ricardo barros

Escândalo em Maringá

Tentáculos

A pequena gravação trazida à tona, entre Ricardo Barros e Leopoldo Fiewski, dá noção do que se encontra nas quase duas mil páginas da denúncia crime contra o secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa. Fica claro que ele usa o dinheiro público também para manter a influência, via Partido Progressita, em outros municípios do Paraná.
Veja o caso da Trade Marketing, que participou da licitação com a Meta. Ricardo Barros indicou a Trade para fazer a campanha de Marcelo Belinati (PP) em Londrina, cujo proprietário é Beto Diniz. No caso de vitória em Londrina, os tentáculos de Barros estarão na Capital do Café.

Escândalo em Maringá

Coletiva será na sede do PP

O presidente estadual do Partido Progressista, Ricardo Barros, secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, marcou para as 10h30, na sede do PP, uma entrevista coletiva para responder as denúncias de fraude em licitação, publicadas hoje na Gazeta do Povo. Quem conhece a fera sabe que ele vai espernear o que der. Vai atacar novamente os promotores, incluindo José Aparecido da Cruz, que há anos, por força de impedimento pessoal, não atua nos casos envolvendo a figura. Ricardo sabe o que lhe espera.
PS – Uma outra coletiva foi marcada para as 16h30, no escritório da mulher do secretário, a deputada federal Cida Borghetti (PP), em Maringá. Em seu site, ele colocou uma nota de esclarecimento.

Escândalo em Maringá

Denúncia contra Barros sai no portal Terra

De Carlos Ohara, no portal Terra:
Flagrado em escutas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), no final do ano passado, o vice-presidente nacional do Partido Progressista (PP) e atual secretário de Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul do Paraná, Ricardo Barros, está sendo investigado pela Procuradoria Geral do Ministério Público do Paraná por suspeita de corrupção, improbidade, interferência administrativa e tráfico de influência. A investigação foi autorizada pelo Tribunal de Justiça. Ricardo Barros foi líder do governo no Congresso Nacional no segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e vice-líder do governo Lula (PT) na Câmara dos Deputados. Leia mais.

Escândalo em Maringá

Ricardo Barros é investigado por fraude em licitação

De Carlos Ohara, na Gazeta do Povo:
Gravações telefônicas do Ministério Público Estadual, autorizadas pela Justiça, mostram que o secretário estadual da Indústria e Comércio, Ricardo Barros, orientou um secretário da prefeitura de Maringá a fazer um “acordo” entre duas agências de comunicação que disputavam licitação de publicidade da administração municipal no valor de R$ 7,5 milhões. O MP investiga suposta fraude na concorrência. A Gazeta do Povo teve acesso aos áudios. No dia 18 de outubro do ano passado, Barros conversou com Leopoldo Fiewski (na época, secretário municipal do Saneamento, hoje na Fazenda) e externou a preocupação com os rumos da licitação. Diante da notícia de que duas empresas disputavam o certame – a Trade Comunicação, de Curitiba, e a Meta Publicidade, de Maringá –, Barros pediu a Fiewski que fizesse um acordo entre as participantes para que houvesse um entendimento. Leia mais.
(Foto: Fabio Dias/Gazeta Maringá)

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Presença indispensável

Apesar do converseiro sobre o pedido de prisão do coordenador-geral de sua campanha à Prefeitura de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP) diz que seria impensável algum político local dispensar a presença e o apoio de Ricardo Barros numa campanha. A consideração de Pupin pelo ex-prefeito que deixou a prefeitura saindo pela janela impressiona.
Por falar no secretário de Beto Richa, que esta semana nem citado foi na cerimônia sobre cidades sustentáveis na Acim, ele virou “uma seda” nos últimos dias. Está humilde, como não se via há tempos.

