PMDB

Eleições 2012

Candidatura própria e cítrica

Ao contrário do que tenta divulgar, o PMDB maringaense não vai entrar com candidatura a vice-prefeito de ninguém. Pelo menos é o que disse esta semana o capo Ricardo Barros (PP), o que manda e desmanda, a um graduado peemedebista com mandato. Segundo Barros, o PMDB tem que disputar com candidatura própria, cítrica, preferencialmente a do médico Durval Francisco dos Santos, que na pesquisa encomendada pelo diretório regional aparece com 0,5%. O PP quer evitar que o tempo de rádio e televisão do PMDB pare nas mãos de adversários, mas considera que não há ninguém nos quadros peemedebistas com perfil para a vice de Carlos Roberto Pupin. “Desarticulando principalmente o PT é o que basta”, teria dito o capo.
De outro lado, as conversas sobre as 400 mil ou 1,5 milhão de razões que levaram o PMDB à Prefeitura de Maringá não foram confirmadas. Ainda.

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Modéstia política

Do presidente do PMDB de Maringá, Umberto Crispim de Araújo, num cafezinho, após elogiar a administração Silvio Barros II e destacar a candidatura laranja do partido:
– Agora ninguém nos segura. Estão juntos os dois maiores estrategistas da política maringaense: eu e Ricardo Barros.

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Acordo cumprido com dinheiro público

Um dia depois de assumir a Prefeitura de Maringá por 100 dias, o prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin (PP) cumpriu, com dinheiro público, sua parte no acordo que o capo Ricardo Barros fez com Umberto Crispim e nomeou uma leva de peemedebistas em cargos comissionados na administração – recentemente liberada para nomear cabos eleitorais e fazer acertos de campanha a partir de uma decisão do TJ-PR, que havia revogado a exoneração de 158 cargos irregulares, utilizados politicamente.
Do acordo também faz parte o lançamento de uma pré-candidatura laranja a prefeito de Maringá pelo PMDB, para evitar que o tempo de televisão do partido caia nas mãos de adversários (vai que um deles trata o dinheiro público com parcimônia!). O médico Durval Francisco dos Santos Filho decidiu se prestar a esse papel, tornando-se o primeira laranja medicinal da história política local.

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Os novos CCs de Barros e Pupin

O dinheiro do IPTU do maringaense está pagando, desde o início do mês, os vencimentos dos nomeados pelo acordo que levou para a administração Barros-Pupin, além de José Miguel Grillo, as seguintes pessoas: Lucindo Anthero de Oliveira (CC4) e Gilmar Castaldo (CC4), no Gabinete do Prefeito; Emerson Froemming (CC3), na Secretaria Municipal de Serviços Públicos; e José Luiz Nardo (CC2), na Secretaria de Administração. Os decretos foram tornados públicos mais de dez dias após as nomeações.
Na prática, com essas nomeações, o condomínio partidário acredita estar adquirindo o PMDB maringaense para as próximas eleições.

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Só uma ressalva

O próprio Durval Francisco dos Santos Filho, que teve sua pré-candidatura pelo PMDB “lançada” na sexta-feira passada, sabe que o tiro é curto e que participa de um teatrinho. Recentemente, durante uma confraternização com integrantes do PMDB Jovem, ele admitiu que buscava ser vice de algum candidato a prefeito. E só fez uma ressalva: não aceita ser vice do PT. E c´est fini.

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Confiança é tudo

Na pré-convenção municipal do PMDB, o presidente do partido disse que confia no crescimento da pré-candidatura do médico Durval Francisco dos Santos Filho. Será preciso mesmo muita confiança. Na pesquisa feita pelo PMDB estadual, há três semanas, pelo instituto Visão Inteligente, de Londrina, seu nome foi apontado por menos de meio ponto percentual dos entrevistados (na estimulada).
Nos últimos anos o PMDB local momentos de alta rotatividade de nomes que queriam ser candidatos a prefeito e, principalmente, a vice, já que o partido não dispõe de uma chapa viável sequer para disputar a vereança.

Política

A pré-convenção peemedebista

Pré-convenção do PMDB
O PMDB de Maringá divulgou foto da pré-convenção realizada na sexta-feira para o lançamento da pré-candidatura do médico Durval Francisco dos Santos à prefeitura municipal. Segundo o partido, cerca de 300 filiados participaram do evento, seguido de jantar, no Centro Comunitário da Vila Operária. A pré-convenção não contou com a presença de nenhum vereador nem do delegado à convenção estadual. O pré-lançamento tenta cumprir determinação da executiva estadual do partido para não dissolver o diretório local.
PS – Chamou a atenção o uso da cor azul geladeira junto com o tradicional logotipo do partido nos adesivos distribuídos na pré-convenção.

