pupin

Verdelírio

Sem espaço

O ex-vereador Zebrão, presidente do Metropolitano, equipe de futebol profissional de Maringá está tentando uma audiência com o prefeito Roberto Pupin, para falar sobre futebol. Zebrão disse que não está conseguindo, pois o prefeito está sem espaço em sua agenda.Continue lendo ›

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Vem mais por aí

Como se vê nas três postagens abaixo, tem muita gente entrando na administração – possivelmente tiro curto – de Carlos Roberto Pupin, títere inconteste de Ricardo Barros. Mas tem gente saindo. Esta semana Walter Guerlles, que foi o primeiro a cair fora, parece ter puxado a fila. Nos próximos dias um outro secretário deverá formalizar sua saída da Prefeitura de Maringá.

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Confira os mais recentes CCs nomeados

Outras nomeações de cargos comissionados feitas pelo prefeito Carlos Roberto Pupin em fevereiro, rumo aos 515 CCs: Sueli Batista dos Santos, assessor IV (Semusp); Brian Maeda de Souza, assessor IV (Secretaria de Saúde); Dirson Ferreira Romão, assessor II (Secretaria de Saneamento Básico); Fabrício Rodolfo Neves, assessor de Comunicação III (Secretaria de Comunicação Social); Michell Eduardo Nogueira Geron, assessor III (Secretaria de Planejamento e Urbanismo); Vanderley Silva de Andrade, assessor IV (Seplan); Edivaldo José Zotto, assessor II (Secretaria de Esportes e Lazer); José Moreira de Souza, assessor III (Semusp); Elida Mário Martins, assessor IV (Gabinete do Prefeito); Nivalda Teixeira da Silva, assessor II (Saúde); Reinaldo Fernandes Lima, assessor IV (Secretaria de Assuntos Comunitários); João Luiz Bresciani Dias, assessor II (Seac); Adailton Francisco Rocha, assessor IV (Seac); Rosemar Aparecida Romão, gerente de Planejamento e Desenvolvimento Educacional (Secretaria de Educação); Alessandro Fernandes da Silva, assessor IV (Secretaria de Meio Ambienta); Glaucia Eller da Silva Beletatte, assessor IV (Sema); Aluísio Justino dos Santos, assessor III (Semusp); Dayani Aparecida Barbosa, assessor de Comunicação III (Secom); Fernando Rocha, assessor IV (Sema); Geraldo Lourenço dos Santos, assessor III (Sesan); Jader Mascarenhas Dias Dourado, assessor IV (Procuradoria Geral); e Marcelo do Amaral Lula, assessor IV (Secretaria Municipal de Gestão).

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Happy hour

Foi no Solarium, na avenida Humaitá, o happy hour do prefeito Carlos Roberto Pupin desta quinta-feira. Observou-se que estava com cara de solitário. “De certo, pensava quando o Ricardo vai permitir que ele assuma a prefeitura”,  observou alguém.
A propósito das últimas ações de seus ex-coordenadores de campanha [a deputada Cida Borghetti marcou audiência com a ministra Nancy Andrighi, que deve inaugurar a divergência na votação], um leitor comentou hoje: “O marido quer processar juiz e promotores, a esposa quer enquadrar uma ministra do TSE, daqui a pouco estão indicando o futuro papa, que deve ser chamar Silvio III o imortal. Santa paciência. Enquanto isso a maioria dos maringaenses dorme em berço esplêndido.”

Akino

Até voto vencido é contra Pupin


Vejam o trecho do voto do ministro Henrique Neves, no caso Simões (PI), que teoricamente seria favorável a Pupin: “Os vices que substituíram os titulares, seja em um primeiro mandato ou já reeleitos, poderão se candidatar à titularidade do cargo do Poder Executivo, desde que a substituição não tenha ocorrido nos seis meses anteriores ao pleito. Havendo o vice – reeleito ou não – sucedido o titular, poderá se
candidatar à reeleição, como titular, por um único mandato subsequente. (Cta n° 7101DF, rei. Mm. Fernando Neves, DJ de 21.6.2002)”. Observem o voto citado é do então ministro Fernando Neves, hoje advogado do caso Guarapari, e irmão do ministro Henrique. Continue lendo ›