Akino

Terrenos com até 70% de desconto

Foi o que anunciou o secretário de Indústria e Comércio do Governo Beto Richa, Ricardo Barros, falando ao Pinga Fogo, hoje, para os empresários de Maringá,que quiserem adquirir lotes no chamado programa do Prodem. É dinheiro do contribuinte maringaense para ‘ajudar’ alguns privilegiados, sob o argumento de criação de novos empregos. Na verdade estão beneficiando empresas instaladas e com objetivos nada claros. Por que um secretário estadual, que nada tem com assunto, veio anunciar? Este é um programa municipal que já foi alvo de denúncias, uma das últimas aqui mesmo no blog. Lembram do caso Almenara? Caso Sisa?Continue lendo ›

Akino

Respirando por aparelhos

É insustentável a situação de Ricardo Barros no governo Beto Richa. O governador sente-se desconfortável com a presença do presidente do PP no Centro Cívico, principalmente depois que o Tribunal de Justiça negou pedido de habeas corpus feito por Barros. Ele tentou a tudo custo trancar notícia crime contra si, originária de um processo de 1880 páginas em que é acusado de manipular licitações na administração do irmão Sílvio. A demissão é questão de dias. (fonte blog do Messias Mendes)
Meu comentário (Akino): A aparição no Pinga Fogo, hoje, de surpresa, como disse o apresentador, talvez tenha sido uma tentativa de dar um ar de normalidade na atuação na secretaria, sobretudo mostrar que ainda está vivo.Disse que estava indo a Bela Vista do Paraíso representar o governador. Mas tudo indica, para usar uma linguagem médica, que está, quanto ao cargo, respirando por aparelhos.
PS: Bem que poderiam ter perguntado sobre a denúncia que está no TJ.
Akino Maringá, colaborador

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Saída temporária

Contrariando os boatos que tomaram conta do estado nas últimas horas, o secretário de Indústria e Comércio do Paraná Ricardo Barros (PP), não tinha interesse, até a tarde de ontem, de se afastar do cargo – pelo menos, não definitivamente. Ele teria admitido, porém, seguir o exemplo do irmão mais velho e solicitar uma licença. Afinal de contas, seu patrão, Beto Richa (PSDB), é bonzinho.

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O capo visita o Tribunal de Justiça

O capo Ricardo Barros, secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, visitou Curitiba nesta quinta-feira, dia em que normalmente estaria em Maringá, como soi acontecer no resto da semana. No olho do futuro furacão (o vento nem começou a soprar, ainda), ele esteve no Tribunal de Justiça do Paraná, onde na sexta-feira passada deu entrada a um habeas corpus tentando impedir a investigação de uma denúncia crime apresentada no final do ano passado contra ele pelo Ministério Público de Maringá. Coordenador geral da campanha de Carlos Roberto Pupin, ele está determinado a impedir o andamento do processo, que contém, a exemplo do caso Cachoeira, interceptações telefônicas que o flagram em conversas sobre manipulação de licitações na prefeitura comandada pelo seu irmão mais velho. Continue lendo ›

Akino

O Diário publicou

O Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) negou pedido de liminar feito pelo secretário de Estado de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, para o trancamento de um processo em que ele figura como “noticiado”. Segundo a ação, que corre em segredo de Justiça, Barros seria suspeito de manipular uma licitação da Prefeitura de Maringá. Leia mais. [A informação foi publicada neste blog na noite de terça-feira]
Meu comentário: Para muitos é surpreendente que O Diário tenha publicado esta notícia, na edição de hoje. A mim não surpreende, em que pese o pouco destaque a um fato de suma importância. O jornal tem mudado muito e hoje já está não amarrado politicamente, ou seja não tenha ‘cauda presa’. Quanto ao argumento de que a ação é nula porque a denuncia é anônima é absurdo, pois se assim fosse 90% dos crimes não resultariam em processo, e o telefone 181 não teria mais utilidade. O questão é saber houve, ou não, a conversa telefônica em que o irmão do prefeito orientava um secretário a pedir propina? Isto, segundo fonte confiável, está comprovado. Então?
Akino Maringá, colaborador

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Semblante

O semblante do capo Ricardo Barros (PP), ontem à tarde, na cerimônia realizada na Acim com os candidatos a prefeito, era de completo abatimento. A arrogância, a prepotência, o queixo apontando para o céu, desapareceram. E olhe que nenhuma reportagem, dando detalhes do ocorrido, foi publicada até agora. Os mais próximos temem que o abatimento chegue a todos os integrantes da corporação, o que pode complicar a candidatura oficial, já que ele é o coordenador geral, ao lado da mulher, do irmão mais velho e de Hamilton Cardoso.

