ricardo barros

Akino

Horário eleitoral

‘A direita odeia o horario eleitoral gratuito, porque democratiza um pouco a campanha. Ela gosta de horário pago, em que reina o dinheiro’. (Requião, via Lauro Barbosa)
Meu comentário: Em Maringá, o pessoal gosta mesmo é de dar ‘entrevistas’,e o líder da preferência é  o Pinga Fogo. Numa das últimas que assisti de Ricardo Barros ele aproveitou e fez propaganda dos terrenos do novo parque industrial, dizendo que é tudo transparente, obdecendo a fila de inscrições, que os empresários procurassem a Prefeitura o quanto antes.
Akino Maringá, colaborador

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Parque Industrial: Sanches Tripoloni vence licitação milionária


Depois de gastar mais de R$ 14 milhões com desapropriações (boa parte, assinada pelo prefeito interino), a Prefeitura de Maringá vai dispender R$ 27.998.489,10, que serão pagos à Construtora Sanches Tripoloni, que na terça-feira ganhou licitação realizada pela administração municipal para implantar a infraestrutura no Parque Cidade Industrial Parte I, na Gleba Ribeirão Pinguim. O valor equivale a 11 mega-senas como a sorteada ontem à noite. A Sanches Tripoloni, grande financiadora de campanha dos fratelli, já realiza outra obra milionária, o Contorno Norte, que teve valores questionados pelo Tribunal de Contas da União e confirmação de superfaturamento, vai fazer o asfalto, galerias de águas pluviais, rede de água e esgoto, iluminação pública e serviços de urbanização no parque industrial. Sob suspeita, a obra foi planejada desde o início pelo ex-secretário Ricardo Barros, como mostra um dos vídeos de conversas vazadas na internet, onde determina à prefeitura até a avaliação de imóveis; Barros seria proprietário de 60 alqueires nas proximidades do novo parque e teria pressionado pequenos proprietários a venderem seus imóveis.

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Amadorismo profissional

Esqueçam a justificativa mandrake (fosse em outros tempos, chamaria de mentirosa) da coligação “A mudança continua”, de que o primeiro programa do candidato a prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) não iria ao ar na tarde desta quarta-feira por solidariedade aos candidatos a vereador, cujo primeiro programa, ontem, também não foi exibido porque o material foi entregue à emissora depois do horário fixado (9h). O material para ser veiculado hoje foi entregue no horário, mas… na mídia não havia o programa do candidato. O que estva gravado ali nada tinha a ver com programa eleitoral. O coordenador-geral da campanha de Pupin, Ricardo Barros, que não gosta de coisa de amador, está dando pulo.

Akino

Pupin merece

Muitos acharam exagero o Ministério Público pedir a decretação da prisão preventiva de RB, mas tomando conhecimento de poucos minutos de gravações telefônicas dá para se ter uma ideia das razões. Imaginem quando vier, se vier, à tona o conteúdo de mais de 1.800 páginas do processo. Acho que Pupin deve agradecer a Deus pela impugnação. Seriam quatro anos, se eleito, terríveis e que poderiam comprometer o resto da vida. Esses oito como ‘meio prefeito oficial’ já vão dar muita dor de cabeça, mas mais quatro como prefeito de direto, com ele de fato, seriam um inferno, talvez sem retorno.
Pupin merece. Deus não desampara os bons.Continue lendo ›

Escândalo em Maringá

Um final nem sempre feliz

De Cláudio Osti:
Todos dizem que ele é exímio e competente, um ganhador, vencedor – que usa tudo a seu alcance para as disputas eleitorais: o dialeto PAMG (Promete, Acusa, Mente e Grita). Este é Ricardo Barros, só que em épocas de fichas limpas é preciso lembrar o que acontece com ele e os seus comandados: Ricardo Barros, ex-prefeito em Maringá – condenado no STJ e sem recurso algum e como ex-secretário de Estado já com pedido de prisão no TJ do Paraná; Silvio Barros, atual prefeito e irmão – já condenado em segunda instância por improbidade administrativa; Antonio Belinati condenado no TSE e depois nem tem o recurso julgado no STF e perde a eleição de 2008; Homero Barbosa é seu pupilo no terceiro turno e aí é julgado por tudo e pouco mais, cassado com os votos do PP que Ricardo Barros fez apoiar em março de 2009.Continue lendo ›

Akino

Para lembrar

Postagem publicada em 5 de maio de 2009, sob o título “STF mantém demissão de assessores jurídicos de Maringá”: “O STF não suspendeu a liminar do juiz Siladelfo Rodrigues da Silva, da 5ª Vara Cível, de Maringá, como informou a manchete de O Diário desta terça-feira. Pelo contrário, o pedido de suspensão de tutela antecipada foi negado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes”. Leia mais.
Akino Maringá, colaborador

