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Moção repudia governo de Maringá

Em Foz, 4ª Conferência das Cidades do Paraná repudia processo que mudou Plano Diretor de Maringá.

Uma das moções aprovadas na última sexta-feira em Foz do Iguaçu, no encerramento da 4ª Conferência das Cidades do Paraná, repudiou a forma como a administração Silvio Barros II, de Maringá, mudou o Plano Diretor da cidade, no final do ano passado. A nota de rejeição foi em relação à forma como o processo foi conduzido, realizando-se uma conferência numa segunda-feira às 8h, véspera de Natal, sem a participação de trabalhadores e outras categorias. Toda a discussão anterior do PD de Maringá foi conturbada. Naquele encontro foram aprovadas mudanças que haviam sido rejeitadas pelo conjunto da sociedade maringaense por outras três vezes. A moção de repúdio foi apresentada em grupo temático, na quinta-feira, pela professora Carla Almeida, representante da UEM no Conselho Municipal de Planejamento e Gestão Territorial, Márcio Lorin, da Academia de Arquitetos e Engenheiros Euclides da Cunha, e Jonas Braz, da CUT.  O secretário de Planejamento de Maringá, Jurandir Guatassa Boeira, mobilizou-se para evitar a aprovação da moção, solicitou apoio principalmente dos representantes do poder público e a criticou da tribuna; Lorin fez a defesa, destacando a ilegimitidade do processo, que afastou a sociedade maringaense da discussão do Plano Diretor. A moção de repúdio foi aprovada por 156 votos a 155. Uma das representantes da Prefeitura de Maringá, a secretária de Cultura, Flor Duarte, não estava presente na hora da votação.

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