ricardo barros

Akino

A toque de caixa

Na sessão da quinta-feira (4) os vereadores aprovaram em regime de urgência especial, em primeira discussão, projeto do Executivo que altera a lei que cria o Programa de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Prodem/Empresa). Entre as alterações, ampliação do prazo para finalização do projeto de construção da empresa de 12 para 24 meses. A segunda sessão foi marcada para meia hora após para aprovar em segunda votação.
Na sexta-feira, 5, véspera da eleição, o prefeito sacionou e mandou publicar no OOM. Ou seja, em menos de 24 horas tudo foi consumado. Sabem a razão a pressa? Vender com a máxima urgência os terrenos do parque industrial Barros. Segundo informações há um furo de caixa de mais de R$ 5 milhões, na rubrica recursos livres, da qual foram utilizados R$ 14 milhões para pagar terrenos, adquiridos em negociações diretas feitas por Ricardo Barros, conforme ficamos sabendo nas gravações de conversas telefônicas. Com esses milhões daria para comprar consultas especializadas para reduzir ou acabar com as filas de espera. Talvez construir, três ou quatro creches, enfim daria para fazer muita coisa prioritária para o povo. Mas Ricardo preferiu juntar o dinheiro, com a tal falada boa gestão fiscal em todo o mandato, e usar na última hora. Isto Enio Verri precisar detalhar nos programas eleitorais. O que acha, Humberto Henrique?
Akino Maringá, colaborador

Eleições 2012

Sobre posturas políticas

Osmar Dias
Do leitor:
Pupin traiu Osmar Dias ao optar por Ricardo Barros, que traiu Osmar. Osmar, homem de caráter reto, não aceitou a traição e optou em romper amizade e negócios com Pupin na área rural. Pupin, ao que parece, hoje sabe que também foi traído por Ricardo Barros, que deixou pronta a armadilha do terceiro mandato. Ricardo Barros, cá entre nós, não tem amigos e nem grupo. É motivo somente por interesses, que são os seus próprios, é claro.

Blog

Hora de mudar o estilo

Pouco mais de um ano atrás, quando estava em campanha na frustrada tentativa de comandar a Federação das Indústrias do Paraná, Ricardo Barros (PP), então secretário de Indústria e Comércio, andou mandando recado para sindicatos patronais de Maringá. Foi claro: ou votavam nele ou haveria problemas na hora de repassar dinheiro público para eventos da entidade que contavam com apoio do estado ou do município. Ele perdeu a eleição, fez suados 21 votos, mas não se esqueceu de cumprir a promessa.
Um dos sindicatos ameaçados deixou de receber recursos que estavam alocados e aprovados da Prefeitura de Maringá para um dos maiores eventos do calendário da indústria regional. Para não ficar no sufoco, os empresários foram obrigados a fazer chamada de capital.
Pergunte hoje se eles votarão no candidato de Ricardo Barros a prefeito de Maringá…

Brasil

Pepino é do PP

De Claudio Humberto:
O PMDB divulgou nota lembrando ontem que o ex-líder do partido José Borba – em julgamento no STF por envolvimento no mensalão – não faz parte da sigla desde outubro de 2007, quando se filiou ao PR.
PS – Ele foi levado, na verdade, para o PP por Ricardo Barros, que era seu vizinho de prédio.

Blog

Dúvida atroz

A reunião de sexta-feira, convocada com urgência por Ricardo Barros com toda a cúpula da campanha da coligação “A mudança continua”, já transcorria quando um assessor lhe entregou um iPhone conectado no Blog do Rigon, justamente na postagem que falava da reunião. O (ainda) capo pareceu olhar um por um dos muitos presentes, buscando qual deles teria vazado a informação. Acabou desistindo de adivinhar quem era o “traidor”, pois, afinal de contas, estava cercado por gente que só defende interesse republicano e ideológico.

Blog

Aguardando explicações

Longe das aparições públicas desde que veio à tona um pedido de prisão feito ao Tribunal de Justiça, o ex-deputado Ricardo Barros, coordenador-geral da campanha de Carlos Roberto Pupin, poderá a qualquer momento aparecer no programa de televisão da coligação “A mudança continua”. Eleitores, entre eles alguns correligionários, aguardam que ele apareça na televisão para explicar o que levou a perder a Foxconn para Itu (SP), depois de fazer um forféu dizendo que a empresa viria para cá. Aliás, as iniciais Fox ultimamente não têm ajudado em nada a turma (lembram?).

