis nomes, perder o principal deles; o mais forte estaria desistindo, o que levaria a aliança para a estaca zero, com a permanência da dificuldade de fazer cadeira. Seria a marca do beijo de Judas se o PMDB não conseguir mesmo eleger um vereador.

Eleições 2012

PMDB vai de chapa pura. Em Londrina

pref e vice uniao
O PMDB de Londrina, cumprindo resolução da executiva estadual, vai de chapa pura na disputa pela prefeitura. O médico Antonio Caetano de Paula foi confirmado hoje o candidato a vice-prefeito ao lado do deputado estadual Luiz Eduardo Cheida.Formado pela UEL, Caetano de Paula é ginecologista e obstetra. É presidente da Associação Médica de Londrina e atuante em vários movimentos em defesa da saúde de Londrina e região. Ele também já foi presidente do Sindicato dos Médicos do Norte do Paraná, presidente do Fórum Desenvolve Londrina e presidente do Rotary Londrina Universidade. Nasceu em Cornélio Procópio e mora em Londrina há mais de 40 anos. É casado e tem cinco filhos.

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“Manda Barros” geral no PMDB

A convenção do PMDB de Maringá, no sábado, foi a mais fraca das últimas décadas. Foi a primeira após o partido ter sido adquirido pelo condomínio de Ricardo Barros (PP). A anterior teve embate entre as chapa “Requião-Pessuti” e a “Manda Brasa”, que era chamada de “Manda Barros”. A primeira venceu, mas agora capitulou ante a fome de sua direção por cargos comissionados; o partido sofreu uma metástase e virou uma grande “Manda Barros” piorada. A situação pode ser revertida pela executiva estadual, talvez ainda hoje.
Nos bastidores, a preocupação chega ao próprio PP: no caso de uma vitória de Pupin, a prefeitura terá que triplicar o número de CCs para abrigar tanta gente faminta de dinheiro público.

Eleições 2012

A aliança dos mais recentes

O PSD vai se coligar na proporcional com o PMDB e o PSL, ou seja, estarão na mesma aliança as três últimas aquisições do condomínio. O PSD entra com seis candidatos, onde se destaca Rubens Beleze; o PSL, com sete candidatos, onde não se destaca ninguém; e o PMDB com 17, onde se destacam Mário Hossokawa e Nereu Vidal Cézar. Se a executiva estadual melar a convenção municipal, por descumprimento de resolução, vai virar um trem danado.

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O ex-candidato ausente

Chamou a atenção hoje, na convenção do PMDB e agora do PP, com todos os partidos do condomínio do capo Ricardo Barros, a ausência do médico Durval Francisco dos Santos Filho, que até a aquisição do PMDB pelo PP era apontado por Umberto Crispim como o candidato da sigla à Prefeitura de Maringá. Apesar de ter sido rejeitado, ele tem crédito no PMDB.

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O grande problema

Até entregar o PMDB ao condomínio Barros, a direção do partido em Maringá encenou um teatrinho de candidatura própria – e o médico Durval Francisco dos Santos Filho como o nome. Ele chegou a dar entrevistas como pré-candidato na televisão. O fato de ser profissional respeitado e ex-presidente da Unimed tornava estranha sua disposição em ser massa de manobra crispiniana. De repente, passou-se a falar de Durval como o possível vice de Carlos Roberto Pupin, quando a aquisição do PMDB por Barros tornou-se pública. Era o que todos apostavam até esta tarde.
Cláudio Ferdinandi, que integra a direção do Cesumar, cujo proprietário preside o PSDB, foi uma indicação do vereador João Alves Correa – o mesmo que indicou Miguel Grillo, condenado criminalmente no escândalo da quadrilha da Ciretran, para a Secretaria de Meio Ambiente. Mas, e aí o grande problema: quem vai devolver o dinheiro “emprestado” por Durval? Vergonha, seu nome é PMDB de Maringá.

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Sintético

Requião no Twitter
Acima, a reação, curta e grossa, do senador Roberto Requião (PMDB) sobre a novidade da campanha eleitoral maringaense, anunciada com exclusividade, há pouco, pelo blog.

