FGs serão eleitos até o final do mês

Em continuidade à reforma administrativa implementada desde Maio, a Câmara Municipal de Maringá reorganizou o quadro de Funções Gratificadas (FGs), reduzindo de 17 para 10. A escolha dos ocupantes das FGs será feita por cada setor, em eleição conduzida pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar), até o final deste mês. Excepcionalmente, a escolha do responsável pela FG da Coordenadoria da Divisão de Licitações e Compras acontecerá em novembro para garantir a participação de todos os interessados na vaga. Até lá, o chefe da Coordenadoria da Divisão de Administração e Recursos Humanos acumulará a gestão deste outro departamento.
Foram eliminadas as chefias nas Seções de Comunicação Social; Suporte Técnico, Dados e Manutenção; Redação e Processo Legislativo; Finanças, Orçamento e Contabilidade e nas Divisões de Administração e Recursos Humanos; Finanças, Orçamento e Contabilidade. O objetivo da mudança é otimizar a atividade legislativa, sem aumentar os custos, oferecendo a chance de todos participarem por meio do revezamento. A Função Gratificada só poderá ser ocupada por servidores efetivos da Câmara que permanecerão na chefia por um ano, sem acumular com a participação nas comissões.
A partir de agora, haverá a FG na Coordenadoria da Divisão de Protocolo Geral e Cerimonial; Coordenadoria da Divisão de Tecnologia da Informação; Coordenadoria da Divisão de Assistência Legislativa; Coordenadoria da Seção de Arquivo e Informações; Coordenadoria da Seção de Comissões Permanentes e Temporárias; Coordenadoria da Divisão de Acompanhamento e Execução de Leis e Projetos Especiais; Coordenadoria da Divisão de Administração e Recursos Humanos; Coordenadoria da Seção de Portaria, Vigilância e Segurança; Coordenadoria da Seção de Copa e Limpeza; Coordenadoria da Divisão de Licitações e Compras; Coordenadoria da Divisão de Finanças, Orçamento e Contabilidade.
Com esta reforma estão sendo economizados R$ 79.922,30 por mês. A expectativa da Mesa Executiva é poupar mais de R$ 1,5 milhão nos dois primeiros anos desta legislatura e revertê-los às entidades assistenciais da cidade. (CMM)