ricardo barros

Akino

Humberto é o alvo

Tive informação que Ricardo Barros encarregou a sua ‘tropa de choque’ de ‘bater’ em Humberto Henrique, que ele considera o adversário do grupo para 2016. Não por acaso, Milton Ravagnani, em seu blog, fez duas postagens no início do mês, criticando a postura do Vereador, por ocasião da posse do prefeito. Ontem,no Pinga Fogo na TV, foi a vez de Verdelírio Barbosa, do nada, dizer que Humberto teria dito que Pupin não está cumprindo promessas de campanha, querendo dizer que seriam críticas de oposição sem fundamento. O apresentador completou. Quase instantaneamente a fala de Verdelírio foi repercutida num blog, em postagem que afirmava que Humberto tinha levado ‘um pau’. Sei disso porque assistia o programa e navegava buscando notícias sobre Sarandi. A referida postagem foi retirada do citado blog, talvez por interferência da assessoria do vereador, que deve ter cobrado explicações, até por que não houve ‘um pau’.Continue lendo ›

Blog

Toma lá, dá cá

A tarefa está sendo árdua, mas Ricardo Barros (PP) pretende concluir até o início de fevereiro a nomeação de todos os cargos comissionados prometidos aos 17 partidos que apoiaram o candidato do PP no segundo turno das eleições municipais de Maringá. A ideia é que todos estejam com sua boquinha garantida e dando expediente até o final da primeira semana do mês entrante. É certamente a maior troca de apoio por votos jamais vista na história política local, algo pra Lei de Gerson nenhuma botar defeito.

Opinião

O secretário e o biscoito

http://www12.zippyshare.com/v/2453607/file.html
De Luiz Modesto:
Nomeado secretário de Comunicação da gestão de Ricardo Pupin, o colunista do jornal amigo da famiglia, Milton Ravagnani, não tem medido esforços para insinuar a existência de um “mensalinho” de, segundo ele, 3 mil reais para blogueiros e comunicadores independentes denunciarem a gestão pepista, numa tentativa “maldosa” de desestabilizar o homem dos 515 CCs. Vítima de sua própria insinuação, Ravagnani foi questionado por um de seus leitores em seu blog: “O Milton é crítico porque é secretário municipal ou se tornou secretário por ser crítico?”. Isso me fez lembrar os antigos comerciais dos biscoitos Tostines. Continue lendo ›

Blog

O próximo capítulo

O anúncio do restante do secretariado de Carlos Roberto Pupin – que acha que, na eventualidade de perder no TSE ficará quatro anos recorrendo no STF – pode acontecer na manhã desta quarta-feira. Estudava-se mudança na secretaria inicialmente destinada à zootecnista Maria Iraclézia de Araújo, a de Esportes e Lazer. É que Flor Duarte resiste em trocar a Cultura pela Secretaria da Mulher, e a primeira pasta já foi adquirida pelo PSB de Wilson Quinteiro. Ainda tem a Serei, cujas atribuições são as mesmas dos dois escritórios de representação.
O certo é que Ricardo Barros ainda não fechou todas as nomeações para Pupin assinar.

Blog

Com Ulisses, RB não mandará?

Li no blog do Lauro Barbosa e reproduzo: “Em diversas entrevistas, eu ouvi o residente da Câmara, Ulisses Maia (PP) dizer, enfaticamente, que em sua gestão tudo vai ser às claras, ou seja, que não vai ser bobo de segurar a barra de ninguém; que quando a proposta for polêmica, não importando a origem, se do Executivo, situação ou oposição, ele reunirá as partes interessadas, promoverá o debate e só a partir daí, jogará para o plenário decidir, calma e tranquilamente, sem pressão, afogadilho ou regime de urgência no apagar das luzes.”
Meu comentário (Akino): Quer dizer que quando RB tiver negócios que necessitem de aprovação de projetos em regime de urgência, Ulisses dirá: aqui não, vou fazer a coisa certa? Que regime de urgência será só para os casos enquadramos no que diz a Lei Orgânica e e o Regimento Interno? Não temos como duvidar, mas cobraremos. Há quem duvide que o presidente Ulisses resista. Sabe um cara que manda em tudo em Maringá? Este cara é ele.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Ex-vereador não quer o postinho

