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Quem iria substituir Pupin?

Na terça-feira da semana passada o blog revelou detalhes da famosa reunião em que Pupin não concordou seu substituído por uma das filhas do coordenador de sua campanha e prefeito de fato de Maringá, Ricardo Barros. Hoje, revela mais uma, que ajuda a formar o entendimento sobre o caso Pupin e, mais precisamente, a tese de que o coordenador pode ter tudo, menos bobo.
Poucos dias após a reunião de sexta-feira, com representantes de todos os partidos políticos que estavam na coligação, Ricardo Barros convocou mais um encontro dos cabeças de cada sigla que pertence ao seu condomínio partidário. Só não convidou Pupin. Deixou claro a todos que a candidatura de Pupin estava periclitante, por ser irregular, e que ele, a qualquer momento, poderia tê-la indeferida pelo TSE. Trataram de escolher um nome para substituir quando isso acontecesse, e se isso acontecesse antes do pleito. Cada presidente de partido alegou uma dificuldade para não aceitar o convite. Marco Antonio Rocha Loures (PP) e Wilson de Matos (PSDB) foram dois deles. Ficou acordado então que o substituto imediato de Pupin sairia do PTB, representado na reunião por Paulo Mantovani, pai do presidente do partido, Flávio Mantovani. Com a decisão de Marco Aurélio Mello, às vésperas do primeiro turno, não foi preciso substituir o vice-prefeito, que hoje cumpre seu terceiro mandato.

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Tudo joinha

Ricardo Barros continua não tendo do que reclamar em relação a Pupin, que tem cumprido tudo o que lhe é determinado. O ex-coordenador-geral da campanha aprova o pupilo.

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O capítulo final

No dia 21 de setembro do ano passado, uma sexta-feira, uma longa e tensa reunião no escritório de Ricardo Barros discutiu a dificuldade jurídica da candidatura a prefeito do pecuarista Carlos Roberto Pupin. Fazia um mês que ela havia sido cassada, por unanimidade, pelo TRE paranaense e o recurso no TSE, em Brasília, ainda não tinha sido apreciado pelo ministro Marco Aurélio Mello. Na reunião, Ricardo Barros defendeu a substituição de Pupin diante da expectativa de que sua candidatura seria irregular, pois havia assumido nos seis meses anteriores às eleições nos dois mandatos em que foi vice. Barros defendeu o lançamento da candidatura de sua filha Rafaelle Kasprowicz, médica endocrinologista, que já havia gravado inserções para o horário eleitoral. Pupin não topou a substituição. Foi uma das raríssimas vezes em que “peitou” o chefe.  Disse que havia sido Ricardo quem tinha colocado ele, Pupin, e o vice, Ferdinandi, na disputa, e que eles iriam até o final. Ao perceber que sua sugestão não passaria, Barros deixou claro: “Depois vocês não reclamem que ganharam e não levaram. Não me culpem”.
Às 19h40 de 4 de outubro, às vésperas da eleição, o ministro Marco Aurélio, em decisão monocrática, garantiu a candidatura de Pupin (que, incompreensivelmente, havia comemorado a decisão 24 horas antes, durante uma carreata). O último capítulo da história poderá ser exibido hoje à noite, pela TV Justiça.

Akino

Quinto mandato, de fato

Discute-se se Pupin estaria exercendo o seu terceiro mandato. A pendência deverá ser resolvida nos próximos dias, com julgamento no TSE. Como Silvio II, exerceu dois e não poderia ser nem vice, logo a soma dos mandados dos dois seria cinco, de direito. De fato o quinto mandato está sendo exercido por Ricardo Barros, é público e notório. Pode, Arnaldo? Qual o custo disso para Maringá?
Akino Maringá,colaborador

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Vai ter bolinho?

Na próxima terça-feira vai fazer 10 meses que o processo da Tenda dos Milagres, que responsabilizou o secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa pelo desvio de milhares de reais do IPTU dos maringaenses, dorme numa gaveta do STF esperando despacho do ministro Dias Toffoli, ex-advogado do PT. Como se recorda (aqui), Barros autorizou sua base aliada a dar descontos no IPTU sem que houvesse lei, beneficiando ex-secretários, amigos e empresários – alguns dos quais até hoje são seus financiadores de campanha. É o que se pode chamar de enrolação jurídica, que possui especialistas de peso em Maringá.

