ricardo barros

Akino

Laranjas podres, quem?

Só hoje assisti a sessão da última quinta, da Câmara de Maringá e pude perceber a reação violenta de John e Heine Macieira contra o pedido de CPI para investigar o Ricardoduto. Falando depois de Humberto Henrique, que disse que a denúncia contra Ricardo era o assunto, John, visvelmente alterado, com aquele vozeirão de locutor, disse que o assunto era o mensalão do PT. Heine , depois de falar da injustiça das denúncias contra os Barros, disse que não falava do Ministério Público como instituição, mas dos laranjas podres que fazem parte. Quem seriam os laranjas podres, segundo Macieira ? Por acaso estaria o líder do frefeito ofendendo dr. Cruz e dr. Laércio Januário? Entendi que sim, mas posso estar errado.
Em seguida, falou Mário Verri que deu um sabão nos dois, lembrando que o mensalão é do PP, do PMDB, e que o líder é como zaqueiro, que faz falta, escondido, e fica bravo como juiz que marcou, numa total inversão de valores.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Vivo

Não estamos falando de operadora de celular, mas da presença de Ricardo Barros (Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul), além de técnicos do governo estadual, numa reunião com o governador Beto Richa e outros secretários e técnicos, de uma rodada de negociações com o presidente da Ambev no Brasil, João Castro Neves, para se discutir incentivos para instalação de mais uma fábrica de cervejas e refrigerantes. Interessante é o destaque que alguns dão à presença de Ricardo. Parece que ele quer demonstrar que, embora respirando por aparelhos, está vivo.
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

No telhado

impacto
Reportagem do Impacto Paraná desta semana cobra a saída de Ricardo Barros do secretariado de Beto Richa, citando a escuta telefônica que mostra “que tinha linguiça debaixo de uma grande farofa que foi devidamente acomodada para que todos pudessem saborear do mesmo prato”. Clique para ampliar.

Akino

“Quem não deve, não teme”

Para ‘clarear”, mais um pouco, o caso da notícia crime contra Ricardo Barros,na licitação da propaganda, vencida pela Meta, para os que desejarem consultar a movimentação do processo os dados são os seguintes:

Processo: 863549-8 Notícia Crime (OE)
NPU: 0055864-22.2011.8.16.0000
Comarca: Maringá
Vara: 2ª Vara Criminal
Natureza: Criminal
Órgão Julg.: Órgão Especial
Relator: Desembargador Lidio José Rotoli de Macedo
Volumes: 8
Número Páginas: 1818
Ação Originária: 2011.00021223

Observe, caro leitor, que 1.818 páginas, em 8 volumes, não podem se referir a apenas menos de três minutos de gravação de conversa telefônica. Deve ter muito mais e coisa cabeluda, como disse uma jornalista da capital, para justificar o pedido de prisão preventiva. Por esta razão a CPI é fundamental e só depende do PSB e PMN, de Quinteiro e Dr. Batista, representados na Câmara pelos Vereadores Paulo Soni e Saboia. Se eles dois não assinarem pode ser um sinal de que os candidatos não estão assim não independentes de Ricardo Barros. Continue lendo ›

Blog

Três volumes com documentos

A denúncia crime contra o secretário licenciado de Beto Richa, Ricardo Barros (PP), voltou a se movimentar depois de quatro meses. Desde 11 de abril o processo estava na Procuradoria Geral de Justiça e no primeiro dia deste mês foi devolvido, com a juntada de novos documentos em quatro volumes. No total, a denúncia tem oito volumes, com 1.818 páginas. No dia 2, dia em que ocorreu o debate e que Barros estava em Curitiba, os autos foram encaminhados ao relator, desembargador Lídio José Rotoli de Macedo. São três volumes de documentação, dentre os quais alguns fazem menção à quebra de sigilo.