Luiz Carlos Clóvis, o ex-vereador Luiz do Postinho (PRP), que não se reelegeu (fez 331 votos, perdendo por 1 voto para a Vera, do PSB, gente fina e digna zeladora da Câmara de Maringá), não quer voltar a ser atendente em balcão de posto de saúde, ocupação que tinha até ser surpreendido com a própria eleição, em 2008 (1.820 votos). O chefe Ricardo Barros (PP), que cumpre na prática o quarto mandato como prefeito de Maringá, ofereceu-lhe a chefia de um posto de saúde – ou, de acordo com a nova estrutura administrativa dos 515 CCs criados por Pupin, “diretor de unidade de serviço de saúde de médio porte”, invenção que os fratelli fizeram para acomodar cabos eleitorais em unidades básicas de saúde. Ele recusou. Achou baixo o salário, algo em torno de R$ 2,5 mil. Barros agora procura recompensar a fidelidade do ex-integrante da Turma do Amém com outro cargo – claro, bancado com o seu dinheiro, caro leitor.

Akino

Será muita ousadia…

…se for confirmada a nota de Verdelírio Barbosa, de que o escritório de representação de Maringá em Curitiba será entregue ao irmão da deputada federal Cida Borghetti ou para Renata Bueno, filha do deputado federal Rubens Bueno (PPS).Ousadia, prova de que Pupin não manda nada e que Ricardo e Cida consideram o contribuinte maringaense um banana, glúteos flácidos, que vai pagar a conta. Esse cargo vai pagar R$ 10,6 mil mensais, para não fazer absolutamente nada de útil para Maringá e ainda nomear alguém que nada tem a ver com a cidade. Será muita ousadia da parte de Ricardo Barros e Pupin, se assinar, além de levar um processo por improbidade, mostrará que é como se considera o contribuinte maringaense. Para bom entendedor…
Akino Maringá, colaborador

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Patrão bonzinho

Ricardo Barros (PP), secretário de Indústria e Comércio, não tem o que reclamar de Beto Richa, que, como patrão, não lhe cobra expediente. Hoje, por exemplo, o chefe está dando expediente no paço municipal, no gabinete de Carlos Roberto Pupin (PP), aquele que aumentou para 515 o número de cargos comissionados para acomodar seus apadrinhados e que disse aos maçons que Barros não mandaria em sua administração (agora, chamada de ahahdministração). É o secretário de Beto Richa quem está dando as cartas nas primeiras horas do governo Pupin, na prática seu quarto mandato como prefeito da terceira maior cidade do Paraná.

Akino

Definida a eleição da Câmara: RB vence por 11 a 4

Confesso que cheguei apostar fichas no Tenente Edson, Capitão Ideval, Luciano Brito e Adilson do Bar, mas para minha decepção eles se equipararam a Heine, Saboia, Soni e Luiz do Postinho. Capitularam diante dos argumentos convincentes de RB, formando a nova Turma do Amém, ou melhor, apenas substituíram os citados, juntando-se a Bravin, Flávio Vicente, Jones Dark, Luiz Pereira, Chico Caiana e Márcia Socrepa, capitaneados por Ulisses Maia. Tinha esperança de Edson, Ideval e Luciano, pelo menos fossem diferentes, parece que não o são. Talvez paguem um preço alto no futuro, por terem se aliado ao que de pior existe na política maringaense, a política o clientelismo, da não preocupação com dinheiro público, das negociatas. Menos mal que o escolhido para presidente seja Ulisses Maia, pelo menos entende do cargo e é o único que pode argumentar contra os prováveis ‘malfeitos’ que serão propostos, se forem ‘mal feitos demais’. Espero estar enganado. Resta saber se Edson, Ideval e Luciano, pelo menos, não se deixem corromper por cargos na mesa, cujo preço será muito alto.
Lembrem-se que o prefeito vai mudar e Ricardo Barros perderá todo o poder. Não confiem nesta promessa de que haverá nova eleição e RB apoiaria Batista ou Quinteiro, quem estiver melhor. Ele sabe que o prefeito será Enio Verri. A não ser que esteja acreditando piamente nos conhecimentos jurídicos do seu secretário de Comunicação.
Akino Maringá, colaborador

