… do ministro Henrique Neves, que durante toda a sessão jurisdicional do TSE, nesta quinta-feira, foi substituído pelo ministro Admar Gonzaga. Logo após o encerramento, Neves foi chamado a participar da sessão administrativa. O que teria acontecido? Será que o ministro se sentiu pressionado, pois, para manter a coerência com o que disse no caso Simões, após nossas ponderações, teria que votar contra Pupin? Nas contas dos partidários Barros/Pupin era voto certo. Estranha, ainda, a ausência da ministra Cármen Lúcia, que a meu ver, por coerência, por ter participando da elaboração da Resolução 23.373, e não só por isso, porque é uma das melhores, mais competentes, acima de qualquer suspeita, magistradas, deve votar mantendo a decisão do TRE-PR, mas poderia causar um mal estar entre os ministros comprometidos com a liberação do registro da candidatura, flagrantemente ilegal de Pupin.
Akino Maringá, colaborador