racismo
Seis do PR votam contra convenção contra racismo
Capitão ignora racismo e ataca quem reage: ‘lixo’
Por Josias de Souza, em seu blog no UOL:
Bem-aventurados os caolhos, porque só enxergam a metade. Jair Bolsonaro despejou nas redes sociais sete parágrafos sobre o caso do brasileiro negro que foi espancado até a morte por seguranças, nas dependências do Carrefour. Ignorou o morto João Alberto Silveira Freitas. Não prestou condolências à família. E chamou de “lixo” quem reagiu contra o ultraje.
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Facebook passa pano
para o racismo

Por Tatiana Dias, do The Intercept Brasil:
Há dois anos, uma página do Facebook de “orgulho branco” – seja lá o que isso for – ostenta um mapa-múndi com a porcentagem de pessoas brancas em cada país na linha do tempo. Continue lendo ›
Governador avalia denunciar Bolsonaro por racismo
Por Guilherme Amado, da Época:
O governador do Maranhão, Flávio Dino, avalia ir à Procuradoria-Geral da República contra Jair Bolsonaro pelo crime de racismo. Continue lendo ›
Da série: não existe racismo no brasil
Tudo absurdo
https://youtu.be/sA6lZQtZ03k
Na semana passada, o noticiário policial de Maringá abordou o caso de um psicólogo que foi vítima de racismo, através de uma vizinha, uma fisioterapeuta, que teria se irritado pelo fato do rapaz ter “estacionado” a sua bicicleta na garagem de forma imprópria (acima, reportagem do Cidade Alerta Maringá, da RICTV).Continue lendo ›
Vapt-vupt
A ‘ética seletiva’ do racismo
Patrícia Moreira, a torcedora demitida do emprego, vítima de ameaças de estupro e de morte e que teve a casa apedrejada, decidiu que permanecer em Porto Alegre, onde mora, é um risco à sua vida. Tudo por que, no calor da torcida, cometeu crime de racismo. Ela é milhares de outros torcedores. Apenas alguns foram flagrados no momento do ataque. O xingamento de Patrícia encheu a tela. Pergunta-se: mandar uma Presidente da República para ‘aquele lugar’ na abertura de um evento mundial não seria igualmente crime? E quando a mãe de um juiz é acusada de puta durante os 90 minutos de um jogo? E quando ele próprio é vítima de todo tipo de agressões verbais? Que a jovem gaúcha receba a punição devida, mas o exagero em torno do caso é típico dos excessos da chamada ‘ética seletiva’. Algumas coisas a sociedade tolera como ‘normais’. Outras, até piores, são condenadas ao extremo. Em tempo: Aranha tem uma esposa loira. Será que teria alguma coisa contra as negras?
Edivaldo Magro
Grêmio identifica torcedores e sócios são suspensos
O advogado do Grêmio de Porto Alegre (RS), Gabriel Vieira, confirmou que a análise das imagens do jogo diante do Santos permitiu ao clube identificar cinco torcedores que praticaram atos de racismo contra o goleiro Aranha, o mais recente episódio detestável ocorrido no futebol brasileiro. Dois deles são sócios e foram suspensos pelo Grêmio por conta de seu envolvimento. Presidente Fábio Koff pediu desculpas formais a Aranha pelo ocorrido. A informação é do Zero Hora.
Foto: Reprodução, ESPN
Em pleno século XXI
O ocorrido com o brasileiro Daniel Alves, do Barcelona, além de uma onda de solidariedade e protesto, provocou revelações igualmente repugnantes. O atleta português Nelson Évora, por exemplo, postou em seu Facebook uma foto com uma banana e contou ontem à noite que no último dia 19 estava com amigos quando foram para a discoteca Urban Beach, em Lisboa, num grupo de 16 pessoas, quando o dono, apesar de mesas reservadas, barrou a turma. Motivo: muitos pretos no grupo.”Estarei a exagerar ou foi mesmo racismo? Em pleno século XXI atitudes destas achava que já não existiam…”, escreveu.