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Anibelli na pré-convenção

A pré-convenção do PMDB maringaense, para lançar o nome do médico Durval Francisco dos Santos como pre-candidato à prefeitura, na noite da última sexta-feira, teve a presença do deputado estadual Antonio Anibelli Neto. Do principal quarteto do partido em Maringá, apenas o presidente Umberto Crispim de Araújo marcou presença; os vereadores João Alves Correa e Mário Hossokawa e o secretário Miguel Grillo não apareceram para prestigiar a pré-convenção, o que demonstra bem o ânimo do partido em Maringá.

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Dupla filiação

O professor Gilberto Pavanelli, ex-reitor da UEM, deixou o PMDB há alguns anos e filiou-se há alguns meses no PSD, mas somente na semana passada ficou sabendo que tinha dupla filiação. O PMDB não encaminhou o pedido de desfiliação, precaução que todos os que passam pelo partido devem tomar. Não foi a primeira vez que isso aconteceu por aquelas bandas. Por sorte, Pavanelli – que está resolvendo a situação junto à 192ª Zona Eleitoral – não é candidato nas próximas eleições.

Política

Na última hora, PMDB faz pré-convenção

Daqui a meia hora, no Centro Comunitário da Vila Operária, o PMDB de Maringá vai entregar certificados a filiados que participaram de um curso de formação política, desenvolvido durante oito semanas (vendo as últimas atitudes da direção do partido, dá até medo de pensar no que andaram ensinando por lá). O convite para o evento é datado do último dia 3, mas somente hoje à tardezinha é que decidiram incluir mais um item na pauta da reunião: a entrega de certificados virou pré-convenção, para o lançamento do médico Durval Francisco dos Santos Filho como pré-candidato a prefeito.
A proposta de fazer uma pré-convenção em cima da hora teria sido ideia de quem, de quem? Uma geleia e uma laranja para quem acertar.

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PMDB ouve os três deputados

Ao contrário do que andaram comentando por aí, o PMDB estadual não vai discutir questões municipais hoje em Curitiba. O delicado assunto, que inclui Maringá, continuará sendo discutido nas reuniões da executivàs, às segundas-feiras. Na última segunda o deputado estadual Enio Verri (PT) conversou com a executiva peemedebista, para umaMa possível aliança. Na semana que vem será a vez do dr. Batista (PMN) e de Evandro Junior (PSDB). Mas, para todos os efeitos, até um possível acordo o partido terá candidatura própria à prefeitura.
PS – O PT tem hoje um considerável tempo no rádio e na televisão, e se o PMDB vier será um plus. Por isso, tem gente que defende que o PT abra mão de uma aliança com os peemdebistas no primeiro turno.

Política

Expectativa no PMDB

O PMDB estadual vai analisar hoje, em Curitiba, a situação do partido em algumas cidades. A de Maringá, onde o partido caiu no colo de Ricardo Barros, com nomeação de secretário e tudo, está incluída. Quem conhece o PMDB sabe que não dá para fazer nenhum tipo de previsão. O grupo que controla o partido há anos defende o lançamento de uma candidatura laranja a prefeito e, na prática, passar a integrar o condomínio partidário da família.

Eleições 2012

Estadual decidirá alianças do PMDB

A Executiva Estadual vai definir as alianças com outros partidos onde o PMDB não apresentar candidatura própria nas eleições municipais de 7 de outubro. A normativa, prevista no artigo 111 do Estatuto do PMDB, segue a resolução do Diretório Estadual, que se reuniu no último dia 25 de abril para definir a política de alianças do partido no pleito de 2012. “Esta resolução do Diretório Estadual estabelece de maneira muito clara aquilo que o PMDB do Paraná quer com a política de alianças para a eleição”, disse o presidente estadual, deputado Waldyr Pugliesi. “Não podemos deixar que aconteçam coligações nocivas ao partido”, completou.Continue lendo ›

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Peemedebistas prestigiam o PP

A renúncia branca do prefeito Silvio Barros II reforçou a impressão de que o PMDB maringaense quer mesmo apoiar Carlos Roberto Pupin, porteira aberta com a nomeação de Miguel Grillo para a Secretaria do Meio Ambiente. Além de pessoas ligadas ao presidente Umberto Crispim, estavam lá no evento político realizado nesta manhã no paço municipal a presidente do PMDB Mulher, Socorro Lima, e o deputado federal Odílio Balbinotti.

