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Finalmente…

…o analista político Paulo Vergueiro, revelação da blogosfera, resolveu emitir sua opinião sobre o possível acordo, que garantiria a Ricardo Barros o domínio sobre a administração da cidade , por tempo indeterminado. Vejam o que ele postou em seu blog, em resumo: “Acordos entre políticos fazem parte da rotina e do cenário cotidiano deste Brasil, despedaçado quanto a ética nas relações entre poder e povo. Quando as suspeitas, plantadas ou não, de boa fé ou não, acabam tendo eco e repercutem como “razoáveis” é porque o senso de mensuração de limites está no mínimo desfigurado. Tenho acompanhado a ferocidade com que alguns kamikazes da mídia, travestidos de articulistas políticos ou simples blogueiros, investem com toda energia a fim de gerar e promover o caos social.(…) É o mesmo que dar ao fofoqueiro o status de intelectual, de pensador, de formador de opinião, quando na realidade não passa de Zé Migué de beira de rio, lavando roupa suja diariamente. Os atuais políticos parece que festejam a falácia destes, enquanto outros que buscam dar conteúdo, assinar suas opiniões são relevados a condição mínima de importância. Não há lógica num acordo para se abrir mão de um suposto direito em troca de uma aventura futura das urnas. Não há como garantir vitória a quem quer que seja após semanas de manifestações públicas onde a mensuração da política nacional foi abaixo do miserável.
Dr. Ênio é o Dr. Ênio, merece respeito como cidadão e por mais que eu possa contrapor suas posições políticos partidárias, o respeito pessoal não pode mudar ou diminuir e o que se espera de uma pessoa íntegra é que mantenha os seus 96 mil e tantos eleitores devidamente prestigiados. Vencer ou não vencer no TSE é outra questão e que não vem ao caso.” ( sic)
Meu comentário (Akino): Caro Vergueiro,tive a impressão de uma pontinha de ciúmes, ou inveja, pela repercussão das opiniões deste ‘Zé Migué de beira de rio’, que posso ser, nunca um fofoqueiro. Senti ironia ao chamar Enio Verri de Dr. Enio. Creia, nossa intenção é colocar as coisas às claras. Temos fontes seguras e, mesmo sendo considerado um Zé Migué, penso, tenho razoável capacidade de percepção dos acontecimentos e calar diante do que constato vai contra aos meus princípios. Não tenho compromisso com o ‘mal feito’, não busco cargos e minha vida não mudará, para pior, seja quem for o prefeito. Como cidadão privilegiado, que não depende da saúde, educação e transporte públicos, penso nos menos favorecidos e que sofrem com a má gestão dos recursos já escassos.
Akino Maringá, colaborador

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