No Show de Bola
Apresentador nega que tenha xingado jogador
O apresentador de televisão Lourival Santos, em entrevista à Rádio BandNews FM, de Curitiba, negou que tenha xingado Maicon Silva, do Londrina Esporte Clube, após a marcação do gol do Tubarão no Estádio Willie Davids. Ele deverá responder por injúria racial. A ofensa de cunho racial aconteceu aos 26 minutos do primeiro tempo, quando o jogador marcou o primeiro gol da partida e foi comemorar fora do campo. O insulto foi presenciado pelos repórteres Monique Vilela, da Banda B, e William Bittar, do site Redação em Campo, que testemunharam na delegacia de polícia. O presidente da Associação dos Cronistas Esportivos do Paraná, Isaías Aparecido de Bessa, acionou a polícia, e um tenente deu voz de prisão ao repórter. Na entrevista à emissora de Curitiba (a primeira depois do ocorrido), Lourival Santos, que foi suspenso da apresentação do programa, se disse revoltado, que é jornalista esportivo há 18 anos em Maringá e região e que jamais xingou jogadores. “Inclusive sou moreno”, disse. “Estou consciente de que não fiz nada errado e fim de papo”, acrescentou. Lourival, segundo a repórter que o entrevistou, levantou suspeita de que concorrentes de seu programa estariam por trás da denúncia. Ouça aqui.
Destaque no UOL
A notícia da prisão do apresentador Lourival Santos, ontem à tarde em Maringá, está na capa do UOL. Aqui.
Preso por racismo está sendo autuado na 9ª SDP
A delegada Emilene Locateli está atuando neste momento no caso envolvendo a prisão do apresentador de televisão Lourival Santos, apresentador do programa Show de Bola, levado ao ar pela TV Tibagi (Rede Massa/SBT). Ele foi denunciado e preso em flagrante por racismo durante o jogo entre Maringá Futebol Clube e Londrina Esporte Clube, no Estádio Willie Davids. Apurou-se que Lourival Santos estava atrás de um dos gols quando teria xingado o lateral Maicon Silva, do LEC, de “macaco”. Uma repórter da Rádio Banda B, de Curitiba, denunciou o fato a um policial militar. O tenente Frank Cione Coelho dos Santos, comandante da 1ª Companhia da PM de Maringá, deu voz de prisão ao apresentador, que saiu correndo; Lourival, segundo relatos, tirou o colete verde que o identificava como sendo da imprensa e foi detido momentos depois, quando saía do campo. A jornalista curitibana que denunciou o apresentador também está neste momento na delegacia da polícia. A delegada Locateli ainda não divulgou qual o procedimento que será feito a partir de aogra.
Apresentador é preso por racismo
Não seria falsidade ideológica? Racismo?
O crime de falsidade ideológica é tipificado no artigo 299 do Código Penal Brasileiro: “Omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante”. Vejam notícia que foi divulgada em 20/12/12, no site da prefeitura: “O prefeito eleito Carlos Roberto Pupin anunciou nesta quinta-feira (20), sete novos secretários e diretores que assumem a partir de janeiro. “São pessoas que vão dividir comigo a responsabilidade de cumprir nosso programa de compromissos”, afirmou Pupin. (…) Diretoria de Igualdade Racial – Hércules Ananias (PSDC) – Professor com pós-graduação em História e Sociedade, servidor público estadual, já foi assessor parlamentar na câmara de vereadores e candidato a prefeito de Maringá nas últimas eleições”. Acontece que não existe a Diretoria da Igualdade Racial e Hércules foi nomeado para o cargo de Assessor I, que é uma invenção da turma, para dar salários de R$ 5.766,79 a um grupos de ‘amigos do rei, apoiadores, ex-secretários e vereadores não eleitos. Prêmio de consolação para os que não conseguiram cargos melhores. Continue lendo ›
Acusações de agressão e achaque
Racismo, calote, agressão, ameaça: o que há de verdade?
Circula a informação (vi na internet e ouvi de uma pessoa de Itambé) de que um candidato a prefeito, de cidade da região da Amusep, teria se envolvido num desentendimento com uma pessoa que lhe prestou serviços, a quem teria dirigido ofensas racistas.O trabalhador agredido, de cor negra, não teria recebido ao final da obra o valor combinado, teria sido agredido e ameaçado de morte. Haveria BO registrado.
Isto precisa ser confirmado ou desmentido, pois se de fato ocorreu é muito grave. Se não ocorreu, e devemos sempre conceder o benefício da dúvida, é preciso divulgar a verdade para inocentar. Candidato a prefeito não só parecer honesto, boa gente, precisa demonstrar.
Akino Maringá, colaborador