Talvez isso explique
Um fato – melhor, por enquanto um boato – que pode ajudar a entender porque figuras proeminentes da política legislativa maringaense querem manter, ao custo das próprias convicções, a restrição à construção de casas geminadas na cidade envolva a construção de milhares de apartamentos ditos populares, em 2012, coincidentemente um ano eleitoral. Corre que um grupo local pretende construir condomínios verticais populares, num total de 12 mil moradias.
Os terrenos já teriam sido adquiridos em diversas áreas nos limites urbanos, ou melhor, em áreas alteradas recentemente pelo prefeito Silvio Barros II na lei de uso e ocupação do solo – lei que está sendo contestada judicialmente pelo Ministério Público. Outra coincidência: os prédios estão liberados na periferia, em áreas adquiridas pelo irmão mais novo, o próspero secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa.
*/ ?>
