sala de aula
Lotação máxima gera reclamação
Casos de covid nas salas de aula preocupam
Vem pra sala de aula, Ricardo Barros!
Vapt-vupt
Teto de sala de aula desaba
(Atualizado) Parte do teto de uma sala de aula do Colégio Nobel, na rua Quintino Bocaiúva, em Maringá, desabou nesta manhã. Funcionários de uma empresa de manutenção de ar-condicionado deixaram um aparelho cair sobre o telhado, que caiu sobre o forro de gesso e caiu na sala, ao lado de um aluno, que se feriu levemente.
Contra o excesso de alunos na sala de aula
http://youtu.be/R4BzesyfiDE
Reportagem da TV Maringá (Band) sobre a campanha pela redução do número de alunos em sala de aula na rede municipal de ensino.
Piadas homofóbicas/machistas em sala de aula
Um aluno do Colégio Anglo em Maringá, incomodado com a quantidade de piadas machistas e homofóbicas que os docentes proferem em sala de aula, encaminhou correspondência à direção pedagógica do estabelecimento, com cópia ao Núcleo Regional de Educação. Escreveu: “Hoje pela manhã, mais uma vez, tive o desprazer de escutar a mais uma piada extremamente homofóbica em sala de aula (CM). Esta não é a primeira vez que ouço piadas de cunho homofóbico ou machista em sala de aula. Não vou me referir ao nome do docente por razões óbvias. Quero salientar que este tipo de “discurso docente” (piadas e brincadeiras) que manifesta qualquer intolerância com negros, homossexuais, mulheres, indígenas e pessoas menos favorecidas não pode ser proferido por membros de um estabelecimento de ensino que se postula educar a juventude para a vida e para o mercado de trabalho. A prática docente é decisiva em fortalecer ou estigmatizar aspectos positivos ou negativos da formação adolescente, seja por meio da identificação, dos conteúdos ou das práticas cotidianas. Este tipo de discurso incentiva a intolerância, segrega alunos em sala de aula, e pior, em longo prazo corrobora para a manutenção da violência.Continue lendo ›
Sala de aula na UEM
Limpando o chão da sala de aula
O caso, garante leitor, teria acontecido na última sexta-feira na Escola Municipal João Batista Sanches, no Jardim São Silvestre, em Maringá. Uma garotinha chegou à aula com os pés sujos de barro, pois no caminho de casa até a escola há um trecho de terra, que molhou com a chuva. Acabou sujando a sala. A professora fez a aluna, de presumíveis 8 anos, limpar o chão com papel higiênico. “Onde estamos?”, questiona.
Número de alunos em sala de aula
Está na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado o projeto de lei n.504/2011 que altera o parágrafo único do art. 25 da Lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), para estabelecer o número máximo de alunos por turma na pré-escola e no ensino fundamental e médio. O PLS é do senador Humberto Costa (PT-PE) e propõe que as turmas de pré-escola e dos primeiros dois anos do ensino fundamental não poderão exceder a 25 alunos. Já as classes das demais séries do ensino fundamental e as do ensino médio deverão ter, no máximo, 35 alunos. Um substitutivo acrescentou a possibilidade de a turma ultrapassar o limite estabelecido em até 20%. Para isso, é necessário que a sala de aula, na educação infantil, possua tamanho equivalente a um e meio metro quadrado por aluno, e nas turmas de ensino fundamental e médio, um metro quadrado por aluno. O projeto é importante é requer muita discussão já que a relação entre o número de alunos e professores é uma das causas da falta de qualidade da educação.
Ivana Veraldo
Na aula derradeira

O Carlão publicou esta foto em seu blog: o cachorro aparece deitado ao seu de seu filho, na última aula do professor Virgílio de Almeida, falecido no último dia 16. “Alguns dizem que o cão estava triste e dormiu no local, como que um aviso do que aconteceria, outros dizem que não tem nada a ver, que o cão estava circulando pela UEM e que decidiu descansar no local, que é coincidência (…). Para lembrar, nossos avós costumavam dizer que quando animais apareciam em locais estranhos a sua frequência, era para avisar sobre algo que iria acontecer”.
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