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Manobra protelatória

Houve andamento no processo que deve culminar com o fim do mandato do prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), no TSE.  O documento foi juntado às 15h42 de hoje e encaminhado à Coordenadoria de Processamento (CPRO). No site do tribunal não há detalhes sobre o teor do documento, que, tudo indica, é protelatório. Com as novas manobras, o julgamento do caso de terceiro mandato de Pupin só deve acontecer em março.
PS – Também o processo do vice Claudio Ferdinandi (PMDB) teve movimento, para atualização do recurso apensado.

Akino

Eleitor indignado

Vejam comentário de leitor, que não pode ser identificado, por razões óbvias: “Votei no pupim mais teria feito algo melhor se eu tivesse rasgado meu título e jogado na privada, estou indignado ele vendeu a prefeitura para as coligações, tem CC pra todo lado começando no 3ª andar com o vampiro Crispim com 300 anos chupando o sangue do povo e vai até o terreo do gabinete com a bicharada toda reunida fazendo algazarra la tem canto de grilo tem zebra relinchando e um monte de toupeiras brigando o tempo todo, falo isso porque trabalho no Paço.’ (sic) (copie e colei sem revisão)
Meu comentário (Akino): Imagino o sentimento do servidor de carreira, que teve que passar por concurso público, que tem intenção de servir, como o próprio nome diz, diante desta situação de CCs. Já pensaram o que é um CC como Zebrão, e tantos outros na mesma situação. ganha (R$ 5.766,00) mais que um médico, um procurador, engenheiro, só para citar alguns cargos? Cripim, Grillo, e outros ganhando R$ 10.600,00? Explica ‘Mirto’, isto é caso de mensaleiros? Gostaria de saber a opinião do Aparecido Baptista.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Fatos relevantes

Li no blog do Diniz Neto e reproduzo: “O mandato do prefeito Roberto Pupin ainda precisa passar pelo TSE. O fato, que não é nada irrelevante, é que a maioria dos eleitores, no primeiro e no segundo turno, deram a ele o mandato. Será que a vontade popular é só um detalhe?”.
Meu comentário: O fato relevante é que os eleitores que votaram em Pupin foram enganados, mas nem tanto. Ele não poderia ser candidato, e todos sabiam a partir da decisão do TRE-PR, por 6×0. Qualquer estagiário de direito, com o mínimo de capacidade de interpretação de textos sabe que por ter exercido o cargo de prefeito nos dois mandatos, dentro dos seis meses anteriores às eleições de 2008 e 2012, estava inelegível para mandatos a partir de 2013.E e não só para prefeito, e vice, até para ser vereador. Nem seus parentes poderiam ser candidatos, isto é incontestável. Basta interpretar a legislação. Está na Constituição Federal: Continue lendo ›

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Sessão do TSE

Somente um recurso de Curitiba faz parte da pauta da sessão de julgamento do TSE da próxima terça-feira. Será a nona sessão ordinária jurisdicional, que começa às 19h. Há processos antigos, mas o caso Pupin, que está nas mãos do ministro Marco Aurélio Mello, pronto para julgamento desde outubro do ano passado, não foi colocado em pauta.

Akino

Como explicar?

Vejam este decreto, datado de 8 de janeiro:
Nomeações
Como explicar que este decreto só tenha sido publicado em 21 de fevereiro, com data de 20?
Akino Maringá, colaborador

Akino

O PSB não recorreu

Foi julgada improcedente a Aije nº 47919 proposta pelo PSB, acusando Ricardo, Silvio e Pupin de abuso de poder econômico, e o PSB não recorreu. Vejamos alguns trechos da sentença: “Ao pugnar pela improcedência da ação assim se manifestou o ilustre Promotor de Justiça Eleitoral: “(…) Com efeito, no que concerne à licença do prefeito Silvio Magalhães Barros II, verifica-se que foi autorizada pela Câmara Municipal, conforme documento de fls. 261, a qual acolheu a justificativa de participação do mesmo como representante da Frente Nacional de Prefeitos na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, denominada “Rio+20”, realizada na cidade do Rio de Janeiro/RJ. Continue lendo ›

