Documentário registra repressão na UEM


O documentário Campus Restrito faz parte da campanha “Pelo Direito ao Campus” do movimento estudantil da UEM e questiona os recorrentes casos de repressão ocorridos na Universidade Estadual de Maringá. “Os argumentos, realizados por estudantes e professores, refletem que há uma intensa criminalização do movimento estudantil e uma militarização dos cargos públicos, tarefa própria de uma administração que não lida com as questões políticas de forma democrática, mas sim pelo viés da força e da violência”, informa. Em breve o movimento lançará um site com mais informações e discussões sobre a campanha, e os eventos que seguirão.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.

23 pitacos em “Documentário registra repressão na UEM

  1. Está tudo dominado diz:

    Sabemos o que eles querem, libera geral, não proíbam nada, deixem eles fazerem o que quiserem, afinal nesse país está tudo dominado mesmo, o mano não tá vendo que o bagulho é louco, deixa eu curtir minha pira eu to numa anais véio…

  2. Prof. Luiz Gonzaga Pego de Macedo diz:

    Penso e creio que de fato a Universidade é um espaço de aprendizagem e amadurecimento, onde as divergências são discutidas e equalizadas, na busca do equilíbrio e liberdade de expressã.Participei do movimento estudantil de forma intensiva, desde os tempos de Escola Agrotécnica Federal,em um período em que de fato a liberdade de organização e expressão, estava apenas iniciando e mesmo assim obtínhamos êxito em várias das nossas lutas.Mas, estava claro para nós estudantes e professores que nos apoiavam, que o princípio básico da “liberdade com responsabilidade norteava nossas ações”. Creio como ex-aluno da UEM,que trata-se apenas de mudanças de comportamento e diálogo e principalmente de organização do ambiente de organização, que como em qualquer outro lugar deve oportunizar uma boa impressão, simbolizando aqueles que ali se reune e une e ai tudo ficará mais fácil. Que tudo possa se resolver e os argumentos teóricos seja o suporte do sucesso do estudante de hoje e do cidadão do agora e do amanhã.

  3. willy taguchi diz:

    Leio noticias de outro campus urbano, o da USP, no qual devido à inseguranca, a comunidade, inclsuive universitaria pede a PM. Acho que si, é momento de refletir qual o incompatibilidade de presenca de PMs e atividades academicas. Eu nao vejo nenhum, ou devemos entender que um Teatro nao precisa de segurancas? Quero tb propor o entendimento que os segurancas da UEM sao patrimoniais. A vdd é que a UEM nao tem nenhum funcionario preparado para enfrentar situacoes de prevencao do que quer que seja e isto precisa mudar antes que se mude velando um cadáver.

  4. Será que é dificil respeitar as leis e as regras? Beber dentro do Campus é proibido, fumar maconha por lei federal em qualquer lugar idem. Não gostou vai conversar com o delegado ou com a PM ao invés de afrontar os guardinhas da UEM… Liberdade é uma coisa, irresponsabilidade e desrespeito as leis outra.

    • querer transformar a UEM em um fumódromo, tropa de choque e os tiozões seguranças no lombo deles já !!!

    • Que autoritarismo?
      Você esta bêbado?
      Acompanho seus comentários e começo a desconfiar que o senhor comenta com a consciência alterada.

  5. Enquanto a capa da Veja mostra a historia da menina Malala, que levou dois tiros na cabeça, por lutar pelo direito das mulheres estudarem. Os jovens da UEM estão revoltados porque não podem usar a universidade como sues salão de festa noturno….
    Meu conselho a esses jovens. Vão para casa, estudem e se tornam bons cidadãos para melhorar suas condições e de seus futuros filhos e a siciedade em geral. Porque no mundo, tem gente morrendo pelo simles fato de querer frequentar a sala de aula.

  6. Não nos deixemos cair no senso comum.

    Os saraus que acontecem na UEM atrai tanta gente por conta de uma falta de políticas públicas de juventude por parte da péssima gestão da nossa prefeitura (Pupin – Partido Progressista)

    Todo ambiente onde não se pode controlar a entrada e a saída de pessoas está sujeito a desobediência da ordem.

    Precisamos refletir muito antes de sair criticando.
    A culpa é de quem?