Escândalo em Maringá

Beto da Trade vestiu a camisa de RB

betodatrade
O publicitário Adalberto Diniz, o Beto Diniz da Trade Marketing, de Curitiba, em agosto de 2010, no centro da capital paranaense, fazendo campanha para Ricardo Barros, secretário licenciado de Beto Richa. Sua agência disputou com a Meta Propaganda, que atende a prefeitura do irmão mais velho desde 2005, a licitação de R$ 7,5 milhões, sob suspeita de fraude (a tal “solução salomônica”). Em 2009 ele foi o marqueteiro da campanha de Barbosa Neto (PDT) em Londrina, coordenada por RB, e agora foi indicado por RB para a campanha de Marcelo Belinati (PP). Foto: Blog do Jota Erre.

Akino

Licença, férias ou afastamento?

Li no blog do Zé Beto e reproduzo: ”A assessoria de imprensa de Ricardo Barros informa que ele representou o governador Beto Richa na entrega do Prêmio Empresário do Ano 2012 para Jair Ferraria em Maringá. Também informa que no domingo ele repete a dose na abertura da feira “Maringá Fashion Mix”. Como se sabe, o secretário da Indústria e Comércio confirmou que se afasta do cargo no dia 10 para comandar a campanha eleitoral naquela cidade. O anúncio foi feito na semana onde explodiu a denúncia do Ministério Público sobre a interferência de Barros numa concorrência de publicidade naquele município cujo prefeito é Sílvio Barros, irmão do secretário. Hoje a Gazeta do Povo manchetou que a saída aconteceu por causa da denúncia. Barros informou que a decisão de pedir a licença é antiga – e isso de fato pode ser comprovado. Pelo sim, pelo não, pode ser tudo, pode ser nada.”
Meu comentário: A postagem é de sexta-feira, mas serve para dar noção de como a imprensa curitibana está vendo o afastamento, licença, férias, ou seja qual nome queira dar.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Partido teria recebido 40 mil dólares para entrar na coligação de Barros

Folha de Londrina
Por esta reportagem de quase meia página da página 4 da Folha de Londrina, em 21 de maio de 1992, dá para ter uma ideia do trabalho que deu ao capo Ricardo Barros montar uma coligação com 12 partidos para apoiar seu candidato a prefeito de Maringá nas eleições deste ano. No último ano de sua administração como prefeito, ele foi acusado de comprar o apoio do PRN (o partido do então presidente Fernando Collor de Mello) por US$ 40 mil (cerca de R$ 81 mil). O acordo com o PRN incluiu a nomeação de funcionários fantasmas – isso lembra a aquisição do PMDB neste ano, que incluiu a contratação de 18 cargos comissionados? O presidente do PRN era o odontólogo Ricardo Benedito de Oliveira, mas a sigla chegou a ser presidida por Carlos Roberto Pupin. Oliveira contou que recebeu a proposta de US$ 40 mil de Ricardo Barros numa gravação feita por Miguel Grill0 (hoje secretário de Meio Ambiente) e pelo ex-vereador e advogado Eli Diniz. A reportagem pode ser lida aqui.

Escândalo em Maringá

Gotcha!

Ontem, na entrega do título de Empresário do Ano de Maringá 2012, o governador Beto Richa fez-se representar pelo seu secretário licenciado da Indústria e Comércio, Ricardo Barros. Ele fez questão de dizer que estava ali representando o governador, como se não bastasse a dor de cabeça que está dando ao governo tucano. Apesar do empenho da mídia amiga, da força do sócio e ex-deputado Pinga Fogo, Ricardo sabe que sairá e não voltará mais ao governo estadual. Desde dezembro do ano passado ele diz que vai sair; primeiro, em fevereiro, depois em março e abril, e que seria substituído pelo irmão mais velho. Como a Ficha Limpa está valendo para as nomeações de cargos comissionados no governo de Richa (parcialmente, mas está), Silvio II foi descartado – e nunca mais se falou na saída de RB, que voltou à tona agora com o escândalo da suspeita de fraude na licitação da publicidade (R$ 7,5 milhões).
Deixar de secretário agora era tudo que RB não queria, pois há um pedido de prisão no TJ-PR. Saindo, perde o foro privilegiado e passa a depender da caneta da justiça local, onde o processo correrá. A forma com que foi tratado ontem no Moinho Vermelho soa como um sinal.