Eleições 2012

Distante da secretaria

O capo Ricardo Barros acompanhou a mulher, deputada federal Cida Borghetti, nesta tarde na Acim, quando houve uma cerimônia de adesão dos candidatos a prefeito de Maringá ao projeto cidades sustentáveis – o qual, infelizmente, o atual prefeito Silvio Barros não procurou cumprir. O casal integra a coordenação de campanha de Carlos Roberto Pupin (PP). A presença do secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa numa solenidade política em plena quarta-feira à tarde em Maringá é significativa: ele não trabalha mais em Curitiba e, como enfatizou Cícero Cattani, deve mesmo estar preparando sua saída do governo diante da montanha de denúncias que começa a deslizar sobre sua cabeça e de sua organização.

Blog

Ricardo Barros imita Gianoto

Revelada aqui neste modesto blog a negativa do habeas corpus solicitado pelo secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, Ricardo Barros (PP), este optou hoje pela conhecida tática do desespero. Distribuiu release em que tenta se transformar de denunciado em denunciante e revela para os que não sabiam que ele foi pego em conversa telefônica nada republicana num processo que está no TJ-PR, coisa que os leitores deste espaço sabem desde dezembro de 2001.
A tática é semelhante à usada pelo ex-prefeito Jairo Gianoto. Continue lendo ›

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Quase insustentável

Nos corredores e gabinetes do governo estadual comenta-se muito da difícil situação do secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, Ricardo Barros (PP), agravada com a negativa de habeas corpus para trancar investigação de irregularidades envolvendo também a administração do irmão mais velho. Se o caso ganhar a mídia tradicional, não restará outra alternativa ao presidente do PP do Paraná a não ser solicitar o afastamento do cargo, já que os respingos podem ser inevitáveis. Sem mandato e sem cargo no governo paranaense, teremos um outro Ricardo Barros por aqui.
PS – No Facebook, há até uma brincadeira a respeito do assunto.

Blog

TJ nega habeas corpus a Ricardo Barros

O desembargador Lídio José Rotoli de Macedo, do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Paraná, negou na tarde de hoje habeas corpus solicitado pelo secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, o capo Ricardo Barros (PP). O pedido foi ajuizado na última sexta-feira e pedia o trancamento da investigação da notícia crime na qual ele figura como noticiado, suspeito de manipular licitações no governo do irmão mais velho, Silvio Barros II, prefeito de Maringá. No HC, Barros relata que a denúncia é nula por se originar de uma denúncia anônima, que levou à interceptação telefônica de vários números de telefone, pedidos feitos pelo Gaeco e deferidos pelo juízo da 2ª Vara Criminal, no final do ano passado. A intercepção acabou flagrando uma conversa entre o secretário de Beto Richa e Leopoldo Fiewski, super-secretário de Silvio Barros II e de Carlos Roberto Pupin, levando à instauração da notícia crime, “em face da suspeita de envolvimento do paciente em fraude à licitação para serviços de publicidade e propaganda”.Continue lendo ›

Blog

Apertos de mão famosos


Na sequência: Martin McGuinness e a rainha Elizabeth, em 2012; Hitler e Chamberlain, em 1938; Mikhail Gorbachov e Ronald Reagan em 1985; Yitzhak Rabin e Yasser Arafat, em 1993; Tony Blair e Kadafi, em 2004; Barack Obama e Hugo Chávez, em 2009; FHC e Lula, em 2012; Zago e Ricardo Barros, em 1990; Anwar Sadat e Menahem Begin, em 1979; Richard Nixon e Mao Tsé-Tung, em 1972; e Claudemir Romancini e Ricardo Barros, em 1990.

Eleições 2012

Enfim, juntos!

