Prevenção contra improbidade

Na suposição que o prefeito Sílvio II quisesse realmente mudar a sua administração, e acabar com o risco de novas condenações por improbidade, após romper com seu irmão Ricardo que deixaria de influenciar, algumas medidas seriam necessárias: 1- Reduzir de  cerca de 220 para 50 o número de comissionados, desses no máximo 20 seriam de pessoas de fora do quadro de servidores efetivos. 2 – Reduzir as secretarias para no máximo 10, substituindo todos os titulares. 3- Extinção da Urbamar. 4. Automia total para o Observatório Social realmente ser parceiro da sociedade organizada e poder fiscalizar tudo. 4- Fim da submissão da Câmara, com todos os vereadores convocados a fiscalizar de maneira efetiva todas as licitações, empenhos, pagamentos. Transparência total. Os espaços no Pinga Fogo, O Diário e em toda mídia seriam usados para divulgação de tudo , sem maquiar dados e aberto para denúncias. Todos os jornalistas, inclusive o Fabreti, ficariam proibidos de elogiarem o prefeito, gratuitamente, só em virtude das verbas. Parceria com o MP que passaria a atuar preventivamente e com todos os dados contábeis à disposição. Cumprimento de todas as leis e a Constituição. Denúncias de desvio de conduta de qualquer funcionário seriam punidas exemplarmente. Com essas medidas, que não apagariam o passado de 6 anos de muitos equívocos, Silvio Barros se credenciaria a ser perdoado quando de sua prestação de contas a Deus e passaria para história de Maringá, como um dos melhores. Não é difícil fazer tudo isto, basta vontade.

Akino Maringá, colaborador