Juntas eleitorais apuradoras

A propósito das postagens do Rigon sobre a composição das juntas eleitorais apuradoras, ressalto a importância serem constituídas por pessoas isentas de interesses, especialmente que não sejam funcionários comissionados, vinculados à administração municipal. Antes do TRE aparelhar seus cartórios e contratar, por concurso, funcionários efetivos e bem remunerados, boa parte do serviço era executada por funcionários comissionados pagos pelo município e há quem diga que havia muita influência. Fala-se, não sabe até que ponto é verdade, que fraudes teriam acontecido. Todo cuidado é pouco, sobretudo diante dos comentários da influência  que teria o candidato ao Senado, Ricardo Barros, em todas as instâncias do Judiciário, até no STF.

Akino Maringá, colaborador