Blog

Armação ilimitada

Esmael Morais conta em seu blog sobre a possibilidade de Ricardo Barros não substituir Carlos Roberto Pupin caso este não reverta no TSE a cassação do registro de candidatura. Segundo ele, isso possibilitaria uma vitória do PT no primeiro turno, o que seria compensado com Silvio Barros II (PP) como vice de Gleisi Hoffmann (PT) na disputa pelo Palácio do Iguaçu, em 2014, e o irmão mais novo v0ltando a disputar a Câmara Federal.
A tese até poderia empolgar alguém – não fosse a tal Lei da Ficha Limpa no meio do caminho. Por conta dela, os fratelli estarão alguns anos fora da disputa por cargos eletivos.

Blog

Mensalão levou PP para base de Lula

Não há dúvidas de que o dinheiro repassado pelo PT, por meio de empresas do publicitário Marcos Valério, para integrantes da cúpula de outros partidos, entre 2003 e 2004, teve como objetivo a compra de votos e apoio político no Congresso Nacional. Esta é uma das conclusões do relator do processo do mensalão, ministro Joaquim Barbosa, num voto de mais de quatro horas, ontem. Ele foi enfático em relação à compra de apoio político dos políticos do PP. Trocando em miúdos, foi o dinheiro do mensalão que levou o PP à base aliada do ex-presidente Lula.
Só para lembrar: o ex-vice-líder de FHC, Ricardo Barros, vizinho de prédio de José Borba (ex-PMDB e hoje no PP), acusado de recber R$ 2,1 milhões de Marcos Valério, votou com o governo Lula, de quem era ácido oposicionista, junto com o irmão Silvio II (ambos do PP), seis meses antes de se tornar, vejam só, vice-líder do governo petista.

Blog

Ele esperava mais influência

Durante a semana, o professor Claudio Ferdinandi (PMDB) havia confidenciado a colegas da coligação “A mudança continua” que receava o indeferimento ao seu recurso, pelo TSE, confirmado ontem. Reclamou que ultimamente só vinha ouvindo notícia ruim e que esperava que Ricardo Barros tivesse mais influência em Brasília.

Blog

Expectativa sobre o tema da reunião

Amanhã tem reunião no comando da campanha da coligação “A mudança continua”, em Maringá. Em princípio foram chamados somente os vereadores obedientes que integram a chamada Turma do Amém. A ordem de Ricardo Barros é para que todos estejam presentes, inclusive quem estiver viajando ou descansando tem orientação para retornar.
Sobre o tema, só especulação. A mais forte delas: Barros apresentaria oficialmente o ex-vereador Marco Antonio Rocha Loures como o novo nome a ser trabalhado pelo grupo.

Akino

Parque Industrial Barros, um escândalo

Estou assistindo a gravação da sessão de ontem da Câmara de Maringá e tomo conhecimento da aprovação, em regime de urgência, de um projeto que é um cheque em branco para Ricardo Barros fazer o que bem entender na doação de terrenos do novo parque industrial. Ouvi as falas dos vereadores Humberto Henrique e Marly e fiquei de cabelo em pé. É um escândalo o que foi aprovado. Vou me aprofundar e trarei mais detalhes, mas posso adiantar, como se diz no popular, é ‘bicho feio’. Se fosse em Londrina, tenho certeza que a sociedade se mobilizaria.
Votaram contra os quatro vereadores independentes. Foram oito votos a favor que ainda não apurei, Zebrão, Flávio Vicente, Heine, Socreppa, e Sabóia, tenho certeza que votaram, vou apurar os outros. Diria que é caso de cadeia. Coisa das mais desavergonhadas. A cidade precisa se mobilizar para impedir a aprovação em segunda votação. Quem se lembra da ‘tenda dos milagres’? É mais ou menos a mesma coisa.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Seria uma resposta?