Akino

Pupin caiu

Li no blog do Fábio Linjardi e reproduzo: “O prefeito Carlos Roberto Pupin passou por uma situação inusitada sexta-feira, durante evento na escola municipal Miriam Leila Palandri. Cercado por crianças, ele se desequilibrou e caiu. Resultado: a molecada se jogou em cima da autoridade, formando o popular “montinho”. Ninguém se machucou.”
Meu comentário (Akino): Provavelmente alguns pensaram que a manchete significava que o julgamento do TSE teria ocorrido. Mas a postagem do Linardi fala que Pupin desequilibrou e caiu. Na verdade ele vem se equilibrando politicamente graças ao amparo do chefão RB, e não é de agora.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Pupin na contramão

Renan Calheiros está disposto a fazer a reforma administrativa no Senado – aprovada no último dia da gestão de José Sarney – e limpar a biografia. As mudanças serão anunciadas hoje pelo presidente do Congresso. Vai demitir até 30% dos servidores comissionados em todas as secretarias, diretorias e gabinetes. Uma mudança não prevista é o serviço médico, com grande estrutura. Para Renan, deve ser encerrado e será limitado a uma emergência. Muito comum hoje entre servidores, a prática vai acabar: quem usar o serviço médico gratuito e tiver plano de saúde particular, será obrigado a reembolsar o Congresso. A Universidade do Legislativo, o Interlegis e o Instituto Legislativo Brasileiro, com estruturas distintas e altos custos, serão um só. A decisão de Renan foi tomada ontem à noite com a diretora-geral do Senado, Doris Marize. O piso do rodo dos comissionados será de 25%, e o teto, de 30%. Renan vai fechar algumas diretorias do Congresso, e os que não forem demitidos, serão remanejados. Fato é que está disposto a peitar a revolta do poderoso Sindilegis. (fonte Uol)
Meu comentário (Akino): Enquanto Renan quer esvaziar Brasília de comissionados, Ricardo Barros, digo, Pupin, vai na contramão, querendo nomear cinco ou seis para um escritório de representação de Maringá. Brincadeira!
Akino Maringá, colaborador

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Nem tudo por dinheiro

Não é todo o mundo que trabalhou na administração anterior que se dispôs a ganhar menos para continuar mamando na tetona da Prefeitura de Maringá. Duas das mais recentes recusas foram a de dois ex-candidatos a vereador: Paulo Mantovani, que com o filho Flávio e Hamilton Cardoso articulou o PTB, que fez 19 mil votos, e Dirceu Oscar de Mattos, a quem foi oferecido cuidar de um centro esportivo.

Maringá

Mobilização contra os 515 CCs de Pupin

Do blog do Sismmar:
Entre as pautas de reivindicações aprovadas na assembleia geral, uma delas (a luta contra o excesso de CCs) revela a grande insatisfação dos trabalhadores com o achatamento salarial e o desprestígio da atual administração com os servidores de carreira. Atualmente, só cargo comissionado (CC) parece ter importância. Por conta disso, a mesma assembleia que pediu 12% de reajuste salarial decidiu lutar contra a nomeação dos 515 CCs do governo Pupin. Esse inchaço, no entendimento dos trabalhadores, é abusivo. De acordo com levantamento do vereador Humberto Henrique, se todos esses comissionados forem nomeados, ao final de 2013 a prefeitura terá um gasto adicional na ordem de R$ 15,5 milhões. Um desrespeito ao dinheiro do contribuinte e ao servidor de carreira, que segue sem o plano de carreira prometido pelo ex-prefeito Silvio Barros ao longo de oito anos e prometido também por Pupin na última campanha eleitoral. Os servidores(as), agora, vão se mobilizar contra o contratação excessiva de CCs.