Akino

“Mocinho rebelde”

Na nota distribuída à imprensa sobre o afastamento de Ricardo Barros da Secretaria de Indústria e Comércio, chama a atenção esses trechos: “A licença (…) já havia sido anunciada do início do ano: “Barros comunicou sua decisão ( …) ao governador Beto Richa”. Penso que secretários são subordinados ao governador e devem pedir licença e não comunicar a decisão. Do jeito que esta colocado Ricardo manda do governo, faz o que quer, sai de licença, que lhe aprouver. Se isto for verdade, fica ruim para o Beto Richa. Não acredito que seja assim, gostaria de uma manifestação da assessoria do Palácio Iguaçu. Em Maringá, na Prefeitura e na Câmara, ele manda e desmanda, só falta fazer o mesmo no governo do estado.
Está parecendo os filhos de hoje. No nosso tempo a gente pedia para os pais nos deixarem sair, hoje eles comunicam que estão saindo. Mocinho rebelde, este Ricardo ‘Te cuida pai Beto’!
Akino Maringá, colaborador

Akino

Amar ao próximo

Sábado, dia de reflexões para nossos irmãos adventistas do sétimo dia, como o prefeito Silvio II, é tempo para nós outros, que não guardamos direito nem sábado nem domingo, mas que nos dizemos cristãos pensarmos. Nos últimos dias pensei muito sobre o ensinamento básico de Jesus: ‘Amar ao próximo’. Será que não estamos pecando ao desejarmos que Ricardo Barros perca o cargo de secretário, e seja condenado, principalmente a devolver o dinheiro púbico, que eventualmente tenha ganho ilicitamente? Isto não seria falta de amor ao próximo? O que acha, padre Orivaldo?
Conversando com um amigo, bem religioso, fiquei mais tranquilo. Ele me disse que estamos ajudando e demonstrando amor. Continue lendo ›

Blog

Por etapas

Na semana que vem, o governador Beto Richa livra-se finalmente de um sério problema que incomoda seu governo há tempos, uma verdadeira pedra no sapato de seus secretários: deixará o primeiro escalão o maringaense Ricardo Barros.
O próximo passo será o eleitor maringaense livrar-se do mesmo incômodo. Será em outubro.

Akino

A mesma notícia por dois pontos de vista

“Ricardo Barros (PP) mudou de estratégia: não vai mais entrar em férias. Optou por um pedido de licença não remunerada para poder “se lançar de cabeça nas campanha de Maringá e Londrina”. Ele vai deixar a Secretaria de Indústra e Comércio na próxima sexta, dia 10. A aposta é que ele não volte mais ao cargo, dado ao desgaste da notícia-crime com pedido de prisão cautelar do Ministério Público ao Tribunal de Justiça, a qual aguarda despacho do desembargador Rotoli de Macedo. O pedido de licença teria sido acertado com o governador Beto Richa”. (do blog do Cícero Cattani).
“Diante do bom desempenho dos candidatos do Partido Progressista Roberto Pupin (Maringá) e Marcelo Belinati (Londrina) nos debates da televisão Bandeirantes, o que aumentou as possibilidades de vitórias no 1º turno, Ricardo Barros vai adiantar o início da licença do cargo de secretário da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul. A licença, sem remuneração, já havia sido anunciada por Barros no início do ano e foi confirmada em coletiva na semana passada em Curitiba. O período vai de 10 de agosto até o fim das eleições. Barros comunicou sua decisão nesta sexta-feira (3) ao governador Beto Richa”. (de Fábio Campana que ficou ‘muito amigo’ de Ricardo na campanha para o Senado, e dizem que tem muitos motivo$)Continue lendo ›