Ainda sobre o debate de ontem, Enio Verri disse que, se for eleito, quem mandará será ele, e sua administração será composta por maringaenses, independentemente da filiação partidária. Disse isto nas considerações finais, quero quer, respondendo a sugestão de pergunda deste modesto colaborador, em postagem que fizemos com o seguinte teor: (…) sugiro que se pergunte aos candidados Pupin e Enio Verri, se eleitos, se trarão pessoas de fora de Maringá para composição de suas equipes de governo. Se Pupin aceitaria as imposições de Ricardo Barros para nomear ex-prefeitos de pequenas cidades da região, e manteria Leopoldo Fiewiski como super-secretário. Enio, se traria pessoas de São Paulo, Brasília e de outros estados, que não forem eleitas e não tiverem colocação nos governos do PT. Ou se ambos prestigiaram pessoas de Maringá, ou pensam que nesta cidade alegre, que merece um prefeito assim, não tem pessoas qualificadas, em número suficiente.’
Já Pupin, não se manifestou sobre o assunto. Não disse se Ricardo Barros terá influência em seu governo, se manterá Leopoldo e se trará secretários de pequenos municípios.A bem da verdade não foi perguntado por ninguém. A Débora bem que poderia ter tocado no assunto, em vez de ficar falando de passarela defronte a UEM e dando indiretas em Quinteiro, sobre homofobia.
Akino Maringá, colaborador

Eleições 2012

Acompanhando in loco

O ex-deputado federal Ricardo Barros (PP) teria viajado para Brasília, depois de obter informação de que o julgamento de seus candidatos à prefeitura – Carlos Roberto Pupin e Claudio Ferdinandi – deve acontecer amanhã no TSE. Deverá pôr em jogo toda a sua influência.

Akino

Maringá pode ser administrada por uma junta

Com a possibilidade de Cláudio Ferdinandi ser o candidato a prefeito ,de direito, caso eleito, Maringá por ser administrada por uma junta, de fato, assim como aconteceu no regime militar, com o Brasil. Aqui a junta seria composta por Ricardo Barros, Crispim, Grillo e John. Esta possibilidade é real, caso se confirme a impugnação de Pupin, e a liberação de Claudio Fernandi, como sonham eles.
Akino Maringá, colaborador

Blog

RB aparece na TV, mas em Apucarana

O ex-deputado federal Ricardo Barros (PP), depois que foi flagrado em gravações telefônicas mandando e desmandando na gestão do irmão mais velho, na Prefeitura de Maringá, sumiu da campanha eleitoral. Em Maringá, ele coordena a campanha de Carlos Roberto Pupin mas sua imagem não é associada ao pupilo em nenhum programa de televisão e ambos não são vistos juntos em público. Em Londrina, Barros é citado quando se fala em corrupção na administração pública e no pedido de prisão feito pelo Ministério Público ao Tribunal de Justiça.
Mas, se não aparece nas duas cidades, o secretário licenciado de Beto Richa põe o rosto no horário eleitoral de Apucarana, onde apoia a candidata do PP, Lucimar Nunes Scarpelini. Ainda não existe uma avaliação sobre o impacto de sua aparição no horário de Lucimar.

Escândalo em Maringá

É Maringá nas paradas

O horário eleitoral gratuito de ontem à noite, em Londrina, fez referência a um maringaense flagrado em conversas telefônicas pouco republicanas. O espaço do PMDB citou o pedido de prisão do coordenador-geral da campanha de Carlos Roberto Pupin (PP), Ricardo Barros, além de reforçar ao eleitorado a sua ligação com o candidato Marcelo Belinati (PP).

Blog

Conversa com o chefe

SETEMBRO 2012 185
O vereador Carlos Eduardo Saboia (PMN), que apesar da pressão popular, hefetenão quer assinar a CPI da Publicidade (ou do Ricardoduto), conversa com o principal envolvido, o ex-secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, Ricardo Barros, a quem chamam de chefe, hoje pela manhã, em Maringá.

Akino

Cidade Industrial de Maringá na zona rural?