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Paolicchi continua no PMDB


O ex-secretário de Fazenda de Maringá, Luis Antonio Paolicchi, assassinado no ano passado, continua filiado ao PMDB presidido por Umberto Crispim de Araújo. O partido, que se orgulha de ser o maior de Maringá, há tempos não atualiza seu quadro de filiados. O nome de Paolicchi aparece na listagem mais recente, cujo prazo de envio terminou ontem; a lista será atualizada, agora, somente em outubro.
PS – Na campanha eleitoral de 2000, quando o governador Requião detonou em praça pública o chamado esquema Paolicchi, que desviou milhões de reais junto com o então prefeito Jairo Gianoto, ele esqueceu de pedir ao seu partido que desse exemplo e expulsasse o então secretário. Ficou filiado até a morte.

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Assunto dominante

Embora não esteja na pauta oficial da reunião, o caso do PMDB de Maringá deverá ser abordado na próxima segunda-feira, no encontro semanal da executiva estadual do partido. Há muitos integrantes muito, digamos, irritados da vida com a entrega do partido aos Barros.

Política

Confraternização

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O deputado estadual Antonio Anibelli Neto (PMDB) passou ontem por Maringá e à noite participou de confraternização ao lado da cúpula do partido, João Alves, Miguel Grillo e o médico Durval Francisco dos Sanos Filho. Mais fotos, de Tabajara Marques, aqui.

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Se colar, colou

Ainda sobre a posse: em seu discurso, João Alves lembrou que o PMDB tinha duas secretarias no governo Silvio Barros II e que agora retomava uma. Cascata. A secretaria de Terezinha Pereira foi dada porque, em 2004, ela afrontou o PT ao assumir a candidatura Silvio II; a pasta dada a Diniz Afonso foi em consideração à família Meneghetti. O fato de os dois serem filiados ao PMDB à época não teve importância – tanto que, quando puderam, nas conveções municipais do partido, ambos trabalharam contra a chapa de Crispim, Grillo e John. Terezinha inclusive deixou o PMDB por discordar da permanência de Crispim no comando da sigla.

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Amor com amor se paga

Quando, há poucas semanas, Umberto Crispim safou-se de perder o diretório do PMDB de Maringá, por causa de um processo de dissolução tratado na executiva regional, ajudou-o a preservar o cargo um advogado chamado Wilson Quinteiro (PSB) – conta um leitor do blog. A gratidão peemedebista foi surpreendente.
Ah: Ricardo Barros (PP), como o blog publicou ontem, comentava em Curitiba que iria “comprar” o PMDB maringaense. Prometeu e conjugou o verbo certinho, embora ainda existam idosas de Taubaté acreditando que o mentor da negociação foi, vejam só, Carlos Roberto Pupin.

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Acredite, se quiser

Oficialmente, a Secretaria de Meio Ambiente de Maringá pertence ao vereador João ALves Correa, ex-presidente da câmara municipal e um dos principais defensores dos fratelli Barros nos últimos oito anos. Pelo menos foi isto o que o vereador informou à executiva regional do PMDB na última segunda-feira, quando esteve em Curitiba para pedir autorização do partido para indicar seu colega José Miguel Grillo (os dois são delegados à convenção estadual) para a vaga no secretariado de Carlos Roberto Pupin. Para todos os efeitos, portanto, o PMDB continua sendo um partido que terá candidatura própria (o médico Durval Francisco dos Santos Filho) e a ida de Grillo para o Meio Ambiente é resultado de um convite pessoal de Pupin ao John, que mostra ter grande influência junto à administração.

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O PMDB no colo dos Barros

Depois de namorar todos os pré-candidatos a prefeito de Maringá, o PMDB presidido por Umberto Crispim de Araújo caiu no colo dos fratelli Barros. A negociação (palavra certa) inclui uma secretaria – que deverá ser anunciada hoje para Miguel Grillo, possivelmente a de Meio Ambiente – e vários cargos comissionados para os mais chegados de Crispim. O presidente do PMDB, que recentemente safou-se de uma dissolução justamente acusando Mário Hossokawa de vender o partido aos Barros, oportunamente viajou nesta madrugada para Simplício Mendes, no Piauí, sua terra natal. Antes, ele vinha comercializando o partido com o PT de Enio Verri (em troca de sua nomeação para o Ibama) e com o PSB de Wilson Quinteiro (em troca de um cargo na Sanepar). O acerto para o PMDB ir com o PP teria sido costurado pelo vereador João Alves, que chegou a se licenciar para que Crispim se tornasse vereador temporário.
Com a venda (locação ou leasing) do PMDB para o PP, o médico Durval Francisco dos Santos Filho é cotado para ser vice de Carlos Roberto Pupin, candidato dos Barros. Se a negociação será concretizada, isso é uma outra história.

