Li no blog do Linjardi, postagem do último dia 13, e reproduzo: “Imagine que você é um vereador de Maringá e quer fazer um projeto de lei para implantar lombadas eletrônicas inteligentes na cidade. Aí descobre que tem uma lei dessas em Curitiba, que vai dar todo o embasamento para aquilo que você quer fazer. Como você resolveria? Soluções simples: passava a mão no telefone e ligava, mandava um dos seus vários assessores buscar no Google, qualquer coisa do tipo. Já o vereador Umberto Crispim (PMDB), pegou o motorista da Câmara, diárias, e foi à capital para, segundo a justificativa, “buscar subsídios para a elaboração de proposição legislativa para a implantação de lombadas eletrônicas inteligentes”. Crispim recebeu R$ 300 de diária, o motorista R$ 210, fora gastos com combustível, pedágio e depreciação do veículo. A viagem foi entre os dias 7 e 8 do mês passado.
Hoje, Crispim retorna de outra viagem à capital. Desta vez a justificativa foi encontrar o secretário estadual Wilson Quinteiro (como se fosse difícil localizá-lo em Maringá). Também foi tratar de assuntos relativos às cooperativas de frangos na Superintendência do Ministério da Agricultura (Mapa). O tema dessa reunião no Mapa seria para tratar de exportações (!).
Meu comentário (Akino): Crispim ‘tá de brincadeira’, como diria Neto. Wilson Quinteiro não sai de Maringá. Ganhar R$ 12.025,00, para fazer dessas coisas? (Lembrando que Crispim é um dos mais ferrenhos defensores da não revogação das leis dos supersalários). Tenha a santa paciência.
Akino Maringá, colaborador