Será que o secretário mantém a opinião?
Vejamos postagem do então jornalista e blogueiro de O Diário, Milton Ravagnani, em postagem de janeiro de 2012: “Prefeitos, obrigações e perfumaria – O presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Gabriel Samaha, que é prefeito de Piraquara, está convocando os presidentes das 18 associações regionais de municípios para uma reunião no próximo dia 31 em Curitiba para organizar ações para aquilo que ele entende ser os três principais problemas que os prefeitos terão neste início de ano: o reajuste do salário-mínimo, o aumento do piso nacional dos professores do ensino básico e o valor do repasse do Governo do Estado para o transporte escolar. Os prefeitos estão apavorados com a necessidade de pagar o piso dos professores no mesmo momento em que precisam reajustar a folha de pagamento. Vão estourar o limite constitucional com gastos com o funcionalismo. Essa turma é engraçada. Cortar cargos comissionados e parar de empregar cabos eleitorais eles não fazem. E querem transferir o rombo na conta para os professores. Prefeito que não consegue pagar reajuste de mínimo e o piso dos professores merece é entregar o cargo para o vice. E se ele não der conta, para o candidato da oposição com quem ele disputou as eleições. Educação, saúde e segurança são os únicos encargos legítimos para a constituição do Estado. É para isso que se cobra imposto. O resto é perfumaria”.
Meu comentário (Akino): Destaco este trecho da postagem: “Cortar cargos comissionados e parar de empregar cabos eleitorais eles (prefeitos) não fazem”. Será que que o hoje secretário que tem em sua secretaria 10 comissionados e quattro servidores efetivos mantém a o opinião? Será que se Pupin cortasse cargos comissionados da Seac, por exemplo, não poderia reformar e manter os centros esportivos comunitários ou dar um melhor reajuste para o funcionalismo?
Akino Maringá, colaborador
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