Candidata da família Pinga Fogo
Nas redes sociais, o comunicador Juliano Pinga (Rádio Nova Ingá/TV Maringá) e pede apoio à candidata a vereadora Márcia Mara (PHS). Ele diz que ela é a candidata da família Pinga Fogo.
Nas redes sociais, o comunicador Juliano Pinga (Rádio Nova Ingá/TV Maringá) e pede apoio à candidata a vereadora Márcia Mara (PHS). Ele diz que ela é a candidata da família Pinga Fogo.

Há quatro Gabrielas na eleição para vereador, este ano, em Maringá – que por sinal tem 11 Marias.
A empresária Gabriela Chagas Rotta (foto/PHS), do jornal Hoje Notícias, é uma delas. “Sou conhecedor de suas qualidades e ideais, por ter o privilégio de desfrutar da sua parceria há mais de 12 anos”, escreveu seu marido, Francisco Carlos da Silva, no Facebook.Continue lendo ›

A empresária maringaense Vilma Bachesk é candidata a vereadora em Ângulo. “Vilma do Carlão”, como se registrou na Justiça Eleitoral (ela é casada com Carlos Augusto Ferreira, o Carlão, presidente do PSDC local e cargo de confiança da administração Pupin/Barros), disputa pelo Partido Verde, da coligação Força, Fé e Trabalho, que tem o ex-prefeito Zezão como candidato a prefeito.

Margot Jung confirmou ao Maringay que será candidata a vereadora de Maringá.
Vice-presidente da AMLGBT (Associação Maringaense de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), Margot participou da organização da Parada LGBT de Maringá, Semana Maringaense LGBT, Conferência Regional LGBT, coordena o Grupo de Familiares de LGBT, é pedagoga, sindicalista e blogueira.Continue lendo ›
Acima, a sentença de primeira instância que é mais uma condenação ao ímprobo Silvio Barros II (PP), ex-prefeito de Maringá e secretário de Beto Richa (PSDB). SBII está com bens bloqueados por causa de outra ação por improbidade.Continue lendo ›
Uma estratégia de bastidores pretende fazer o vereador Luciano Brito (PSB) solicitar licença da Câmara de Maringá, onde é vice-presidente, para que a suplente Roeling, sexta mais votada pelo Partido Socialista Brasileiro em 2012, assuma uma cadeira temporariamente.
O PSB elegeu dois vereadores; um deles, Adilson do Bar, perdeu a vaga posteriormente, com decisão da Justiça Eleitoral. Outros suplentes deixaram a sigla, à exceção de Pedro Cardoso dos Santos, que, neste caso, abriria mão de assumir.

Leila Gato, mana do maringaense Adriano Gatto, que reside há mais de dez anos em Cornedo Vicentino, na região de Vicenza, será a primeira ítalo-brasileiro a ser candidata a vereadora na Itália. Ela apoia Damiano Melis, 32, a prefeito, que tem, entre suas metas, “preservar e valorizar o patrimônio histórico da cidade (moradias, pontes históricas, ciclovias, guias de informação, mapas e trilhas das capitais e fontes), reestruturação da Villa Trislaig para exposições, conferências, apresentações de livros, noites temáticas e conscientização sobre o uso adequado dos recursos”. A eleição acontece amanhã das 7h às 23h. Leila, 39, é natural de Altônia.

O vereador Flávio Vicente (PSDB), que fez 3.418 votos nas últimas eleições, deverá ser nomeado secretário de Relações Interinstitucionais de Maringá, pasta que na gestão anterior abrigou os prefeitos de Nova Olímpia e de Floresta. Há também a possibilidade de se tornar novo secretário de Assistência Social. Deve ser o único dos 15 eleitos a abrir mão de cumprir o mandato para o qual foi eleito.
Com isso, a servidora pública municipal Carmen Inocente da Saúde (PP), que fez 3.267 votos, se tornará vereadora. O secretário de Serviços Públicos, Vagner Mussio (PP), passa, então, a ser primeiro suplente de vereador. Mussio fez 1.737 votos. Por que alguém do PSDB abrir mão para alguém do PP, partidos que estavam coligados? Não fosse a aliança, os tucanos maringaenses não conseguiriam eleger ninguém. Embora há quem anteveja o fim da carreira política de Flávio Vicente, sua saída encontra total apoio no Legislativo.
A vereadora Analice Escoque (PSL), de Astorga, presa no início da tarde de hoje por compra de votos, estava em companhia de uma funcionária da Prefeitura de Astorga, Silvia Cristina Marchiori, numa residência da rua São Pedro. Dentro do carro foram encontrados santinhos do atual prefeito e candidato a reeleição Arquimedes Ziroldo (PTB), o Bega, e do também vereador Célio de Carlis (PSL). Bega responde a uma ação de impugnação de candidatura, que aguarda julgamente no TSE, com, parecer do Ministério Público Eleitoral pela cassação do registro (quarto mandato consecutivo). No último dia 2 caso semelhante foi julgado pelo TSE, com cassação de registro de um candidato a prefeito de Bambuí (MG), Lélio Jorge Silva. A denúncia que resultou no flagrante foi feita pelo presidente do PSC de Astorga, Luiz Carlos Ferrari (autor das fotos), e a ação também foi testemunhada pelo presidente do Democratas, Márcio Bastos Ruziska.

