Vereador é vereador e não é deputado
Sem querer pegar no pé, mas com a intenção didática, insisto que a viagem do vereador Ton Schiavone a Curitiba, bem como a justificativa apresentada para obtenção de pagamento de uma diária e outras despesas não se enquadra nas atribuições do vereador. Na verdade foi a viagem de um cidadão, ligado do IVR, que não pode ser paga pelos cofres públicos. Visita ao gabinete da deputada Cida Borghetti? E o escritório que ela tem aqui e com muitas assessores pagos com dinheiro público? Tratar do projeto de utilidade pública do IVR, mas ao mesmo tempo diz que está anexada cópia da lei? Então a lei já aprovada? Não me convenci de que isto possa se enquadrar numa atividade de vereador e que atenda ao interesse público e estou pedindo, mais uma vez, que o vereador explique em plenário e devolva o dinheiro das despesas. Se este pedido não for levado em consideração, restará enviarmos denúncia ao Ministério Público, a quem o presidente Hossokawa e o vereador poderão explicar. Precisamos acabar com a farra das diárias, estamos de olho nas viagens do Bravin e Zebrão, também, em muitos casos estão trocando de atribuições com os Deputados. Vereador é Vereador e não Deputado, chega de desperdício de dinheiro público. Para que servem os cinco deputados de Maringá?
Akino Maringá, colaborador
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