ricardo barros

Blog

Saída temporária

Contrariando os boatos que tomaram conta do estado nas últimas horas, o secretário de Indústria e Comércio do Paraná Ricardo Barros (PP), não tinha interesse, até a tarde de ontem, de se afastar do cargo – pelo menos, não definitivamente. Ele teria admitido, porém, seguir o exemplo do irmão mais velho e solicitar uma licença. Afinal de contas, seu patrão, Beto Richa (PSDB), é bonzinho.

Blog

O capo visita o Tribunal de Justiça

O capo Ricardo Barros, secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, visitou Curitiba nesta quinta-feira, dia em que normalmente estaria em Maringá, como soi acontecer no resto da semana. No olho do futuro furacão (o vento nem começou a soprar, ainda), ele esteve no Tribunal de Justiça do Paraná, onde na sexta-feira passada deu entrada a um habeas corpus tentando impedir a investigação de uma denúncia crime apresentada no final do ano passado contra ele pelo Ministério Público de Maringá. Coordenador geral da campanha de Carlos Roberto Pupin, ele está determinado a impedir o andamento do processo, que contém, a exemplo do caso Cachoeira, interceptações telefônicas que o flagram em conversas sobre manipulação de licitações na prefeitura comandada pelo seu irmão mais velho. Continue lendo ›

Akino

O Diário publicou

O Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) negou pedido de liminar feito pelo secretário de Estado de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, para o trancamento de um processo em que ele figura como “noticiado”. Segundo a ação, que corre em segredo de Justiça, Barros seria suspeito de manipular uma licitação da Prefeitura de Maringá. Leia mais. [A informação foi publicada neste blog na noite de terça-feira]
Meu comentário: Para muitos é surpreendente que O Diário tenha publicado esta notícia, na edição de hoje. A mim não surpreende, em que pese o pouco destaque a um fato de suma importância. O jornal tem mudado muito e hoje já está não amarrado politicamente, ou seja não tenha ‘cauda presa’. Quanto ao argumento de que a ação é nula porque a denuncia é anônima é absurdo, pois se assim fosse 90% dos crimes não resultariam em processo, e o telefone 181 não teria mais utilidade. O questão é saber houve, ou não, a conversa telefônica em que o irmão do prefeito orientava um secretário a pedir propina? Isto, segundo fonte confiável, está comprovado. Então?
Akino Maringá, colaborador

Blog

Semblante

O semblante do capo Ricardo Barros (PP), ontem à tarde, na cerimônia realizada na Acim com os candidatos a prefeito, era de completo abatimento. A arrogância, a prepotência, o queixo apontando para o céu, desapareceram. E olhe que nenhuma reportagem, dando detalhes do ocorrido, foi publicada até agora. Os mais próximos temem que o abatimento chegue a todos os integrantes da corporação, o que pode complicar a candidatura oficial, já que ele é o coordenador geral, ao lado da mulher, do irmão mais velho e de Hamilton Cardoso.

Eleições 2012

Distante da secretaria

O capo Ricardo Barros acompanhou a mulher, deputada federal Cida Borghetti, nesta tarde na Acim, quando houve uma cerimônia de adesão dos candidatos a prefeito de Maringá ao projeto cidades sustentáveis – o qual, infelizmente, o atual prefeito Silvio Barros não procurou cumprir. O casal integra a coordenação de campanha de Carlos Roberto Pupin (PP). A presença do secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa numa solenidade política em plena quarta-feira à tarde em Maringá é significativa: ele não trabalha mais em Curitiba e, como enfatizou Cícero Cattani, deve mesmo estar preparando sua saída do governo diante da montanha de denúncias que começa a deslizar sobre sua cabeça e de sua organização.

Blog

Ricardo Barros imita Gianoto

Revelada aqui neste modesto blog a negativa do habeas corpus solicitado pelo secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, Ricardo Barros (PP), este optou hoje pela conhecida tática do desespero. Distribuiu release em que tenta se transformar de denunciado em denunciante e revela para os que não sabiam que ele foi pego em conversa telefônica nada republicana num processo que está no TJ-PR, coisa que os leitores deste espaço sabem desde dezembro de 2001.
A tática é semelhante à usada pelo ex-prefeito Jairo Gianoto. Continue lendo ›

Blog

Quase insustentável

Nos corredores e gabinetes do governo estadual comenta-se muito da difícil situação do secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, Ricardo Barros (PP), agravada com a negativa de habeas corpus para trancar investigação de irregularidades envolvendo também a administração do irmão mais velho. Se o caso ganhar a mídia tradicional, não restará outra alternativa ao presidente do PP do Paraná a não ser solicitar o afastamento do cargo, já que os respingos podem ser inevitáveis. Sem mandato e sem cargo no governo paranaense, teremos um outro Ricardo Barros por aqui.
PS – No Facebook, há até uma brincadeira a respeito do assunto.

