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As falhas de uma licitação

Paulo Catto Gomes, que faz trabalho final de graduação na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, escreveu em seu blog, no início do mês, uma carta aberta ao prefeito de Maringá, Silvio Barros II. “Ao abordar a questão do terreno da rodoviária velha, ele comenta sobre o que chama de “desastrosa licitação”: “A proposta da prefeitura de abrir uma licitação para o local está quase pronta e o terreno já está sendo desafetado para que o setor privado possa usá-lo. Apesar da prefeitura dizer o que deverá ser feito, nunca foi apresentado oficialmente um projeto do que será construído ali. Essa licitação possui falhas quanto à sua justificativa, seu programa proposto, e seus critérios. (…) Um terreno público não pode se vendido. Tampouco pode ser cedido ou concedido de maneira tão apressada. O que será a construído ali é ponto central de interesse da comunidade maringaense, e deveria ser discutido de maneira ampla. A maneira como as coisas se encaminham é descuidada, pois está negando ao município a oportunidade de decidir abertamente e de modo estudado qual será o edifício erguido no ponto mais central de Maringá”. Leia mais.

A proposta da Prefeitura de abrir uma licitação para o local está quase pronta e o terreno já está sendo desafetado para que o setor privado possa usá-lo. Apesar da Prefeitura dizer o que deverá ser feito, nunca foi apresentado oficialmente um projeto do que será construído ali. Essa licitação possui falhas quanto à sua justificativa, seu programa proposto, e seus critérios
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