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Maringá

Projeto que deu prêmio à SER é do Mudi

Ao contrário do que foi amplamente divulgado, o projeto premiado em segundo lugar pela Febrafite, em Brasília (“Dramatizando a cidadania”), não foi desenvolvido pela Sociedade Eticamente Responsável. Ele é de autoria do Museu Dinâmico Interdisciplinar (Mudi), da UEM, conforme se verifica aqui, tendo outros parceiros além da SER, que tenta sair de uma crise que incluiu a exclusão do ex-presidente Ariovaldo Costa Paulo, depois reintegrado com a mudança do estatuto. No Facebook, a sindicalista Margareth Jung pergunta como pode a SER Maringá, que em tese defende a ética, inscrever num concurso um projeto que não é dela? “Até onde eu sei, os projetos “Dramatizando a Cidadania” e “Música e poesia para falar de cidadania” são projetos criados e registrados na UEM. Os coordenadores (Marcílio Hubner e Marcia Capelette) são servidores da UEM e responsáveis pela execução dos projetos”. Continue lendo ›

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Posse da SER será amanhã

Depois de alterar o estatuto e reabilitar um ex-presidente que havia sido expulso dos quadros da entidade, a SER – Sociedade Eticamente Responsável – marcou para amanhã a posse da nova diretoria, eleita hoje. Será amanhã às 18h30, na Acim, entidade à qual a SER é ligada. A diretoria que assume para a gestão 2012-2014 é formada por Fábia dos Santos Sacco (presidente), Paulo Bandolin (vice), Hélio Hissamu Sato (primeiro tesoureiro), Ricardo Costa Bruno (segundo tesoureiro), Marcos Luchiancenkol (secretário) e, no Conselho Fiscal, Manoel Quaresma Xavier, Rosa Fátima dos Santos e Antonio Tadeu Rodrigues.

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SER muda estatuto para sair da crise

Desde o início do ano vivendo uma crise que envolve vaidades e denúncias de uso da entidade para fins pessoais, a Sociedade Eticamente Responsável realiza eleições no próximo dia 12 (acima, a convocação). Na prática, volta ao abrigo da Associação Comercial e Empresarial de Maringá, fortalecendo ainda mais o poder do grupo que dirige a entidade, distanciando-se de outras entidades locais. Recentemente o estatuto da SER foi alterado, inclusive estabelecendo sua nova sede, no mesmo endereço da Acim.
Entre as alterações está a extinção da Vice-Presidência para o Observatório Social. Agora, de acordo com o artigo segundo, a SER Maringá pode também ser chamada de Observatório Social de Maringá (OSM), adotando inclusive sua logo. A reforma estatutária decidiu extinguir o Conselho Consultivo da SER/Maringá. Foram extintos ainda outros três cargos do Conselho de Administração: vice-presidente de Políticas Sociai, vice-presidente de Educação e Cultura (Educação Fiscal) e vice-presidente de Esporte e Lazer.

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Mudança reabilita ex-presidente excluído

A principal mudança feita na SER/Maringá por influência da Acim, no entanto, foi a revogação do disposto no parágrafo 2º do artigo 8º, que tratava da exigência de apresentação de certidão negativa civil e eleitorial da pessoa física para a aceitação de seu ingresso e permanência no quadro social da SER/Maringá. Desde o último dia 15, essa exigência deixou de existir. Levada para a política, é como se a Lei da Ficha Limpa tivesse sido revogada para a admissão de sócios da entidade, que, no papel, pugna pela ética e cidadania.
Com a mudança, o empresário Ariovaldo Costa Paulo, ex-presidente por duas vezes da Acim, da SER, do Observatório Social de Maringá e do Brasil (de onde foi convidado a sair), foi reabilitado perante a entidade. Em julho, ele foi excluído do quadro social da SER por não ter conseguido apresentar as certidões negativas. Ariovaldo, empresário poderoso, conseguiu reverter a situação e não além da reincorporação foi incluído pelo presidente-tampão, Ricardo Costa Bruno, como membro da Comissão Eleitoral, ao lado de Carlos Anselmo Correa e Helena Carmen Bressan.

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Entidade perdeu uma oportunidade

Estivéssemos vivendo no regime da ditadura, a alteração no estatuto da SER Maringá poderia ser chamada de casuísmo. Mas não estamos. Entre virar uma piada e estar atrelada à plutocracia, a entidade, que nasceu de bons propósitos, parece ter escolhido as duas opções. Hoje, em meio a denúncias de que se especializaria cada vez mais na área de licitações, o que atenderia interesses de associados, a SER perde a oportunidade de se tornar uma ONG realmente independente.