Não consegui assistir completamente a gravação da sessão de ontem da Câmara de Maringá (há problemas e várias vezes a gravação é interrompida pelo comercial da Semana da Pátria), com as explicações dos secretários Leopoldo e Progiante sobre este nebuloso empreendimento da administração Barros/Pupin, mas duas coisas chamaram me a atenção. Questionado por Humberto Henrique sobre a não mudança de zoneamento, para urbano, já que os terrenos são rurais, Progiante diz que a lei permite que o parque seja instalado nas zonas urbanas e rurais. Então o parque será na zona rural, perguntou Humberto? O secretário se enrolou. A outra foi de Leopoldo dizer que não houve interferência de terceiros nas negociações, da parte da prefeitura. Como nós sabemos, pelas gravações que foram divulgadas, Ricardo Barros dava as ordens. Então podemos concluir que Ricardo é o prefeito, ou o secretário faltou com o decoro, ao mentir para o edis.
PS: Cidade industrial de Maringá é o nome dado para o novo empreendimento Barros, que prevê o Contorno Sul Metropolitano, prédios e muito mais. Há quem diga que um ex-deputado federal seria sócio de um empresário de peso, nos dois sentidos, em áreas próximas. Este seria o interesse não tão público assim. Que neste momento eleger o prefeito seria apenas um detalhe.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Beto Richa ajuda Ricardo Barros

O governador Beto Richa (PSDB) parece ter concordado em ajudar seu secretário licenciado da Indústria e Comércio, Ricardo Barros (PP), a tentar resolver a situação do Parque Industrial Cidade de Maringá, envolvendo num nevoeiro de dúvidas que vai da desapropriação à compra de terrenos vizinhos. O caso está sendo investigado pelo Ministério Público e uma das conversas telefônicas que vazaram dão a certeza de que Barros comandou todo o processo. É que os terrenos estavam sendo comercializados sem que houvesse a licença ambiental, situação que Richa colocou a caminho de ser resolvida: Pauliono Mexia, chefe do escritório regional da Secretaria de Meio Ambiente, agora acumula o cargo de chefe do Instituto Ambiental do paraná. Se o empresário Ricardo Barros tiver alguma coisa parada por lá, podem ter certeza que em breve estará tudo resolvidinho.

Política

O novo comandante do PP

Da coluna “Gente, gente, gente”, do jornal Impacto Paraná desta semana:
Nelson Meurer conquistou de vez o comando do PP paranaense depois que Ricardo Barros viu seu nome ficar comprometido por derrota na eleição para o Senado em 2008 e depois à presidência da Fiep. Empregado do governo Beto Richa, não soube aproveitar a oportunidade de recuperar a imagem e acabar há pouco sendo enterreo ainda mais, politicamente falando, por conta de uma situação de improbidade administrativa em que foi condenado quando era prefeito de Maringá. Com isso, perdeu de vez o pouco de liderança que ainda tinha no PP, que agora tem como principal liderança o deputado federal Nelson Meurer.

Akino

Parques, os problemas continuam

Definitivamente a adminsitração Barros/Pupin tem causando problemas quando se fala em parques. O Parque do Japão não teria dinheiro público e já tem caminhão de recursos do erário, sem contar que até hoje não se sabe para que serve. O Parque do Ingá ficou fechado, só foi reaberto por pressão, e se gastou muito em obras que até hoje não terminaram. E agora o parque industrial de RB, com desapropriações na base da pressão, conversa telefônica bem suspeita entre Ricardo e Leo. Muita pressa na venda. Suspeitas de propinas. Abertura de inquérito pelo MP.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Por Pupin e Rocha Loures

Neste sábado, tradicional dia de orações, conclamo a todos para que oremos por Pupin e Rocha Loures, ambos estão precisando muito. Pupin está vivendo momentos terríveis, imagino. Não foi por falta de alerta, pois diversas vezes postamos que ele não era o candidato da preferência deles. Que os irmãos não gostavam dele, apenas o usavam de acordo com as conveniências. Esses cem dias de mandato, se fossem cem anos de solidão teriam sido muito melhores. Quantas coisa assinou, que podem dar dores de cabeças. As nomeações de indicados do PMDB de John, Crispim e Grillo, por exemplo. E o parque industrial? Oremos para que ele seja inspirado. Para que vá ao Ministério Público e conte tudo, até confessando o que de errado fez. Antecipando-se, pode ter os benefícios da deleção premiada. Pupin era um homem bom, e não pode ter se transformado totalmente em oito anos de convivência. Continue lendo ›

Blog

Temporada

A condenação do deputado João Paulo Cunha (PT) – que  receberá pena de 7 a 34 anos – não é bom sinal para o ex-deputado federal Pinga Fogo de Oliveira, que já perdeu um sócio (Ricardo Barros) para a Lei da Ficha Limpa. Tudo indica que o ex-deputado federal José Borba (PP) será julgado em breve por causa do recebimento de R$ 2,1 milhões do esquema. O duro é que dizem que a maior parte deste dinheiro foi repassado a um hoje amigo de partido.