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Levando o PMDB para almoçar

O capo Ricardo Barros, que tem se dedicado à campanha do PP em Maringá nas últimas semanas, levou hoje a cúpula do PMDB, recentemente adquirido (ele luta para mantê-lo no condomínio), para almoçar com o presidente do PSDB, Wilson de Matos Filho, nas dependências do Cesumar. À mesa ele disse que não acredita que Dr. Batista (PMN) permaneça muito tempo ocupando a liderança das pesquisas em Maringá, mas reconheceu que ele poderá estar no segundo turno se conseguir sustentar os bons índices, e demonstrou certo temor em relação a Wilson Quinteiro (PSB). Barros continua interessado em fazer compras partidárias.
Foi lá que o ex-prefeito confirmou que o PSL, aquele cujo presidente lhe chamou de porco, trocaria o PTB pelo PMDB, para tentar eleger pelo menos um peemedebista. A coligação PSL-PMDB lançará 31 candidatos a vereador e pretende apoiar Carlos Roberto Pupin para prefeito.

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Ricardo Barros coloca o PSL para tentar eleger Mário Hossokawa

O PSL de Maringá, que havia fechado coligação com o PTB, vai deixar o partido presidido por Flávio Mantovani na mão. Hoje à tarde, uma manobra do capo Ricardo Barros (PP), que de vez em quando vai a Curitiba exercer o cargo de secretário de estado da Indústria e do Comércio, levou o PSL a trocar o PTB pelo PMDB. O objetivo é, com os votos dos pré-candidatos do PSL, eleger o atual presidente da câmara municipal e ricardista de primeira hora, Mário Hossokawa, ou o ex-vereador Nereu Vidal Cézar, peemedebistas. Hoje o partido presidido por Umberto Crispim não conseguiria legenda para eleger um vereador. Ao entregar o PSL a Crispim, Ricardo Barros tenta afastar a possibilidade, cada vez mais real, de perder o PMDB para um dos adversários de Pupin – Enio Verri, Wilson Quinteiro ou Dr. Batista. A trama toda pode ter desdobramentos e não se sustentar nas próximas horas, como costuma ser no prazo final para realização das convenções.

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Crispim recebe Quinteiro

O ex-secretário estadual Wilson Quinteiro (PSB) reuniu-se hoje à tarde com o presidente do PMDB de Maringá, Umberto Crispim. Os dois já estiveram bem próximos até recentemente, o que deve ter facilitado a conversa. Oficialmente, a lhaneza e a humildade imperaram. Miguel Grillo, secretário de Carlos Roberto Pupin, e João Alves, participaram do encontro. Pelo jeito, as coisas vão se ajeitando.

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Nem vem que não tem

O presidente do PMDB de Maringá, Umberto Crispim, promete resistir. Disse que quem manda aqui é o partido, ou seja, ele, Miguel Grillo e João Alves. Ele nunca arriscou tanto sua vida política depois da concessão feita aos fratelli Barros.

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PMDB se reúne à noite

O PMDB de Maringá já foi notificado de que o partido irá coligar com o PSB de Wilson Quinteiro. Uma reunião foi marcada pela direção local para as 18h para discutir os últimos acontecimentos. A reviravolta atrapalhou tudo.

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Reviravolta?

A confirmar. Apesar do ofício enviado ontem ao diretório do PMDB de Maringá, colocando duas opções ao partido (candidatura própria ou apoio ao PT), hoje a coisa teria mudado. O PMDB estadual teria fechado com o ex-secretário Wilson Quinteiro (PSB), que teria um peemedebista como vice.

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Ficou feio, muito feio

Agora, com a decisão do PMDB paranaense, como fica o prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin (PP), que deu uma secretaria municipal e nomeou uma leva de peemedebistas – entre eles, dois condenados criminalmente por integrarem uma quadrilha que agia na Ciretran – em cargos comissionados como paga pela adesão ao condomínio do capo Ricardo Barros? Se resolver demití-los, a emenda ficará pior do que o soneto, ensejando inclusive oportunidade para uma ação civil pública, pois ficará evidenciado que usou recursos públicos para a tentativa de compra de um partido político. Terá que aturar os peemedebistas “autênticos” até passadas as eleições, no mínimo. E, claro, aturar a gozação da turma por ter acreditado na combinação dos dois maiores estrategistas políticos de Maringá.

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Bater, nem pensar

Desde que ficou-se sabendo ontem à noite que a executiva estadual do PMDB colocaria uma faca no pescoço do PMDB maringaense (ou candidatura própria, ou PT), articulou-se nos bastidores a possibilidade de o partido lançar um candidato laranja a prefeito e caberia a este, municiado pelos fratelli, “bater” na candidatura petista. A possibilidade é nula. O PMDB, mesmo com candidatura própria (que seria a do médico Durval Francisco dos Santos Filho), será um aliado do PT na campanha eleitoral deste ano. A questão agoran é viabilizar a candidatura do ponto de vista financeiro, já que o partido dispõe de considerável tempo de televisão e o PMDB local, depois de ser negociado com Ricardo Barros, não tinha em seus planos disputar a prefeitura com candidatura própria.

