ricardo barros

Akino

Nota de desagravo

A Associação Paranaense do Ministério Público considerou “levianas” e “infelizes” as acusações feitas pelo secretário de Indústria e Comércio Ricardo Barros contra os promotores de Maringá. Em nota, a associação defendeu o trabalho dos promotores afirmando que todas as denúncias que chegam ao conhecimento dos membros do MP “são apuradas com a mesma lisura e legalidade, tratadas todas com isenção, imparcialidade e isonomia”. A associação ressalta ainda que nenhum dos dois promotores citados por Barros “possui qualquer elo com algum agente ou partido político” e que desde 1992 todos os prefeitos de Maringá foram alvos de ações de improbidade administrativa propostas pelo MP.Continue lendo ›

Escândalo em Maringá

Ricardo Barros, o supersincero

De Rogério Waldrigues Galindo, na Gazeta do Povo:
Ricardo Barros não é mais prefeito de Maringá desde 1992. Pelo menos na teoria. Na prática, segundo mostram as gravações do Ministério Público reveladas por esta Gazeta, continua dando ordens a secretários municipais. Como só quem dá ordens a secretários é o prefeito, Ricardo Barros no mínimo está se metendo onde não devia. Mais estranho: não nega que tenha influência sobre a administração do irmão Silvio, pelo menos em alguns aspectos. E nem Silvio nega que o irmão participe da prefeitura. Leia mais.

Akino

Governador tomará medidas cabíveis

Segundo matéria da Gazeta do Povo, o governador Beto Richa (PSDB) disse ontem que espera ouvir explicações do secretário estadual da Indústria e Comércio, Ricardo Barros, sobre a investigação do Ministério Público do Paraná (MP) a respeito da suspeita de fraude na licitação de publicidade da prefeitura de Maringá. Após essa conversa, disse Richa, ele decidirá se tomará alguma atitude em relação ao seu secretário.
Richa disse ontem que conversou rapidamente com Ricardo Barros por telefone e que não tinha tomado conhecimento com profundidade das suspeitas do MP. “Estou aguardando as explicações do Ricardo Barros para tomar as medidas cabíveis em relação a isso.” Richa não adiantou que medidas poderia tomar, mas garantiu que são aquelas que tomaria em relação a qualquer secretário em uma situação semelhante.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Do Caixa Zero

(…) Barros, que aparentemente era tão prefeito de Maringá quanto o irmão, Silvio Barros, dá ordens para um secretário municipal. A conversa não permite conclusões mais apressadas, mas uma coisa é certa: Barros estava interferindo para que a licitação ocorresse de determinada forma. (Texto de Rogério Galindo, do blog Caixa Zero, leia aqui.)
Meu comentário (Akino): Caro Rogério, discordo do trecho. Na verdade Ricardo é, de fato, quem dá ordens na prefeitura, ou seja, o prefeito. Certamente pretende continuar atuando numa eventual administrração de Pupin. Há quem diga que este não permitiria. Fica a dúvida. O que acha, Zago?
Akino Maringá, colaborador

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Ligações antigas

Não foi à toa que o secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa (PSDB), Ricardo Barros (PP), indicou a Trade Marketing, de Beto Diniz, para a campanha de Marcelo Belinati (PP), em Londrina. A reportagem da Gazeta do Povo diz que a empresa é “parceira” de RB, citando o trecho de uma conversa entre Francisco Maravieski, secretário de Propaganda de Maringá, e um rapaz chamado Rodrigo (seria de uma emissora de televisão). A parceria teria algo a ver com o que o blog ficou sabendo vir de Curitiba: lá, ainformação é de que foi esta a agência que fez a campanha de Ricardo Barros para o Senado, em 2010.

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Barros diz que Richa está com ele e que não deixará o cargo

“O governador Beto Richa está comigo”, garantiu no início desta noite o secretário de Indústria e Comércio do Paraná, Ricardo Barros (PP), que autopromoveu um desagravo no escritório  político da mulher, a deputada federal Cida Borghetti. Lá estavam presentes de partidos que integram sua organização (partidária), ex-secretários, candidatos e cargos comissionados, além de algumas lideranças. Ele voltou a atacar o Ministério Público Eleitoral, disse não temer a imprensa e confirmou que nesta quarta-feira voltará a permanecer em Maringá, fazendo visitas a órgãos de comunicação. Barros colocou-se como um líder e articulador que está sendo perseguido de forma política, que, no fundo, visa atingir seu candidato a prefeito, Carlos Roberto Pupin (PP), que por sinal não estava presente.
O (ainda) capo disse que não vai deixar o governo, embora nos últimos meses raramente compareça à sua secretaria, e afirmou estar tranquilo.