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PMDB definirá regras para coligações

O presidente do PMDB, do Paraná deputado Waldyr Pugliesi, convocou hoje os membros do diretório rstadual para definir as normas do partido nas coligações para a eleição municipal de 7 de outubro. A reunião será no próximo dia 25, a partir das 19h na sede  do partido, em Curitiba. O diretório é formado por 70 titulares e 22 suplentes.

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Data fatal

O blog soube que vence hoje o prazo dado por alguns peemedebistas para o PSB maringaense. O tema envolveria nomeações, que até agora não saíram, no governo estadual.

Eleições 2012

O que está para acontecer

1) O PR está indo mesmo para o colo do deputado estadual Enio Verri (PT), em Maringá. A possibilidade tem provocado dor de barriga em assessores dos Barros e cabos eleitorais de Carlos Roberto Pupin (PP).
2) Ainda este mês o deputado federal Edmar Arruda (PSC) decidirá sobre sua candidatura a prefeito. Com o PMDB descartado, ele pode fechar aliança com o PDT nos próximos dias.
3) No PSB ninguém duvida que o PMDB irá com Wilson Quinteiro. Já na cúpula do PMDB maringaense, Quinteiro ainda não é unanimidade.

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Cena peemedebista maringaense

Há algumas semanas, quando a executiva regional do PMDB começou a analisar a possibilidade de dissolução do diretório municipal de Maringá, o médico Durval Francisco dos Santos Filho, recentemente filiado, garantiu ao presidente da câmara, Mário Hossokawa, que não pretendia ser candidato a prefeito e que, pelo contrário, sua intenção era apoiar o vereador. Um dia depois, ambos se encontram em Curitiba, na reunião da executiva estadual, e, para surpresa de Hossokawa, Durval coloca o nome à disposição para disputar a prefeitura.
Hossokawa ficou tão intrigado que mais tarde acabou telefonando para o médico perguntando se era ele mesmo quem lhe havia prometido apoio à candidatura ou se havia sido vítima de trote por telefone. Constrangido, Durval confirmou que era ele mesmo.

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Precaução peemedebista

Há quem duvide que a executiva estadual do PMDB vá cumprir o que estabeleceu ontem, ao rejeitar com diferença de dois votos a dissolução do diretório de Maringá: que vai decidir sobre a aliança que o partido fará, caso não viabilize uma candidatura própria a prefeito. Essa história de que quando chegar a hora tudo se resolve amistosamente e o diretório terá poder de escolher seu próprio destino no pleito é muito difícil de acontecer.
Tanto que a convenção que irá definir sobre a candidatura própria ou coligação em Maringá será programada para a primeira quinzena de junho. Se o resultado da convenção não tiver a devida aprovação da executiva regional, haverá sim interferência.

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PMDB: Crispim ganha, mas não leva

Por 7 votos a 5, a executiva estadual do PMDB decidiu não dissolver o diretório municipal do partido. A reunião terminou há pouco e o clima foi acirrado. Umberto Crispim discursou defendendo a tese de que Mário Hossokawa defende o interesse político dos fratelli Barros. A tese prevaleceu. Hossokawa esteve presente, assim como Miguel Grillo.
Apesar da aparente vitória, Crispim não sai como donabsolutouto da situação. A executiva estadual decidiu também que se o partido não ver candidato viável eleitoralmente em Maringá, será o diretório estadual que determinará com qual partido o PMDB fará aliança nas eleições municipais.
PS – Antes de seguir para Curitiba, Crispim defendia uma aliança com Wilson Quinteiro (PSB). Com a decisão desta noite, ele passou a acenar apoio à candidatura própria do médico Durval dos Santos.

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Uma noite decisiva

Hoje à noite a executiva regional do PMDB deve julgar o pedido de dissolução do diretório municipal de Maringá. No final de semana o presidente Umberto Crispim disparou todos os ataques possíveis contra o vereador Mário Hossokawa, apontado como o articulador da dissolução. Logo Hossokawa, que não chamou Luiz do Postinho e tem sido bonzinho (até extremado) com a dupla John Alves e Crispim.
Se o desenlace do caso PMDB acontecer hoje, restará ainda a dúvida: quem ficar com o partido vai ter autonomia para comandar as eleições municipais ou será apenas uma rainha da Inglaterra?