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Ação da coligação de Pupin é julgada improcedente

O juiz eleitoral Devanir Manchini, da 66ª Zona Eleitoral de Maringá, julgou improcedente ação de investigação judicial eleitoral ajuizada pela coligação “A mudança continua” (PP e mais trocentos partidos) contra o deputado estadual Enio Verri e Sidnei Telles, que foram candidatos a prefeito e vice pela coligação “Maringá de toda a nossa gente”. A coligação de Carlos Roberto Pupin e Ricardo Barros alegava que houve abuso de poder econômico, político e de imprensa na campanha eleitoral de 2012. A decisão (aqui) é da última quinta-feira. Além dos dois políticos, a coligação de Pupin queria condenar outras pessoas, como este modesto blogueiro, o também blogueiro Luiz Modesto (Folha de Maringá) e até Maria Aparecida Severino Newnum, do PV, que, no segundo turno, apoiou o candidato dos Barros. O juiz também negou pedido de condenação da coligação “A mudança continua” por litigância de má-fé.

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Conversa de quem manda

Dias atrás, um vereador do PP comentava com o capo Ricardo Barros sobre alguns projetos do Executivo que vêm sendo derrubados na Câmara de Maringá, e reclamava que ele (RB) não mandava os projetos pelas vias corretas, ou seja – não conversava antes de enviá-los. De imediato, Barros virou-se para o secretário de Gestão e de Fazenda, José Luiz Bovo, importado de São Jorge do Ivaí, e determinou: “Então, Bovo, faz desse jeito a partir de agora”.
Aí o leitor, como diria Marcelo Rezende, pergunta: E o Pupin? Pois é. Deve ser o bibelô mais caro que a política maringaense já teve.

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Balonismo com dinheiro público

Para manter a tradição, o prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), encaminhou à câmara municipal projeto de lei dando R$ 120 mil dos cofres públicos maringaenses para a realização da 15ª edição do Campeonato Sul-brasileiro de Balonismo, que acontecerá de 25 a 27 de outubro. Ele havia se prometido que, prefeito, jamais autorizaria repasse de dinheiro público para eventos de balonismo. Mas, como Ricardo Barros é quem manda, sabe cumé…

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Mundo pequeno

A solenidade de posse de José Aparecido da Cruz como procurador de justiça, ontem, em Curitiba, foi marcada por brilhantes discursos. O de Luiz Chemim Guimarães, ex-procurador-geral de justiça, foi um deles. Lembrou a marca de Cruz ao ajuizar centenas de ações na área da improbidade administrativa, destacando, obviamente, a principal delas, contra a gestão de Jairo Gianoto, no início do século XXI.
Na mesa principal estava o prefeito Carlos Roberto Pupin, que à época era um dos principais nomes do PSDB de Gianoto; na plateia, o advogado Odair Moreschi, advogado do ex-prefeito.

Verdelírio

Desinformado

O prefeito Roberto Pupin, está desinformado do que ocorre em sua administação. Ele disse terça-feira no programa do Edson Lima, na Rádio Globo Maringá, que a Prefeitura está com dinheiro em caixa e pagando as contas rigorosamente em dia. Não é totalmente verdade, pois ela pode estar com dinheiro em caixa mas pagando com atraso. As contas da Secretaria de Comunicação que vencem no dia 15 tiveram atraso pelo segundo mês consecutivo, e ontem ainda estavam sendo pagas. O secretário de Comunicação estava presente na entrevista e não corrigiu a informação errada do prefeito.Continue lendo ›

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O porta-voz

O prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) anunciou que o Palmeiras, melhor time do país, virá para um jogo amistoso contra o Metropolitano. Achou, enfim, algo que pode fazer de moto próprio, sem ser mandado por Ricardo Barros: porta-voz do time de futebol do ex-vereador Zebrão, seu assessor de gabinete (cerca de R$ 5 mil mensais) enquanto não se cumprir a Ficha Limpa Municipal.

Akino

Entrevista ou propaganda eleitoral antecipada?

