MP “recomenda” e a Câmara vai diminuir os assessores

Esta foi a principal manchete do Hoje Notícias, edição desta quinta feira. No Pinga Fogo na TV o assunto foi matéria, em entrevista, de Ary Bueno de Godoy, com o presidente Hossakawa. Salvo engano o Rigon postou há alguns dias, como quase sempre, em primeira mão [foi dia 14 último] E nós temos analisado desde 2009. O presidente falou que as distorções serão corrigidas. Que o número de assessores por vereadores, que hoje é ilimitado (alguns têm até 11, outros apenas 4), será fixo, podendo ser 4, 5 ou 6. Na minha opinião o ideal é que fosse 4, 5 com muito sacrifício caberiam nos gabintes, com 6 alguém terá que trabalhar em pé, com 11 só com fantasmas. Estamos falando apenas dos assessores dos gabinetes dos vereadores. Na administração da Casa, como diz o Pinga Fogo, é “bicho feio”. Só a Presidência tem 15 e pode reduzir para 2 ou 3 (a bem da verdade os cargos constam como da Presidência, mas seriam, segundo comentários, na maioria de alguns donos, como Zebrão, Bravin, John e outros), mas a responsabilidade é Hossokawa e Heine, os que nomeiam, principalmente do presidente. A hora é agora, manter cargos absurdos como assessores assuntos comunitários, de Relações Institucionais, assessores parlamentares da Mesa; assessor de Apoio para Assuntos de Planejamento, assessor de Cerimonial, assessor Executivo, assessor Jurídico e outros,  com remuneração variando de R$ 2.860,00 a cerca de R$ 5.000,00, sem que as atribuições prevista em lei sejam exercidas, não tenho dúvidas, é um crime contra o dinheiro público. Dá para cortar uns 20.

Akino Maringá, colaborador