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Sindicato desmente candidato do PP


O Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá divulgou nota de esclarecimento a respeito da declaração do prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin (PP) de que a trimestralidade (dívida deixada pelo seu coordenador de campanha, Ricardo Barros) não foi paga porque o Sismmar não quis negociar. O sindicato diz acreditar que Pupin “ou está totalmente desinformado” ou usa “uma estratégia recorrente em patrões que não têm argumentos para negociar”, de qualquer forma uma atitude que considera desrespeitosa com a entidade e os servidores. Acima, o ofício enviado pela administração da qual Pupin faz parte e que desmente a mentira dita durante o debate da Band, na semana passada.
“Em 23 de maio de 2009, o Sismmar realizou assembleia na câmara municipal com participação efetiva dos servidores que têm direito à ação da trimestralidade. O objetivo foi apreciar a proposta apresentada pela administração municipal, da qual Pupin faz parte. Era grande a possibilidade de a categoria, cansada de tanto esperar, aceitar a proposta. Contudo, no dia anterior à assembleia, para surpresa do sindicato, a administração encaminhou ofício no qual informou não sustentar mais a proposta que havia encaminhado aos servidores dias antes. O ofício trazia os seguintes dizeres: “(…) é impossível a manifestação desta administração, a respeito de qualquer proposta de acordo sobre a trimestralidade”. A diretoria do Sismmar, que representa mais de 9 mil servidores, repudia a atitude desrespeitosa do candidato Roberto Pupin, pois o sindicato sempre primou pela verdade e nunca fechou as portas para negociação”, diz a nota.

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