Vejam nesta entrevista que Pupin, oito meses antes do pleito, demonstra que sempre foi prefeito nos dois mandatos anteriores. Notem que o apresentador,que salvo engano era presidente de partido da base Barros Pupin [PTN], faz escada para a campanha que já começava, em fevereiro de 2012. Façam um balanço geral e tirem suas conclusões. Destaque da entrevista que Pupin disse que dentro da catedral é ‘imexível’, lembrando um ministro de Collor, dos seus bons tempos (Pupin) de PRN. Só para lembrar, ele foi um dos fundadores do PRN, em Maringá, partido pelo qual Collor foi eleito, com seu apoio. O mesmo Colllor que é primo do ministro Marco Aurélio, do TSE.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Atos dos três mandatos de Pupin

Vejam em três links (um, dois, três) atos praticados por Pupin no exercício dos três mandatos. Analisem se há alguma diferença entre os que praticou quando era vice e substituiu nos seis meses anteriores ao pleito e agora, que está no terceiro mandato, indevidamente.
Akino Maringá, colaborador

Maringá

PMDB quer permanência de Grillo

O PMDB maringaense – leia-se Umberto Crispim, seu presidente – está disposto a lutar pela permanência de José Miguel Grillo, ex-diretor do Detran durante a gestão Requião, na Secretaria de Relações com a Comunidade, mesmo com a entrada em vigor da Lei Ficha Limpa municipal. Grillo, condenado a 1 ano, 7 meses e 1 dia de reclusão e 16 dias-multa, no caso da quadrilha que agia dentro da Ciretran em Maringá, já conversou com o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP), informando que busca a prescrição da ação. Ambos são advogados. O secretário foi condenado em segunda instância, e chegou a perder recurso em maio do ano passado, quando o desembargador Mendonça de Anunciação, 1º vice-presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, negou os recursos especiais e extraordinários apresentados por sete envolvidos no esquema de venda de carteiras de habilitação que existia na 13ª Ciretran. Há um recurso no STJ, nas mãos da ministra Laurita Vaz.

Maringá

‘Fichas sujas’ serão exonerados no final do mês

A Prefeitura de Maringá vai exonerar os apadrinhados políticos do prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) considerados fichas sujas no final deste mês. Os servidores que foram nomeados para cargos comissionados por terem apoiado sua candidatura numa aliança de quase duas dezenas de partidos políticos e que se enquadram na Lei Ficha Limpa Municipal, aprovada recentemente pela câmara de vereadores, receberão a exoneração junto com o pagamento referente a agosto, que será feito até o último dia útil do mês. O Ministério Público Estadual deverá acompanhar de perto a relação dos exonerados, que podem chegar a uma dezena, incluindo ocupantes de cargos no primeiro escalão.

Akino

Pupin está no terceiro mandato

Muitos ainda questionam se Pupin está no terceiro mandato. A meu ver, está. Eleito em 2004 juntamente com o prefeito, ambos foram reeleitos em 2008. Em 2012, o prefeito não poderia ser candidato a vice, ainda que renunciasse sem meses antes. Vejam neste sentido posição do TSE: “[…] Prefeito reeleito. Renúncia. Impossibilidade. Candidatura. Vice-prefeito. Nova eleição. Prefeito reeleito que se encontra atualmente no cargo não poderá candidatar-se a vice-prefeito nas próximas eleições, mesmo que renuncie ao mandato seis meses antes do pleito. Consulta respondida negativamente”. (Res. no 21.392, de 8.5.2003, rel. Min. Carlos Velloso)
Se o prefeito reeleito não pode ser candidato a vice, é óbvio que o vice reeleito não pode ser candidato a prefeito. Se assim fosse eles poderiam ficar alternando nos cargos de prefeito e vice indefinidamente.Continue lendo ›

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O tempo passa

Na semana que vem vai fazer um ano que os advogados da coligação “A mudança continua” solicitaram à Câmara de Maringá uma certidão confirmando que o então vice-prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) não havia assumido a titularidade da chefia do Executivo nos seis meses que antecederam as eleições de 2008. O então presidente do Legislativo, Mário Hossokawa, informou aos advogados do grupo Barros, José Buzato à frente, que não poderia emitir tal declaração visto que ele havia sim assumido o cargo de prefeito naquele período. O documento seria usado como peça de defesa junto ao TRE, que havia cassado por unanimidade o registro da candidatura a prefeito – no caso, o terceiro mandato seguido, o que é proibido no Brasil.
Hoje, Hossokawa é chefe de Gabinete de Pupin, e devem deixar a administração juntos, a se confirmar a expectativa de que a lei será finalmente cumprida.