Akino

Que mudança é essa que ainda não foi concluída?

Nas seis últimas administrações de Maringá tivemos: De 89 a 92 Ricardo Barros, desastrosa, onde Paolicchi começou a atuar. De 93 a 96, Said Ferreira, que prefiro deixar para o leitor mais atento analisar, mas parece que se tinha restrições, Paolicchi continuou. De 97 a 2000, Jairo Gianoto, que dispensa comentários, um dos maiores desvios de recursos públicos da história do Paraná. De 2001 a 2004, José Cláudio/ João Ivo, que, apesar de todas as dificuldades, pela situação que pegou a prefeitura, não pode ser acusada de corrupção. De 2005/2008 e de 2009/2012, a atual, as denúncias são muitas, embora abafadas pela imprensa amiga e a ingerência de Ricardo Barros ficou patente.
Que mudança é esta, que continua? Qual a comparação? Mudar em relação à gestão José Cláudio/João Ivo, que não teve corrupção e voltar a tomar como base as anteriores, desde a primeira de Ricardo, principalmente a de Jairo Gianoto? ‘Num tô entendendo’, como diria o paulista. Explique, meu caro Pupin.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Nas mãos de Dias Toffoli

O processo do caso que ficou conhecido como ‘tenda dos milagres’, um dos maiores escândalos da primeira gestão Ricardo Barros ( 89 a 92), está concluso com o relator ministro Dias Toffoli, que em 11 de junho último tinha tomado uma decisão meio estranha reconsiderando anterior que não reconhecia a repercussão geral. Como a parte autora entrou com agravo regimental, a reconsideração poderá ser derrubada.
Para os que não lembram, houve dispensa de juros, multas de impostos municipais favorecendo inadimplentes, em prejuízo dos contribuintes que pagam seus compromissos em dia. Ricardo Barros já foi condenado a devolver uma quantia cujo valor não dá para ter noção, mas que se sabe é muito alta. Poderá abalar seu patrimônio. Talvez tudo que ganhou nesses 23 anos de vida pública não dará para cobrir.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Carta na manga

A coligação “A mudança continua” estaria deixando para a reta final a aparição, na televisão, do apoio do ex-prefeito Ricardo Barros (PP) e do ex-vereador Umberto Crispim (PMDB), que se consideram os dois maiores estrategistas políticos de Maringá. “Será a pá de cal no PT, para Pupin vencer no primeiro turno”, comentou um aliado.

Blog

Pergunta do leitor

Com Pupin em segundo lugar (até então, pesquisas internas apontavam a candidatura em terceiro), Ricardo Barros vai finalmente aparecer no horário eleitoral gratuito de Carlos RobertoPupin?

Blog

A opinião se mantém?

Em 2008, o então deputado federal Ricardo Barros, presidente estadual do PP, disse em Umuarama ao seu candidato que não se preocupasse com números, pois “o Ibope é comprado”. Resta saber se ele ainda mantém a mesma opinião, quatro anos depois.

Blog

Uma atrás da outra

Definitivamente, a coisa não anda boa pelos lados da avenida Prudente de Morais, em Maringá. O ex-prefeito Ricardo Barros está numa situação complicada. Ele testou junto à turma a receptividade ao nome do médico Marco Antonio Rocha Loures como candidato a prefeito e o resultado foi catastrófico. Nenhum partido e ninguém do tal conselho político deu sinal verde. Nem sinal amarelo teve. Para tentar melhorar, colocou Rocha Loures no horário eleitoral, abrindo o programa antes mesmo dos candidatos atuais, que estão na corda bamba. Causou a raiva dos que defendem a candidatura de Carlos Roberto Pupin e, como a performance não foi a esperada, ainda piorou sua avaliação no grupo.
Last but not to least, alguns presidentes de partidos coligados, como Umberto Crispim (PMDB) e Wilson Matos (PSDB), também estariam querendo usar o mesmo tempo utilizado pelo presidente do PP.

Política

De carona

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O candidato a prefeito da coligaão “A mudança continua”, Carlos Roberto Pupin (PP), voltou a aparecer pela segunda semana consecutiva no semanário Impacto Paraná. E, de novo, por causa do coordenador-geral de sua campanha, Ricardo Barros. Clique para ampliar.