O ex-vereador Euclides Alexandre Zago da Silva e o ex-prefeito Ricardo Barros (ambos do PP) finalmente falam a mesma língua. Zago anunciou que vai fazer como Ricardo  – a quem ele, há anos, chama de “ladrão”, “safado” etc – e votar em Carlos Roberto Pupin. Levam o pernambucano de Inajá e desafeto público dos fratelli a votar no mesmo candidato do “ladrão”, “safado” etc, algumas circunstâncias, como o apoio já manifesto a Nereu Vidal Cézar (PMDB), dona Luíza Pupin e a palavra do prefeito em exercício de que, eleito, o capo deixará de ser capo e de mandar na Prefeitura de Maringá. Zago, que até recentemente reclamava neste blog do sistema de saúde da cidade, cobrando do coordenador de campanha de Pupin o paradeiro de R$ 134 milhões, deixa claro também que não quer nem saber do candidato do PT.

Blog

O patrão que RB pediu a Deus

Pra variar, ontem o secretário de Indústria e Comércio Ricardo Barros (PP) estava despachando em Maringá. Chegou a participar da inauguração do estacionamento do aeroporto, talvez porque o governador Beto Richa (PSDB), além de ser um patrão que não desconta o salário de secretários gazeteiros, não tenha secretário de Transportes. Ah, mas ele tem…

Akino

Uma candidatura hercúlea ou cítrica?

Hércules Ananias é candidato a prefeito, em Maringá, pelo PSDC, presidido por Herculano Ferreira, com ligações umbilicais com o chefão RB. Talvez por influência dos nomes do candidato e do presidente do partido, a candidatura de Ananias, por uma agremiação sem expressão nacional, tenha se transformado em hercúlea, que significa possante, valente, com uma força extraordinária
De onde saiu a força capaz de fazer com que este partido tenha uma estrutura jurídica para preparar seis processos de impugnação de candidaturas a prefeito, inclusive a de Pupin? Que advogados compõem o seu departamento jurídico? Há quem diga que na verdade é uma candidatura laranja, como tantas outras lançadas em eleições anteriores, bancadas por terceiro (sabemos quem) para fazer este serviço sujo, juridicamente falando, melar ou complicar debates. Só para dar um ar de seriedade pediu a impugnação, inclusive, da candidatura de Pupin. Ou será que estaria contra mesmo? Está difícil saber quais as verdeiras intenções do capo. Não duvido de mais nada. Depois de refletir sobre o papel de Hércules, mudei meu candidato; agora, sou Débora Fernandes.
Akino Maringá, colaborador

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Aniversário de quase cassação

No próximo dia 8 a votação e arquivamento do processo de cassação do mandato do então prefeito Ricardo José Magalhães Barros vai comemorar 22 anos. Nascia naquele dia o famoso Grupo dos 13 – quase um Grupo dos 12, número de partidos que hoje apoiam o capo e seu candidato a prefeito pelo PP. Foram fundamentais para a formação do Grupo dos 13 quatro vereadores de então: Nilson de Oliveira, Nereu Vidal Cezar, Laércio Nora Ribeiro e Paulo Mantovani.

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Governador incomodado

O governador Beto Richa (PSDB) está numa situação difícil com os boatos, vindos de blogs curitibanos, de que existe um pedido de prisão contra seu secretário de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, que de vez em quando tem dado expediente naquela secretaria. A situação torna-se cada dia mais chata, embora oficialmente não exista confirmação da procedência da notícia.

Escândalo em Maringá

Denúncia contra RB tem 1.818 páginas

De Cícero Cattani:
A notícia-crime do MP contra Ricardo Barros, com pedido de prisão, à espera de despacho do desembargador Lidio José Rotoli de Macedo (foto), tem oito volumes e 1818 páginas. Além de farta documentação, estão anexados vídeos e gravações telefônicas. Corre em segredo de justiça. Trata-se do Processo: 863549-8 Notícia Crime (OE) Autor: Ministério Público do Estado do Paraná Réu: Ricardo José Magalhães Barros Advogado: Ivan Xavier Vianna Filho NPU: 0055864-22.2011.8.16.0000 Comarca: Maringá Vara: 2ª Vara Criminal Natureza: Criminal Órgão Julg.: Órgão Especial Relator: Desembargador Lidio José Rotoli de Macedo Volumes: 8 Número Páginas: 1818 Ação Originária: 2011.00021223 Nº Protocolo: 2011.00452255.
PS do Blog do Rigon – O assunto virá à tona em plena campanha eleitoral, e o coordenador-geral da campanha de Carlos Roberto Pupin (PP) e os 11 partidos adquiridos para esta eleição serão, com certeza, atingidos. Será que pelo menos um deles, um só que seja da organização, ficará envergonhado?