Akino

Postura de Ulisses elogiada

Tenho ouvido referências elogiosas à postura de independência do presidente Ulisses Maia, em relação ao Executivo, como no caso da planilha do transporte coletivo, e contra a PEC 37, no que deve ter contrariado o presidente do seu partido, Ricardo Barros. Ontem mesmo um amigo teceu comentários, lembrando que Maia é uma das cabeças pensantes mais privilegiadas da atual safra de políticos e que, se continuar assim, é um nome bem cotado para as próximas eleições. De minha parte, confirmei a impressão, com a ressalva do partido a que pertence. Acredito que Ulisses pode ser um bom nome, se sair do PP e a única chance disto acontecer é entrar num novo partido, talvez no que está sendo articulado por Marina Silva.
PS: Falando em PEC 37, gostaria de saber o que pensa Ricardo Barros.
Akino Maringá, colaborador

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Em época de PEC 37…

secretarios
Alguém consegue enxergar na fotografia acima o desconforto da proximidade à mesa entre a secretária da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Maria Tereza Uille Gomes, e o secretário de Indústria e Comércio, Ricardo Barros? A foto foi feita na segunda-feira, quando a secretária recebeu membros da plutocracia maringaense, que foram pedir (e conseguiram) que o governo desista de construir uma nova penitenciária na cidade. Dedicando-se desde 1987 ao Ministério Público (foi procuradora-geral de Justiça e presidente da Associação Paranaense do MP), recebeu um colega de secretariado que foi denunciado criminalmente pelo Gaeco e, como reação, denunciou dois promotores (José Aparecido da Cruz e Laércio Januário), além de um juiz criminal da comarca de Maringá, por causa de suas atuações profissionais. Quando procuradora, Maria Tereza Uille Gomes também acompanhou a fúria do hoje secretário de Beto Richa contra o promotor Cruz, diversas vezes atacado por ele junto à Corregedoria, assim como o promotor Robertson Azevedo.

Geral

Denunciado criminalmente, Barros vai ao TJ

Visita ao TJ
O secretário de Indústria e Comércio do Paraná, Ricardo Barros (PP), alvo de denúncia crime feita pelo Ministério Público Estadual desde o final de 2011 (a ação encontra-se em segredo de justiça no TJ-PR), esteve ontem no Tribunal de Justiça do Paraná. Ele fez parte da comitiva que foi recebida pelo presidente, desembargador Clayton Camargo, para tratar da construção do Fórum no novo Centro Cívico. Entre os que integraram a comitiva estavam lideranças maringaenses e quatro juízes locais. Condenado por improbidade no caso Tenda dos Milagres (desconto no IPTU sem autorização legal) e da simulação de venda de equipamentos de lixo quando era prefeito, Barros é autor de denúncia-crime contra dois promotores de justiça (José Aparecido da Cruz e Laércio Januário, do Gaeco) e um juiz (Devanir Manchini).

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Prefeito não cumpre acordo com mães; uma delas aguarda Ricardo Barros

Um grupo formado por sete mães, com duas crianças de 7 anos, encontra-se no prédio da Secretaria Municipal de Educação de Maringá. Portando cartazes, foram cobrar o acordo feito recentemente para o transporte escolar de seus filhos, moradores do Parque Itaipu. Como a secretária Solange Lopes não estava, foram recebidas pelo diretor administrativo, que confirmou: o prometido não será cumprido, nada de volta do ônibus escolar nem locação.
Uma das mães, Débora, decidiu acampanhar: disse que só sai da sede da Semuc depois que Ricardo Barros, o prefeito de fato de Maringá, atendê-la. Foi Barros quem, da vez em que estiveram no paço municipal, no final de fevereiro (aqui), prometeu que resolveria a situação com Pupin, que, depois de uma conversa com o chefe de todos os chefes, aceitou a volta do transporte escolar.

Justiça

Extinção de ação popular

A Justiça Federal publicou hoje a extinção de execução de ação popular movida pelo ex-prefeito Ricardo Barros contra a Caixa Econômica Federal, Jorge Aparecido Sossai, Luciana Cristina Bozza Martin e os espólios de Airton Furlaneto e Luís Antonio Paolicchi. A ação foi movida logo depois que tornou-se público o escândalo Gianoto e pedia a condenação da Caixa a ressarcir ao erário municipal valores que o ex-prefeito alega terem sido gastos irregularmente através de diversos cheques, emitidos durante a sua administração, entre os anos de 1989 e 1992. Afirmava o ex-deputado, que desistiu da ação, em resumo, que a CEF agiu em desconformidade com a lei ao proceder o pagamento de vários cheques, originalmente nominais à própria CEF, em favor de terceiro, com uma única assinatura de liberação no verso do cheque, quando deveria haver duas assinaturas autorizadas, representando o município.