Blog

TJ nega habeas corpus a Ricardo Barros

O desembargador Lídio José Rotoli de Macedo, do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Paraná, negou na tarde de hoje habeas corpus solicitado pelo secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, o capo Ricardo Barros (PP). O pedido foi ajuizado na última sexta-feira e pedia o trancamento da investigação da notícia crime na qual ele figura como noticiado, suspeito de manipular licitações no governo do irmão mais velho, Silvio Barros II, prefeito de Maringá. No HC, Barros relata que a denúncia é nula por se originar de uma denúncia anônima, que levou à interceptação telefônica de vários números de telefone, pedidos feitos pelo Gaeco e deferidos pelo juízo da 2ª Vara Criminal, no final do ano passado. A intercepção acabou flagrando uma conversa entre o secretário de Beto Richa e Leopoldo Fiewski, super-secretário de Silvio Barros II e de Carlos Roberto Pupin, levando à instauração da notícia crime, “em face da suspeita de envolvimento do paciente em fraude à licitação para serviços de publicidade e propaganda”.Continue lendo ›

Blog

Apertos de mão famosos


Na sequência: Martin McGuinness e a rainha Elizabeth, em 2012; Hitler e Chamberlain, em 1938; Mikhail Gorbachov e Ronald Reagan em 1985; Yitzhak Rabin e Yasser Arafat, em 1993; Tony Blair e Kadafi, em 2004; Barack Obama e Hugo Chávez, em 2009; FHC e Lula, em 2012; Zago e Ricardo Barros, em 1990; Anwar Sadat e Menahem Begin, em 1979; Richard Nixon e Mao Tsé-Tung, em 1972; e Claudemir Romancini e Ricardo Barros, em 1990.

Eleições 2012

Enfim, juntos!

O ex-vereador Euclides Alexandre Zago da Silva e o ex-prefeito Ricardo Barros (ambos do PP) finalmente falam a mesma língua. Zago anunciou que vai fazer como Ricardo  – a quem ele, há anos, chama de “ladrão”, “safado” etc – e votar em Carlos Roberto Pupin. Levam o pernambucano de Inajá e desafeto público dos fratelli a votar no mesmo candidato do “ladrão”, “safado” etc, algumas circunstâncias, como o apoio já manifesto a Nereu Vidal Cézar (PMDB), dona Luíza Pupin e a palavra do prefeito em exercício de que, eleito, o capo deixará de ser capo e de mandar na Prefeitura de Maringá. Zago, que até recentemente reclamava neste blog do sistema de saúde da cidade, cobrando do coordenador de campanha de Pupin o paradeiro de R$ 134 milhões, deixa claro também que não quer nem saber do candidato do PT.

Blog

O patrão que RB pediu a Deus

Pra variar, ontem o secretário de Indústria e Comércio Ricardo Barros (PP) estava despachando em Maringá. Chegou a participar da inauguração do estacionamento do aeroporto, talvez porque o governador Beto Richa (PSDB), além de ser um patrão que não desconta o salário de secretários gazeteiros, não tenha secretário de Transportes. Ah, mas ele tem…

Akino

Uma candidatura hercúlea ou cítrica?

Hércules Ananias é candidato a prefeito, em Maringá, pelo PSDC, presidido por Herculano Ferreira, com ligações umbilicais com o chefão RB. Talvez por influência dos nomes do candidato e do presidente do partido, a candidatura de Ananias, por uma agremiação sem expressão nacional, tenha se transformado em hercúlea, que significa possante, valente, com uma força extraordinária
De onde saiu a força capaz de fazer com que este partido tenha uma estrutura jurídica para preparar seis processos de impugnação de candidaturas a prefeito, inclusive a de Pupin? Que advogados compõem o seu departamento jurídico? Há quem diga que na verdade é uma candidatura laranja, como tantas outras lançadas em eleições anteriores, bancadas por terceiro (sabemos quem) para fazer este serviço sujo, juridicamente falando, melar ou complicar debates. Só para dar um ar de seriedade pediu a impugnação, inclusive, da candidatura de Pupin. Ou será que estaria contra mesmo? Está difícil saber quais as verdeiras intenções do capo. Não duvido de mais nada. Depois de refletir sobre o papel de Hércules, mudei meu candidato; agora, sou Débora Fernandes.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Aniversário de quase cassação

No próximo dia 8 a votação e arquivamento do processo de cassação do mandato do então prefeito Ricardo José Magalhães Barros vai comemorar 22 anos. Nascia naquele dia o famoso Grupo dos 13 – quase um Grupo dos 12, número de partidos que hoje apoiam o capo e seu candidato a prefeito pelo PP. Foram fundamentais para a formação do Grupo dos 13 quatro vereadores de então: Nilson de Oliveira, Nereu Vidal Cezar, Laércio Nora Ribeiro e Paulo Mantovani.