Blog

RB acredita em novas eleições

Prevendo que o caso Pupin terá desfecho em fevereiro, Ricardo Barros (PP) está empenhadíssimo na eleição do novo presidente da Câmara de Maringá. Barros, mentor da candidatura do PP, acredita que haverá a marcação de novas eleições e que, afastado Pupin, o presidente eleito na segunda-feira comandará a cidade por pelo menos três meses. O secretário de Beto Richa prefere alguém mais próximo – no caso, Ulisses Maia, do seu partido – e torce para que não haja nenhuma chance de a oposição eleger o chefe da mesa executiva. Os fratelli são muito gratos a Mário Hossokawa (PMDB), que, além de facilitar a aprovação de projetos de interesse da dupla, não investigou situações como a ciclovia da Mandacaru, suspeita de superfaturamento, mesmo havendo recomendação do Tribunal de Contas da União.

Akino

Só pode ser gozação

Na mensagem do Executivo encaminhando o projeto de lei com a nova estrutura de administrativa para a administração Barros/Pupin, enviada a Câmara, consta o seguinte parágrafo: “A nova disposição visa a otimização, economia e celeridade na máquina administrativa, efetuando a redistribuição dos cargos de maneira mais eficiente, para um eficaz funcionamento de cada órgão da estrutura administrativa”. Ora, que economia pode ser feita dobrando o número de cargos? Soube que já não espaço para acomodar os atuais. Em alguns órgãos a presença de CCs impede que os efetivos produzam mais por falta de condições (mesas, computadores). Não tem espaço físico para acomodar toda essa gente. E fica mais claro que é gozação e parágrafo final:Continue lendo ›

Akino

Ricardo Barros barra o fim do mundo

Alguns exemplos de como, provavelmente, os jornais dariam em manchete a notícia do fim do mundo: O Globo: Governo anuncia o fim do mundo. O Dia: Fim do mundo prejudica servidores. Folha de S. Paulo: (ao lado de um imenso infográfico) Saiba como vai ser o fim do mundo. O Estado de S. Paulo: CUT e PT envolvidos no fim do mundo. Tribuna de Alagoas: Delegado afirma que o fim do mundo será crime passional. Estado de Minas: Será que o mundo acaba mesmo? Jornal do Comércio: Juros finalmente caem com a chegada do fim do mundo.
Agora vejamos como O Diário de Maringá poderia dar a notícia: Continue lendo ›

Akino

Quem deve explicar

Li no blog de dom Anuar Battisti e reproduzo: “Na manhã desta sexta-feira (21) lideranças da ACIM, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Igreja Católica, Observatório Social, Conselho de Segurança (Conseg) e sindicatos se reuniram para discutir a iniciativa do Executivo sobre o acréscimo de 238 cargos de confiança na estrutura administrativa da Prefeitura de Maringá. Com a medida já aprovada pela Câmara Municipal, a quantidade de cargos comissionados na prefeitura passará de 277 para 515 (leia mais)”.
Meu comentário (Akino): Quem deve explicar é Ricardo Barros, que é quem comanda todo processo. Pupin, não criou e nem vai criar nada na administração. Quem mandou nos últimos oito anos e pretende continuar mandando nos eventuais quatro anos de Pupin é ele, o chefão. Para Pupin restarão os processos, como restaram para o irmão mais velho. Continue lendo ›

Blog

A lista está com o irmão mais novo

A se confirmar o TSE negando o terceiro mandato a Carlos Roberto Pupin (PP), Ricardo Barros deixará de ser prefeito pela quarta vez. Isso certamente será bom para Maringá. Para se ter uma ideia, dos 31 secretários previstos na nova estrutura administrativa da prefeitura – mais que São Paulo, a maior cidade da América Latina -, a maior parte será indicada pelo irmão mais novo. Dizem que Pupin ainda não pegou a lista com os nomes de eventuais secretários com Ricardo Barros, responsável por dividir as secretarias entre os 18 partidos que apoiaram o candidato do PP, e que o vice-prefeito, oficialmente, só sondou, mas não convidou ninguém, talvez para evitar constrangimentos com a decisão do TSE.
Barros, que pode ser tudo, menos bobo, naquela famosa sexta-feira propôs que Pupin desistisse e que uma de suas filhas assumisse a candidatura, para fazer nome para deputada estadual. Pupin e Ferdinandi bancaram a parada.

