Surpreendente

Li no blog do Paulo Vergueiro e reproduzo: “Estou convencido que política séria se faz com propostas sérias e viáveis. Não é destruindo que se constrói. Digo isso com base na conclusão de que todos os governos, no passado e presente, se por um lado tem erros, por outro há acertos. Então não se deve começar uma nova etapa do “zero”, mas de alguma coisa positiva já construída. Como fez o PT em relação à economia, onde com inteligência e equilíbrio deu sequência ao excelente Plano Real, adotado no governo anterior, como reconheceu a Presidente Dilma, num raro momento de lucidez política. Quero falar de Maringá, da gestão pública municipal.

Porém não quero e me nego a cair no lugar comum de criticar pessoas ou de maneira sistemática “debulhar” o prefeito e a prefeitura, a fim de atender interesses pessoais ou de grupos. Não! Falarei expondo as razões e justificando críticas e sugestões e quando houver necessidade de alguma observação faze-la de maneira coerente com o conjunto e sugestões propostas para sua correção. Não há um único maringaense que não tenha orgulho de nossa Maringá. Que possa negar o desenvolvimento nesses 67 anos de existência. Mas estou igualmente convencido de que poderíamos ter feito mais e melhor do que ja foi feito. E há um custo de gestão menor. Bem menor, o que certamente representaria mais recursos para áreas criticas, como saúde, educação, limpeza e manutenção de vias publicas, além da segurança entre outras. Maringá não pode continuar a ser tratada como trampolim político, ou de satisfação de grupos de investidores ou de empresários focados apenas no lucro de seus projetos. Não podemos, como sociedade estarmos a mercê de grupos que tem o olhar apenas para o entorno do umbigo. Maringá é maior que todos e que tudo, e deve por isso mesmo ser repeitada e priorizada.Nossa cidade canção precisa ser tratada por ela mesma e para ela. Quanto mais e melhor os investimentos na sua infraestrutura, na sua capacidade de gerar riquezas sociais, melhor para todos.Não podemos continuar a viver submetido aos interesses da classe econômica e financeira privilegiada, nem de políticos omissos ou comprometidos com outros objetivos que não o da cidade. Precisamos reviver um tempo em que a cidade de Maringá era tratada e gerida para si mesma, como nos bons tempos e João Paulino, por exemplo. Falarei nas próximas matérias sobre o conjunto de ações que Maringá precisa ter. Uma Maringá passada a limpo. Com dignidade e respeito.” (sic)
Meu comentário (Akino): O leitor menos atento poderá pensar que este texto é do Rigon, do Fuji, do Messias Mendes,Lauro Barbosa e tantos outros escribas, ou até do Akino Maringá. Não, você não está enganado, que texto é do Paulo Vergueiro, a quem parabenizo. Surpreso, aguarde novo texto, que guardamos para o domingo.
Akino Maringá, colaborador