Akino

Inferno astral

O presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, escreveu hoje aos sindicatos industriais para agradecer e comemorar o aniversário de um ano das últimas eleições da entidade. Na data de hoje, há exatamente um ano, Campagnolo derrotou o secretário da Indústria e Comércio, Ricardo Barros (PP), em um dos mais disputados, calorosos e emocionantes bate-chapas da história da entidade. A vitória foi massacrante: 69 a 21.Assim Campagnolo tornou-se o primeiro presidente da Fiep vindo do interior do Estado. E, na sexta-feira que vem, a entidade comemora outra data marcante: o aniversário de 68 anos de fundação. ( fonte Blog do Esmael)
Meu comentário (Akino): O inferno astral começou aí. Não conseguiu concretizar o negócio da ‘queima do lixo’, onde apostou boa parte das fichas.Continue lendo ›

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Pula esta data

Se pudesse, Ricardo Barros tirava o dia 3 de agosto (mês de cachorro louco) de seu calendário. Foi em 3 de agosto do ano passado que ele levou uma fubecada na disputa pela Fiep, perdendo a disputa por 69 a 21 votos, tentando transformar uma eleição de classe num evento político. Agora, um ano depois, recebe sinais de que terá que desembarcar forçosamente do governo Beto Richa diante dos indícios de seu envolvimento em ações nada republicanas na administração de seu irmão mais velho.

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Espalha rodinhas

O (cada vez menos) capo Ricardo Barros acompanhou o debate da Band, ontem à noite, em Curitiba. Sintoma de sua ida para o cadafalso – levado por um torvelinho – foi a reação das pessoas quando chegava perto. A confirmação oficial de sua saída do governo estadual é aguardada para as próximas horas.

Escândalo em Maringá

Governador afasta Ricardo Barros

Joyce Hasselmann informa que, sem conseguir convencer o governador Beto Richa de sua inocência, Ricardo Barros está fora do governo, pelo menos por enquanto. Beto confirmou o afastamento do secretário de Indústria e Comércio hoje. Ele fica, em princípio, fora do governo por 90 dias. “Trocando em miúdos, até acabar a eleição. Barros foi flagrado em gravação feita pelo Ministério Público sugerindo um acordo entre duas empresas de Maringá num processo de licitação de publicidade. O afastamento teoricamente é para que ele consiga explicar essa história cabeluda. Mas não vai ser tão fácil assim, até porque tem uma outra história ainda mais cabeluda que essa, que corre em segredo de justiça, que pode explodir a qualquer momento e envolve o mesmo secretário”, acrescenta.

Escândalo em Maringá

Formação de quadrilha?


De Carlos Ohara, na Gazeta do Povo:
Ao admitir que orienta ações na administração da prefeitura de Maringá, chegando inclusive a dar ordens ao secretariado municipal, o secretário estadual da Indústria e Comércio, Ricardo Barros, violou normas jurídicas no âmbito penal, civil e administrativo. A opinião é de juristas ouvidos pela Gazeta do Povo, que criticam a ingerência de um secretário estadual na administração de um município. Essa atuação de Barros poderia, em tese, caracterizar ato de improbidade administrativa e até mesmo crime de formação de quadrilha. Leia mais. Foto: Henry Milleo/GP

Akino

“Escândalo escandaloso”

Li em O Diário, na internet, e reproduzo: “Logo após denúncias envolvendo seu nome, o secretário estadual de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, anunciou que pretende tirar férias. A decisão, no entanto, não teria relação com os últimos acontecimentos. De acordo com nota enviada por sua assessoria de imprensa, ele pretende “se dedicar às campanhas eleitorais”. ( …) O escândalo envolvendo o nome de Barros se tornou pública após a divulgação de uma escuta telefônica entre ele e o secretário de Finanças da Prefeitura, Leopoldo Fiewski. Conforme o MP, a conversa indica um suposto esquema para orientar o resultado da licitação para contratação de uma empresa de publicidade.”
Meu comentário (Akino): O surpreendente é que também O Diário, ao contrário da quase totalidade da imprensa local, considera o caso um escândalo. O verbo escandalizar, no dicionário informal, significa: Ato de ferir normas de conduta moral ou legal. Há quem diga que seja comparável ao caso Paulicchi/Gianoto, em nível local, mas que pode chegar, guardadas as proporções, à dimensão do Cachoeira, do mensalão e outros de grande repercussão nacional. É, como diria o povo mais simples, boa parte da audiência do Pinga Fogo, ‘boca escura’,’ fogo no boné do guarda’, um ‘escândalo escandaloso’.
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