Bronca

Falta qualificação na direção do Cras

A propósito da criação de sete cargos de direção para os Cras (Centro de Referência de Assistência Social), em Maringá, leitor conta que numa só unidade existem duas diretoras que nem possuem o ensino médio, ganham mais que um profissional de nível superior e se ainda não bastasse um técnico faz todo o trabalho que seria delas e ganha bem menos. E fizeram tudo isso infringindo a lei ( Norma Operacional Básica da Assistencia Social – Sistema Único de Assistência Social – Recursos Humanos) que determina que o coordenador de um Cras deve ter como perfil formação superior, ser concursado e ter experiência em projetos sócioassistenciais. “Mas como a gestão não se importa que o serviço prestado seja de qualidade faz essas coisas. Se é para pobre, pode ser de qualquer jeito mesmo. É decepcionante para aqueles que estudam, fazem faculdade e concurso. No concurso é exigido tanta coisa e depois vem essas pessoas sem preparo assumirem cargos e receberem salários maiores que aqueles com bom preparo. Absurdo!”.

Akino

No máximo, 200 cargos

Cargos comissionados são imprescindíveis para qualquer administração. Nossa crítica é o exagero de 515 e os sem utilidade, os aspones. Com base em entrevista recentemente concedida ao Rigon, acredito que na gestão Enio Verri, que deve começar logo, a lei dos 515 será revogada e outra, com com máximo 200 cargos, proposta. Faço está afirmação para responder a um comentário que li e reproduzo: “Torço pro Pupin ficar, pq é o prefeito q Maringá merece.Mas penso eu, se cair, como fica a questão dos cargos criados, os CCs. Imaginei lotado de petistas por uma medida dos barros. Seria engraçado.”
Fique tranquilo, caro intrigado. Enio não vai aproveitar do fato de existir uma lei que criou 515 cargos para preenchê-los.
Akino Maringá, colaborabor

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Mais um processo no BNDT

Em janeiro, a administração Carlos Roberto Pupin estreava com o nome sujo no Banco Nacional de Devedores Trabalhistas. Eram duas ações trabalhistas julgadas pelo TRT e não honradas pela administração de oito anos de Barros/Pupin na prefeitura, que também andou colocando o nome do município no Serasa. Pouco mais de um mês depois, eis que o BNDT registra, agora, três processos não honrados pelo município.

Akino

Herculano é, ou não, CC?

Esta é uma questão que está nos intrigando. Não localizamos a publicação do Decreto de Nomeação de Herculano Ferreira, no entanto há informações de que ele estaria dando expediente na Secretaria de Comunicação Social. Gostaríamos que o secretário Milton Ravagnani se manifestasse sobre o assunto.
Akino Maringá, colaborador

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Contratos de alienação

Foram publicados hoje, no Órgão Oficial do Município (páginas 16 e 17), os contratos de alienação assinados pelo prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) pelos quais terrenos localizados no Conjunto Maurílio Correia Pinho foram vendidos pela Prefeitura de Maringá, em novembro passado, de forma parcelada. O processo de alienação dos terrenos foi público,  realizado pela Secretaria de Habitação de Interesse Social (comandada por Sergio Bertoni, do PPS) e, de acordo com a ata do edital (aqui), a maioria dos lotes negociados foi adquirida por familiares dos irmãos Ricardo e Silvio Barros II, este prefeito à época. Os preços variam de R$ 88,5 mil a R$ 133.200,00, para pagamento em 24 vezes. De acordo com a informação divulgada há um ano pela prefeitura, as parcelas a serem pagas irão para o Fundo Municipal de Habitação.

Akino

Isto não é pecado?

[A propósito da nomeação de Lorival Pereira, pastor da Iurd, no cargo em comissão de assessor II, símbolo GAS, com lotação na Secretaria de Meio Ambiente. Ele foi candidato a vereador pelo PRB em Maringá e fez 1.504 votos]
Que tipo de trabalho está executando? Pela lei deveria: “I – assessorar o titular do órgão (Crispim) onde estiver lotado na formulação e implementação dos planos, projetos e programas de sua área de atuação; II – acompanhar o titular do órgão em reuniões administrativas, eventos e viagens oficiais; III – representar o titular do órgão em reuniões e eventos oficiais; IV – manter contato com entidades político-administrativas, representativas de classe e associações de bairros; V – acompanhar a implementação dos programas, projetos e atividades no âmbito do órgão a que está vinculado.” Vamos ser sinceros, este cargo de assessor II, ou I, III e IV, só serve para pagar salários. Não há a menor condição de se cumprir as atribuições previstas em lei. É desvio de função e improbidade na certa.
PS: Um palavrinha: Pastor: Isto não é pecado?
Akino Maringá, colaborador