Política

O que ele faz nesta reunião?

Impacto Paraná
Está na última página do semanário Impacto Paraná: o que Ricardo Barros, que  não é deputado nem líder de partido, só marido de deputada, fazia na reunião de líderes que tratou da votação do Orçamento da União? Isso elmbra a história dos anões do orçamento. O jornal também lembra que Barros é secretário de Beto Richa, mas é como se não fosse.

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Recursos, presenças e ausência

Na reunião do final de semana, Ricardo Barros – o secretário do qual Beto Richa tem mais temor – mostrou várias pesquisas de opiniao da DataBarros (não se sabe se pagas pela prefeitura) e adiantou que, se Pupin perder quinta-feira, no TSE, ele recorrerá ao STF e conseguirá efeito suspensivo. Se conseguir, será um enorme feito, pois será o primeiro dos que perderam por terceiro mandato a conseguir a graça do mais alto tribunal do país; até agora, to-dos que foram derrotados no TSE perderam liminarmente no STF.
Na reunião de sábado compareceram presidentes de partidos aliados e vereadores. Notou-se a ausência do presidente da Câmara, Ulisses Maia (PP).

Maringá

Não fosse o chefe…

http://youtu.be/zaVVp6vqJP8
Disponibilizado hoje pelo Maringá Manchete, este vídeo foi gravado na semana passada, quando um grupo de mães do Parque Itaipu foi reclamar a volta de um ônibus escolar. Pupin estava irredutível, não queria negociar. Ricardo Barros, que despachava no Gabinete do Prefeito, atendeu a turma como se ele fosse o chefe do Executivo, diz que vai ver se resolve o problema conversando com a secretária de Educação. Pupin, que parece em campanha, cumprimenta o pessoal e vai embora. No meio tempo, foi Ricardo quem determinou ao prefeito o que deveria fazer.

Política

Capo do PP entra em férias

De Cícero Cattani:
Ricardo Barros levou ao Reinhold Stephanes seu descontentamento com Beto Richa e combinou tirar férias de trinta dias. Avisou que talvez não volte para a Secretaria da Indústria e Comércio. Chorou as pitangas e quer emplacar o seu diretor geral, Horácio Monteschio, para o cargo, sob a ameça de abandonar de vez o governo e levar junto o seu PP. Enquanto isso, era nomeado diretor geral da Secretaria do Trabalho, Amin José Hannouche, do PP de Cornélio Procópio.

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A principal diferença

Até os ipês brancos de Maringá sabem que Ricardo Barros tem sido, na prática, o prefeito da cidade nos últimos anos. Mas há uma diferença considerável entre os oito anos do irmão mais velho, Silvio Barros II, e os dois meses de Carlos Roberto Pupin. Nos dois mandatos do fratello, as decisões eram tomadas no escritório da avenida Prudente de Morais, onde até hoje acontece uma espécie de beija-mão semanal de lideranças locais. Silvio II ia ao escritório, onde lhe eram passadas as instruções, especialmente em decisões que interessavam de perto aos negócios do irmão, como as mudanças no Plano Diretor.
Com Pupin na prefeitura, essa situação mudou: Ricardo Barros despacha de dentro do gabinete do prefeito, no paço municipal. As primeiras nomeações dos 515 CCs, garantem, foram feitas com Ricardo sentado inclusive na cadeira de prefeito Uma reentrada por cima para quem saiu pela janela do mesmo prédio, no final de sua primeira gestão, em 92.

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Juntos novamente?

Com a nova virada de casaca de Ricardo Barros (PP), que deve formalizar esta semana sua saída do governo Beto Richa para voltar a se atracar com o PT de Gleisi Hoffmann, poderemos ter em Maringá a volta da dupla Osmar  Dias e Carlos Roberto Pupin. Ambos deverão estar no mesmo palanque em 2014. O que não significa que reatarão a amizade que já existiu entre ambos, claro.