Blog

Pedido de prisão

Circula na rede, há dois dias, a informação de que está com o desembargador José Rotoli de Macedo, do Tribunal de Justiça do Paraná, o pedido de prisão cautelar do maringaense Ricardo Barros, secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa e coordenador da campanha de Carlos Roberto Pupin (PP) e uma pá de partidos políticos, que terão mais de 11 minutos na televisão nesta campanha. A notícia começou no blog de Cícero Cattani, passou pelo de Flávia Prazeres e ontem à noite foi retuitado pelo senador Roberto Requião, que pertence ao PMDB, a mais recente sigla adquirida por Barros. O pedido teria sido feito na ação resultante de conversa telefônica entre o capo e o Leopoldo Floriano Fiewski, o super-secretário de Silvio Barros II e Pupin. Dizem que, se as gravações vierem à tona, era uma vez…

Má-ringá

Maringá, Maringá

De Cícero Cattani:
E o Contorno Norte de Maringá ainda vai dar muito o que falar. O escândalo que derrubou o ministro dos Transportes, Aldredo Nascimento (PR), e respingou em políticos de porte de Paulo Bernardo e Ricardo Barros, continua insepulto. Em nota à imprensa, o Tribunal de Contas da União informadeterminou ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes que, em até 60 dias, adote providências para corrigir superfaturamento em contrato para obras do Contorno Norte de Maringá, BR-376. O superfaturamento decorre da cobrança indevida para transporte do cimento. De acordo com o relatório, as composições do projeto da obra previram a utilização de cimento em sacos, disponibilizado na cidade de Maringá e entregue em qualquer ponto do município por preço, já incluído o frete. Dessa forma, não haveria motivos para o pagamento de transporte equivalente à distância de 416 km.
PS – Detalhes sobre o novo superfaturamento aqui.

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Futuro do PMDB de Maringá em discussão

O destino do PMDB de Maringá será definido nesta manhã em Curitiba. A executiva estadual vai tratar da aquisição do partido pelo condomínio do capo Ricardo Barros e a negativa do presidente Umberto Crispim, que conseguiu a nomeação de fichas sujas na administração tampão de Carlos Roberto Pupin (PP), em seguir as diretrizes partidárias.
Ontem à noite, Barros prometeu aos seus comandados – inclusive Crispim, que participou da reunião do condomínio – que estará presente à reunião do PMDB para impedir a saída do partido de sua coligação. Dizem que o senador Roberto Requião também passará por lá.

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Estilo barrento

Terminada a fase das convenções, e mesmo não tendo conseguido ainda oficializar um vice para seu candidato a prefeito, o capo Ricardo Barros coloca de volta às ruas seu velho estilo de fazer campanha eleitoral. Está previsto para esta segunda-feira o ajuizamento de uma ação contra a administração do PT (2001-2004). Vai cobrar a devolução de dinheiro supostamente desviado em 2004 – ano em que o deputado estadual Enio Verri, candidato a prefeito pelo PT, já não integrava mais a administração petista, já sob o comando de João Ivo Caleffi. A ideia é atingir o partido, e depois ligá-lo a Verri.

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Já não é mais o mesmo

Até dias atrás o capo Ricardo Barros (PP) batia no peito, em conversa com deputados em Curitiba, e dizia que Wilson Quinteiro e Dr. Batista só seriam candidatos a prefeito em Maringá se ele deixasse, pois teria em mãos a maioria dos partidos políticos da cidade. Até agora, pelo menos, nenhum dos partidos que integram seu condomínio partidário fechou apoio aos dois candidatos, o que não significa pouca coisa. Batista e Quinteiro estão em voos próprios. Ele já não manda mais como antes.