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Engana que eu gosto 1

O tom messiânico e jim joniano da direção da campanha da coligação “A mudança continua” ganhou novos contornos, diante da impugnação do candidato a prefeito Carlos Roberto Pupin. Ontem, na reunião com a turma, onde promotores e juízes foram colocados no pelourinho, a deputada federal Cida Borghetti (PP) usou o nome de Deus para tentar limpar a barra, cada vez mais suja, da coligação. Ricardo Barros, que por precaução tem evitado acompanhar Pupin nas andanças pela cidade, apresentou uma “pesquisa” da DataBarros e pediu que o pessoal fosse o vetor, divulgando os números aparentemente suspeitos. E tem que acredite.

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Engana que eu gosto 2

No caso de Ferdinandi, Barros foi na base do “Deixa comigo” – e Fernandi foi impugnado. Assim aconteceu com Pupin – o registro indeferido depois do “Deixa comigo”. Nas eleições de 2008 também foi assim: Ricardo Barros garantiu que a montagem das coligações iria beneficiar os mais dedicados da turma, mas não foi o que se viu. Edith Dias, Dorival Dias e Norma Deffune que o digam; da mesma forma, em 2010, com Ulisses Maia.
O “Deixa comigo” não cumpre o que promete, mas ainda há quem acredite nos números de “pesquisas” que ele faz com o objetivo de animar a tropa, que ultimamente tem poucos motivos para tal.

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Perseguidos pela Justiça


A reunião da coligação Barros-Pupin neste domingo teve a participação de pouco mais de 600 pessoas – embora os mais empolgados com o discurso messiânico espalhem que foram 1,5 mil pessoas. Realizado num auditório do Cesumar, reduto do vice impugnado, o encontro teve uma batida: Ricardo Barros, ainda apresentado como secretário da Indústria e Comércio de Beto Richa (o governador, gelatina como o outro, finge que não é com ele), falou que ele, o irmão – ambos condenados por improbidade administrativa – e, agora, o pupilo Carlos Roberto Pupin, são perseguidos por promotores e juízes. Em resumo, que a Justiça é o inimigo número 1 da coligação. Embora ninguém tenha ido em cana, como aconteceu com Antonio Belinati, a dupla (ou, agora, o trio) posa de perseguidos. Como Jim Jones, já que há quem acredite.

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O “Deixa comigo” não virou

A coligação “A mudança continua” realizou reunião agora à tarde no Cesumar. A reunião estava agendada antes da decisão do TRE do Paraná de cassar a candidatura de Carlos Roberto Pupin (PP), cujo vice, professor Claudio Ferdinandi, diretor da instituição, havia sido cassado na última quinta-feira. Para os candidatos a vereador – são cerca de 170 – tentou-se passar a impressão de que está tudo bem, de que nada aconteceu e de que, apesar da decisão por goleada (seis votos a zero), existem chances de reverter a sentença em Brasília. O TSE tem até o próximo dia 7 para definir situações como essa e julgar o recurso que a coligação prometeu apresentar.
Só para lembrar: a situação de Ferdinandi e a do próprio Pupin era, óbvio, de conhecimento da assessoria jurídica da coligação da organização chefiada por Ricardo Barros. Pupin tinha a questão do terceiro mandado e Ferdinandi, as contas reprovadas no TCE. Para os dois casos, Barros deu a mesma “solução”: afirmou a todos que ele resolveria as questões junto à Justiça Eleitoral. “Deixa comigo, não se preocupem”, disse ele – mas, isso, antes das duas derrotas no Tribunal Regional Eleitoral.

Eleições 2012

Por unanimidade, Justiça Eleitoral do Paraná tira Pupin da disputa

O TRE do Paraná publicou há pouco a súmula do julgamento que cassou o registro de Carlos Roberto Pupin (foto) como candidato a prefeito de Maringá pelo PP. Por unanimidade de votos, foi dado provimento aos recursos interpostos pelo Ministério Público Eleitoral e pela Coligação “Maringá de Toda Nossa Gente”, nos termos do voto do relator, Rogério Coelho. Houve sustentação oral dos advogados. Guilherme de Salles Gonçalves pela coligação “Maringá de Toda Nossa Gente” (Enio Verri) e de Horácio Monteschio por Carlos Roberto Pupin. Com isso, a coligação “A mudança continua” está sem candidato a prefeito e a vice, já que o professor Claudio Ferdinandi (PMDB) havia sido impugnado na semana passada. A Justiça Eleitoral do Paraná, ao contrário do juiz local, entendeu que o fato de Pupin ter assumido no período de seis meses anterior às eleições em 2008 e 2012 faria dessa candidatura a busca do terceiro mandato, o que é vedado por lei. Ambos podem recorrer, apesar da decisão unânime de hoje, mas o estrago…
Esperando o resultado do julgamento, o coordenador-geral da campanha de Pupin e Ferdinandi, que reúne onze outros partidos políticos, marcou uma reunão geral no Cesumar às 17h deste domingo para discutir a estratégia dos impugnados.