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O chefe muda a rotina

Seria cômico, não fosse trágico. Cada vez que Ricardo Barros – que fica mais em Maringá do que em Curitiba, já que, dizem, Beto Richa tem medo dele e não lhe cobra cumprimento de horário – aparece no paço municipal a rotina muda. É como se tivesse chegado quem manda, o prefeito de fato. Ele chega no Gabinete do Prefeito, dá ordens, manda abrir ou fechar portas, chama um ou outro secretário mais chegado e – alguém jura ter visto – chega a dar altas cobradas em Pupin a respeito do andamento de ações que lhe interessam dentro da prefeitura.

Akino

Notícia crime

A propósito da recente ação de Ricardo Barros contra dois promotores e um juiz, ocorreu-me dar a seguinte notícia. Solicitamos ao Ministério Público que apure possíveis crimes contra o erário praticados em Maringá nos últimos oito anos. Por exemplo, a manutenção da Urbamar, da Secretaria de Relações Interinstitucionais e CCs denominados Assessor I, II, III, IV, sem que se saiba o que fazem, e a elevação para 515 os cargos comissionados na atual gestão.
Akino Maringá, colaborador

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Barros processa juiz e promotores

noticiacrime
O secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa (PSDB), Ricardo Barros, resolveu partir para a briga. No último dia 19, o ex-prefeito de Maringá e atual presidente estadual do PP protocolizou uma denúncia-crime contra um juiz e dois promotores públicos da comarca. Barros foi denunciado criminalmente no Tribunal de Justiça do Paraná no final de 2011; a denúncia incluiu gravações telefônicas, feitas a partir de autorização judicial, que mostravam a influência do irmão mais novo na gestão Silvio Barros II/Carlos Roberto Pupin. O processo tramita sob segredo de justiça, desde então, devagar, quase parando. Richa chegou pensar em substituir Barros, mas, ao que se informa, o governador tem medo dele; se o demitisse, ele perderia o foro privilegiado. Ricardo Barros, conhecido como capo, foi o coordenador-geral da campanha de Pupin, e é ele quem continua mandando e desmandando na prefeitura; ele também tem condenações por improbidade.Continue lendo ›

Política

Barros singrando com Lula

De Cícero Cattani:
Lula, Ricardo e CidaSe estava faltando um bom pretexto para Ricardo Barros saltar do barco de Beto Richa e se bandear pros lados de Dilma e Gleisi é o que não lhe falta agora. Mal visto por setores importantes do tucanato local por suas posições dúbias – ele ainda responde por denúncias cabeludas aguardando julgamento no Tribunal de Justiça e é também recordistas de processos no TRE. Presidente de um partido aliado, o PP, que deu a Richa a vitória em Maringá, Barros não foi consultado na troca do pepista Jonel Iaulk pelo adversário de Londrina, o peemedebista Luiz Eduardo Cheida, onde Richa foi derrotado. Há tempo, ele vem ameaçando voltar à base do governo de Dilma – ele já foi líder e Lula na Câmara – e é amigo pessoal de Paulo Bernardo. Na campanha para o Senado, em 2010, Barros apoiou abertamente Gleisi Hoffmann. Dia 22, quando Lula vier a Curitiba, Ricardo Barros pode já estar vestindo roupa de marinheiro e singrando na caravela do PT, como nos bons tempos.

Akino

O PSB não recorreu

Foi julgada improcedente a Aije nº 47919 proposta pelo PSB, acusando Ricardo, Silvio e Pupin de abuso de poder econômico, e o PSB não recorreu. Vejamos alguns trechos da sentença: “Ao pugnar pela improcedência da ação assim se manifestou o ilustre Promotor de Justiça Eleitoral: “(…) Com efeito, no que concerne à licença do prefeito Silvio Magalhães Barros II, verifica-se que foi autorizada pela Câmara Municipal, conforme documento de fls. 261, a qual acolheu a justificativa de participação do mesmo como representante da Frente Nacional de Prefeitos na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, denominada “Rio+20”, realizada na cidade do Rio de Janeiro/RJ. Continue lendo ›