No You Tube

http://youtu.be/yZSZJYrir4o
Mais um vídeo (agora, com melhor qualidade) com a reportagem da RPC TV sobre o secretário flagrado em busca da solução salomônica para licitações de interesse do grupo político que comanda foi postado no YouTube.

Akino

Grandes nomes do PP

Li na Gazeta do Povo, sobre o prefeito de Jandaia do Sul, e reproduzo: “Depois da renúncia ao mandato, em dezembro de 2005, migrou para o PP e pelo novo partido elegeu-se prefeito de Jandaia do Sul. Mesmo fora do PMDB, os tempos de líder ainda garantem prestígio em Brasília. Borba costuma viajar de três a quatro vezes por mês à capital para acompanhar a liberação de convênios com o governo federal. De acordo com levantamento feito pela Gazeta do Povo em agosto do ano passado, Jandaia do Sul era o município paranaense que mais havia recebido recursos via convênios do Ministério do Turismo entre 2008 e 2011 – R$ 15,3 milhões. A cidade, de 20 mil habitantes, não tem atrações turísticas”.
Meu comentário: Borba é um dos grandes nomes do PP, e desfalca o partido, eleições até 2015, barrado pela Lei da Ficha Limpa. Borba é um, mas o partido tem grandes nomes no Estado, como Antonio Belinati, e o maior de todos é Ricardo Barros, orgulho para muitos maringaenses, que só perde, nacionalmente, para Paulo Maluf.
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

Barros articula férias para evitar perda do foro privilegiado

Foi só o governador pedir explicações que o capo vai… pedindo férias. Cícero Cattani informa que Ricardo Barros deve mesmo tirar férias da Secretaria de Indústria e Comércio. Ele fará de tudo para não deixar o cargo, pois ficando mantém o foro privilegiado, o que o livra, pelo menos por enquanto, de uma ordem de prisão no caso do Ricardoduto. Desta forma, Barros poderá coordenar a campanha de seu pupilo Carlos Roberto Pupin sem maiores problemas. Ricardo é certamente o secretário de Beto Richa que mais tem independência, não dá satisfação a ninguém, vive viajando e rotineiramente fica longe de sua secretaria, muitas vezes para cuidar de assuntos particulares e político-eleitorais.
PS – Barros confirmou que quer ficar 45 de férias, período que consider suficiente para o escândalo esfriar. Aqui.

Escândalo em Maringá

PT pede CPI do Ricardoduto

Nota assinada pelo presidente do diretório do PT de Maringá, Marino Elígio Gonçalves, informa que o partido deliberou por pedir a abertura de uma CPI para apurar as denúncias de fraude na licitação de R$ 7,5 milhões para contratação de agência de publicidade e seu uso eleitoral pela administração Barros. Diz a nota: “Diante da gravidade dos fatos noticiados pelo jornal Gazeta do Povo de terça-feira (31), dando conta da denúncia ofertada pelo Ministério Público Estadual contra o Secretário de Estado do Governo Beto Richa, Ricardo Barros, que mantém ingerência direta na prefeitura de Maringá, administrada pelo prefeito Silvio Barros (licenciado) e vice-prefeito Carlos Roberto Pupin (em exercício), em que foram gravadas, com autorização da Justiça, ligações telefônicas que apontam a existência de possível fraude e direcionamento na licitação de contratos de publicidade no valor de R$ 7,5 milhões,Continue lendo ›