Akino

Saia para não deixar Beto numa saia justa

Li no blog do Cícero Cattani e reproduzo: ““Saia agora, Ricardo Barros, antes que a lama atinja um homem honesto, Beto Richa”, diz um político parafraseando Roberto Jefferson no episódio do mensalão apelando a José Dirceu que deixasse a Casa Civil, livrando Lula do escândalo. Depois de noticiado com exclusividade por este blog, o grampo que detonou o episódio de Maringá chegou às páginas da Gazeta. E, como previsto, arrisca abalar as candidaturas de outros aliados de Beto.”
Meu comentário (Akino): Acredito que ele pedirá uma licença, sob o argumento que precisa se dedicar às campanhas. Até as eleições teria um fôlego para ver como fica. No fundo o governador não tem lá muita autonomia para pedir que ele saia, pelo menos é o que parece, o que certamente o deixa numa saia justa. Mudando de assunto, houve alguma licitação na Secretaria da Indústria e Comércio na atual gestão?
Akino Maringá, colaborador

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Um triste final de tarde

Um clima de tristeza desceu sobre o escritório político da deputada federal Cida Borghetti, na avenida Prudente de Morais, em Maringá. Mais um pouco e Ricardo Barros perde a condição de capo. Nunca se viu sua assessoria disparando tanto telefonema a tanto aliado, ex-aliado, conhecidos e principalmente assalariados (cargos comissionados). Teve gente que se sentiu lisonjeada pela lembrança, depois de tanto tempo, mas preferiu declinar. Assim, nem todos os convidados apareceram. Alguns estavam constrangidos, outros tão abatidos como Barros, caso do presidente do PSDB, Wilson Matos. Foi uma tarde como há muito não se via naquelas lados onde costuma imperar a arrogância.

Akino

Tão difícil como

Explicar aquela conversa com o ‘Leo’ não é fácil, mas Ricardo Barros está tentando. Se colar, muito bem, alguns ingênuos pode até acreditar, mas que é uma tarefa díficil convencer aos que tenham, pelo menos, um pouco de vivacidade, não tenho dúvidas. Para usar uma expressão batida, e meio chula, é o mesmo que tentar justificar batom nas roupas íntimas. Como é difícil convencer que não é aquilo que o parceiro está pensando.
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

Ele chegou

O secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa e presidente estadual do PP, Ricardo Barros, chegou há cerca de dez minutos ao Aeroporto Regional Silvio Name Junior. Ele esteve nesta manhã em Curitiba, onde deu entrevista na sede do PP, defendendo-se das denúncias de fraudar licitação de publicidade na prefeitura em tese comandada pelo irmão mais velho, hoje licenciado, Silvio Barros II. Ele estava com cara de poucos amigos.
Agora à tarde, no escritório político de sua mulher, a deputada federal Cida Borghetti (PP), Ricardo dará entrevista coletiva à imprensa de Maringá sobre o mesmo assunto. Sua assessoria está convidando todos os aliados e integrantes da organização (partidária) comandada pelo capo para estarem presentes ao evento.

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Para o que der e vier

Convenhamos, o PMDB de Maringá escolheu uma péssima hora para se vender aliar à organização (partidária) dos Barros. Mas, amigo é amigo, e fdp é fdp, e por isso, enquanto houver CC para sugar, o pessoal irá à luta pelo capo di tutti capi.

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Veredito

Do alto de sua longa experiência, o ex-vereador Nereu Vidal Cézar (PMDB), analisando a denúncia contra o capo Ricardo Barros, decreta: “Não vai dar em nada”.
Mas, suspirem aliviados defensores da boa causa política: Nereu também havia previsto que o caso da compra dos laptops superfaturados, ocorrido durante sua gestão como diretor-geral da Câmara de Maringá, também não daria em nada.