Akino

Pupin na contramão

Renan Calheiros está disposto a fazer a reforma administrativa no Senado – aprovada no último dia da gestão de José Sarney – e limpar a biografia. As mudanças serão anunciadas hoje pelo presidente do Congresso. Vai demitir até 30% dos servidores comissionados em todas as secretarias, diretorias e gabinetes. Uma mudança não prevista é o serviço médico, com grande estrutura. Para Renan, deve ser encerrado e será limitado a uma emergência. Muito comum hoje entre servidores, a prática vai acabar: quem usar o serviço médico gratuito e tiver plano de saúde particular, será obrigado a reembolsar o Congresso. A Universidade do Legislativo, o Interlegis e o Instituto Legislativo Brasileiro, com estruturas distintas e altos custos, serão um só. A decisão de Renan foi tomada ontem à noite com a diretora-geral do Senado, Doris Marize. O piso do rodo dos comissionados será de 25%, e o teto, de 30%. Renan vai fechar algumas diretorias do Congresso, e os que não forem demitidos, serão remanejados. Fato é que está disposto a peitar a revolta do poderoso Sindilegis. (fonte Uol)
Meu comentário (Akino): Enquanto Renan quer esvaziar Brasília de comissionados, Ricardo Barros, digo, Pupin, vai na contramão, querendo nomear cinco ou seis para um escritório de representação de Maringá. Brincadeira!
Akino Maringá, colaborador

Akino

Ardilosamente, Pupin segue exercendo o terceiro mandato

A verdade precisa ser entendida. Pupin está exercendo (pelo menos de direito, de fato é Ricardo Barros) ilegalmente o terceiro mandato, graças a manobras ardilosamente perpetradas. Ele não poderia ser candidato nem a vereador, por questões legais eleitorais, e sabia disso. Ganhou o direito de disputar numa decisão monocrática daquelas ‘limpa pauta’, do ministro Marco Aurélio, cujas decisões, na grande maioria, são controvertidas e quase sempre é voto vencido. Com base na jurisprudência de dois casos recentes e o placar do julgamento, quando acontecer, deverá ser 5 a 2, ou outro voto deve ser do ministro Henrique Neves, irmão do advogado Fernando Neves, que advogando para o candidato de Guarapari, citou o caso Maringá como jurisprudência, no que foi desmentido pelo próprio ministro relator.Continue lendo ›

Opinião

Como pode?

De Cezar Lima:
Como pode o secretário de Indústria e Comércio do Paraná, sr. Ricardo Barros, não saber que a Seabra adquiriu área de 5 alqueires em Marialva para instalação de mais uma de suas unidades industriais? O governo Beto Richa tem um secretário medíocre e que atua tão somente na nomeação de 515 cargos comissionados na Prefeitura de Maringá ou fica a viajar pelo exterior, especialmente para a Suíça. Enquanto o “secretário” viaja e fica a “ver navios”, prefeituras do porte da de Marialva, com gestor capacitado, no caso Edgar Silvestre (atual presidente da Amusep), vai atrás e consegue. Continue lendo ›

Akino

Novo papa pode ser brasileiro ou suíço

Li no blog do Messias Mendes e reproduzo: “O bom humor do brasileiro pede passagem e mesmo em momentos como o da vacância de um pontificado, não perde tempo. Hoje logo cedo, ao tomar café numa padaria do centro, ouvi um bem humorado cidadão de meia-idade ironizar: “Avisem ao Ricardo Barros que já tem articulação rolando no Vaticano para a eleição do novo papa”. Sem pestanejar, outro respondeu: “Mas fumaça branca é só pra ficha limpa”.”
Meu comentário (Akino): Há quem diga que Ricardo Barros pode ajudar eleger o papa. Mais difícil era a eleição de Pupin, e ele conseguiu. Sua preferência seria por um brasileiro, mas não descartaria um representante da Suíça, terra com a qual tem estreitas ligações. O primeiro passo seria convencer o atual ocupante da cadeira no Vaticano a não renunciar de imediato e sim tirar uma licença para tratar de qualquer assunto, por uns 100 dias, e que o futuro candidato ficasse em seu lugar, digamos para ter mais visibilidade. Dizem que, sem dúvidas, ele ‘papava’, mas este pleito. Não seria surpresa de pensasse em mandar no Vaticano e o nome sugerido para o novo papa poderia ser Ricardo II.
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

