silvio barros

Maringá

MPF: Silvio Barros II se omitiu diante de “absurdos inadmissíveis”

Silvio Barros II (PP) prepara-se para deixar a Prefeitura de Maringá e leva na bagagem a mais recente ação por improbidade administrativa, esta feita pelo Ministério Público Federal por causa do rebaixamento da linha férrea. O documento acima reproduzido dá a dimensão de sua responsabilidade na obra (mais uma) apontada como superfaturada. “Pode-se dizer, então, que toda a obra foi e está sendo executada em sua administração. (…) O prefeito atual, antes de dar continuidade a obra de tamanha envergadura, deveria ter verificado a legalidade e regularidade de tal contratação, uma vez que seria (como realmente foi) em sua gestão que os cofres públicos disponibilizariam mais de R$ 51 milhões. (…) Não é admissível que o administrador municipal tenha se omitido frente a tamanhos absurdos (…)”.
A denúncia, que não ganhou espaço na mídia local, mostra que houve superfaturamente nos serviços especiais de contenção, diferente do que estava no projeto básico, e que representam 41,38% do valor total do contrato (o equivalente a mais de R$ 21,4 milhões).

Blog

A mãe quer que o filho cumpra mandato

A matriarca Bárbara Cecily Netto Barros Kanyo Benedek disse ontem, no paço municipal, que Deus escolheu seu filho, Silvio Barros II, para mais quatro anos de mandato “e a vontade de Deus não pode ser modificada”.
Ela defende que o filho mais velho termine o mandato, embora sua renúncia esteja programada para acontecer nos próximos dias.

Akino

Na Gazeta do Povo

“Cotado para virar secretário estadual, Silvio Barros já foi condenado duas vezes pelo TJ por improbidade administrativa. Recurso contra uma dessas sentenças foi negado pelo STJ, em Brasília”. ( fonte blog do Messias Mendes)
Meu comentário: Parabéns a O Diário pela independência demonstrada ao permitir que o Messias divulgue notícias como nunca antes na história dos últimos oito anos. Será que o prefeito não vai pressionar? Falando em pressão, fiquei sabendo que houve pressão a um grupo de sindicatos que patrocinou a impressão de panfletos contra incineração. Silvio teria ficando muito bravo com os presidentes, que considera seus parceiros.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Trecho suprimido deve voltar à lei

De acordo com a reportagem da Gazeta do Povo, o deputado estadual Marcelo Rangel (PPS) é autor de emenda colocando no texto da Lei da Ficha Limpa estadual o trecho suprimido na Assembleia Legislativa. Se o texto estivesse em vigor, Beto Richa não poderia nomear Silvio Barros II (PP) para integrar sua equipe.
Da equipe de funcionários que ajudou os deputados na confecção da lei faz parte a maringaense Lucília Ferreira Dias, que foi chefe de gabinete dos deputados Emerson Nerone (PT) e Cida Borghetti (PP).

Blog

Ficha suja federal, Silvio II não o é estadual

Uma brecha na lei estadual da Ficha Limpa, aprovada no final do ano passado, permite que o prefeito Silvio Barros II (PP) escape da punição e possa ser nomeado secretário mesmo sendo um ficha suja federal. Até um dos autores da lei não sabe como a lei permitiu, e parece ter sido feita sob medida para Silvio II, que teve os direitos políticos suspensos por cinco anos. Embora toda a lei estadual seja uma cópia da federal, um dos trechos foi suprimido.
Ficha Limpa federal: “l) os que forem condenados à suspensão dos direitos políticos, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, por ato doloso de improbidade administrativa que importe lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito, desde a condenação ou o trânsito em julgado até o transcurso do prazo de 8 (oito) anos após o cumprimento da pena”. E agora a versão estadual: “IX – os que forem condenados à suspensão dos direitos políticos, em decisão transitada em julgado, por ato doloso de improbidade administrativa que importe lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito, desde a condenação ou o trânsito em julgado até o transcurso do prazo de 4 (quatro) anos após o cumprimento da pena”.