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Rumo aos 515

A caneta de Carlos Roberto Pupin (PP) começa a pegar fogo. Depois de fechar janeiro com 258 cargos comissionados nomeados, ele passou a nomear os (absurdos) 257 restantes da nova estrutura de 515 CCs que criou junto com os fratelli Barros, para contemplar com dinheiro público os 18 partidos que o apoiaram no segundo turno. Entre as novas nomeações estão as de Daniele Nunes Francischini e Noely dos Santos lima, diretoras de unidade e serviços de saúde (Secretaria de Saúde); Milene Harumi Tomoike, diretora de Unidade de Proteção Social (Sasc); Misael Marcolino Gomes, gerente de Segurança Patrimonial (Setrans); Arnaldo Alberto de Moraes Filho, gerente de Indústria, Comércio e Serviços (Secretaria de Desenvolvimento Econômico); Roberto Aparecido Peres, gerente administrativo (Sede); Edilaine Costa Coutinho, assessor IV (Seplan); João Moreno Bevilaqua, assessor IV (Semat); Guilherme Bordim Catani, assessor IV (Seplan); Camila Ota de Freitas, assessor IV (Sede); Willian Porfírio Ribeiro, gerente administrativo (Seac); Anderson Ferreira Sampaio, assessor IV (Seac); Rogério Malheiros Guedes, assessor II (Semop); Rosimeire Santana Oliveira da Costa, assessor III (Semulher); Caroline da Silva Santos, assessor III (Seplan); Antonio Rioji Assakawa, assessor IV (Sesp); Maria Lúcia Mundo, assessor II (Seplan); Sueli Batista dos Santos, assessor IV (Semusp); Jaysla Xristyne Rizzo Perin, assessor III (Sema); e Marcela Rossini, assessor IV (Semulher).

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Nomeações no Codem

O Codem (aquele ser meio privado meio público), que tem status de secretaria municipal, não existiu durante janeiro e nem por isso alguém sentiu falta. Agora o prefeito Carlos Roberto Pupin nomeou, este mês, Márcia Santin como secretária executiva da ONG-secretaria e Beatriz Aparecida Poletto, como diretora executiva, e Andrea Paula Coutinho como gerente administrativa.
Outras nomeações confirmadas em cargos comissionados foram as de Paulo André de Souza, diretora-geral (Seduc); Moacir Shigueo Maeda, assessor II (Assuntos Comunitários); o pastor Lorival Pereira, que foi candidato a vereador pelo PRB e estaria exercendo atividades de fiscal, assessor II (Sema); e Renata Costa da Silva, assessor III (Semusp). Luciana Maria Lau dos Santos, lotada na Secretaria de Comunicação Social, foi promovida: nomeada em janeiro, passou de assessor de comunicação III para assessor II, em fevereiro.

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Mantendo distância

O prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) tem preferido distância do superintendente da Maringá Previdência, Dorival Dias (PR). O blog ficou sabendo que ele tem evitado o ex-vereador, que ele, Pupin, nomeou para o cargo que tem status de secretário municipal. A propósito, poucos dias antes de nomeá-lo, Pupin havia garantido a interlocutores que o cargo não seria de Dorival Dias “de jeito nenhum”.
O advogado Laércio Fondazzi, ex-ocupante do cargo e que seria o preferido do prefeito, foi preterido pelo todo-poderoso Ricardo Barros (PP), a quem sempre foi leal. O fim da lealdade teve momentos de altercação.