Blog

Um mero estafeta

De acordo com um assessor do prefeito de Maringá, a nova estrutura foi feita para isolar Pupin das decisões mais importantes e mais, digamos, interessantes da administração pública local. Ao esvaziar as competências do Gabinete do Prefeito também levou-se em conta que ali não ficará figura do mesmo nível de outros chefes que por ali passaram; a nomeação de Mário Alexandre, atual chefe, é sinal de que o próximo também vai apenas obedecer ordens de Ricardo Barros. No caso, como se especula, seria um outro Mário – Hossokawa, o vereador, que, apesar do currículo como vereador, vice-prefeito e secretário, seria um mero estafeta numa eventual gestão pepista. Um final de carreira, há que se convir, muito ruim para o peemedebista, escanteado dentro do próprio partido pelos donos da sigla.

Justiça

Movimento no processo

Houve movimentação na denúncia crime feita pelo Ministério Público Estadual contra o secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa, Ricardo Barros (PP), o salomônico. Trata-se do processo em que ele teve gravadas conversas telefônicas, autorizadas pela justiça, em que é suspeito de ter procurado fraudar a milionária licitação da publicidade da Prefeitura de Maringá. A Divisão do Órgão Especial da Divisão de Recursos aos Tribunais Superiores (Seção de Registro e Publicação) registrou vista dos autos, pelo prazo de cinco dias, solicitado pelo advogado Thiago Paiva dos Santos; a defesa do presidente estadual do PP é feita, nesta ação, também por Ivan Xavier Vianna Filho e Horácio Monteschio. O relator do caso, que corre em segredo de justiça, é o desembargador Clayton Camargo, presidente eleito do Tribunal de Justiça do Paraná.

Blog

Secretaria fechada, não

Ao contrário do que prometeu numa reunião com representantes da maçonaria, no final do segundo turno, o pecuarista Carlos Roberto Pupin (PP) não está mandando nada na confecção de seu secretariado. Como se esperava, é Ricardo Barros quem está dando as cartas, inclusive na distribuição de secretarias aos aliados.
Barros já decidiu, por exemplo, que não dará “secretaria fechada” para nenhum dos 18 partidos que apoiaram seu candidato. Ou seja, a ideia – no caso do terceiro mandato de Pupin ser validado pelo TSE – é que o irmão mais novo continue mandando. Na prática, seria seu quarto mandato como prefeito de Maringá.

Akino

Visão futurista

Na festa de aniversário de RB, Gilmar Ferreira entrevistou a deputada Cida Borghetti que disse, entre outras coisa que RB, tem uma visão futurista, pois foi líder de Fernando Henrique e vice-líder de Lula, dois governos complementamente diferentes nas palavras dela. Que é um homem trabalha muito, que não desliga. Pediu que Deus continue o iluminando para que ele não desista de trabalhar pelo povo.
Meu comentário: Por coincidência, conversando com um empresário, ontem, ele destacou esta qualidade de RB, a de trabalhar muito. Ele é um * (não dá para reproduzir a palavra), mas trabalha muito. Não tem nem fim de semana. Tudo em Maringá tem que passar por ele. Sem sua aprovação não saem obras do Minha Casa Minha Vida, por exemplo (o empresário é do ramo da construção), obviamente sob condição de atender seus interesses. Quanto à visão do futurista de fato a exemplos que comprovam: Quando Alkimin tinha chances de ser eleito em 2006, com Lula desgastado pelo escandalo do mensalão, Ricardo o apoiou. Passou a eleição, com Lula eleito e a possibilidade de Balbinoti virar ministro da Agricultura, se desdobrou, ajudou a Odílio não ser confirmado como ministro e logo em seguida se tornou vice-líder de Lula. Continue lendo ›

Akino

Como foi a festa?

