“Momentos íntimos”

Assisti o trecho final de uma entrevista do Canário com um representante do Observatório Social. Pelo que pude entender o apresentador tinha criticado, entendendo que o presidente Hossokawa teria dito que o Observatório não dá folga à Câmara e que os vereadores precisam, digamos, de momentos íntimos, que possam conversar a sós.  O sr. Sato, se não me engano, também não entendeu direito como isto seria possível, já que as sessões são públicas.

Minha opinião: Acredito que o Canário está pensando que o Observatório esteja sempre presente em qualquer conversa dos vereadores. Na verdade Hossokawa quis dizer que eles pegam demais no pé. Momentos íntimos para os vereadores da base não faltam. O Observatório não entra na sala do presidente, nos gabinetes, nem fica escutando as conversas que eles têm, em voz baixa, na mesa diretora, quando interrompem a sessão e deixam os telespectadores, na internet e presentes, com ‘cara de  tacho’. Por que tudo não é discutido às claras? 

Akino Maringá, colaborador