Maringá

Trimestralidade: Pupin parece não querer acordo

Reunião TST
O prefeito de Maringá, Carlos Pupin (PP), continua ignorando a ação da trimestralidade – uma dívida criada pelo coordenador de sua campanha e secretário de Beto Richa, Ricardo Barros (PP), nos anos 90 – e até agora não deu sinal de que pretende cumprir o acordo estabelecido entre o município e o Sismmar por sugestão do ministro Carlos Alberto Reis de Paula, do TST, em 12 de junho passado (aqui).  A sugestão é para que as duas partes viabilizassem uma composição para o pagamento da dívida. Para informar e deliberar sobre o assunto, o sindicato dos servidores convocou duas assembleias (nos próximos dias 10 e 17), nas quais serão submetidos à categoria os desdobramentos da negociação. O TST marcou nova audiência no dia 20 de agosto (transferida para o dia 21), quando, de acordo com a expectativa do próprio presidente daquele tribunal superior, se espera pôr fim a essa demanda, que já perdura por quase 23 anos. O Sismmar tenta há cerca de 30 dias o início das negociações, mas a administração municipal nem tchum.Continue lendo ›

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Vereadores poupados do desgaste

O episódio da fábrica de avião de rosca, em Maringá, tosta politicamente boa parte do grupo político que aninha-se na prefeitura há quase nove anos, mas, desta vez, não se vê o envolvimento de vereadores na trapalhada. A “culpa” é do próprio fantoche de plantão. Nenhum vereador foi convidado para acompanhar Carlos Roberto Pupin em sua viagem a Curitiba, quando tirou fotos ao lado de Beto Richa, de Ricardo Barros e de executivos da indústria. Os vereadores ficaram sabendo da tal fábrica pela imprensa.
O único convite do prefeito aconteceu quando ele já estava de volta à cidade. Foram chamados alguns da base aliada para que um almoço com o presidente da Avio, Luigino Fiocco, no Restaurante Monte Líbano. Só Luiz Pereira (PTC) foi.

Maringá

Produzindo peças aviárias

Ao se referir à fábrica de aviões e helicópteros viabilizadas pelo capo Ricardo Barros, numa das entrevistas que deu, o prefeito de Maringá, Carlos Pupin (PP), disse estar muito feliz porque a cidade vai passar a produzir “peças aviárias”. Neste caso, houve um engano, já que, até onde se sabe, as aves não necessitam de peças de reposição.

Maringá

Prefeito veta projeto de 30 horas para enfermagem

enfermeiraO prefeito Carlos Pupin (PP) vetou totalmente o projeto de lei de autoria dos vereadores de Maringá, aprovado no último dia 18, que estendeu aos enfermeiros a jornada de trinta horas semanais que hoje beneficia os cargos de serviço social, psicologia, fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, nutrição e farmácia, bem como os enfermeiros e técnicos em radiologia, pertencentes ao quadro de servidores efetivos ou submetidos ao regime de emprego público. “Se promulgado este projeto, acarretará a necessidade de aumentar o número de vagas do cargo de enfermeiro e de contratar novos servidores para suprir a demanda da rede municipal de saúde e de servidores do Nasf (Núcleo de Apoio à Saúde da Família)”, justifica. “De acordo com a Portaria Ministerial nº, 2.027, de 25 de agosto de 2011, obrigatoriamente, os servidores que atendem ao Nasf devem cumprir a carga horária de 40 horas semanais para que o município continue recebendo os incentivos financeiros repassados pelo Ministério da Saúde”, acrescenta. No primeiro semestre deste ano, os vereadores derrubaram cinco projetos que haviam sido vetados por Pupin.

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Pupin quis litigância de má-fé para jornalista que sequer era parte em processo

Em setembro do ano passado a coligação Maringá de toda a nossa gente ingressou com ação de investigação judicial eleitoral, alegando abuso do poder econômico do candidato da coligação A mudança continua. Em 13 de junho, o juiz Devanir Manchini, da 66ª Zona Eleitoral, entendeu que não foi comprovada a ocorrência de uso indevido, desvio ou abuso do poder econômico ou do poder de autoridade, ou utilização indevida de veículos ou meios de comunicação social por parte da administração anterior. Os autores alegaram principalmente o uso da máquina pública na campanha do ex-vice-prefeito, como a entrega do kit escolar, o convite para a convenção do PP via e-mail funcional (da prefeitura), a publicação de revista de luxo, e uso irregular do auditório do Cesumar.Continue lendo ›