    Será mesmo que a culpa é do estudante?
    Será mesmo que a culpa é do habitante de Maringá que frequenta a UEM em busca de diversão e integração com a comunidade universitária (uma comunidade que pertence a todos)?
    Será que a culpa é do vigilante? Trabalhadora ou trabalhador que estão despreparados para algumas funções que deles são cobrados?

    Fica a reflexão.

  7. Tiburcius na UEM diz:

    eu estou acompanhando essa história (ou estória) desde o início, tenho trânsito livre com acadêmicos, professores e os agentes de segurança…

    houveram excessos de ambos os lados, existe a manipulação de informação por parte dos acadêmicos que de roldão manipulam os professores, que se manifestam de forma equivocada e política contra a REI, pois o jogo de forças políticas dentro da universidade é muito grande, e qualquer motivo é motivo…

    A mulher que levou a pedrada estava fora do campus em todas as versões que ela contou, agora diz que estava dentro do campus… e ao que tudo indica, foi vítima de fogo amigo, já que a pedra estava endereçada aos agentes de segurança.

    o campus têm acesso livre e público, de uso livre… assim como o prédio da Justiça Federal, um Hospital Público, o Paço Municipal, o Estádio WD, o 4º batalhão, a 9ª SDP, a Promotoria Pública de Maringá, o CESUMAR (prestador autorizado de serviço público), o parque do Ingá, o Colégio Gastão Vidigal, a câmara de vereadores.

    Alguém já se imaginou fazendo alguma festa em um destes lugares? ou ter acesso e permanecer durante todo o tempo e agir como bem lhe aprouver! ou fumar um baseado tranquilamente…

    O Dr. Advogado se mostrou um belo leigo no assunto, a não ser que seu vídeo tenha sido editado também, como é de costume dos acadêmicos…

    o espaço do campus dever ser respeitado e utilizado de forma correta, eu vejo o espaço da universidade como sendo mais sagrado que o solo de um templo, em uma universidade o pensamento é livre, livre para mudar a realidade social ou revolucionar uma era, porém não deve ser utilizado de forma hedonista, anarquista e anacrônica.

    e para fechar com chave de ouro, sabia que essa mulher atingida pela pedra está novamente reprovada por faltas, ou seja, nem à aula essa senhora comparece, qual é o motivo da estadia da mesma nos bancos da universidade??? já que não é as aulas, o que seria???

  8. Para os Vadios da madrugada da UEM eu digo…. MALALA, MALALA, MALALA, MALALA, MALALA, MALALA, MALALA, MALALA, MALALA, MALALA. 10 VEZES….Deu para entender ou a maconha já derreteu os cérebros de vocês?

  9. Ex-aluno UEM diz:

    Vigia diz: sou pago pra bater e ficar sentado.
    e aí ele é bonzinho e trabalhador… AHAM! grande porcentagem desses caras são bandidos… ave qta gente burra e tapada por aqui…

  10. EX ALUNO ENG CIVIL
    Na nossa época(1981/1982) aconteceu a primeira festa dentro da UEM, no DACESE, o primeiro forró, com bebida alcólica dentro da UEM. O Reitor era Neumar Adélio Godoy. Faltou cerveja de tanta gente que tinha.A organização foi da COFENCI (comissão de formatura de eng. civil), a maoir comissaõ de formarturas de todos os tempos da UEM. Na época tinhamos o Benê, o Zezinho, o Dimas, o Mócão,,,,,,,,, etc. Saudades dessa turma, só na cerveja e na pinguinha. SAUDADES!!!!!!!!!!!!!!!!!!Te amo UEM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  11. Maria Regina diz:

    Apoiadíssimo!!!!! E além do mais a UEM é mantida com os nossos impostos e, portanto, deve ser utilizada para o “ensino, pesquisa e extensão” e não para festas regada a alcool e drogas. Esse espaço não é uma chácara alugada para festas como esses “alunos” estão pensando. Fui estudante aqui e agora sou servidora e sempre utilizei esse espaço para o meu crescimento profissional. O governo não tem que gastar os nossos impostos para manter espaço para “festinhas”… nossos impostos tem que ser utilizados para a educação e para a saúde, e outras que são necessidades básicas da população. Se quiserem festar, que aluguem uma chácara para isso e não venham utilizar esse espaço que é mantido com nossos impostos.
    PARABÉNS AOS VIGIAS!!!!
    E, por favor, senhor reitor, coloque a polícia dentro do câmpus, para que as pessoas de bem possam caminhar sem medo desses drogados…

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