Blog

Governador incomodado

O governador Beto Richa (PSDB) está numa situação difícil com os boatos, vindos de blogs curitibanos, de que existe um pedido de prisão contra seu secretário de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, que de vez em quando tem dado expediente naquela secretaria. A situação torna-se cada dia mais chata, embora oficialmente não exista confirmação da procedência da notícia.

Escândalo em Maringá

Denúncia contra RB tem 1.818 páginas

De Cícero Cattani:
A notícia-crime do MP contra Ricardo Barros, com pedido de prisão, à espera de despacho do desembargador Lidio José Rotoli de Macedo (foto), tem oito volumes e 1818 páginas. Além de farta documentação, estão anexados vídeos e gravações telefônicas. Corre em segredo de justiça. Trata-se do Processo: 863549-8 Notícia Crime (OE) Autor: Ministério Público do Estado do Paraná Réu: Ricardo José Magalhães Barros Advogado: Ivan Xavier Vianna Filho NPU: 0055864-22.2011.8.16.0000 Comarca: Maringá Vara: 2ª Vara Criminal Natureza: Criminal Órgão Julg.: Órgão Especial Relator: Desembargador Lidio José Rotoli de Macedo Volumes: 8 Número Páginas: 1818 Ação Originária: 2011.00021223 Nº Protocolo: 2011.00452255.
PS do Blog do Rigon – O assunto virá à tona em plena campanha eleitoral, e o coordenador-geral da campanha de Carlos Roberto Pupin (PP) e os 11 partidos adquiridos para esta eleição serão, com certeza, atingidos. Será que pelo menos um deles, um só que seja da organização, ficará envergonhado?

Blog

Pedido de prisão

Circula na rede, há dois dias, a informação de que está com o desembargador José Rotoli de Macedo, do Tribunal de Justiça do Paraná, o pedido de prisão cautelar do maringaense Ricardo Barros, secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa e coordenador da campanha de Carlos Roberto Pupin (PP) e uma pá de partidos políticos, que terão mais de 11 minutos na televisão nesta campanha. A notícia começou no blog de Cícero Cattani, passou pelo de Flávia Prazeres e ontem à noite foi retuitado pelo senador Roberto Requião, que pertence ao PMDB, a mais recente sigla adquirida por Barros. O pedido teria sido feito na ação resultante de conversa telefônica entre o capo e o Leopoldo Floriano Fiewski, o super-secretário de Silvio Barros II e Pupin. Dizem que, se as gravações vierem à tona, era uma vez…

Má-ringá

Maringá, Maringá

De Cícero Cattani:
E o Contorno Norte de Maringá ainda vai dar muito o que falar. O escândalo que derrubou o ministro dos Transportes, Aldredo Nascimento (PR), e respingou em políticos de porte de Paulo Bernardo e Ricardo Barros, continua insepulto. Em nota à imprensa, o Tribunal de Contas da União informadeterminou ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes que, em até 60 dias, adote providências para corrigir superfaturamento em contrato para obras do Contorno Norte de Maringá, BR-376. O superfaturamento decorre da cobrança indevida para transporte do cimento. De acordo com o relatório, as composições do projeto da obra previram a utilização de cimento em sacos, disponibilizado na cidade de Maringá e entregue em qualquer ponto do município por preço, já incluído o frete. Dessa forma, não haveria motivos para o pagamento de transporte equivalente à distância de 416 km.
PS – Detalhes sobre o novo superfaturamento aqui.

Blog

Futuro do PMDB de Maringá em discussão

O destino do PMDB de Maringá será definido nesta manhã em Curitiba. A executiva estadual vai tratar da aquisição do partido pelo condomínio do capo Ricardo Barros e a negativa do presidente Umberto Crispim, que conseguiu a nomeação de fichas sujas na administração tampão de Carlos Roberto Pupin (PP), em seguir as diretrizes partidárias.
Ontem à noite, Barros prometeu aos seus comandados – inclusive Crispim, que participou da reunião do condomínio – que estará presente à reunião do PMDB para impedir a saída do partido de sua coligação. Dizem que o senador Roberto Requião também passará por lá.