Akino

Fora de Tom II

Usando a tribuna, na última terça-feira, o vereador Ton Schiavone disse que o Rigon havia corrigido uma informação sobre o mandato de Ricardo Barros, o primeiro, como prefeito (já teve mais dois e vai quer o quarto). Em sessão anterior, ao praticar sua política de louvação à família, o vereador havia dito que a primeira gestão de RB foi de 93 a 96, e que desde 1977 os Barros construíram metade das casas e apartamentos populares da cidade, dentro de programas habitacionais.
Caro vereador, não foi o Rigon, foi este modesto colaborador, o Akino, que você tanto elogiou algumas vezes, quando fiz algumas críticas construtivas, que fez a correção, dizendo que V. Excia poderia estar com problema de assessoria. Agradeço pela audiência e desculpo o engano. Mudando de assunto, vereador, sou obrigado a concordar que em matéria de investimentos na área imobiliária seu chefe é quase imbatível, a última grande cartada tem sido no ramo de parques industriais. Está meio enrolado, mas tem esperança de vai sair desta, indo na jugular do MP.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Por que com ele foi diferente?

Fernanda Richa vai deixar o governo para se dedicar à campanha de Luciano Ducci. Ao contrário do que fez Ricardo Barros, que se licenciou do cargo baseado em parecer da Procuradoria do Estado, ela pediu exoneração – o que é o mais correto. (blog do Zé Beto)
Meu comentário: Seria por medo de perder o foro privilegiado, que com ele foi diferente?
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

Bye, bye, Ricardo

De Cícero Cattani:
O Ricardo Barros está rifado de vez do secretariado de Beto Richa. Com a confirmação pelo STJ de crime de improbidade quando prefeito de Maringá, Barros entra pro rol dos fichas sujas. Outros processos correm sob o mesmo tema no Tribunal de Justiça. Barros ainda sofre o risco de ter sua prisão cautelar pedida pelo MP ser decretada. Líder influente em Maringá, em nenhum momento deixou de comandar os negócios da família que muitas vezes se confundem com os da prefeitura. Filho de ex-prefeito, ele mesmo prefeito, irmão do atual, Ricardo Barros é também dono do PP paranaense. Pego em conversa telefônica, recentemente, grampeada com autorização da justiça, restou a Barros pedir licença de 90 dias da Secretaria da Indústria, Comércio e Mercosul, criando grande constrangimento ao governador Beto Richa.

Akino

Prefeito só nos fins de semana?

Em entrevista publicada na edição de hoje, de O Diário, o prefeito Silvio II admite a influência do irmão no seu mandato. Vejam o que ele disse: “Não posso abrir mão da experiência de meu irmão, que como mostra a gravação, estava ajudando a administração – seja como secretário de Estado, nos representando no governo, ou aqui. Por exemplo: no sábado, todos sabem que eu me recolho por conta de minha religião, e o Ricardo passa os finais de semana em Maringá. Então é natural que ele se preocupe com a administração e me ajude, conversando com os secretários, participando mesmo da equipe”, explicou.
Meu comentário: Se fosse só do pôr do sol de sexta até o do sábado, quando o prefeito diz que se ‘recolhe’ (fica em oração, meditação, pelo que entendi), mas o que se sabe é que as gravações foram de outros dias da semana. Continue lendo ›

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Blindagem

De uma hora para outra, os prefeitos de Maringá (o que viaja e o que faz campanha) passaram a fazer uma defesa nunca antes vista do capo Ricardo Barros. A estratégia visa justificar a “influência” do ex-secretário em todas as ações da administração municipal que envolvem consideráveis volumes de recursos públicos.

