Só no aguardo
A se julgar pela resposta da ex-governadora Cida Borghetti, sobre a negativa de sua aposentadoria após oito meses no cargo, ela deverá ir à justiça para obter os mais de R$ 30 mil mensais.Continue lendo ›
A se julgar pela resposta da ex-governadora Cida Borghetti, sobre a negativa de sua aposentadoria após oito meses no cargo, ela deverá ir à justiça para obter os mais de R$ 30 mil mensais.Continue lendo ›
A Prefeitura de Maringá informou, em nota distribuída nesta tarde, que vai acatar decisão do Tribunal de Contas e reintegrar ao processo licitatório a Universo Editora de Produtos Gráficos e Pedagógicos, inabilitada na primeira fase do certame para compra materiais didáticos da rede municipal de ensino. Continue lendo ›

Perguntamos aos candidatos Ulisses Maia e Silvio Barros II qual a opinião sobre a existência de 17 CCs na Proge, sendo 15 de fora do quadro de efetivos?
Na nossa opinião, apenas o Procurador Geral poderia ser de fora do quadro, conforme se pode confirmar nesta decisão do TCE-PR.Continue lendo ›
Além da desvalorização e más condições de trabalho que os procuradores do município enfrentam, surge ainda mais um agravante no para a categoria, informa a página do Sismmar. De acordo com uma portaria baixada recentemente, a partir de agora os servidores da Procuradoria Geral do município estarão sujeitos a um sistema de rodízio que será feito conforme a vontade do procurador geral, Luiz Carlos Manzato, que ocupa cargo comissionado desde a administração Silvio Barros II e antigo defensor do chefe de todos. O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maringá promete não ficar calado e anuncia para amanhã uma resposta a este tipo de prática. Aguarda-se também um posicionamento da OAB local.
O ex-vereador Laércio Nora Ribeiro, um dos muitos advogados que defenderam o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) junto ao TSE, e que ocupa cargo comissionado na Prefeitura de Maringá, enviou carta ao procurador geral do município, Luiz Carlos Manzato, pedindo que desconte em seu salário o dia em que fez júri popular, como denunciado dias atrás pelo colaborador Akino Maringá. Ele não é o único, até secretário municipal já foi visto advogando em horário de trampo na prefeitura. Por sinal, confirma ao blog um servidor de carreira, foi preciso que Pupin e dona Luíza chegassem ao pleno poder para que a Prefeitura de Maringá ganhasse a fama de possuir um monte de cargos comissionados que simplesmente nada produzem, não trabalham.