Blog

Estilo barrento

Terminada a fase das convenções, e mesmo não tendo conseguido ainda oficializar um vice para seu candidato a prefeito, o capo Ricardo Barros coloca de volta às ruas seu velho estilo de fazer campanha eleitoral. Está previsto para esta segunda-feira o ajuizamento de uma ação contra a administração do PT (2001-2004). Vai cobrar a devolução de dinheiro supostamente desviado em 2004 – ano em que o deputado estadual Enio Verri, candidato a prefeito pelo PT, já não integrava mais a administração petista, já sob o comando de João Ivo Caleffi. A ideia é atingir o partido, e depois ligá-lo a Verri.

Blog

Já não é mais o mesmo

Até dias atrás o capo Ricardo Barros (PP) batia no peito, em conversa com deputados em Curitiba, e dizia que Wilson Quinteiro e Dr. Batista só seriam candidatos a prefeito em Maringá se ele deixasse, pois teria em mãos a maioria dos partidos políticos da cidade. Até agora, pelo menos, nenhum dos partidos que integram seu condomínio partidário fechou apoio aos dois candidatos, o que não significa pouca coisa. Batista e Quinteiro estão em voos próprios. Ele já não manda mais como antes.

Blog

Levando o PMDB para almoçar

O capo Ricardo Barros, que tem se dedicado à campanha do PP em Maringá nas últimas semanas, levou hoje a cúpula do PMDB, recentemente adquirido (ele luta para mantê-lo no condomínio), para almoçar com o presidente do PSDB, Wilson de Matos Filho, nas dependências do Cesumar. À mesa ele disse que não acredita que Dr. Batista (PMN) permaneça muito tempo ocupando a liderança das pesquisas em Maringá, mas reconheceu que ele poderá estar no segundo turno se conseguir sustentar os bons índices, e demonstrou certo temor em relação a Wilson Quinteiro (PSB). Barros continua interessado em fazer compras partidárias.
Foi lá que o ex-prefeito confirmou que o PSL, aquele cujo presidente lhe chamou de porco, trocaria o PTB pelo PMDB, para tentar eleger pelo menos um peemedebista. A coligação PSL-PMDB lançará 31 candidatos a vereador e pretende apoiar Carlos Roberto Pupin para prefeito.

Escândalo em Maringá

Denúncia crime: mais um pedaço da história

O ministro Dias Toffoli ainda não decidiu sobre o pedido do secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, Ricardo Barros (PP), contra quem há uma denúncia crime no Tribunal de Justiça do Paraná, resultado de escuta telefônica gravada pelo Gaeco. Depois de receber as informações da 2ª Vara Criminal, em despacho publicado nesta segunda-feira o ministro voltou a solicitar dados do TJ-PR sobre o pedido; Barros quer acesso às gravações integrais da Operação Quebra Galho, que resultou no afastamento do então secretário de Serviços Públicos, Vagner Mússio, e envolveu servidores e empresários, acusados de superfaturamento na poda de árvores. Ao solicitar novas informações, mais um pedaço do caso acabou chegando a público.Continue lendo ›

Blog

Um caso pré-Ficha Limpa

Um caso parecido ocorreu com o capo Ricardo Barros, que quando prefeito fez contratações irregulares na Prefeitura de Maringá e foi condenado por improbidade administrativa, tendo que devolver cerca de R$ 1 milhão. O oficial de justiça já estava na captura do espertão, quando este conseguiu em última instância o mesmo benefício que os vereadores e ex-vereadores tiveram: alegando que o serviço foi prestado, não precisou devolver o dinheiro recebido irregularmente.
No caso de Ricardo Barros, no entanto, ele apresentou todas as certidões solicitadas pela legislação e nelas não apareceu esta condenação por improbidade; ninguém do Ministério Público Eleitoral se interessou em tentar enquadrá-lo na Lei da Ficha Limpa, que posteriormente foi considerada inválida para aquele pleito.