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STJ mantém condenação de ex-secretário por improbidade

O STJ negou recurso do ex-secretário Ricardo Barros e manteve sua condenação, em ação civil pública por improbidade administrativa. O agravo em recurso especial foi negado em 9 de maio e será publicado nesta terça-feira. O relator foi o ministro Francisco Falcão. Barros, coordenador da campanha do PP em Maringá e Londrina, foi condenado em primeira e segunda instância por ter fraudado licitação de compactadores e coletores de lixo quando prefeito de Maringá, e terá que devolver a diferença entre o valor de mercado e o valor obtido pelo município na venda, simulada, dos equipamentos para a Prefeitura de Luiziana (o material acabou na verdade com um dos membros da comissão de licitação). O caso foi denunciado pelo ex-vereador e ex-ouvidor Euclides Zago Alexandre da Silva. Diz parte do despacho:Continue lendo ›

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Parque Industrial Cidade de Maringá

Quem ouviu a desenvoltura com que Ricardo Barros ordenou os preparativos para o Parque Industrial Cidade de Maringá, numa das interceptações feitas pelo Gaeco em outubro passado, percebe que todo o projeto nasceu dele. No entanto, na mensagem enviada e aprovada pela câmara municipal, em dezembro passado, o irmão mais velho, Silvio Barros II, assinala que foi a demanda por terrenos industriais que levou à criação do parque nos muitos milhões de metros quadrados. Acredita-se que desde então o Gaeco esteja investigando o que parece ser o grande escândalo de final de governo, após o insucesso do lixo (com a Fox). É para passar o rastelo, como diria o caboclo. Continue lendo ›

Akino

Borra b* ou borra botas?

Para o secretário Leopoldo Fiewski, pelo que podemos deduzir da conversa com Ricardo, os servidores municipais de Maringá, de carreira, seriam uns ‘borra bostas’. Talvez ele tenha se enganado e na verdade queria dizer ‘borra botas’ , que segundo o dicionário significa: Profissional inepto, desajeitado, desqualificado; pessoa indignificante, sem importância; medroso, covarde; indivíduo sem caráter, desprezível, infame.
Gostaria de saber a opinião do Aparecido José, que como servidor de carreira por mais de 40 anos, sem nada que desabone, pode nos falar sobre o assunto. Será que Leopoldo e Ricardo pensam isto de todos os servidores? Só dos que não fazem os que eles querem, em matéria, digamos,  de ‘mal feitos’, como diria Dilma? Ou não existe ‘mal feito’, tudo não passa de engano, pois o que eles querem é o bem, e alguns servidores atrapalham?
PS: Em respeito ao leitor deixamos de colocar o título a palavra bosta, dita por Leopoldo.
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

Quem manda é o chefe

Esta conversa telefônica entre Ricardo Barros e o super-secretário Leopoldo Fiewski dá bem a noção de quem manda na Prefeitura de Maringá. Deve ser o tal “monitoramento” com “fins eleitorais” realizado pelo secretário licenciado de Beto Richa, alvo de denúncia crime no Tribunal de Justiça do Paraná, feita pelo Ministério Público. Fiewski volta a chamar Barros de “chefe”, e realmente o é. O blog teve acesso a gravação (de outubro de 2011) até então inédita, que faz parte da intercepção telefônica feita com autorização da justiça. Há alguns dias foi publicado o áudio de outra conversa entre os dois, buscando uma “solução salomônica” para uma licitação de R$ 7,5 milhões. O vídeo tem probleminha de sincronização no início; aqui, somente o áudio.

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Não foi o sucesso planejado

O primeiro comício da campanha eleitoral deste ano em Maringá não foi o sucesso que os organizadores esperavam. Um especialista acredita que foram gastos pelo menos R$ 100 mil para fazer o auê no Jardim Alvorada, que não virou: a maioria era realmente de cabos eleitorais, que fizeram papel de figurante para imagens a serem usadas na campanha de televisão. No palanque, à frente, o capo Ricardo Barros, ainda livre, com aspecto solitário. Só faltou, mesmo, o povo não remunerado.
Pelo menos o candidato dos fratelli obedeceu o figurino ficha suja iniciado com a nomeação de dois condenados criminalmente e a promoção de outro CC denunciado por improbidade: quem apresentou o comício de Pupin foi o vereador John Alves (PMDB), de trajetória interrompida pela Lei Ficha Limpa, e que, ao contrário do que esperava, não sorteou notebooks ao final da “festa”.