Akino

Pupin pode imitar gesto do papa

Se ao ler o título você pensou que Pupin pode renunciar, enganou-se. Referimo-nos a pedido de desculpas, assim como Bento 16 pediu desculpas às vítimas de abuso sexual de crianças por padres católicos na República da Irlanda, Pupin poderia pedir desculpas aos eleitores que votaram nele acreditando que mandaria na administração. Aos servidores públicos que acreditaram que seriam valorizados. Poderia pedir perdão, como João Paulo II fez junho de 2004,pela Inquisição que torturou e matou pessoas consideradas heréticas, aos membros das igrejas que acreditaram, quando da campanha, que sua administração não seria a mesma dos irmão Barros. Perdão ao Zago que acreditou em tudo, e apesar de não gostar de Ricardo, votou nele.
Pensando melhor, Pupin poderia renunciar mesmo, antes que seja cassado pelo TSE. Seria um gesto nobre de sua parte reconhecer que está exercendo o terceiro mandato, o que é inconstitucional.
Akino Maringá, colaborador

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Chances

A esta altura do campeonato o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) deve saber que são grandes as chances de o recurso contra a decisão monocrática que lhe garantiu a possibilidade de disputar a Prefeitura de Maringá nas eleições passadas ser julgado ainda este mês pelo TSE. Ontem, por sinal, durante colação de grau no Cesumar, Pupin ficou quase ao lado do deputado estadual Enio Verri (PT), que, dependendo da decisão do TSE, poderá vir a ocupar a cadeira em que senta hoje. Separando os dois estava o presidente da câmara municipal, Ulisses Maia (PP).

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Placar

Dias desses, depoiis de fazer umas contas, um empresário maringaense disse a Carlos Roberto Pupin (PP) que ele perderá no TSE por 5 votos a 2. “Não, vou ganhar de 7 a 0”, respondeu o atual ocupante da chefia do Executivo.

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Márcia Mara é nomeada na Semulher

Tornaram-se públicas novas nomeações de cargos comissionados feitas pelo prefeito Carlos Roberto Pupin. Desde segunda-feira a cantora Márcia Mara de Castro, segunda suplente de vereadora do PTB, é gerente de Pesquisa, Ação Formativa e Eventos da Secretaria da Mulher, cargo que anteriormente era ocupado por Janeth Alves; até então, falava-se que ela seria gerente da Secretaria de Cultura.
Algumas outras nomeações dos 515 CCs criados para abrigar aliados políticos: Ronaldo Marques de Oliveira, assessor IV (Gabinete do Prefeito); José Roberto Francisco Behrend, diretor técnico (Agência Maringaense de Regulação); Laércio Rodrigues da Silva, assessor I (Sasc); Elizabete Granzoto de Oliveira, diretor de Unidade de Peroteção Social (Sasc); Betty Mitsue Catuayama Ajita, assessor I (Secretaria de Esportes e Lazer); Diego Martins Viana, assessor IV (Esportes e Lazer); Tetsuo Noda, gerente de Programas Especiais e de Curta Duração (Secretaria de Recursos Humanos); e Andreia Cristina de Souza Santos, gerente de Tecnologia em Informação (Gestão).

Bronca

Servidores efetivos versus comissionados

Leitor escreve para registrar sua indignação com a “vergonhosa lei” que aprovou os 515 CCs para que Ricardo Barros, Pupin & Cia. pudessem adquirir lideranças políticas da cidade. “Enquanto os CCs ganham em média acima de R$ 2.554,72, para atender balcão ou nada fazer, os servidores efetivos carregam os mesmos nos ombros, pois a maioria desses CCs é formada de incompetentes, parecendo baratas tontas a infestar o paço municipal; os servidores de carreira recebem vencimentos vergonhosos. Onde está o Plano de Carreira, Cargos e Salários?”. Ele conta que, na semana passada, durante reunião que contou com três secretários municipais, para discutir os artigos 9º e 10º da Lei Complementar que aprovou a nova estrutura administrativa do Executivo, que permite o servidor efetivo optar entre verba de representação (por exemplo CAS: R$ 2.554,72) ou função gratificada (FGC: R$ 528,12), o secretário Leopoldo Fiewski teria dito: Continue lendo ›