Estadual

O possível secretário condenado de Beto Richa


Matéria de Karlos Kohlbach na Gazeta do Povo de hoje traz informações sobre as condenações do prefeito de Maringá, Silvio Barros II (PP), cotado para ser secretário de Beto Richa. Será, caso aconteça a nomeação, o primeiro inelegível a ser nomeado para a equipe do governador. “Cotado para virar secretário estadual, Silvio Barros já foi condenado duas vezes pelo TJ por improbidade administrativa. Recurso contra uma dessas sentenças foi negado pelo STJ, em Brasília”, diz o texto. Leia mais.
(Foto: Fábio Dias/Gazeta do Povo)

Política

Renúncia volta à baila

Reportagem de Euclides Lucas Garcia na Gazeta do Povo hoje informa que o irmão mais novo se abriu aos deputados e confirmou que vai deixar a Secretaria de Indústria e Comércio para “fazer política”, coisa que faz profissionalmente desde que se elegeu prefeito, em 88. Ou seja, nada de boquinha no governo federal, como queria. Ficou claro que Ricardo Barros quer mais espaço para o seu PP no governo Beto Richa, embora não tenha nenhum voto na Assembleia Legislativa (o deputado Duílio Genari está na condição de suplente e só emplaca em definitivo se Durval Amaral ir para o TCE).
O prefeito Silvio Barros II voltou a admitir a renúncia (firmeza gelatinosa) e aceitar um eventual convite para cargo no estado. A reportagem não contestou, mas  ele não pode, está com os direitos políticos suspensos por cinco anos, em condenação confirmada em segunda instância, o que o inclui na Lei Ficha Limpa assinada pelo governador no final do ano passado. Leia mais.

Política

A “guerra santa” do lixo

O blog bem que tinha avisado. Segundo pessoas que participaram da reunião do Codem na noite de ontem, o prefeito de Maringá continuava muito bravo e teria até batido na mesa ao abordar o assunto da usina de incineração. Além da presença em peso de todo secretariado, ele contou com o reforço da sua mãe, dona Bárbara. Ela teria indagado aos presentes: “Quem aqui acredita em Deus levante a mão” como parte da estratégia emocional para pedir apoio ao projeto do seu filho. O prefeito, que é protestante e vive querendo ensinar os padres locais a rezar a missa, teria errado a oração do Pai do Nosso e ainda anunciou que se preciso haverá uma guerra santa.

Política

Silvio Barros com TPMP?

Do leitor:
Neste domingo de manhã, na inauguração de uma creche no distrito de Iguatemi, sisudo, carrancudo quase o tempo todo, o prefeito Silvio Barros II parecia estar com TPMP – Tensão Pré Ministério Público. Quando Edith Dias, secretária da Educação, ao discursar, quis saudar nominalmente as autoridades, ele – rispidamente – tomou-lhe o microfone e proibiu a ela – e aos demais que falariam na sequência – que fizessem a “nominata” (nominar as autoridades presentes), conforme argumentou. Dr. Batista, ao pegar o microfone, deu um pulinho em direção oposta para que o prefeito não lhe tomasse o microfone. A maioria dos presentes, especialmente aqueles que pertencem de uma forma ou de outra ao condomínio Barros, levou na esportiva o gesto nada elegante de Sua Majestade.
Afinal, tomar microfone de forma ríspida da pessoa que está falando e despejar advertências em público não combina com a “fleuma” que os Barros tentam passar. Basta um momento de irritação – ou de contrariedade – para que os Barros revelem a verdadeira identidade – diríamos – psicológica.

Blog

Ficha suja

Teve movimento anteontem o recurso que o prefeito de Maringá, Silvio Barros II, fez ao STJ por conta de sua condenação em segunda instância, por improbidade administrativa, e que lhe tirou os direitos políticos por cinco anos, além do pagamento de multa e devolução de recursos aos cofres públicos. O caso se enquadra na Lei da Ficha Limpa e em tese o impossibilitará de assumir, como se especula, uma secretaria no governo Beto Richa, que adotou a ficha limpa na hora de nomear cargos de confiança.
Por causa de nomeações irregulares de três assessores em cargos comissionados, Silvio II foi condenado pelo juízo da 2ª Vara Cível até a perder o mandato, mas esse ponto foi reformado no Tribunal de Justiça, pela desembargadora Regina Afonso Portes, em junho do ano passado. Em agosto ele recorreu ao STJ, juntou petição em dezembro e desde janeiro o processo tramita eletronicamente, devendo ser apreciado em breve.

Memória

33 anos atrás

Deputado Silvio Barros
Daqui a 10 dias fará 33 anos da morte do ex-prefeito Silvio Magalhães Barros (MDB), que faleceu no Aeroporto Gastão Vidigal, aos 51 anos de idade, vitimado por uma parada cardíaca, quando se preparava para viajar com destino a Curitiba, onde faria uma cirurgia do coração. Ele foi vereador, deputado estadual, deputado federal e prefeito. A foto, inédita, foi resgatada pelo blog junto ao Centro de Documentação e Informação da Câmara dos Deputados. Aqui, em melhor resolução.