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Crispim é comunicado oficialmente

Este é o ofício enviado hoje pelo presidente do PMDB do Paraná, Waldyr Pugliesi, ao presidente do PMDB de Maringá, Umberto Crispim, determinando que, não podendo lançar candidatura própria, o partido faça aliança com o PT local. A decisão é da reunião de ontem à noite da executiva estadual e é um balde de água fria no que restou do PMDB local, entregue ao condomínio partidário de Ricardo Barros, que há algum tempo havia perdido o PR para o PT. O Partido dos Trabalhadores também foi beneficiado com a intervenção no Partido Verde, cuja executiva foi substituída para apoiar a candidatura de Enio Verri.

PT e PMDB namoraram por alguns meses no ano passado, o rompimento foi ruidoso; Crispim engraçou-se com Wilson Quinteiro, a quem também abandonou recentemente, pelos fratelli Barros. Agora, enfrentará um dilema danado.

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Triste fim

O PMDB de Maringá caminha para o cadafalso. É que, a se confirmar que o partido irá para o colo do Partido dos Trabalhadores, seus poucos candidatos a vereador terão que fazer um verdadeiro milagre. É que será praticamente impossível uma coligação na proporcional; a sigla terá que ir sozinha, bancando uma candidatura sem peso eleitoral para prefeito e disputar um Legislativo sem ter quadros. É o castigo pela associação com os fratelli.
É bom que se esclareça: o PMDB tem dois pré-candidatos declarados a vereador, mas o presidente estrategista costuma apresentar uma lista com 18 nomes.

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Edital do PMDB de Maringá contraria resolução da executiva estadual

Edital PMDB
Foi uma segunda-feira pesada para o PMDB maringaense, recentemente negociado com Ricardo Barros (“Comprei e paguei caro”, teria dito o capo de seu escritório da Prudente de Morais, com coisa que o dinheiro que paga os CCs indicados por Crispim e nomeados por Pupin sai do bolso da figura). Além de ratificar que o partido deve ter candidatura própria ou apoiar candidaturas amigas (Dr. Batista, Enio Verri ou Quinteiro), discutiu-se a possibilidade e o edital de convocação da convenção feita pelo presidente Umberto Crispim ser anulado. O edital, assinado no último dia 15 e publicado no dia 19, contraria uma resolução do diretório regional do partido, de abril passado, sobre as convenções municipais (aqui).
De acordo com a resolução, as convenções terão poderão lançar candidatura própria, mas em caso de coligação  os diretórios deverão submetê-las para análise prévia da comissão executiva estadual. O prazo para fazer o protocolo das alianças, inclusive, já expirou. No entanto, o edital publicado pelo PMDB de Maringá estabelece que a convenção, convocada para o dia 30 no paço municipal, decidirá “sobre coligações com outros partidos”, prerrogativa só da regional.

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E o PMDB não vai para… o PP!

O PMDB pode ir para Wilson Quinteiro (PSB), Enio Verri (PT) ou Dr. Batista (PMN), mas uma coisa é certa: não fica com Carlos Roberto Pupin (PP). Venderam e não poderão efetuar a entrega do partido, que tem hoje alguns filiados nomeados em  cargos comissionaods na administração dos fratelli Barros (alguns, dizem, nem aparecem para justificar o larjan). Na noite de ontem a executiva estadual do PMDB voltou a deixar claro que ou o PMDB apoiará um dos três ou lançará candidatura própria  – o que é hoje uma temeridade, mesmo considerando que o condomínio Barros, milionário, banque a produção dos programas de televisão. É que o candidato de Umberto Crispim “não vira”, diriam os jovens, além do que ele estava se preparando para uma vice de Pupin.
Resumo da ópera: Pupin ficará com o ônus de ter nomeados peemedebistas de ficha suja (dois deles têm condenação em segunda instância por formação de quadrilha) para seu reinado tampão e não terá ônus – a não ser, claro, os votos que o estrategista Umberto Crispim possa lhe carrear, o que no final das contas ficará caro, mesmo sendo o povo o pagador.

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PMDB em Maringá no colo de Verri?

