No texto abaixo, Danilo W. Roque, acadêmico 4º ano noturno Direito da UEM, comenta sobre o ocaso do Serviço de Assistência Judiciária da instituição. O SAJ vem sendo tratado com pouco caso pelo governo estadual e não é nem sombra do que foi duas décadas atrás, que atendia as pessoas carentes nas áreas cível, em especial família (divórcios, regulamentação de guarda, reconhecimento de paternidade, pedido de pensão alimentícia…) e penal (acompanhando aquele acusado ou preso que não tem condições de contratar advogado – em Maringá, o SAJ atendia 90% dos processos criminais). Hoje, ele se resume a três advogadas. O artigo abaixo, ressalta Roque, que estagiou no SAJ, mais que um texto de um acadêmico, mostra uma breve síntese de uma bonita história que infelizmente está por acabar.