Estou curioso para saber como foi a festa de aniversário do secretário Ricardo Barros. Pela pouca divulgação da imprensa amiga, acredito que não teve o mesmo brilho de outros anos. Fui convidado, mas declinei. Quem souber, por favor, mate a nossa curiosidade. Conte como foi. Quantas pessoas compareceram? Quais personalidades se destacaram? Crispim, Grillo, John e a turma do PMDB estavam presentes? Pupin e dona Luiza foram representados? Tinha gente do PT? Quinteiro,
Iraclézia, Dr. Batista, Alberto Abraão, Hécules, cantaram os parabéns unidos? Houve oração, em que foi desejado que Deus abençoasse para que ele continue por muitos e muitos anos fazendo o que mais gosta, “trabalhar pela comunidade”?
O ministro das Cidades tomou umas cervejas?
Akino Maringá, colaborador

Akino

Contrato de gestão

Ouvia o Governador falar de contrato de gestão com os seus secretários e imaginava que se tratava de uma avaliação de desempenho, nos moldes usados pelas empresas, especialmente as maiores. Pois não é que existe um contrato formal. Vejam o firmado com Ricardo Barros, que vence no final de 2012. Será renovado?

Akino Maringá, colaborador

Justiça

TJ nega recurso a promotor público

A 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná negou recurso apresentado pelo promotor público Robertson Fonseca de Azevedo, de Maringá, e deu parcial provimento apenas para reduzir o valor da verba honorária em uma ação de indenização por danos morais. O promotor moveu a ação, que tramitou na 6ª Vara Cível da comarca, contra os irmãos Ricardo e Silvio Barros II, alegando ter sido vítima de injusta imputação criminosa mediante queixa-crime ajuizada pelos dois e com julgamento pelo Órgão Especial do TJ, que teria reconhecido ausência de culpabilidade. Robertson sustentava que os dois sabiam que a queixa-crime era espúria e infundada, mas tiveram o dolo de prejudicá-lo, ferindo seu sentimento de tranquilidade e paz. Ricardo e Silvio II alegaram que não houve julgamento de improcedência da queixa-crime, mas sim extinção por perempção, sendo a queixa-crime uma garantia legal. Numa palestra proferida em faculdade de direito de Maringá, o promotor teria chamado o prefeito de ladrão. Continue lendo ›

Blog

A volta e o acesso limitado


Também a propósito de outra postagem do Akino sobre a volta do secretário de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, ao cargo: como este modesto blog já havia informado, ele participou da reunião do secretariado, na semana passada, mas realmente não há nenhuma informação oficial sobre seu retorno. Na última notícia produzida pela Agência Estadual de Notícias, no dia 9 passado, ele ainda é citado como “secretário licenciado”. Mas ele preside o PP do Paraná e, afinal de contas, tem a mesma estatura política de Beto Richa, daí ter voltado e anunciado só aos amigos é completamente compreensível. De qualquer forma, como se vê acima, a denúncia crime feita contra ele pelo Ministério Público Estadual por tentativa de fraude em licitação na administração Barros/Pupin continua no Tribunal de Justiça, e com acesso restrito. Aliás, a denúncia vai completar um ano no TJ-PR, onde teria sido feito pedido de prisão do secretário.

Verdelírio

Volta de Beto

O governador Beto Richa, volta amanhã de sua viagem internacional, e ao reassumir vai receber em audiência Ricardo Barros, secretário de Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul do Paraná, que se licenciou do cargo e deveria reassumir no dia 8. Ricardo preferiu esperar o retorno de Beto, já que agora, além dos assuntos da secretaria, terão que conversar a respeito do horizonte político. Ricardo ainda pensa no Senado em 2014 e Beto pensa na reeleição, e precisa de aliados competentes politicamente, já que seu PSDB foi pessimamente na última eleição. Secretários políticos serão fundamentais para Beto.Continue lendo ›