Vem de Curitiba a informação de que, após ouvir Wilson Quinteiro, agora à noite a executiva estadual do PMDB determinou que o PMDB de Maringá alie-se ao PT nas próximas eleições ou, então, lance candidatura própria. A notícia chegou ao blog há alguns minutos e foi publicado por Esmael Morais, ligado ao PT. O encaminhamento desmonta o esquema do presidente Umberto Crispim, que, seduzido pelo capo Ricardo Barros, queria a vice do PP. Para lançar candidatura própria o nome disponível é o do médico Durval Francisco dos Santos Filho, sem densidade eleitoral (na pesquisa interna, ele não chega a 0,5%).
Apesar da notícia, há quem prefira aguardar a quarta-feira, quando o PMDB deve se pronunciar oficialmente. Ao longo das últimas semanas a executiva estadual ouviu pré-candidatos a prefeito de Maringá, tendo, aparentemente, se mostrado sensível aos nomes de Dr. Batista (PMN) e Wilson Quinteiro (PSB).
PS – Outra informação, de peemedebista de Curitiba, diz que a notícia dada pelo blog curitibano não procede e que a posição oficial do partido será conhecida na quarta-feira.

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Em Curitiba, PMDB ouviu Quinteiro

Wilson Quinteiro (PSB) considerou muito boa a reunião que manteve agora à noite com a executiva regional do PMDB, em Curitiba. Ele expôs à direção regional do partido as suas pretensões em relação às eleições deste ano e o bom contato que vinha mantendo com o PMDB, até recentemente.  Foi uma reunião esclarecedora.
A informação é que o PMDB dará uma posição a respeito de quem irá apoiar em Maringá até a próxima quarta-feira.

Eleições 2012

Agora, o PMDB

Wilson Quinteiro (PSB) retorna nesta tarde de Curitiba, depois de manter vários contatos visando a consolidação de uma aliança política para as eleições deste ano. Na próxima segunda-feira ele retorna à capital, desta vez para participar da reunião semanal do PMDB estadual e colocar sua proposta de coligação. Quinteiro continua acreditando que tem boas chances de emplacar uma aliança de peso.

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PMDB velho de guerra… guerra?

Nada mais simboliza o triste momento do PMDB maringaense, vendido de porteira fechada ao capo Ricardo Barros, o homem que manda sem ter mandato, do que o local da convenção municipal: será no Auditório Hélio Moreira, que se localiza no paço municipal, onde alguns dos peemedebistas velhos de guerra estão empregados debaixo de símbolos de cargos comissionados.
Bem, pelo menos os convencionais vendidos como parte do pacote estarão ambientados.

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A mais recente pesquisa

O PMDB paranaense voltou a realizar pesquisa de preferência de intenção de votos em Maringá, na semana passada; o levantamento – o segundo feito em cerca de um mês a pedido da executiva estadual – ficou pronto ontem e deve servir para orientar o partido no caso de possíveis alianças. O pré-candidato do partido, Durval Francisco dos Santos Filho, não aparece bem e até caiu em relação à primeira pesquisa. Fica claro que, nesta altura do campeonato, há dois blocos de pré-candidatos: o primeiro, com Dr. Batista (PMN) e Enio Verri (PT), mantém-se inalterado há mais de um ano; o segundo, com Wilson Quinteiro (PSB) e Carlos Roberto Pupin (PP), apresenta oscilações e ainda mantém certa distância do outro bloco. Maria Iraclézia de Araújo (DEM), embora timidamente, começa a aparecer (para se ter uma ideia, apesar de percentagem ainda baixa ela tem mais de 10 vezes o índice do pré-candidato peemedebista).
Por não ser produzido pela DataBarros (a responsável é uma empresa de Londrina), a pesquisa, que inclui dados sobre a simulação de várias situações no segundo turno, parece retratar bem o momento político pré-eleitoral local.

Eleições 2012

Executiva do PMDB discute situações localizadas

Reunião no PMDB PR
A Executiva Estadual do PMDB se reuniu extraordinariamente, na manhã de hoje, para discutir problemas pendentes de vários municípios do Paraná. Sob a presidência do deputado Waldyr Pugliesi, as lideranças peemedebistas chegaram ao consenso de todas as questões. “Os conflitos e debates são naturais, principalmente em períodos que antecedem as eleições”, informou.Continue lendo ›

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Dificuldades

Já foi a época em que um partido grande significativa garantia de fazer vereador em Maringá. Nas eleições deste ano, PMDB, PSDB e DEM terão que obrigatoriamente fazer coligações se quiserem ter representantes na próxima legislatura.

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Mérito dos crispinistas

É praticamente um consenso entre peemedebistas: se o prefeito em exercício de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), crescer nas próximas pesquisas, isso será mérito da contratação do secretário de Meio Ambiente, Miguel Grillo, e dos cargos comissionados distribuídos a apadrinhados do presidente Umberto Crispim. É a tal força do PMDB maringaense.