Escândalo em Maringá

“Não me deixem só”

O capo Ricardo Barros, depois de repetir a estratégia de Jairo Gianoto, agora imita Collor de Mello: está convidando todos os chegados, os mais chegados e os não tão chegados assim para acompanhar a entrevista coletiva às 16h30 no escritório político de sua mulher, a deputada federal Cida Borghetti (PP). A ideia é passar firmeza e apoio neste momento crítico de sua carreira política, só superado pelo episódio da fuga pela janela, ao fim de seu governo, e pelo medo de subir no palanque do desfile de 7 de Setembro com medo da Operação Campo Fértil, que precedeu o mensalão e a vice-liderança do governo Lula.
Karl Marx já dizia que a história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa. “Não me deixem só” foi a frase usada pelo ex-presidente, que encheu as burras da administração Barros (89-92) com recursos federais, quando via seu poder (oxigênio para alguns) indo embora.

Escândalo em Maringá

No desespero por publicidade, Ricardo Barros ficou mal

De Rogério Galindo, na Gazeta do Povo:
Tem sido uma constante nos escândalos políticos. Desde o mensalão, que começa a ser julgado nesta semana, até o caso da Câmara de Curitiba, todos passam por agências de publicidade. Ricardo Barros não fugiu à regra. O escândalo levantado pelo Gaeco a partir de gravações do secretário de Indústria e Comércio começa com uma licitação de publicidade. Leia mais.

Escândalo em Maringá

RB confirma interesse eleitoral

Na entrevista pela manhã, o capo Ricardo Barros disse que monitora as coisas da Prefeitura de Maringá e que no caso da publicidade interessa eleitoralmente ao grupo político que comanda. Ou seja, abre espaço para ações na área eleitoral, por parte de candidatos que se sentirem prejudicados com o abuso do poder econômico e político dos fratelli.
Com a gravação, fica mais fácil para que todos entendam. Mas, c0mo se diz, eu já sabia.

Política

Uma página da política paranaense

O vídeo mostra o prefeito cassado de Londrina, Barbosa Neto (PDT), comemorando sua eleição no chamado terceiro turno, em 2008, na chácara do ex-prefeito Antonio Belinati (PP). Os dois aparecem juntos com Ricardo Barros (PP), que foi o coordenador da campanha de Barbosa Neto.

Akino

Deu n´O Diário

Está em O Diário, edição digital, e transcrevo, em resumo, matéria sobre a denuncia contra Ricardo Barros: “Um áudio de uma gravação telefônica interceptada pelo Ministério Público do Paraná e que mostra uma conversa entre o secretário de Estado da Indústria e Comércio, Ricardo Barros (PP), e o secretário municipal Leopoldo Fiewski, é parte de uma investigação do MP sobre uma suposta fraude em licitação de publicidade da prefeitura.Continue lendo ›

Blog

Nomes de operação

Depois de inventar a Operação Tarrafa, referindo-se à ação do Gaeco contra ele e a administração honesta e transparente do irmão mais velho, talvez Ricardo Barros queria criar agora a Operação Se Segura Malandro.
Em Curitiba, corre que, se ele não pedir demissão até a próxima sexta-feira, será convidado a sair, com Beto Richa fazendo as vezes de Capitão Nascimento.

Escândalo em Maringá

Sumindo das bancas

Exemplares do jornal Gazeta do Povo se tornaram raros nas bancas de Maringá, com a publicação, hoje, da reportagem sobre o capo Ricardo Barros. O jornal dedicou duas páginas inteiras ao direcionamento da licitação de publicidade, coisa de R$ 7,5 milhões. A novela deve ter desdobramentos na edição de amanhã, com a versão de Barros e, quem sabe, novas revelações.

Escândalo em Maringá

Tentáculos

A pequena gravação trazida à tona, entre Ricardo Barros e Leopoldo Fiewski, dá noção do que se encontra nas quase duas mil páginas da denúncia crime contra o secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa. Fica claro que ele usa o dinheiro público também para manter a influência, via Partido Progressita, em outros municípios do Paraná.
Veja o caso da Trade Marketing, que participou da licitação com a Meta. Ricardo Barros indicou a Trade para fazer a campanha de Marcelo Belinati (PP) em Londrina, cujo proprietário é Beto Diniz. No caso de vitória em Londrina, os tentáculos de Barros estarão na Capital do Café.

Escândalo em Maringá

Coletiva será na sede do PP

O presidente estadual do Partido Progressista, Ricardo Barros, secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, marcou para as 10h30, na sede do PP, uma entrevista coletiva para responder as denúncias de fraude em licitação, publicadas hoje na Gazeta do Povo. Quem conhece a fera sabe que ele vai espernear o que der. Vai atacar novamente os promotores, incluindo José Aparecido da Cruz, que há anos, por força de impedimento pessoal, não atua nos casos envolvendo a figura. Ricardo sabe o que lhe espera.
PS – Uma outra coletiva foi marcada para as 16h30, no escritório da mulher do secretário, a deputada federal Cida Borghetti (PP), em Maringá. Em seu site, ele colocou uma nota de esclarecimento.