A vereadora Analice Escoque (PSL), de Astorga, foi presa na tarde de hoje, em flagrante, por compra de votos. Conhecida como Ana do Açougue, ela é candidata a reeleição pela coligação “Juntos por Astorga” (PP-PSL-PSDB). Por volta das 14h30, a polícia recebeu denúncia anônima de que ela estava distribuindo cestas básicas; ela foi presa quando entrega uma cesta a uma eleitora, que, junto com uma acompanhante, também foi detida. Ela deverá pagar fiança e responder por crime eleitoral, que poderá resultar em cassação.
Foi indeferido há cerca de meia hora, pelo juiz eleitoral William Artur Pussi, da 154ª Zona Eleitoral, o registro da candidatura a vereadora da comerciante Tânia Mara da Silva, a Tânia do Mercado, do PMDB de Paiçandu. Ela, que chegou a ter o registro deferido em julho, é irmã do prefeito Vladimir da Silva, o que configura impedimento estabelecido na Constituição.

Com a candidatura a vereadora em Paiçandu pelo PMDB deferida em 16 de julho, a comerciante Tânia Mara da Silva, a Tânia do Mercado, deve ter o registro cassado nas próximas horas. Ontem o juiz eleitoral William Artur Pussi, da 154ª Zona Eleitoral, recebeu a informação de que ela é irmã do prefeito Vladimir da Silva, o Vladão (que não é candidato à reeleição), e neste caso ela não pode ser candidata. O impedimento é constitucional: está no parágrafo 7º do artigo 14 da Constituição Federal, que dispõe sobre Cidadania e Direitos Políticos; Tânia só poderia se candidatar se Vladão tivesse renunciado seis meses antes das eleições. O juiz mandou certificar o cartório sobre o parentesco e pediu manifestação do Ministério Público Eleitoral. Aguarda-se agora a manifestação do promotor José Lafaiete Barbosa Tourinho.

A maringaense Gisele Nogueira, filha do médico Pedro Barros e Anita Nogueira, é candidata a vereadora pelo PMN. Vice-presidente da Associação de Moradores da Zona 2 (seu pai foi um dos fundadores), formada em Turismo e Hotelaria com especialização em consultoria nas áreas urbanas e rurais, tem entre suas propostas o desenvolvimento de projetos de iniciação desportiva e o fortalecimento da saúde e segurança.

Mayara, candidata a vereadora de Maringá pelo PCdoB, passou por diversas entidades do movimento estudantil e demovimentos sociais, como Umes, Upes, Ubes, UNE, ANPG, Cuca, Cebrapaz, e nos Conselhos Municipais de Saúde e da Mulher. “A Juventude Pede Passagem” que traz como principal proposta, o passe-estudantil irrestrito (em relação às linhas e aos horários) e integrado (integração entre as linhas), entendendo que o atual modelo não contempla os contra-turnos, por exemplo, bem como eventos esportivos e culturais.

O empresário Walber Guimarães Junior não é candidato nestas eleições, em Cianorte, mas a família do ex-deputado federal Walber Guimarães estará representada nestas eleições. Sua filha, a servidora pública federal Roseane Vaz Guimarães Feres, é candidata a vereadora em Maringá pelo PTB. Roseane, funcionária do Senado, já trabalhou com o senador Osmar Dias e com o ex-deputado federal Ricardo Barros.
Comentava-se que Roeling Pereira da Costa se inscreveu como candidata a vereadora no PSB apenas para ajudar o partido. Roeling, que é esposa do juiz de Direito aposentado e secretário de Estado do Paraná, Rene Pereira da Costa, disse que sua candidatura é pra valer.Continue lendo ›
Li no blog do Lauro Barbosa e reproduzo: “Não se surpreendam se na campanha deste ano pintar a imagem da Maria Victória, filha de Cida e Ricardo Barros. O papo que rola é que a jovem já estaria sendo preparada para a campanha de 2014, onde faria dobradinha com a mãe.”
Meu comentário: Diante dos desfalques, quase certos, de Bravin e Zebrão, pode ser que o ‘técnico Ricardo Barros’, como um Luxemburgo surpreenda com a escalação de última hora.
Akino Maringá, colaborador

A professora Adenise Batista Rodrigues (PMDB), pós-graduada em Educação e em Gestão de Pessoas, ex-secretária municipal de Educação na gestão do ex-prefeito Ari Stroher e atualmente vereadora, foi escolhida pré-candidata a prefeita de Mandaguari. Seu nome tem a aprovação das principais lideranças oposicionistas, representadas pelo PMDB, DEM, PTB, PSD e PSDC; a este grupo deve-se juntar o PV e PCB. Há também uma articulação com o PT para compor com o PMDB a chapa majoritária, e por esta razão a vaga de vice foi deixada em aberto.
Terezinha Pereira (PP), irmã do ex-prefeito José Cláudio Pereira Neto (PT), não será mais candidata a vereadora, mas a família estará representada nas eleições deste ano. A professora e advogada Cássia Beraldo confirmou que vai se inscrever em maio como pré-candidata a vereadora pelo Partido dos Trabalhadores, onde filiou-se há cerca de um ano. Ela usará o sobrenome da mãe, dona Maria, que teve nove filhos. Cássia disse que José Cláudio foi sua grande referência de postura e caráter e que não pretende usurpar sua memória como bandeira de campanha.
A professora Norma Defunne Leandro, que já ocupou o cargo de vereadora, tendo sida secretária de Educação e ocupado outros cargos públicos, vai ser candidata a vereadora pelo PP. (fonte: coluna do Verdelírio)
Meu comentário: Sem trocadilho infame, é normal, no atual esquema politico de Maringá, que ex-secretários e comissionados de alto escalão salarial, que sairam por denúncias de irregularidades, sejam candidatos a vereadores e se não forem eleitos voltem a ocupar cargos de confianços. Por esta e outras razões, como diria o Fuji, “mudanças são imprescíndiveis”.
Mudando de assunto: O que faz a senhora Norma na atual administração? Até quando acompanhei tinha um cargo de diretoria na desnecessária Secretaria da Mulher, que na minha opinião poderia ser uma diretoria da Sasc.
Akino Maringá, colaborador