Akino

Urbamar, parques industriais e Ricardo Barros

Há mais ou menos um ano o prefeito enviou e a Câmara, com os votos da Turma do Amém, aprovou um projeto de lei que referendava todos os atos anteriores da Urbamar e lhe concedia mais ’30 anos de vida’, sob o argumento principal de que a empresa serviria para obter financiamentos para compra de terrenos e toda a infra estrutura para a abertura de novos parques industriais. Era uma falácia, uma pegadinha, um engana trouxa, denunciou na época este modesto colaborador, mas muitos, inclusive os quatro vereadores que fazem o trabalho de vereador, não nos deram muita atenção. Para mim um dos maiores absurdos legais, se é que há absurdos legais, pois a Urbamar não foi criada para esta finalidade e deveria ter sido extinta há 20 anos.Continue lendo ›

Escândalo em Maringá

Futuro em jogo

De Caroline Olinda, em “Notas Políticas”, na Gazeta do Povo de hoje:
Apermanência do secretário de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, no governo do Paraná segue indefinida. Investigado pelo Ministério Público Estadual por suposta fraude em licitação de publicidade na prefeitura de Maringá, Barros solicitou na semana passada um afastamento temporário do cargo, sem remuneração, a partir de hoje. Ele alega que o pedido não tem relação com a investigação e que pretende participar da campanha eleitoral em Maringá e Londrina. No entanto, como não há certeza quanto à legalidade do afastamento – há quem defenda a exoneração e, depois, uma eventual renomeação –, o caso segue sendo analisado pela Procuradoria-Geral do Estado.

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O queixume dos vereadores do amém

No domingo passado, o (ainda) capo Ricardo Barros recebeu a Turma do Amém para um beija-mão no escritório político de sua esposa, deputada Cida Borghetti (PP), na avenida Prudente de Morais. Houve lamento dos vereadores-candidatos em relação a supostos privilégios a outros integrantes da organização (partidária). Barros, sob a pressão para deixar o governo e perder o foro privilegiado, aguentou o tranco e ainda deu uma catracada no vereador Zebrão (PP), que foi reclamar de Ulisses Maia. Barros chamou Ulisses de inteligente, e por tabela chamou Zebrão de… Zebrão mesmo!

Escândalo em Maringá

Acesso limitado

A denúncia crime contra o secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa e coordenador-geral da campanha de Pupin, que tramita desde o final do ano passado no Tribunal de Justiça, agora tem acesso limitado para consulta. Fora as partes, não se consegue mais detalhes sobre o andamento do caso – que investigaria pedido de propina e direcionamento de licitações e que incluiria até pedido de prisão contra Ricardo Barros. O processo, que ganhou reportagem da Gazeta do Povo, possui oito volumes e mais de 1.800 páginas.

Escândalo em Maringá

Afastamento de Barros ainda não tem justificativa legal

O governador Beto Richa (PSDB) deve definir hoje o futuro do secretário de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, informa Carlos Ohara na Gazeta do Povo de hoje. Investigado pelo Ministério Público Estadual por suposta fraude em licitação de publicidade na prefeitura de Maringá, Barros solicitou na semana passada uma licença do cargo, sem remuneração, por 90 dias. O pedido de afastamento, porém, pode vir a ser negado por falta de embasamento legal. De acordo com o jurista Márcio Cammarosano, professor titular de Direito Administrativo na PUCSP e presidente do Instituto Brasileiro de Direito Administrativo, “se não houver lei específica sobre o caso, o correto é a exoneração do cargo e, se houver interesse do governador, uma nova nomeação para o cargo no futuro”. Leia mais.

Akino

Mais ofensas ao MP

Na sessão de ontem, da Câmara de Maringá, os defensores de Ricardo Barros, John e Heine Macieira, continuaram as ofensas ao Ministério Público. John disse que os promotores (não citou nome, mas sabemos a quem ele se referia) foram desonestos, com todos, ao denunciarem a interferência de Ricardo Barros na licitação da publicidade. Heine, repito, disse que há laranjas podres no MP. John insiste que devemos discutir o mensalão, que é assunto mais importante.
Algumas dúvidas: Por que Heine escolheu laranja, como fruta, para exemplificar? Não poderia ser maçã? Deve ser porque de laranjas seu grupo conhece muito. Qual o interesse de John em defender tanto Ricardo Barros e ofender o MP? O que está ganhando com isso? Ele não deveria se considerar impedido de falar mal dos promotores, por ter uns probleminhas com eles? Insistem em dizer que a denúncia é política e que deveria ser feita na época da gravação, esquecendo que foi. A gravação é de outubro ou novembro e o processo foi proposto em dezembro. O leitor do blog do Rigon sabe disse faz tempo. Falando em mensalão, a que partido pertencia o Borba, quando estourou o escândalo, e para qual ele foi? E os mensalinhos da Câmara? Será que não existem? Nunca vereador recebeu dinheiro para aprovar projetos de interesse do Executivo? Isto só aconteceu na Câmara Federal? Aguardamos respostas nas próximas sessões.
Akino Maringá, colaborador