ricardo barros

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O gelatina ataca novamente

O secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa (PSDB), Ricardo Barros (PP), que estaria disposto a apoiar Gustavo Fruet (leia-se PDT e PT) em Curitiba, apesar de ter uma secretaria no esquema Ducci, continua frequentando Brasília, atrás de um carguinho o mais breve possível no governo Dilma Rousseff.
Como um cargo de segundo escalão no Ministério das Cidades está cada vez mais difícil, ele já teria avisado na Casa Civil que, em qualquer outro ministério, ele aceita até quarto escalão.

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Um mês depois

Ontem fez um mês que chegou à Seção de Análise, Especialização e Distribuição do Tribunal de Justiça do Paraná a notícia crime apresentada pelo Ministério Público Estadual contra Ricardo Barros, secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa. Dois dias depois, o desembargador Celso Jair Mainardi determinou o retorno dos autos ao MP, “para que se procedam as investigações necessárias ao completo esclarecimento dos fatos noticiados”. Sabe-se que a denúncia está baseada numa gravação telefônica, possivelmente entre o presidente estadual do PP e o secretário de Saneamento Básico de Maringá, Leopoldo Floriano Fiweski, braço direito do prefeito Silvio Barros II; ambos teriam conversado com uma licitação milionária que aconteceria (ou aconteceu) na Prefeitura de Maringá.

De acordo com o site do TJ-PR, a denúncia está com a Procuradoria Geral da Justiça, que deve devolver os autos na próxima segunda-feira, 9. O fato teria motivado uma reclamação do ex-prefeito junto ao Conselho Nacional do Ministério Público, já que, oficialmente, ele não sabe o teor da denúncia.

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Ricardo Barros perde vice-liderança do governo

Akino Maringá antecipou a saída do deputado federal Ricardo Barros (PP) da função de vice-líder do governo federal. No dia 26 de fevereiro Akino escreveu neste espaço que ficou sabendo da saída de Barros, licenciado do cargo por 120 dias para fazer política; ele retorna dia 21 de abril e até lá é substituído pelo radialista Íris Simões. De acordo com a Câmara Federal, Ricardo Barros, que era antilulista até assumir a vice-liderança, deixou de ser um dos cinco vice-líderes do governo federal no último dia 10; seu site nada informa sobre a saída da função. Os motivos da perda do cargo ainda não são conhecidos.

Akino

O candidato de Ricardo Barros

Bovo está mas uma vez na mídia, e na coluna opinião de O Diário do Norte do Paraná, assinando o artigo `Recorde de Arrecadação do IPTU´, que afirma que 68% dos contribuintes cadastrados já compareceram para pagar o imposto de e deste total 75% optaram pelo pagamento a vista. Em certo trecho afirma que isto prova que a população acredita que os imposto são aplicados. Que confia no trabalho do governo municipal. Nem uma dúvida de que é o candidato de Ricardo.

Akino Maringá, colaborador