Bancando a família imperial
A nova licença do prefeito Silvio Barros II (PP), que os leitores do blog sabem desde o último dia 23, deve configurar numa prática aparentemente ilegal da administração municipal. O Sr. Avião, que já foi bancado pelos cofres públicos nas viagens para o Rio de Janeiro de 22 a 26 de março de 2010 e para Dakar (Senegal), de 5 a 11 de fevereiro de 2011, faz a terceira viagem – desta vez para o Rio+20 – sendo duplamente bancado pelo dinheiro do IPTU do maringaense. É que em todas estas viagens ele vai como representante da Frente Nacional dos Prefeitos, uma ONG montada por alguns prefeitos há alguns anos para fazer frente ao Confederação Nacional dos Municípios. Sem licitação, embora haja entidade correlata, a Prefeitura de Maringá repassava mensalmente R$ 4 mil à FNP, e agora pagou R$ 120 mil pela inscrição do município no evento, sem contar os vencimentos e despesas do dublê de prefeito e turista que temos por aqui. Apesar de representar a FNP, que paga tudo é o bolso do maringaense e não a tal entide.
Depois, quando chamam-no de reizinho, há quem não goste. Na prática, Maringá tem sua família imperial – e o dinheiro dos impostos paga tudo.
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