Denúncia crime: TJ-PR aguardará o STF

rb4Em decisão publicada ontem, o desembargador Lauri Caetano da Silva, relator convocado do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Paraná, negou vista dos autos da notícia crime ajuizada pelo Ministério Público Estadual no final de 2011 contra o secretário de Indústria e Comércio do governador Beto Richa, o maringaense Ricardo Barros, presidente estadual do PP. O processo corre em segredo de justiça; o relator é o atual presidente do TJ, Clayton Camargo. Barros foi flagrado em gravação telefônica feita pelo Gaeco com autorização da justiça conversando com Leopoldo Fiewski, ex-super-secretário de Silvio Barros II, ex-prefeito de Maringá, e hoje secretário do prefeito Carlos Roberto Pupin, ocupando a Coordenadoria do BID. Os dois tratam de direcionamento numa licitação milionária de propaganda da Prefeitura de Maringá, na gestão de seu irmão mais velho. É da conversa a famosa expressão “solução salomônica”.
Diz o despacho: Continue lendo ›

Akino

Pupin com mais popularidade

Ontem fizemos um desafio através desta postagem. Passadas 24 horas o resultado é o seguinte: Pupin 228 ‘curtidas’ e 74 comentários, alguns bem engraçados. Ricardo Barros 159 curtidas e apenas 14 comentários. Há dúvidas se a turma não teria combinado o apoio em massa para Pupin, para passar a impressão de que ele é o prefeito. Uma coisa é certa, quanto a nomeações de CCs, toda negociação passa por Ricardo Barros. É ele quem entrevista, que checa as credenciais dos candidatos, e dá o ok. Tenho informações que em alguns casos há uma espécie de repescagem, ou uma segunda chance, como aconteceu com Maroca no BBB. Alguns eliminados voltam. É o caso de um filho de ex-vereador, que a princípio foi eliminado, mas voltou após alguns acertos.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Qual seria a comunidade?

Vejam a profundidade desta frase: “Acordo feliz todos os dias porque faço aquilo que gosto, e o que gosto é de servir à comunidade”. Está na página do facebook do prefeito, digo, do ex-deputado Ricardo Barros, e quando a leio fico emocionado. Difícil nos dias de hoje encontrar alguém que acorde feliz todos os dias e possa afirmar que sua felicidade vem do fato de fazer o que mais gosta, servir a comunidade. No caso dele, qual seria essa comunidade? Os 360 mil habitantes de Maringá? Os 515 CCs que ele criou para a atual gestão? Sua família? Há quem diga que sua comunidade é formada por ele mesmo.
Se refere a toda a comunidade de Maringá, esta é certamente uma das frases mais absurdas postados no facebook e olha que há muitos absurdos nas redes sociais. Quem conhece sabe do que estamos falando.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Quem tem mais popularidade?

Às 11h24 deste sábado, o prefeito Pupin (deve ter sido algum assessor),postou em sua página do facebook: “Bom dia, um ótimo fim de semana a todos!”. Uma hora depois 99 amigos tinham curtido e 34 comentado. Ontem Ricardo Barros postou: “Parabéns Tóia. Muitas felicidades querida” (aniversário da futura vereadora, prefeita, deputada, quiçá senadora, governadora, Mária Vitória, sua filha) e até aqui foram 153 ‘curtidas’ e só 14 comentários. Vamos ver quem tem mais popularidade. Amanhã apuraremos quantas pessoas curtiram o bom dia de Pupin e quantas ainda curtirão o aniversário de Maria Vitória, que completou 21 anos.
Akino Maringá, colaborador

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Por Ricardo Barros, Pupin não ficou com os prefeitos

O prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), foi para Brasília na última segunda-feira para participar do Encontro Nacional com Novos Prefeitos e Prefeitas, realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Levou junto os secretários de Habitação, Sergio Bertoni (PPS), e da Assistência Social e Cidadania, Flávio Vicente (PSDB), mas na abertura do evento estava acompanhado do ex-coordenador de campanha, Ricardo Barros (PP), nas horas vagas secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa. Barros, que não tem mandato – e na capital federal, como se diz, em gente sem mandato nem o vento bate nas costas -,  foi barrado e não pôde ficar na área reservada aos prefeitos; Pupin, em solidariedade ao criador (os atos mostram que RB é o prefeito de fato ), preferiu então ficar com Ricardo Barros, na área destinada aos assessores – uma grande sala, onde um telão transmitia o discurso de abertura, feito pela presidente Dilma Rousseff.
Na história política de Maringá poucas foram as demonstrações tão intensas de amizade como esta.