Maringá

Prefeito veta servidor na reunião

(Atualizado) O prefeito Carlos Pupin (PP) vetou o servidor Paulo Vidigal na reunião marcada para esta manhã com representantes dos funcionários do Samu, em greve desde ontem, e do Sismmar.  Vidigal, como mostra este vídeo, tem participação ativa no movimento. Supõe-se que Pupin fez gosto ruim por causa do vídeo. Vidigal, que foi eleito pelos servidores para representá-los, disse que a alegação era de que poderiam participar somente celetistas – e ironizou:  “Talvez ele não tenha gostado do video em que critico o grande número de cargos comissionados. Ontem ele já não havia comparecido à reunião; Pupin tem preferido enviar secretários que residem em outros municípios (São Jorge do Ivaí, Munhoz de Mello e Sarandi) para tratar da questão do Samu. O sindicato considerou que o prefeito não tem bom senso. Socorristas do Samu recebem por mês apenas R$ 1,1 mil por jornada de 40 horas, enquanto cargos comissionados ganham entre R$ 1.591 e R$ 10,6 mil. Uma das auxiliares do prefeito ganha mais de R$ 6 mil para comparecer ao serviço, até semana passada, somente depois do almoço.

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Pupin deve perder dois secretários com Lei da Ficha Limpa

A aprovação da lei Ficha Limpa municipal deve implicar no impedimento de dois secretários do prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) e pelo menos três  de seus assessores de segundo e terceiro escalões. O secretário José Miguel Grillo (Assuntos Comunitário) e o presidente da Maringá Previdência, Dorival Dias (PR), que tem status de secretaria, devem perder os cargos. Grillo foi condenado no caso da quadrilha que vendia CNHs na Ciretran de Maringá, quando era diretor do Detran no governo Requião. Ele recebeu pena de 1 ano, 7 meses e 1 dia de reclusão e 16 dias-multa por “omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante”. Dorival Dias, quando vereador, foi condenado por nepotismo. Na mesma ação foram penalizados os ex-vereadores Edith Dias de Carvalho, diretora da Secretaria de Cultura, e Zebrão, assessor do Gabinete do Prefeito. Emerson Froemming, assessor da Secretaria Municipal de Serviços Públicos, tem condenação de segundo grau no caso da Ciretran.Continue lendo ›

Maringá

Recurso no TCE

O ex-prefeito Silvio Barros II (PP) juntou ontem petição recursal junto ao Tribunal de Contas do Paraná. O TCE, como o blog revelou recentemente, detectou irregularidades na prestação de contas municipais de 2012 da Prefeitura de Maringá, gestão Silvio Barros II/Carlos Roberto Pupin, que podem ser multados e ter que devolver valores ao erário.

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Coca-Cola patrocina ‘mordomia’ para autoridades no Rio de Janeiro

Pupin no Maracanã
Algumas autoridades paranaenses assistiram a final da Copa das Confederações, domingo passado no Maracanã, a convite da Spaipa S/A, fabricante Coca-Cola em Maringá, que custeou viagem, passagem e hospedagem (na linguagem popular, ‘mordomia’). O prefeito Carlos Roberto Pupin (PP), que por várias horas esqueceu os problemas locais, estava entre eles. Ele ficou numa área  reservada, perto das cabines e dos artistas globais Luciano Huck, Angélica e Ana Maria Braga. O governador Beto Richa estava à sua direita, mas embaixo, em área popular e sem crachá. O “presente” abre uma discussão ética, já que a entidades que fiscalizam o poder público e cientistas políticos criticam este tipo de relação, além de abrir questionamentos: será que a Coca-Cola tem patrocinado algo mais?

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Todos no Rio

Não foi só Beto Richa que baixou ao Maracanã para torcer pela seleção brasileira, ontem, no Rio de Janeiro. Paulino Mexia, ex-secretário municipal e chefe do escritório regional do Instituto Ambiental do Paraná, também estava por lá.
Já sobre o motivo que levou o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) ao Rio de Janeiro, quem sabe não quer falar. Quem falou sobre a viagem, ontem, foi o chefe Ricardo Barros (quem confia?), que disse que Pupin foi convidado pela Fifa. Mas há quem aposte que ele, acreditando que Dilma iria (ela cancelou a visita), teria ido puxar vaia. Protestar contra a corrupção e os serviços públicos, com certeza, não foi.

Maringá

Pupin tenta afrontar CPI do Transporte Público

cpitpAgnaldo Vieira, no Maringá Manchete, informa que o prefeito Roberto Pupin (PP) convidou os cinco membros da CPI do Transporte Coletivo para uma reunião nesta sexta-feira, às 10h, no paço muncipal. Segundo o convite, ele “estará orientando formalmente a equipe de governo quanto a prioridade e agilidade para atendimento aos requerimentos da CPI” e “fazer considerações acerca do trabalho a ser desenvolvido”. Para o vereador Humberto Henrique (PT), isso é uma afronta a soberania da CPI: não é a Comissão que tem que ir até a prefeitura para reunião e sim o contrário, e confirmou que ele não vai a reunião nenhuma. “Isso é uma vergonha”, completou. A opinião de Vieira é de que isso nada mais é do que intimidação. Leia mais.

