Cinquenta e oito processos

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Esta é a posição de processos da coligação de Pupin. Até aqui são 58 processos, dos quais 20 já foram para o segundo grau. Além do pedido de impugnação, pessoal, que já se encontra no TSE, outros dois por abuso de poder econômico e político, podem atingir até o seu enventual substituto. Já o abuso do poder econômico e político seria da coligação, crime confessado de público, por Ricardo Barros, em entrevistas quando tentava justificar a conversa com ‘Leo’ sobre as licitações da publicidade. Lembram? Disse ele que desde as convenções do ano passado passou a monitorar as ações de publicadade da prefeitura que interessam no processo eleitoral. Ou seja, confessou que usa verba pública, abusando do poder político, em benefício do candidato do seu partido. Não importa qual.
A conclusão é lógica. Quem entrar no lugar de Pupin, terá se beneficiado da campanha feita por ele, logo, será atingida por uma eventual condenção a perda de registro e cassação de diploma. Evidentemente, se for eleito.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.