Akino

Bastante otimista

Falando ao Pinga Fogo, onde foi esclarecer o povão sobre as recentes denúncias que o envolvem, com a ajuda do apresentador, Ricardo Barros disse que o assunto está encerrado, já tudo devidamente esclarecido. Perguntado sobre as eleições afirmou acreditar que não haverá segundo turno, com Pupin eleito já no primeiro. Aproveitou e fez mais um comercial dos terrenos do parque industrial, aqueles que são ‘vendidos’, com desconto de até 70% para empresários amigos, demonstrando ser, de fato o prefeito da cidade. Enfim, demonstrou bastante otimismo. Já sobre a cassação do amigo Barbosa Neto, disse que não conhece as causas e se Barbosa mereceu, ou não. Lembrou que os prefeitos precisam agradar os vereadores.
PS. Estava esquecendo, falou que o MP apresenta denúncias e em todas eles são absolvidos. Meu comentário: Não é bem assim, o irmão, se não me engano, já três ou quatro condenações, inclusive de segundo grau e mais processos em andamento.
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

Uma saída para Ricardo Barros

De Cícero Cattani:
Como afastar um secretário em sendo ele também presidente de um partido da base aliada? A presidente Dilma já de viu diante dessa situação. por exemplo, com Carlos Lupi, presidente do PDT. A desfecho do caso Ricardo Barros deverá se dar com a decisão do desembargador Rotoli Macado, mandando ou não processar o secretário da Indústria e Comércio. Há um pedido de prisão cautelar também pendente. Ricardo Barros sofreu a primeira derrota ao ver negado habeas corpus pedindo o trancamento do processo. O desembargador entendeu que as denúncias (são quase duas mil páginas) demandam exame mais apurado. Enquanto isso, Ricardo Barros passou a investir contra o MP.Continue lendo ›

Akino

Fala de RB desmente Heine Macieira

Ardoroso defensor da não redução do percentual do orçamento que pode ser gasto com publicidade e propaganda, o vereador Heine Macieira, na condição de líder do prefeito, em diversas oportunidade disse que a prefeitura não faz propaganda, só dá publicidade aos atos de governo. Pois agora, com a divulgação da conversa pouco republicana em seu chefe maior, Ricardo Barros, e o secretário Leopoldo Fiewski, fica provado que, na visão de Ricardo o que a prefeitura faz mesmo é propaganda – e com fins eleitoreiros.
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

A ponta do iceberg

Do blog de Zé Beto:
Do Goela de Ouro: Ricardo Barros classificou a história de sua interferência na licitação de agências de publicidade (elas, novamente) na Prefeitura de Maringá, onde reina seu irmão Silvio, como “guerra histórica”. Pode ser, mas quem circula entre os promotores e o pessoal do Gaeco acha que as agências são a “ponta do iceberg”. Barros sempre alardeou que nunca antes na história de Maringá alguém, no caso ele, levou tantos investimentos para a cidade.

Akino

Não seria confissão de abuso de poder político?

A configuração do abuso do poder político ocorre quando há o manejo ilícito e excessivo de recursos públicos em prol de determinada candidatura, com forte impacto na normalidade e legitimidade do resultado do pleito.O Tribunal Superior Eleitoral já assentou que o abuso do poder político se evidencia quando resta demonstrado que o ato da administração pública, aparentemente regular e benéfico à população, tem como objetivo imediato o favorecimento de algum aspirante a cargo eletivo. Ao admitir que tem acompanhado, desde outubro do ano passado, todos os acordos da prefeitura de Maringá que possam influenciar no processo eleitoral deste ano – o grupo político de Barros lançou o vice-prefeito, Roberto Pupin (PP), à prefeitura. Que como coordenador do seu grupo político, desde o início do processo eleitoral passou a monitorar as ações que interessam ao processo eleitoral e a comunicação interessa muito ao processo eleitoral”, não teria Ricardo Barros confessado o crime eleitoral de abuso de poder político? Basta ver as recentes campanhas publicitárias da prefeitura, após a licitação vencida Meta, licitação esta, cuja licitude está posta em dúvida.
Akino Maringá, colaborador