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Semop tira poderes da Seplan

A Secretaria de Planejamento de Maringá, que tem como titular Laércio Barbão, começou como uma super-secretaria e, menos de 30 dias depois, já perdeu muito poder, prestígio e espaço. Deve perder mais ainda depois da atuação deprimente na última audiência pública, que possivelmente será anulada pela justiça.
A Seplan, que deveria concentrar as área de planejamento viário da extinta Setran, o planejamento e decisão sobre o corredor da avenida Brasil e toda a obra do PAC da Mobilidade, incluindo o sonhado túnel e o contorno da UEM, além do mega-ultra-terminal intermodal perdeu estas funções para a Secretaria de Obras, de Fernando Camargo (ex-Sinduscon e ex-Urbamar), que em tese seria uma secretaria somente para arrecadar administrar a execução das obras. Os argumentos do outrora todo-poderoso Leopoldo Fiewski, da Coordenadoria do BID, de que o planejamento deveria ser concentrado em uma só secretaria, duraram pouco frente à necessidade de arrecadação.

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Era para ser ele

Para não dar a Setran para o PMDB, conforme havia sido combinado com o chefão na campanha eleitoral, Ricardo Barros acabou ferrando um antigo e fiel aliado, William Gentil, que já era ricardista antes de o seu partido ter sido adquirido pelo condomínio nas eleições deste ano. A Setran foi parar com Ademar Schiavone, nome de confiança do grupo (é considerado um coringa, assim como Valdir Pignata), e a Secretaria de Assuntos Comunitários – que deverá ter orientação política – foi parar nas mãos de Miguel Grillo. Até então, comentava-se que a secretaria atenderia o perfil de William Gentil, que, agora, não se sabe onde será aproveitado – embora mais de duas centenas de cargos comissionados tenham sido criadas para acomodar apadrinhados.

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Recuo estratégico

O final do mandato da segunda administração Barros/Pupin vai ser recheado de afogadilhos. As recentes decisões da conferência pública, para beneficiar amigos da turma, também irão para referendo do Legislativo. Idem, no caso do Parque Industrial Barros, que, apesar de monitorado há mais de um ano pelo Ministério Público Estadual, até agora é como uma espécie de pista de patinação para os que pintam-e-bordam.
Das poucas notícias boas do dia está que o recuo de juntar a Setran à Guarda Municipal, decidida pelos 18 partidos que integram o condomínio partidário de Ricardo Barros, veio de uma reunião realizada agora à tarde entre o vereador eleito Tenente Edson (PMN), que já trabalhou na Secretaria de Transportes, e o vice-prefeito Carlos Roberto Pupin. O fim da Setran, que foi prometida ao PMDB, poderia implicar em problemas políticos, num eventual governo do PP. Por causa da postura do vereador eleito, já tem quem o compare ao ministro Joaquim Barbosa.

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O fim do binário?

O PMDB de Crispim não abre mão de administrar a Secretaria dos Transportes, num eventual governo Carlos Roberto Pupin (PP). Já se cogitou Grillo e John como secretários desta pasta, que é uma das mais exigentes em termos técnicos. Crispim, apesar da carteira de habilitação suspensa pelo excesso de multas (durante a campanha só andava com motorista particular), sempre foi crítico ferrenho do sistema binário, agora de posse da Setran poderá colocar suas teorias viárias em ação e a cidade poderá, quem sabe, voltar a ter o antigo sistema.

Maringá

Semáforo na 19 de Dezembro

semaforo
Um novo semáforo está sendo instalado na avenida 19 de Dezembro, no cruzamento sobre a linha férrea, em Maringá. Em breve, aquele trecho, entre as avenidas Brasil e Colombo, terá semáforos em cinco quatro cruzamentos (foi retirado o da rua Antonio Scramin).

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Readequação geométrica

A Prefeitura de Maringá licitou a contratação de empresas de engenharia para a execução de obras de readequação geométrica em vias urbanas da cidade. O edital não traz mais detalhes, assim como o Portal da Transparência. A abertura das propostas será no próximo dia 13.
No dia 12 será a vez da abertura de envelopes para a contratação de empresa para confeccionar dez totens em concreto pré-moldado e fornecimento e instalação de treze placas em aço inox, destinados para utilização em inaugurações dos empreendimentos à serem entregues para as famílias contempladas no programa Minha Casa, Minha Vida, através da Secretaria Municipal de Habitação de Interesse Social e a Caixa Econômica Federal e atendimento das secretarias do município.

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Não é bem assim

Os fratelli Barros e Umberto Crispim (que, em caso de vitória de Carlos Roberto Pupin, poderá ser um super-secretário) são companheiros, recentíssimos e graças ao milagre da ideologia, tudo bem. Mas não é bem assim, não são 100% companheiros.
Se fossem, o capo Ricardo Barros teria atendido a pedida de Crispim e entregue a Miguel Grillo – com a assinatura do prefeito em exercício, claro – a Setran e não a Secretaria de Meio Ambiente.

Bronca

Ouvidoria e Setran não atendem

Leitora reclama que ligou várias vezes na Ouvidoria da Prefeitura de Maringá, mas não foi atendida. Ela solicita um agente de trânsito nos horários de pico na avenida Nóbrega com a avenida Juscelino Kubitschek, perto do Country Club, principalmente no final da tarde. “Os motoristas não respeitam a sinalização, formando quatro filas, fora os motoristas que vêm correndo para passar o semáforo e entrar na frente de outros, tudo isso para não pegar fila. Liguei também na Secretaria de Transportes, mas me disseram que não poderiam fazer nada”, acrescenta.

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Agentes da Setran são suspeitos de furtar motorista

Três agentes da Setran, de Maringá, são suspeitos de furtar um motorista que, alcoolizado, parou para dormir por algumas horas na avenida Morangueira. A queixa foi feita pelo motorista, Valter Alves Martins, na delegacia de polícia. Ele contou que, por volta das 4h de sábado, parou o carro defronte o Colégio Rodrigues Alves, pois havia ingerido bebida alcoólica e sentia sono; por volta das 5h30 ele foi acordado por um agente da Setran, que batia no vidro de seu veículo e pediu que ele saísse dali, pois era via exclusiva de ônibus. Valter notou, então, que um outro agente estava saindo do banco traseiro de seu carro, o que achou muito estranho. Foi quando, ao conferir sua carteira, notou que ali faltavam cerca de R$ 2 mil em cheques, além de dólares e euros. Ele foi atrás da viatura, uma Parati 811, onde se encontravam três agentes, e anotou a placa.