Akino

A mão do capo

Dias atrás o Verdelírio comentou em sua coluna que sem Ricardo Barros a campanha de Pupin não teria decolado. Ontem o Pinga Fogo fez questão de destacar e forçar Pupin a falar bem dele (Pupin cita mas de passagem). Disse, mais ou menos assim, o Pinga Fogo, após Pupin agradecer todos, sem destaque, para o capo: – E vamos falar a verdade, o Ricardo é um grande coordenador, ele teve um papel importante, o que fez Pupin dizer uma heresia: ‘ele trabalha só pensando no bem de Maringá’. A impressão que tenho é que nessas falas há a mão de Ricardo, ou quem sabe preocupação dos que se beneficiam da sua influência, temerosos que Pupin cumpra a promessa de realmente ser ele (Pupin) o prefeito. A verdade é que será mais difícil a tarefa de Ricardo, sem a a ajuda da mãe, manter totalmente o controle da prefeitura, como até aqui.
Acredito que ele vai usar cada vez mais a imprensa para continuar sendo o prefeito. O Pinga Fogo por exemplo, disse a Pupin, em tom de brincadeira, mas com fundo de seriedade que vai ‘puxar as orelhas’ e nós sabemos como isto funciona. Se começar a faltar verba publicitária ele malha. Pupin caiu na besteira de dizer que teme a ‘vara de marmelo’. Não acredito que Pupin seria o prefeito (Ricardo continuará mandando), mas terá mais trabalho, sobretudo porque sai a influência da mãe pró e entra a de dona Luíza contra. Entre Silvio e Pupin, pouco ou quase nenhuma diferença, ambos são tão afinados, como irmãos, como eles disseram.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Discurso e prática

Carlos Roberto Pupin (PP) disse na reunião aos maçons, na última terça-feira, que ele tem vontade própria e é ele quem decide o que fazer na campanha. Mas, na contramão do que falou, ainda não sabe se vai ao debate de hoje à noite na RPC TV (Globo) por causa de um motivo simples: Ricardo Barros, coordenador-geral de sua campanha, ainda não decidiu se ele, Pupin, vai ou não.
PS – Barros, por motivos óbvios, reluta em liberar seu candidato para o debate. Teria tentado de tudo para evitar o debate e a entrevista com Verri, inclusive apelando a um personagem de alto coturno da área federal.

Blog

O dono da verdade

Ontem, no Clube Olímpico, Ricardo Barros mandou reunir cabos eleitorais, cargos comissionados, assessores, ex-candidatos a vereadores e demais apoiadores da candidatura de Carlos Roberto Pupin (PP). Entre os oradores, Silvio Barros II, colecionador de condenações por improbidade administrativa. Insinuou que no segundo turno seu pupilo “baterá” no candidato Enio Verri, do PT. “Nós vamos parar de falar a verdade quando eles pararem de falar mentiras”, matraqueou.
Entre as ausências notadas estavam as de Umberto Crispim, donas Bernadete e Luíza e Cida Borghetti, sobre a qual informaram que estava em Curitiba, apesar de ter chegado em Maringá na noite anterior.

Verdelírio

“Nem sairia do lugar”

É acima de tudo, uma questão de justiça reconhecer que ele cuidou de tudo na campanha, inclusive dos detalhes menor, muitas vezes ouvindo insinuações e até desaforos. Sem Ricardo Barros a candidatura de Roberto Pupin para prefeito nem sairia do lugar. Seria natimorta. Foi o próprio Ricardo que preferiu ficar na retaguarda não fazendo uso de suas aparições no horário político, evitando possíveis desgaste para não prejudicar o candidato.Continue lendo ›

Política

Para marcar na folhinha

A licença que Ricardo Barros, coordenador-geral da campanha de Pupin, solicitou da Secretaria de Indústria e Comércio do Paraná vence no dia 10 de novembro, um sábado. Ele pediu licença logo depois das denúncias sobre seu envolvimento com fraude em licitação na Prefeitura de Maringá e o boato de seu pedido de prisão.

Akino

Ricardo não quer ou não pode aparecer?

Tenho informações de que Ricardo Barros não quer aparecer na imprensa. Nada de entrevistas, declarações, muita exposição. Ontem no Pinga Fogo ficou claro, seu nome nem foi tocado. A dúvida é se foi uma decisão dele ou de Pupin. Há quem diga que o candidato teria dado uma ‘prensa’ e ordenado o recolhimento do chefe. Outros dizem que teria pedido, pelo amor…, para que ele não aparecesse agora, para não levantar mais suspeitas de que mandará no ‘guverno’. Há também os que pensam que Pupin já meteu o ‘pé na lata’, como diria o veredor que tomou o lugar de Zebrão, Jones Darc de Jesus, e dito: ‘quem manda agora sou eu’. Ricardo teria perdido totalmente o espaço, que agora seria ocupado por John, Grillo e Crispim.
Akino Maringá, colaborador