Escândalo em Maringá

Denúncia contra Barros sai no portal Terra

De Carlos Ohara, no portal Terra:
Flagrado em escutas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), no final do ano passado, o vice-presidente nacional do Partido Progressista (PP) e atual secretário de Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul do Paraná, Ricardo Barros, está sendo investigado pela Procuradoria Geral do Ministério Público do Paraná por suspeita de corrupção, improbidade, interferência administrativa e tráfico de influência. A investigação foi autorizada pelo Tribunal de Justiça. Ricardo Barros foi líder do governo no Congresso Nacional no segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e vice-líder do governo Lula (PT) na Câmara dos Deputados. Leia mais.

Escândalo em Maringá

Ricardo Barros é investigado por fraude em licitação

De Carlos Ohara, na Gazeta do Povo:
Gravações telefônicas do Ministério Público Estadual, autorizadas pela Justiça, mostram que o secretário estadual da Indústria e Comércio, Ricardo Barros, orientou um secretário da prefeitura de Maringá a fazer um “acordo” entre duas agências de comunicação que disputavam licitação de publicidade da administração municipal no valor de R$ 7,5 milhões. O MP investiga suposta fraude na concorrência. A Gazeta do Povo teve acesso aos áudios. No dia 18 de outubro do ano passado, Barros conversou com Leopoldo Fiewski (na época, secretário municipal do Saneamento, hoje na Fazenda) e externou a preocupação com os rumos da licitação. Diante da notícia de que duas empresas disputavam o certame – a Trade Comunicação, de Curitiba, e a Meta Publicidade, de Maringá –, Barros pediu a Fiewski que fizesse um acordo entre as participantes para que houvesse um entendimento. Leia mais.
(Foto: Fabio Dias/Gazeta Maringá)

Blog

Presença indispensável

Apesar do converseiro sobre o pedido de prisão do coordenador-geral de sua campanha à Prefeitura de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP) diz que seria impensável algum político local dispensar a presença e o apoio de Ricardo Barros numa campanha. A consideração de Pupin pelo ex-prefeito que deixou a prefeitura saindo pela janela impressiona.
Por falar no secretário de Beto Richa, que esta semana nem citado foi na cerimônia sobre cidades sustentáveis na Acim, ele virou “uma seda” nos últimos dias. Está humilde, como não se via há tempos.

Akino

Terrenos com até 70% de desconto

Foi o que anunciou o secretário de Indústria e Comércio do Governo Beto Richa, Ricardo Barros, falando ao Pinga Fogo, hoje, para os empresários de Maringá,que quiserem adquirir lotes no chamado programa do Prodem. É dinheiro do contribuinte maringaense para ‘ajudar’ alguns privilegiados, sob o argumento de criação de novos empregos. Na verdade estão beneficiando empresas instaladas e com objetivos nada claros. Por que um secretário estadual, que nada tem com assunto, veio anunciar? Este é um programa municipal que já foi alvo de denúncias, uma das últimas aqui mesmo no blog. Lembram do caso Almenara? Caso Sisa?Continue lendo ›

Akino

Respirando por aparelhos

É insustentável a situação de Ricardo Barros no governo Beto Richa. O governador sente-se desconfortável com a presença do presidente do PP no Centro Cívico, principalmente depois que o Tribunal de Justiça negou pedido de habeas corpus feito por Barros. Ele tentou a tudo custo trancar notícia crime contra si, originária de um processo de 1880 páginas em que é acusado de manipular licitações na administração do irmão Sílvio. A demissão é questão de dias. (fonte blog do Messias Mendes)
Meu comentário (Akino): A aparição no Pinga Fogo, hoje, de surpresa, como disse o apresentador, talvez tenha sido uma tentativa de dar um ar de normalidade na atuação na secretaria, sobretudo mostrar que ainda está vivo.Disse que estava indo a Bela Vista do Paraíso representar o governador. Mas tudo indica, para usar uma linguagem médica, que está, quanto ao cargo, respirando por aparelhos.
PS: Bem que poderiam ter perguntado sobre a denúncia que está no TJ.
Akino Maringá, colaborador