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Tesoureiro da SER convoca assembleia

O tesoureiro da Sociedade Eticamente responsável de Maringá, Hélio Issamu Sato, assinou ontem a convocação de assembleia geral extraordinária para tratar da “análise de atos e reorganização administrativa”. Hélio Sato é o único integrante da última diretoria eleita que permanece na ONG; todos os demais renunciaram, incluindo o presidente Norival Trautwein, além da única chapa inscrita para a eleição que deveria ter ocorrido na última terça-feira. A crise na SER, que detém o controle do Observatório Social de Maringá e é responsável pela indicação de um secretário municipal (Controle Interno), agravou-se com a exclusão do ex-presidente da entidade, Ariovaldo Costa Paulo, que no ano passado havia se afastado da rede Observatório Social do Brasil, diante da apresentação de documentos que conteriam irregularidades. A assembleia que discutirá o que fazer – possivelmente a convocação de uma nova eleição – acontecerá às 17h30 do próximo dia 3, no Auditório Ângelo Planas, na sede da Acim.

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Presidente da SER também renuncia

Deu-se no início da tarde de hoje mais um capítulo da novela que está servindo para desmascarar a farsa que é (era) a política da transparência em Maringá. O presidente da SER, o ex-auditor fiscal Norival Trautwein, também não resistiu às pressões e renunciou ao cargo. Assim, dos 20 nomes que integravam a diretoria quando esta tomou posse, em 26 de abril último, hoje a ONG conta apenas com o primeiro tesoureiro, Hélio Issamu Sato; todos os demais haviam renunciado depois que, no final de maio, teriam sido descobertas irregularidades funcionais na entidade. Apenas Trautwein e Sato estavam conduzindo a entidade, para comandar novo processo de eleição, que aconteceria ontem, mas houve a renúncia da única chapa inscrita. Um novo processo eleitoral seria iniciado agora, mas o blog ficou sabendo que as pressões sobre o presidente aumentaram desde que ele, cumprindo o estatuto, excluiu do quadro de associados o ex-presidente Ariovaldo Costa Paulo.
Da SER faz parte o Observatório Social de Maringá. A entidade chegou a indicar um secretário no governo Silvio Barros II. O futuro da ONG depois desta crise é incerto. Há determinação de um grupo, ligado a Ariovaldo e a Carlos Anselmo, para permanecer  controlando a SER.

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Dia de eleição na SER

(Corrigido) Hoje tem eleição na Sociedade Eticamente Responsável de Maringá, que tem no Observatório Social um de seus departamentos. Apenas uma chapa está inscrita, com vários integrantes ligados aos ex-presidentes Ariovaldo Costa Paulo (recentemente excluído do quadro de associados) e Carlos Anselmo; Fábia dos Santos Sacco deve presidir o Conselho de Administração. Esta é a segunda eleição da SER desde o fim do mandato, em fevereiro, do advogado Cesar Augusto Moreno. Por poucas semanas assumiu a vice-presidência do Observatório Social encabeçada por Denisa Borcato, num processo que poucos ficaram sabendo (ela atirou no que viu e acertou no que não viu); nem a posse da turma, ocorrida na Acim, foi divulgada na mídia.
Essa diretoria acabou renunciando semanas depois, e não há transparência sobre os motivos que levaram a isso. Corre nos bastidores que a renúncia ocorreu porque teriam sido descobertas irregularidades funcionais que foram abafadas, pois os ex-presidentes queriam continuar ditando os rumos na SER, que tem folha de pagamento de R$ 30 mil mensais. A dissolução acabou gerando uma crise, ainda não totalmente superada.

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Ato de exclusão está no mural da SER

Mural
Conforme o blog divulgou ontem, está em exposição no mural da ONG Sociedade Eticamente Responsável, no sexto andar do Edifício Transamérica, em Maringá, o ato assinado pelo persidente do Conselho de Administração, Norival Trautwein, excluindo do quadro social da entidade o ex-presidente da Associação Comercial e Empresarial e ex-presidente da Rede Observatório Social do Brasil, empresário Ariovaldo Costa Paulo. Na condição de sócio-fundador, ele deveria ter apresentado certidão negativa expedida pelo Cartório Distribuidor e Anexos da comarca; a certidão expedida no último dia 10 é positiva e nela constam quatro ações distribuídas, uma delas (nulidade de ato jurídico) de maio passado.Continue lendo ›

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SER: inscrições vão até amanhã

Joia mais preciosa da plutocracia maringaense e da administração Barros, que lhe deu uma secretariado, a Sociedade Eticamente Responsável recebe até amanhã as inscrições para chapas que desejem concorrer às eleições na entidade, que está acéfala há alguns meses – assim como o Observatório Social de Maringá, que é um departamento da SER. Como aconteceu há um ano com o Observatório Social do Brasil, de onde o empresário Ariovaldo Costa Paulo foi defenestrado em meio a denúncias, o OSM vive situação tumultuada, onde interesses pessoais e escusos brigam para se sobrepor aos verdadeiros ideais de fiscalização de sua fundação.