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Pupin e Ravagnani mudam o nome da CPI do Transporte Coletivo

Prefeitura chama CPI do Transporte de CPI da Mobilidade
Seria cômico, não fosse um desserviço à informação correta. Release da Prefeitura de Maringá publicado ao final da tarde de hoje chama a CPI do Transporte Coletivo – uma conquista dos movimentos populares da cidade, com a realização de protestos – de CPI da Mobilidade Urbana. Parte da mídia patrocinada, como um programa noturno da TV Maringá (Band), embarcou na mentira. De onde o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) e o secretário de Comunicação, Milton Ravagnani (PSD), tiraram isso, ninguém sabe – com certeza, não foi do site da câmara municipal. Mas que é engraçado, é…

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Um gosta mais de CC que o outro

Passaram-se seis meses e dá para se ter uma ideia de como funcionam efetivamente nossos governantes. E uma coisa não se pode negar: o atual prefeito de Maringá, Carlos Roberto de Pupin, tem uma coisa a mais que seu amigo fiel, irmão camarada, Silvio Barros II – além da famosa palavra de ordem que ganhou nas manifestações populares. A coisa a mais chama-se cargo comissionado. Silvio II encerrou 2012 com 251 CCs na administração; Pupin, para acomodar os apoios de uma aliança de muitos partidos, havia alojado até o final de maio passado, nas tetas do erário, 376 CCs. Faltam 139 para completar a lotação recorde de 515 CCs. A se contar FGs e estagiários, a administração passada bateu nos 1.397; a atual, em 1.420. A mudança continua…

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História da cassação de Pupin seria fake

Tentam espalhar em Maringá que os vereadores vão apresentar investigação na área da saúde, na sessão de amanhã (quando também deverá ser instalada a CPI do Transporte Coletivo), para posteriormente cassar o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) por improbidade administrativa. Ou seja, o afastamento dar-se-iá antes de o lento TSE julgar o recurso que deve resultar na cassação do diploma. A história, porém, não faz sentido, vereadores negam que tenham ouvido algo a respeito e, suspeita-se, o boato teria partido de um ex-vereador, que, embora aliado, teria interesses não esclarecidos a respeito. Há, porém, gente que acredita e põe fé na história.

Bronca

Dias melhores virão

Entre os muitos comentários que o prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), recebeu no Facebook no último sábado está o de um servidor público municipal que foi transferido por sua administração para o cemitério municipal, como retaliação. Descontada a raiva, o depoimento é sintomático da desilusão provocada por Pupin nas pessoas que votaram nele, por conta principalmente de sua subserviência a Ricardo Barros, que supera a do próprio irmão do secretário de Beto Richa. Ele escreveu: “Um dia eu achei que podia acreditar em vc Roberto Pupin mais depois que os ladrões que são seus aliados e sua queridissima chefe de patrimônio Lia me trocaram de setor para trabalhar de coveiro eu quero mais é que tdo pra vc se exploda pois isso uma vergonha… para morar no royal garden é fácil né difícil pra vc e sua família deve ser pegar um fila do sus.. mais aguarde dias melhores viram e escreva na cabeceira de sua cama.. o aux aqui que vc mandou ser coveiro vai entar no MP e se depender de mim tdo que vier em seu nome e de seus ladrões eu vou arrebentar com tdo…” (sic)

Maringá

Grupo protesta defronte o Royal Garden

Protesto em Maringá
Com a divisão do momento, nesta quarta manifestação, um pequeno grupo de pessoas decidiu ir até a frente do Royal Garden, onde mora o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP). Oito policiais, de motocicletas, acompanhavam tudo à distância. Como a maioria preferiu poupar os moradores do prédio, a manifestação na avenida Tiradentes foi rápida. Foi a terceira vez que se verificou protesto no local. Foto Anderson Freire.

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Diversão de sábado na rede social

Visitar o perfil do prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) no Facebook e ler os comentários virou quase rota turística neste sábado de jogo da seleção brasileira. Hoje, ele deu bom dia, disse que ia visitar municípios da região – e depois o pau torou nos comentários. Só vendo, enquanto não retirarem do ar. AGnaldo Vieira, no Maringá Manchete, reproduziu alguns dos comentários e sabidamente escreveu: “Como Ronaldo, tem hora que é melhor ficar quieto”.