Blog

Pupin ainda procura um vice

Circulou hoje a história de que o pai do deputado Evandro Junior (PSDB) teria aceitado a vice de Carlos Roberto Pupin (PP), mas ela não se sustenta. Ele realmente recebeu o convite, mas não aceitou (seria sua última, mas bota última nisso, opção).
Pupin, aliás, foi ontem a Curitiba participar da reunião semanal da executiva do PMDB, levou a pesquisa da DataBarros e ofereceu a vice aos peemedebistas. Ficou surpreso ao saber que eles estavam de posse de outra pesquisa; tivesse lido este blog no final de semana, saberia que o PMDB havia contratado a segunda pesquisa de um instituto de Londrina, com números diferentes. Resumindo: ao contrário do que o capo Ricardo Barros espalha, ele não tem o PSDB nem o PMDB em suas mãos.

Blog

Agenda política lotada

Na sexta-feira passada o capo Ricardo Barros (PP) dedicou a maior parte do tempo a conversas com  partidos políticos de seu condomínio, imprensa amiga e com as pessoas que vão coletar dinheiro junto ao empresariado para seu candidato, Carlos Roberto Pupin. A coleta na área médica, por exemplo, ficou a cargo de Hiranzinho, do Santa Rita. No sábado, foi ao Tocantins. Com a realização das convenções, ele tem cada vez menos tempo para ser secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa.

Blog

Pré-campanha rasteira

Na tentativa de complicar a vida de potenciais adversários desta campanha, o capo Ricardo Barros (PP) mandou espalhar que Dr. Batista (PMN), Wilson Quinteiro (PSB) e Maria Iraclézia de Araújo (DEM) estariam desistindo da candidatura a prefeito. Não se sabe o que mais ele pretende com isso, mas é o tipo de coisa que não agrada muita gente.
Contatados, todos os três reafirmaram a disposição da candidatura: Batista porque lidera as intenções de voto há masi de um ano; Quinteiro, por ser o único representante dos evangélicos (que somam 32% da população); e Maria Iraclézia de Araújo por acreditar ser uma novidade nas eleições.

Blog

Sobre valores, ou a falta deles

O desespero – ou a necessidade de levantar dinheiro para a campanha eleitoral – levou o capo Ricardo Barros a desfilar ontem, Dia dos Namorados, com seu pré-candidato, o prefeito em exercício de Maringá, Carlos Roberto Pupin, pelos gabinetes dos deputados estaduais do PMDB na Assembleia Legislativa do Paraná, em Curitiba, panfletando uma pesquisa da DataBarros. O secretário de Beto Richa, por sinal, se notabiliza por tornar externa qualquer pesquisa interna que lhe beneficie, cometendo aparente crime eleitoral.
Ele tenta alavancar a pré-candidatura do discípulo usando de artifícios pouco morais e éticos: na segunda-feira fez publicar notícia fantasiosa num blog sobre uma pesquisa de seu instituto, e no dia seguinte leva o discípulo para fazer política na capital do estado. Quem pagou o pato? O maringaense, que com dois prefeitos ficou sem nenhum deles na terça-feira.
PS – Hoje, o blog curitibano retirou a postagem pró-Barros do ar.

Blog

Denúncia-crime: STF pede informações

O ministro Dias Toffoli, do STF, determinou intimação ao Ministério Público do Paraná, na pessoa do procurador-geral de Justiça, para dar andamento à reclamação do ex-deputado Ricardo Barros (PP), flagrado em conversas telefônicas e alvo de denúncia-crime no Tribunal de Justiça do Paraná. No final de maio, Barros recorreu ao STF pois não obteve do TJ-PR todas as provas que integram a denúncia, especialmente a íntegra da quebra do sigilo telefônico; ele ingressou contra o juízo de Direito da 2ª Vara Criminal de Maringá . Barros teria sido flagrado conversando com Leopoldo Floriano Fiewski, secretário de Gestão e de Fazenda do prefeito licenciado Silvio Barros II e do prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin, discutindo direcionamento de licitações na Prefeitura de Maringá. Antes de decidir sobre o pedido de liminar de Barros, o ministro solicitou informações ao juiz Devanir Manchini, no final de maio, e, agora, ao MPE.

Escândalo em Maringá

Gravações telefônicas originaram denúncia

A denúncia-crime contra o secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa foi feita a partir de provas produzidas em quebra de sigilo telefônico, juntadas nos autos daquela ação penal do Gaeco que apurou irregularidades na Secretaria Municipal de Serviços Públicos de Maringá, em ajuizada em outubro do ano passado, conhecida como Operação Quebra Galho. A ação original é contra o ex-secretário de Serviços Públicos de Maringá, Vagner Mússio (esta, parcialmente trancada), Claudemir Celestino, Francisco Danir Polidoro, Joaquim Carlos Negri (ex-assessor de Ricardo Barros), José Alberto Mendonça e Lucimar Pereira da Silva.